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Em 20 anos, Programa Montana constituiu o maior banco de dados de animais compostos do mundo
O Programa Montana está completando 20 anos de trabalho. Ao longo desse período, os parceiros da iniciativa comercializaram cerca de 17 mil touros, que geraram aproximadamente 357 mil bezerros cruza Montana. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a partir de 2000, já emitiu mais de 13 mil Certificados Especiais de Identificação e Produção (CEIP) para touros Montana.
Esse trabalho permitiu a disseminação do gado composto entre centenas de projetos pecuários no País. São onze produtores de touros no Brasil, Uruguai e Paraguai trabalhando na seleção e melhoramento genético do Montana para oferecer animais cada vez melhores ao mercado. O banco de dados do Montana é o maior do mundo entre os bovinos compostos avaliados.
Os números do Programa Montana mostram a crescente procura e o interesse dos pecuaristas brasileiros pelo gado Montana. A raça, desenvolvida inicialmente para atender a demanda por touros capazes de trabalhar em ambiente tropical e produzir animais de qualidade, aos poucos foi ganhando espaço para se tornar uma das melhores opções de genética melhoradora e produtora de carne.
Gabriela Giacomini, gerente de operações do Programa Montana, informa que, desde o início, o projeto foi traçado com base nas mais modernas tecnologias do melhoramento genético disponíves, com a consultoria e supervisão de geneticistas e técnicos competentes. Foram usados os melhores touros do mundo de diversas raças especializadas em carne, mesmo as pouco conhecidas no País. Tudo isso para agregar o melhor da pecuária mundial num animal único, afirma Giacomini que ainda ressalta o resultado é uma raça altamente funcional, com elevado desempenho produtivo e reprodutivo, que oferece retorno econômico comprovado para os seus criadores.
Histórico – O Programa Montana iniciou seus trabalhos em 1994 através de uma parceria entre criadores norte-americanos e brasileiros, que buscavam soluções para trabalhar em ambiente tropical, produzir ganho de peso superior, precocidade sexual e carne de qualidade, gerando heterose tanto com vacas cruzadas como no rebanho predominantemente zebuíno existente no Brasil. O objetivo era a produção de reprodutores funcionais, com altos índices de produtividade e heterose, sem perder a adaptação. Atualmente, sul, sudeste e centro-oeste são as regiões com maior número de animais Montana. Goiás é o principal polo de comercialização de reprodutores Montana e também possui o maior rebanho, seguido por MT, MS, MG e RS. Todos os animais são rigidamente avaliados pelos geneticistas da USP/Pirassununga e possuem o Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP), documento emitido pelo Ministério da Agricultura para os 26,5% melhores touros da safra, ou seja, animais verdadeiramente melhoradores.
Fonte: Ass. Imprensa da Montana

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Estudo revela baixo impacto do milho safrinha na mudança de uso da terra no Brasil
Resultados quantificam o balanço de CO2 associado à mudança direta de uso e cobertura da terra e ao manejo do solo e suas contribuições para as emissões do etanol de milho brasileiro.

O milho de segunda safra, cultivado após a soja na mesma área e no mesmo ano agrícola, tem se consolidado como uma das principais estratégias da agricultura brasileira para aumentar a produção sem necessidade de expansão da área plantada e, agora, também aparece associado à redução da pegada de carbono.
Um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros aponta que esse sistema produtivo contribui para diminuir emissões ligadas ao uso da terra e reforça o papel da agricultura tropical como modelo de intensificação sustentável.

Foto: Paulo Kurtz
Na prática, o sistema permite duas colheitas no mesmo ciclo agrícola, o que ajuda a quebrar o paradigma de que produzir mais depende necessariamente de abrir novas áreas.
A pesquisa foi realizada pelos pesquisadores Danilo Francisco Trovo Garofalo, Luciane Chiodi Bachion e Marcelo Moreira da consultoria Agroicone; Renan Novaes, Ricardo Pazianotto e Marília Folegatti da Embrapa Meio Ambiente; e ainda Daniel Alves de Aguiar, da Canopy, Rafael Cardão Augusto da Serasa Experian e Lucas Kreutzfeld da Epagri/SC. Durante dois anos, o grupo realizou um mapeamento inédito das áreas de milho de segunda safra em todo o Brasil com base em imagens de satélite.
Os dados foram cruzados com informações do projeto MapBiomas, permitindo analisar o uso e cobertura da terra em recortes temporais de 10 e 20 anos (2003–2013, 2013–2023 e 2003–2023).
O levantamento também considerou práticas de manejo do solo e mudanças no uso da terra para calcular o impacto de carbono associado à produção.
Carbono sob análise mais precisa
O estudo, publicado na revista científica npj Sustainable Agriculture, refinou estimativas sobre a chamada mudança direta do uso e cobertura da terra (dLUC, na

