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Elanco Saúde Animal faz controle de moscas domésticas durante a 45ª edição da Expointer

Com produto de formulação única no mercado, a empresa será a responsável pelo combate à incidência dos insetos ao longo da 45º Expointer, uma das principais feiras do agronegócio nacional.

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Fotos: Divulgação Expointer

A Elanco Saúde Animal, segunda maior empresa do segmento veterinário em todo o mundo, volta a ser a responsável pelo controle de moscas domésticas na 45ª edição da EXPOINTER, uma das maiores feiras do agronegócio nacional, com a exibição e comercialização de animais de produção e de novas tecnologias para o setor. A feira será aberta ao público entre os dias 27/8 e 4/9 na cidade de Esteio (RS), mas dois dias antes a Elanco já iniciará o combate aos insetos, em diversos pontos de controle selecionados, com a aplicação do AgitaTM 10 WG, produto destinado para o controle integrado de moscas e o único do mercado que une em sua composição açúcar e feromônio sexual para atraí-las e eliminá-las em sua fase adulta, com extrema rapidez e sem representar riscos à saúde para animais domésticos e pessoas.

O controle de moscas domésticas é um recurso de saúde pública, fundamental não apenas para a saúde e bem-estar dos animais que estarão na Expointer, mas também para a dos produtores e visitantes da feira”, diz Octaviano Pereira Neto, gerente Técnico de Bovinos de Corte da Elanco Brasil. “Como se sabe, moscas domésticas não são apenas um incômodo, são também potenciais transmissoras de enfermidades severas com mais de 100 diferentes agentes de doenças que, uma vez transmitidos, prejudicam a nossa saúde e a dos animais. Por isso, o controle desses insetos em um evento do porte da Expointer é tão importante quanto o que fazemos no campo e nas fazendas, onde a incidência das moscas domésticas é bastante disseminada, representando riscos aos rebanhos”, complementa Octaviano.

Antes do evento começar e durante toda a feira, um promotor credenciado pela Elanco aplicará o AgitaTM 10 WG em placas específicas, contêineres de resíduos e superfícies de instalações predeterminadas para atrair os insetos e eliminá-los na maior proporção possível, sem nenhum risco a produtores, animais e visitantes. “Este é um trabalho que já fizemos em edições anteriores do evento e que eu mesmo já conduzi, como promotor. Assim, posso dizer que é notória a redução da população de moscas após as aplicações do AgitaTM 10 WG. Em um ambiente desafiador como é a Expointer, o produto controla a infestação e permanece ativo por um longo período residual, inclusive assegurando benefícios após a feira”, explica Matheus Fagundes, Coordenador de Marketing da divisão de Ruminantes da Elanco Brasil.

A prevenção do AgitaTM 10 WG

O AgitaTM 10 WG é indicado para qualquer tipo de instalação rural, é fácil de aplicar e altamente potente contra as moscas domésticas adultas lambedoras, ou seja, aquelas com aparelho sugador que, em contato com o produto, o ingerem e morrem. O mosquicida tem em sua composição o Thiametoxam, um potente inseticida neonicotinoide que tem sua atratividade potencializada pela presença de açúcar e do feromônio sexual na formulação, os quais atraem as moscas. Esta é uma fórmula exclusiva no mercado brasileiro.

“O produto tem uma eficácia seletiva, potente somente contra moscas adultas, sem toxicidade para pessoas e outros mamíferos”, diz Octaviano. Pode ser pulverizado ou pincelado em baias, placas e paredes, comedouros, tonéis para descarte de resíduos, dentre outras superfícies não porosas e, ainda, pode ser embebido em cordões que, suspensos, são como armadilhas para as moscas, como muito usado em bezerreiros e instalações rurais em geral. O importante, segundo Octaviano, é o local de aplicação estar abrigado da incidência direta de chuva, uma vez que é solúvel em água, portanto, a mesma pode remover sua aplicação. “Áreas pinceladas com AgitaTM 10WG mantém a ação mosquicida por cerca de 6 a 8 semanas” salienta também o gerente técnico da Elanco.

Segundo ele, controlar moscas domésticas é um bom exemplo de como ter foco na prevenção é fundamental e não somente no tratamento. “Por isso a Elanco investe no controle integrado, com um portfólio capaz de eliminar tanto ovos e moscas nas fases de larva e pupa quanto as já adultas”. Pesquisas mostram que a infestação de moscas domésticas adultas é indício da presença de ovos e larvas em uma proporção muito maior. “As moscas adultas, que são as que vemos voando, são só a ponta do iceberg. Quando a incidência delas é alta, significa que provavelmente 80% da população esteja acumulada no ambiente, na forma de ovos e larvas prestes a eclodir. Por isso, programas de controle com AgitaTM 10 WG trazem muitos benefícios, especialmente pela persistência de cerca de até dois meses eliminando esses insetos”, diz Octaviano.

