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Em Nova York, governador destaca potencialidades do Paraná para atrair investidores

Ratinho Junior apresentou um panorama econômico do Paraná, com liderança regional na geração de empregos e crescimento no agronegócio, na indústria e nas exportações, durante o Lide Brazil Investment Forum, evento que reúne empresários e autoridades nacionais e foi realizado em Nova York, nos Estados Unidos.

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Fotos: Jonathan Campos/AEN

O governador Carlos Massa Ratinho Junior apresentou na terça-feira (09) um panorama econômico do Paraná, com liderança regional na geração de empregos e crescimento no agronegócio, na indústria e nas exportações, durante o Lide Brazil Investment Forum, evento que reúne empresários e autoridades nacionais e foi realizado em Nova York, nos Estados Unidos.

Quarta maior economia do Brasil, o Paraná também alcançou recentemente a maior participação do PIB nacional da história e por dois anos consecutivos foi considerado o Estado mais sustentável do Brasil, de acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados. Também recebeu o reconhecimento internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) como exemplo de sustentabilidade.

O Estado é o principal produtor nacional de frangos e o segundo maior de suínos e de soja. Na educação, em apenas quatro anos, o Paraná saltou do 7º para o 1º lugar do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do ensino médio entre as redes estaduais de ensino de todo o país.

“Com muito planejamento conseguimos fazer o Paraná dar um salto. Somos a quarta economia do País, o Estado mais sustentável e a maior potência de educação pública, com tecnologia, novas metodologias e programas de intercâmbio. Temos educação financeira, ensinamos associativismo, empreendedorismo, cooperativismo e robótica nas escolas para criar uma geração de empreendedores que vai dar sequência a essas conquistas”, disse o governador.

Ratinho Junior também explicou os planos robustos de investimentos para os próximos anos, como o maior pacote de concessões rodoviárias e o projeto da Nova Ferroeste, para atingir a meta de transformar o Paraná no maior centro logístico da América do Sul. “Temos grandes oportunidades no agronegócio e nas concessões rodoviárias, importantes para o desenvolvimento do Brasil. Estamos preparando o Paraná para ser o hub do Cone Sul e para exportar esse conceito de sustentabilidade e vocação para vender alimentos com responsabilidade”, destacou.

O governador lembrou ainda da atuação importante do Governo do Estado na indução tecnológica e na produção automotiva e de celulose. “Somos o maior segundo polo automotivo do Brasil, o maior polo de celulose do País e temos centros tecnológicos dentro de universidades, unindo Estado, iniciativa privada e startups. Também oferecemos nas nossas escolas aulas de programação, já que 65% das novas profissões estão conectadas à inovação. Queremos ser o berço de mão de obra”, ressaltou.

Segundo Ratinho, todo esse cenário oferece um lugar atrativo para investidores. “Com esse planejamento, já atraímos R$ 180 bilhões em investimentos para o Estado em quatro anos, o que nos levou à menor taxa de desocupação desde 2014. Temos mais vagas do que gente para trabalhar”, disse. “O investidor quer uma boa logística e mão de obra qualificada. Estamos num ponto estratégico para atender o Brasil e a América do Sul. E somos um estado que respeita o empresário”.

Supermercado do mundo

Em um dos principais pontos da exposição, Ratinho Junior destacou as potencialidades do Estado na produção de carnes. Com 2,04 bilhões de cabeças de frango abatidas em 2022, o Paraná responde por 33,5% de participação na produção nacional do segmento, bem acima do Rio Grande do Sul (13,4%) e Santa Catarina (13,1%), que ocupam a segunda e terceira posição na produção do País.

Outro importante segmento que registra evolução ano a ano no Paraná foi o de carne suína, com 735,94 mil abates a mais em 2022 (frente a 2021), totalizando 11,5 milhões no ano. Com isso, o Estado ocupa a vice-liderança nacional, com 20,4% da produção brasileira, atrás apenas de Santa Catarina (28%). O desempenho paranaense ajudou o Brasil a registrar no último ano o melhor resultado para o 4º trimestre desde o início da série histórica, cuja análise começou a ser feita em 1997.