Foto: Fernando Dias
sigla em inglês), além de avaliar como o manejo do solo influencia o balanço de emissões do milho de segunda safra.
Esse tipo de análise é considerado essencial para entender com mais precisão o impacto ambiental de sistemas agrícolas intensificados, especialmente em culturas de grande escala e relevância global como o milho.
Os resultados também indicam impactos positivos em cadeias estratégicas, como a de biocombustíveis, que dependem de métricas cada vez mais robustas de sustentabilidade para atender exigências de mercado.
Tecnologia como base da intensificação sustentável
O estudo destaca ainda que a expansão do milho de segunda safra no Brasil está diretamente ligada ao avanço de tecnologias desenvolvidas para a agricultura tropical, que permitiram elevar a produtividade sem pressionar a expansão da fronteira agrícola.
Segundo os pesquisadores, esse modelo produtivo contribui para conciliar três objetivos centrais: segurança alimentar, redução de emissões de gases de efeito estufa e preservação ambiental.

Foto: Divulgação
Na avaliação do grupo, a intensificação sustentável observada no país mostra que tecnologia e manejo adequado podem desempenhar papel decisivo na transição para sistemas agrícolas de menor impacto ambiental.
Sistema de cultivo duplo
O mapeamento identificou que o milho de segunda safra ocupou 17,1 milhões de hectares no Brasil em 2023. No acumulado de 2003 a 2023, a área cresceu 14,4 milhões de hectares, consolidando o sistema de cultivo duplo como um dos principais diferenciais da produção de grãos no país.
Segundo o estudo, essa expansão ocorreu majoritariamente sobre áreas já consolidadas para a agricultura, reduzindo a necessidade de novas conversões de vegetação nativa e, consequentemente, a pressão por desmatamento.
Emissões até 80% menores
Ao cruzar esse mapeamento com dados de estoque de carbono do método BRLUC2, os pesquisadores estimaram que as emissões associadas à mudança direta do uso da terra (dLUC) variam entre 0,6 e 0,9 tonelada de CO₂ por hectare ao ano. Os valores ficam entre 40% e 57% abaixo das estimativas de metodologias nacionais e entre 40% e 80% inferiores às referências internacionais. Em ambos os casos, os cálculos não diferenciam sistemas de primeira e segunda safra no milho brasileiro.
Para os pesquisadores, a diferença reforça a importância de considerar o recorte espacial do milho de segunda safra nas estimativas de emissões ligadas ao uso da

Foto: Joana Silva
terra. “Esse novo mapeamento será muito útil para modelos de uso da terra nacionais e internacionais, como os próprios BRLUC e MapBiomas, para refinarem suas estimativas de uso da terra e de emissões associadas ao milho brasileiro, retratando-as de forma mais precisa”, afirmou Garofalo.
A análise também aponta ganhos adicionais relacionados ao manejo do solo. “Além dos efeitos relacionados à menor necessidade de expansão agrícola, a adoção de práticas de manejo sustentável ainda permitiu aumentar o armazenamento de carbono no solo, comparado ao sistema de safra única, compensando aproximadamente 20% das emissões geradas pela mudança de uso da terra”, destacou Luciane.
Impactos do modelo produtivo
Um dos principais impactos desse modelo produtivo aparece no setor de energia e transportes, onde o etanol produzido a partir do milho de segunda safra vem ganhando espaço como alternativa para ampliar a oferta de biocombustíveis sem necessidade de expansão da área agrícola. O efeito ambiental se reflete diretamente na intensidade de carbono do combustível derivado dessa matéria-prima.
O estudo estima que as emissões líquidas do etanol associadas à mudança de uso da terra e ao manejo do solo no sistema de segunda safra variam entre 2,3 e 5,3 g CO₂ MJ⁻¹ em um horizonte de 20 anos. Quando considerado o período mais recente, os valores caem para a faixa de 0,8 a 1,5 g CO₂ MJ⁻¹. Em comparação, a literatura aponta estimativas de até 30 g CO₂ MJ⁻¹ para o etanol de milho no Brasil, sem diferenciar sistemas de cultivo.

