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Em 2015 a Real H completa 30 anos
Presente cotidianamente no cocho de aproximadamente 15 milhões de cabeças de gado no Brasil e Paraguai, os produtos da Real H são referência na nutrição e nos tratamentos preventivos e/ou curativos, com a vantagem de não deixar resíduos químicos na carne ou leite, facilitar o manejo e reduzir o estresse do rebanho. Mais de 300 funcionários e uma ampla rede de representantes e distribuidores trabalham para atender a demanda crescente.
A trajetória da Real H começou oficialmente, em 08 de fevereiro de 1985, no município de Ribas do Rio Pardo (MS), como uma loja de produtos veterinários e artigos para fazendas, típica de interior, a Veterinária Real. Dois anos depois, pela primeira vez o uso populacional da Homeopatia foi idealizado Prof. Dr. Claudio Martins Real, médico-veterinário. Seu primeiro contato com a Homeopatia foi na infância por influência do pai, Francisco Real. Claudio Real nasceu em 1926, no município de Capão do Leão, na época, 4º Distrito de Pelotas, formou-se em Medicina Veterinária na Escola de Agronomia e Medicina da UFRGS. Com 24 anos, tornou-se o Professor Catedrático mais novo do País. Trabalhou como professor na UFRGS até 1981, quando após aposentar-se prestou concurso para a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul onde trabalhou até a aposentadoria compulsória. Desde então, o Prof. Claudio Real se dedica a empresa Real H, junto com seus filhos. Todo trabalho e dedicação lhe rendeu, entre outros, o Título de "Precursor da Homeopatia Veterinária no Brasil", conferido pela Associação Médico Veterinária Homeopática do Brasil.
Desafio
Na década de 80, a família de Real inaugurou uma pequena indústria em Ribas do Rio Pardo, destinada à produção de suplementos minerais, a Fábrica de Sal Mineralizado Real. Na mesma década, o Centro Oeste brasileiro enfrentou uma grande mortandade de vacas que dizimou milhares de cabeças do rebanho bovino, causando graves prejuízos aos pecuaristas e a economia do Estado. A Real H iniciou pesquisas com o objetivo de elucidar e acabar com a ocorrência da mortandade de animais e também obter melhores respostas zootécnicas dos rebanhos, visando aumentar a produtividade, com consequente lucratividade para os pecuaristas, explica Mário Renck Real, médico-veterinário e diretor técnico da Real H. A ideia básica e inédita foi de, através da inclusão de medicamentos homeopáticos nos suplementos minerais, obter-se melhor absorção e aproveitamento dos minerais e nutrientes em geral. Desta forma, seria possível evitar a ocorrência de mortes, uma vez que, na raiz da problemática mortandade de animais, estava a má mineralização do rebanho bovino da região, acrescenta Mário Real.
O experimento
Com o objetivo de confirmar esta hipótese, a Real H realizou longo teste a campo, no próprio habitat dos animais, no município de Água Clara (MS). O experimento, realizado com rigor científico que durou 552 dias e envolveu 560 vacas, divididas em três lotes. Um deles, dito Experimental, recebeu o suplemento mineral com os medicamentos homeopáticos selecionados, enquanto que, os outros dois, considerados como lotes Controle, receberam suplementos minerais normais, sem a adição de medicamentos homeopáticos. A lotação das invernadas, o tipo das pastagens e as aguadas eram totalmente semelhantes.
Ao término do experimento, a hipótese original foi confirmada. Não só as vacas do lote Experimental ficaram mais pesadas que às dos dois lotes Controle, como também os bezerros produzidos por elas, (gerados, gestados e amamentados) durante o experimento, foram significativamente mais pesados que os produzidos nos lotes Controle.
Foram rompidos paradigmas não só no campo da Nutrição Animal, como também no próprio campo da Homeopatia que até então não aceitava a possibilidade do tratamento coletivo de populações – nascia a Homeopatia Populacional. A inclusão de medicamentos homeopáticos nos suplementos minerais foi um fato inédito no Brasil, na América e no Mundo, afirma o Prof. Dr. Claudio Martins Real.
Atualmente, a Empresa possui matriz em Campo Grande (MS) e filiais em Cuiabá (MT), Ji-Paraná (RO) e Betim (MG).
Desde 2009, produz complexos homeopáticos também para animais de companhia (cães, gatos e outros) e continua desenvolvendo pesquisas nas áreas de Nutrição e Saúde Animal. Estão disponíveis no mercado, mais de 100 produtos com a marca Real H que, em 2015 completa 30 anos de existência, os quais deverão ser comemorados com bastante entusiasmo, mas principalmente mantendo a satisfação dos clientes com os resultados obtidos com nossos produtos; eficiência e lucratividade, lembra o diretor comercial Marcelo Renck Real.
Fonte: Ass. Imprensa da Real H

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.