Agora, o Estado busca novos compradores de proteína animal, inclusive no Japão e Coreia do Sul. Esse movimento é motivado pela expansão da produção e a chancela sanitária internacional conquistada em 2021: o certificado de área livre de febre aftosa sem vacinação. No ano passado, por exemplo, foi inaugurada a maior indústria de suínos da América Latina. Trata-se de uma unidade frigorífica da Frimesa em Assis Chateaubriand, na região Oeste, que recebeu um investimento de R$ 1,3 bilhão.

“Queremos ser o supermercado do mundo. O planeta precisa de alimentos e grande parte é produzida na América Latina. Temos uma oportunidade de ouro”, disse.

Concessões

O governador também destacou o acordo construído com o governo federal para a concessão de 3,3 mil quilômetros de rodovias que cortam o Estado, no maior pacote do Brasil. São mais de R$ 55 bilhões em investimentos, quase 2 mil quilômetros de duplicações, milhares de trevos e viadutos, e, no leilão, a disputa livre pela menor tarifa, unindo transformação econômica e social.

Já a Nova Ferroeste, um corredor logístico de 1,5 mil quilômetros entre Maracaju, no Mato Grosso do Sul, e Paranaguá, com ramais até Chapecó e Foz do Iguaçu, será a principal via de exportação de grande parte do Cone Sul para os mercados do Oceano Atlântico. O projeto está em fase de licenciamento. “Já realizamos todos os estudos necessários e temos toda a segurança jurídica e ambiental para começar a tirar o processo do papel, num leilão que será feito na Bolsa de Valores e cujo vencedor vai arrematar a ferrovia, com obrigação de construção, por 99 anos”, afirmou.

Ele também falou sobre as concessões da Portos do Paraná. “Já concedemos três grandes áreas nos primeiros anos e estamos preparando quase uma dezena de outros processos. Em breve também teremos um novo Moegão, um investimento de R$ 500 milhões do Governo do Estado, e vamos dobrar nossa capacidade de descarregamento de vagões”, acrescentou.

“Estamos no centro de 70% do PIB da América do Sul, somos a ligação do Sul com Centro-Oeste brasileiro, do Sul e do Sudeste com o Paraguai e Argentina. Temos uma vocação geográfica para fazer o Paraná ser o grande hub logístico multimodal da América do Sul”, arrematou.

Paraná na pauta

Segundo a presidente do Lide Paraná, Heloisa Garrett, a participação do Estado no evento foi fundamental para a atração de investimentos da iniciativa privada. Ela também destacou que o Paraná tem uma reputação fortalecida no mercado internacional.

“O Paraná está na pauta global nos setores de energia renovável e no agronegócio, como um celeiro de alimentos para o mundo. O Estado já é visto internacionalmente como um lugar de muitas oportunidades. É visto com bons olhos pelos investidores que o enxergam como uma referência global”, destacou. “Temos muitas oportunidades não só no agronegócio, mas em serviços, também na educação, que forma bons profissionais. Participar de um evento como esse é colocar o Paraná numa vitrine para apresentar oportunidades de investimentos”.

Sobre o evento

Fundado no Brasil, em 2003, o Lide é uma organização que reúne executivos dos mais variados setores em busca de fortalecer a livre iniciativa do desenvolvimento econômico e social. Podem ingressar nele empresas brasileiras e multinacionais com faturamento igual ou superior a R$ 200 milhões anuais, companhias que praticam a governança corporativa; além de organizações que tenham imagem pública de alta reputação no Brasil e no Exterior.