Foto: Divulgação
De acordo com Garofalo, os resultados reforçam a consistência técnica do indicador. “Esses dados validam cientificamente o baixo impacto ambiental do etanol de milho de segunda safra e seu potencial estratégico para o cumprimento das metas globais de descarbonização”, afirmou.
Dados podem alterar metodologias globais de cálculo de carbono
A pesquisa também aponta que, pela primeira vez, os benefícios desse sistema de cultivo foram quantificados de forma mais precisa, o que pode contribuir para a atualização de modelos nacionais e internacionais de cálculo da pegada de carbono associada à mudança direta do uso da terra.
Na avaliação da Luciane, a revisão desses parâmetros tende a impactar diretamente a competitividade do biocombustível. “A atualização desses indicadores resulta em uma menor pegada de carbono do etanol de milho de segunda safra frente aos cálculos atuais, aumentando a atratividade e a competitividade desse biocombustível, principalmente em setores desafiadores como o transporte marítimo e aéreo”, enfatizou.
Os pesquisadores destacam ainda que os efeitos da mudança de uso e cobertura da terra estão entre os pontos mais sensíveis nas discussões sobre biocombustíveis,

Fotos: Divulgação/AtmosMarine
especialmente em segmentos de difícil descarbonização, como aviação e navegação, que exigem métricas mais robustas para escala global.
A conclusão do estudo é que o sistema de segunda safra contribui para uma menor pegada de carbono do etanol de milho por dois fatores principais: a baixa emissão associada à mudança direta de uso da terra, já que não há necessidade de expansão agrícola, e o maior acúmulo de carbono no solo decorrente do cultivo sucessivo na mesma área.
No recorte histórico analisado, entre 2013 e 2023, o estudo também identificou uma redução de 73% nas emissões anuais líquidas de CO₂ provenientes da mudança direta de uso da terra associada ao milho, em comparação ao período anterior.
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Instituto de Pesca aposta no futuro sustentável da tilapicultura brasileira com menos antibióticos e mais prevenção
Doenças causadas por bactérias como a Francisella orientalis e vírus Megalocytivirus pagrus1 (subtipo ISKNV) estão entre os maiores desafios, provocando taxas de mortalidade e perdas significativas para os produtores.

O Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tem desenvolvido soluções para transformar a sanidade na piscicultura brasileira, com o fortalecimento da prevenção de doenças e redução do uso de antibióticos. As ações fazem parte do Centro de Ciência para o Desenvolvimento de Sanidade em Piscicultura (CCD Sanidade), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
De acordo com o anuário da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), a tilápia (Oreochromis niloticus) é hoje uma das espécies mais cultivadas no mundo e lidera a produção brasileira, representando mais de 68% dos peixes de cultivo. No Estado de São Paulo, a produção ultrapassou 88 mil toneladas em 2025.
No entanto, o crescimento acelerado do setor traz desafios sanitários constantes. Doenças causadas por bactérias como a Francisella orientalis e vírus Megalocytivirus pagrus1 (subtipo ISKNV) estão entre os maiores desafios, provocando taxas de mortalidade e perdas significativas para os produtores.
Tradicionalmente, o controle dessas doenças depende do uso de antibióticos e manejo sanitário adequados. Mas o uso frequente desses medicamentos tem se restringido devido ao surgimento de resistência a antibióticos: quando bactérias desenvolvem mecanismos para sobreviver a medicamentos que antes eram eficazes. Isso compromete a eficácia de tratamentos e representa um dos principais desafios globais em saúde única, que conecta a saúde humana, animal e ambiental.
Para enfrentar este cenário, o projeto CCD Sanidade atua em três abordagens preventivas: desenvolvimento de vacinas, diagnóstico rápido e seleção genética de peixes mais resistentes.
Entre as estratégias em desenvolvimento estão vacinas inativadas e vacinas de DNA, que estimulam o sistema imunológico dos peixes a reconhecer e combater as doenças. Essas tecnologias podem ser aplicadas por injeção ou pela alimentação, ampliando seu potencial de aplicação.
Outra frente importante é a seleção genética de peixes com maior capacidade natural de sobreviver a infecções. Paralelamente, o projeto também investe no desenvolvimento de kits de diagnóstico rápido, capazes de detectar precocemente a presença de F. orientalis e ISKNV em campo.
Para o pesquisador do IP Leonardo Tachibana, a solução não está em tratar mais, mas em prevenir melhor. “Precisamos reduzir a dependência de antibióticos e oferecer alternativas sustentáveis ao produtor”, afirma.
As ações do CCD Sanidade não beneficiam apenas os produtores. Ao integrar diagnóstico, tratamento e melhoramento genético, o projeto contribui para uma piscicultura mais sustentável e segura fortalecendo a conexão entre ciência, mercado e o produtor.
SOBRE O CCD
O Centro de Ciência para o Desenvolvimento de Sanidade em Piscicultura (CCD Sanidade) tem como instituição Sede o Instituto de Pesca e como parceiros a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA-USP), o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL-APTA), Instituto Biológico (IB-APTA), Instituto Butantan e a empresa Loccus Ltda. O projeto colaborativo é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e orientado a desenvolver soluções para problemas específicos de interesse social ou econômico do Estado de São Paulo.
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São Paulo anuncia R$ 1,2 bilhão para o agro durante abertura da Feicorte 2026
Governo também já emitiu mais de 6,3 mil títulos rurais e reforça ações voltadas à competitividade da pecuária paulista.