O Lide Brazil Investment Forum é realizado anualmente pela organização para discutir desafios e reformas, além de pilares para a atração de investimentos internacionais. Participaram do evento neste ano os governadores do Amazonas, Wilson Lima, do Espírito Santo, Renato Casagrande, de Minas Gerais, Romeu Zema, do Mato Grosso, Mauro Mendes, do Pará, Helder Barbalho; do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; os prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; e de São Paulo, Ricardo Nunes; o ex-presidente Michel Temer; o ex-governador de São Paulo, João Doria; e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.

Fonte: AEN-PR

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Produzir mais em menos área é desafio central do agro diante do crescimento populacional

Intensificação produtiva, manejo do solo e eficiência no uso de recursos despontam como estratégias-chave para garantir segurança alimentar e sustentabilidade.

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Foto: Freepik

Com a população mundial projetada para atingir 9,9 bilhões de pessoas até 2054, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o agronegócio enfrenta um dos maiores desafios de sua história: aumentar a produção de alimentos sem ampliar o uso de recursos naturais na mesma proporção. Dados da Food and Agriculture Organization (FAO) indicam que, para atender essa demanda, será necessário produzir 60% mais alimentos, além de consumir 50% mais energia e 40% mais água.

No Brasil, onde a área agrícola corresponde a cerca de 7,6% do território nacional, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a intensificação produtiva tem se consolidado como caminho estratégico. Para o engenheiro agrônomo e empresário Luís Schiavo o foco deve estar na eficiência do uso do solo e na adoção de práticas agronômicas sustentáveis. “Não se trata apenas de produzir mais, mas com qualidade. O aumento da eficácia em áreas menores é essencial para garantir segurança alimentar, reduzir custos e preservar biomas importantes, como florestas e áreas de conservação”, afirma.

Foto: Jonathan Campos/AEN

Entre as principais estratégias para alcançar esse equilíbrio está o manejo adequado do solo. A manutenção da cobertura vegetal, especialmente no período de plantio, tem papel fundamental na proteção da estrutura da terra, na conservação da umidade e no estímulo à atividade microbiana. “O solo coberto funciona como um sistema vivo. A palhada atua como um colchão de matéria orgânica que reduz impactos mecânicos, protege contra a erosão causada pela chuva e favorece a ciclagem de nutrientes”, explica.

Outra prática destacada por Schiavo é a rotação de culturas, técnica que contribui para a fertilidade do solo, reduz a incidência de pragas e doenças e melhora o aproveitamento de nutrientes. Um exemplo comum no campo brasileiro é a sucessão entre soja e milho safrinha. “Após a colheita, o solo permanece enriquecido com nitrogênio, o que favorece diretamente o desenvolvimento do milho. Esse tipo de rotação preserva as características físicas, químicas e biológicas garantindo produtividade consistente ao longo das safras”, pontua.

Segundo o engenheiro agrônomo, investir em tecnologia, manejo eficiente e insumos adequados é decisivo para tornar o agro mais competitivo e sustentável. “Quando o produtor otimiza os fatores de produção, ele melhora a relação custo-benefício, preserva recursos naturais e contribui para um modelo agrícola mais equilibrado. É uma equação em que todos ganham: o produtor, o consumidor e o planeta”, ressalta.

Fonte: Assessoria Naval Fertilizantes
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Embrapa recebe missões de 14 países interessadas em pecuária sustentável brasileira

Delegações internacionais visitaram centro de pesquisa em São Carlos em 2025 para conhecer tecnologias de baixo carbono, como recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária-floresta.

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Visitantes internacionais no sistema integrado com árvores - Foto: Gisele Rosso

A produção pecuária sustentável e a mitigação dos impactos ambientais foram foco de 19 missões internacionais à Embrapa Pecuária Sudeste em 2025. No total, foram 55 visitantes estrangeiros de 14 países, dos cinco continentes.

As missões de organizações internacionais, principalmente da Europa (37,5%) e da África (25%), visitaram o centro de pesquisa para conhecer as inovações brasileiras no setor agropecuário.

De acordo com o articulador internacional, Alberto Bernardi, as tecnologias desenvolvidas pela Embrapa Pecuária Sudeste, apresentadas durante as visitas das delegações internacionais, contribuem para mostrar que o setor pecuário pode fazer parte da solução climática ao melhorar o desempenho em harmonia com o meio ambiente, com uso de tecnologias sustentáveis, como a integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), a recuperação de pastagens e a pecuária de precisão. “A recuperação de pastagens degradadas é, talvez, o elemento mais estratégico, pois não só pode reverter a degradação ambiental (um dos principais emissores de gases de efeito estufa (GEE), como transformar essas áreas em eficientes reservatórios de carbono”, explica Bernardi.

O interesse dos visitantes internacionais concentrou-se em linhas de pesquisa voltadas à otimização e à redução do impacto ambiental da atividade pecuária. Os principais temas buscados incluíram eficiência, baixo carbono na produção de carne e leite, Pecuária de Precisão e recuperação de pastagens.

Para o pesquisador Sérgio Medeiros, as visitas são oportunidades para celebrar parcerias em projetos de pesquisa estratégica para o país, principalmente na área de mudanças climáticas, atualmente uma prioridade global.

Pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste também participaram de missões a países estrangeiros, realizando visitas técnicas e participando de eventos técnico-científicos na Argentina, Áustria, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Paraguai, Quênia e Uruguai.

Os países que estiveram representados nas missões ao centro de pesquisa de São Carlos foram França, Itália, Reino Unido, Rússia, Suécia, Egito, Gana, Marrocos, Zimbábue, China, Japão, Colômbia, Estados Unidos e Austrália.

Fonte: Assessoria Embrapa Pecuária Sudeste
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ASBRAM empossa nova diretoria em fevereiro e projeta ciclo positivo para pecuária até 2028

Entidade que reúne a indústria de suplementos minerais aposta em continuidade de gestão, vê cenário favorável para o setor e alerta para desafios como juros elevados e reforma tributária.

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Fotos: Divulgação/ASBRAM

Manter as sucessões programadas das diretorias para fomentar um trabalho mais próximo com todos os parceiros de negócios, preparar-se ainda mais para atender os clientes no ciclo virtuoso da Pecuária até 2028 e comemorar a coesão e o entrosamento entre as equipes das cem corporações que compõem o quadro da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM). Esse foi o objetivo cumprido pelos executivos e profissionais das empresas do segmento nesta passagem de ano, ratificado durante a última reunião promovida pela entidade no fim de 2025.

O encontro marcou a eleição dos novos membros do Conselho de Administração da Associação para o biênio 2026 – 2027. O executivo Rodrigo Miguel assume a presidência no lugar de Fernando Cardoso Penteado Neto, com Leonardo Matsuda como vice-presidente. Elizabeth Chagas segue como vice-presidente executiva da entidade. A nova diretoria toma posse no próximo dia 25 de fevereiro. “Confio demais na pecuária brasileira. Basta ver o que conseguimos fazer em 2025, quase empatando nossas vendas com 2024, que teve um segundo semestre histórico. Tenho certeza de que em 2026 não vai ser diferente. E tenho orgulho em apontar a ASBRAM como uma entidade sadia financeiramente e estruturada para permanecer atuando forte”, analisou Fernando Penteado.

“Chego muito otimista e com energia para atuarmos em nome de nossas empresas, do nosso mercado e para atender cada vez melhor e mais de perto os pecuaristas de todos os estados produtores brasileiros”, acrescentou o novo presidente, que mandou sua mensagem pela web, direto da Holanda.