A abertura oficial da Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte 2026), realizada na terça-feira (23), em Presidente Prudente (SP), foi marcada pelo anúncio de novos investimentos voltados ao desenvolvimento rural paulista. Durante a cerimônia, o governador Tarcísio de Freitas também realizou a entrega simbólica de títulos de propriedade rural, em uma ação voltada à regularização fundiária no Estado.
Segundo o governo paulista, a atual gestão já emitiu mais de 6,3 mil títulos rurais, abrangendo cerca de 270 mil hectares regularizados. No Pontal do Paranapanema, uma das principais regiões contempladas pelo programa, foram entregues 4.347 títulos, volume que corresponde a aproximadamente 75% da área passível de regularização na região.

Homenagem ao ex-secretário de Agricultura de São Paulo, Guilherme Piai, responsável pela ida da Feicorte a Presidente Prudente – Foto: Divulgação/Agência Result
Além do governador Tarcísio de Freitas, participaram da solenidade o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, o senador Flávio Bolsonaro, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), André do Prado, além de deputados federais, estaduais e prefeitos da região.
Durante o evento, o governo paulista anunciou a disponibilização de R$ 1,2 bilhão em linhas de crédito voltadas ao setor agropecuário. Ao apresentar as medidas, o secretário destacou os indicadores da pecuária de corte paulista e defendeu a ampliação dos investimentos em tecnologia e intensificação produtiva. “Queremos mais confinamento, mais tecnologia, mais produção sustentável e maior inserção internacional”, afirmou.
Ao comentar o retorno da Feicorte ao interior do Estado, Tarcísio de Freitas associou a retomada do evento ao potencial de crescimento da região do Pontal do Paranapanema e às ações de regularização fundiária conduzidas pelo governo. “A Feicorte precisava voltar para o interior, onde o agro acontece de verdade. O Pontal do Paranapanema será uma nova fronteira de desenvolvimento, marcada pela prosperidade e pela segurança jurídica. O produtor precisa de estabilidade e previsibilidade nas políticas públicas e é isso que estamos garantindo em São Paulo”, declarou.
Infraestrutura e conexão com a sociedade
A cerimônia de abertura também foi marcada pelo anúncio da doação definitiva do Recinto de

Foto: Divulgação/Agência Result
Exposições Jacob Tosello ao município de Presidente Prudente. O espaço, que sedia a Feicorte, passará a integrar oficialmente o patrimônio da prefeitura após a formalização da escritura.
Durante o evento, o prefeito Milton Carlos de Mello (Tupã) informou que a administração municipal já prepara um projeto de modernização da estrutura. Segundo ele, a previsão é investir cerca de R$ 4 milhões na reforma do recinto. “A partir do momento em que a escritura estiver registrada, a Prefeitura de Presidente Prudente publicará o edital para a reforma do recinto de exposições. Será uma obra estimada em cerca de R$ 4 milhões, que vai modernizar o espaço e fortalecer ainda mais a realização de eventos como este”, afirmou.
Para a organização, a presença da Feicorte em Presidente Prudente está diretamente ligada à integração entre os diferentes segmentos da cadeia pecuária e a comunidade local. Segundo a CEO da Verum e organizadora da feira, Carla Tuccilio, o evento ampliou seu papel ao longo dos anos e passou a atuar como uma vitrine da produção pecuária brasileira. “A Feicorte já não é mais apenas um evento: ela se tornou um movimento da cadeia produtiva da carne. Conseguimos abordar desde a genética até a carne brasileira de qualidade e o grande objetivo é divulgar esse setor para que todos entendam como funciona nosso sistema produtivo”, destacou.

Carla Tuccilio, CEO da Verum e organizadora da Feicorte 2026: “A Feicorte já não é mais apenas um evento: ela se tornou um movimento da cadeia produtiva da carne” – Foto: Divulgação/Agência Result
Durante seu discurso, Carla também homenageou o ex-secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, apontado por ela como um dos responsáveis por viabilizar a realização da Feicorte em Presidente Prudente.
A solenidade foi encerrada com a doação de uma camisa da seleção brasileira autografada pelo governador Tarcísio de Freitas para o Leilão Pecuária Solidária, programado para sexta-feira (26), às 19h. Os recursos arrecadados serão destinados ao Núcleo Ttere, entidade de Presidente Prudente que atua na qualificação profissional e na inclusão social de pessoas em situação de vulnerabilidade.