Foram quase 90 pessoas presentes no encontro realizado na Capital paulista e outras 200 acompanhando pela internet, atentos a quatro palestras, aos debates e à apresentação dos números de comercialização de suplementos minerais no Brasil neste ano. “Estamos muitos felizes, as palestras foram ótimas, todos os convidados muito entrosados e felizes. Nesta casa, todos se dão bem. Todos conversam e eu até pareço a mãe deles. 2025 não foi um período fácil. Teve tarifaço dos EUA, impostos, insegurança, mas fizemos um ano com um resultado positivo face ao que passamos. Também porque a base de comparação, principalmente com o segundo semestre do ano passado, que foi ‘fora da curva’. Trabalhei muito tempo com fertilizantes e sonhava com a soja na ponta das exportações. E conseguimos. E agora é a carne bovina, liderando o mundo em produção e exportação. Estamos no caminho certo, ajudando o Brasil a consolidar-se como o maior fornecedor e embarcador da nossa proteína no planeta”, comentou Beth Chagas.

O encontro destacou a dimensão ambiental do agro brasileiro, com a preservação de 66% da vegetação original do país e a economia de 164 milhões de hectares cultivados, resultado do avanço da produtividade agrícola, além de quase 400 milhões de hectares destinados à pecuária. A adoção de práticas como agricultura de baixo carbono, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, uso de bioinsumos e recuperação de áreas degradadas tem sustentado esse desempenho.

Com esse modelo, o Brasil alcançou a quarta posição mundial em produção e exportações agropecuárias e responde por cerca de metade do superávit da balança comercial, próximo de US$ 150 bilhões. “O país consolida sua presença como uma potência agroambiental tropical, com clima, terras, água e recursos humanos para avançar ainda mais. Esses resultados também se traduziram em alimentos mais baratos para os brasileiros”, afirmou o professor da Universidade de São Paulo José Otávio Menten.

Cenário favorável

O encontro da ASBRAM traçou um cenário favorável para a pecuária, com expectativa de bons preços para o boi gordo e consumo interno estável, mesmo diante de uma desaceleração da economia nos próximos anos.

Segundo o economista Felippe Cauê Serigati, da Fundação Getúlio Vargas, o ambiente positivo convive com desafios estruturais que exigem atenção dos produtores, como a reposição do rebanho, a incerteza política, os custos de produção, os preços de venda e a gestão do caixa das propriedades.

Para Serigati, 2025 passou sem grandes impactos econômicos internos, e 2026 deve registrar crescimento mais moderado, ainda em terreno positivo. A inflação, afirma, tende a seguir em queda, impulsionada principalmente pelos alimentos, enquanto o principal fator de risco permanece sendo a trajetória dos gastos públicos do governo federal.

Fatores que pressionam o setor

A trajetória dos gastos públicos também pressiona a pecuária por meio da manutenção de juros elevados, usados como instrumento de controle da inflação.

Esse cenário tem levado produtores a vender vacas mesmo com a valorização dos bezerros, a racionalizar o uso da nutrição e a comprometer parte das margens para honrar financiamentos oficiais contratados em 2024, sem acesso a novas linhas de crédito. “O agro segue batendo recordes no mercado interno e externo e ajudando a conter os preços nas gôndolas dos supermercados. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios relevantes que precisam ser equacionados. Por isso, 2026 deve exigir foco total na gestão do negócio. Considerando o desempenho de 2025, será um bom resultado se o segmento de suplementos minerais encerrar o ano com vendas em torno de 2,5 milhões de toneladas”, avaliou Serigati.

Outro ponto de atenção destacado no encontro foi a nova legislação tributária, que entra em fase de transição e testes a partir de janeiro. “A reforma é uma realidade, e produtores rurais precisarão estruturar e capacitar equipes para escolher as melhores alternativas em cada fazenda, sistema produtivo e modalidade de comercialização. As mudanças atingem todas as empresas, em um ambiente cada vez mais digital, que transfere ao contribuinte a responsabilidade pelo correto recolhimento dos tributos”, afirmou o advogado e contador Lincoln Diones Martins.

Fonte: Assessoria ASBRAM
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