A Elanco espalhará pelas dependências do Parque mais de 250 placas identificadas com a aplicação do produto, nas quais será pulverizado ou pincelado o AgitaTM10 WG. Como recomendação básica, o produto deve ser diluído em água, na proporção de 100 gramas para 800 mL de água para pulverização e 100 gramas para 80 mL, no caso de pincelamento.

Fonte: Assessoria Elanco

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Hubbard investe R$ 60 milhões para aumentar a produção no Brasil

Resultados do Hubbard Efficiency Plus em matrizes e frangos de corte em 2025 direcionaram expansão em Goiás para atender uma demanda crescente

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Obras em andamento / Foto: Hubbard / Divulgação

A Hubbard®, uma das maiores empresas internacionais de seleção genética de frangos de corte, anunciou um aporte estratégico de R$ 60 milhões destinado à expansão de sua unidade de avós em Luziânia (GO), no Brasil. O investimento tem como objetivo aumentar a capacidade de produção de matrizes da companhia no país, preparando a estrutura para um novo ciclo de crescimento impulsionado pela alta demanda do pacote genético Hubbard Efficiency Plus.

Ouvindo os produtores e avançando

O crescimento ocorre após um ano em que o desempenho em campo confirmou o que muitas granjas já observavam na prática. Os clientes relataram resultados consistentes, principalmente no que diz respeito ao equilíbrio entre a produção de ovos/pintos e a melhoria da conversão alimentar. Essa combinação – alta produtividade aliada ao bem-estar animal e à eficiência alimentar – reforçou a confiança em todo o mercado e sinalizou a necessidade de aumento da oferta.

Para o gerente Geral da Hubbard no Brasil, Carlos Antônio Costa, o progresso no melhoramento genético deve permanecer alinhado à realidade das granjas. “O progresso no melhoramento genético deve refletir o que os produtores vivenciam diariamente. No momento, isso significa aprimorar continuamente o bem-estar animal, alcançar maior eficiência alimentar e oferecer um desempenho consistente e previsível em matrizes e frangos de corte”, afirma Costa e complementa: “Essa expansão em Luziânia garante que o setor tenha o suporte necessário para continuar produzindo proteína de frango acessível de forma responsável”.

Eficiência como motor de crescimento

Em todo o Brasil e na América do Sul, a eficiência alimentar tornou-se uma prioridade fundamental – não só para o desempenho econômico, mas como parte de um compromisso mais amplo com a produção responsável de frangos de corte. Produzir aves saudáveis com maior eficiência alimentar contribui para a acessibilidade aos consumidores e para o uso responsável dos recursos naturais.

A melhoria na conversão alimentar reduz a necessidade de terras agrícolas e reduzindo a pegada de carbono associada à produção de ração. Ao mesmo tempo, aves bem balanceadas estão em melhor posição para manter um crescimento uniforme e a saúde geral do lote desde o nascimento.

Ao fortalecer a capacidade de produção em Goiás, a Hubbard reforça seu compromisso de longo prazo com a produção avícola brasileira e com o apoio a um fornecimento estável e sustentável de proteína de frango de alta qualidade para as comunidades em crescimento. “Nosso foco é simples: melhoria contínua que ajude os produtores a criar aves eficientes e saudáveis”, conclui Costa e finaliza: “Quando os produtores têm sucesso, eles ajudam a tornar a proteína nutritiva mais acessível, ao mesmo tempo que cuidam dos recursos dos quais as futuras gerações dependem”.

 

Fonte: Assessoria
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Vetanco reúne lideranças de aves e suínos em gramado para debater o futuro do agronegócio no Xponential Meeting 2026

Encontro, exclusivo para 70 convidados, teve como objetivo promover análises qualificadas sobre economia, agronegócio e oportunidades de crescimento em um ano marcado por incertezas e decisões estratégicas para o setor.

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Foto: Divulgação/Vetanco

A Vetanco realizou, entre os dias 24 e 27 de fevereiro, o Xponential Meeting 2026, reunindo lideranças estratégicas das cadeias de aves e suínos no Wish Serrano Resort, em Gramado (RS). O encontro, exclusivo para 70 convidados, teve como objetivo promover análises qualificadas sobre economia, agronegócio e oportunidades de crescimento em um ano marcado por incertezas e decisões estratégicas para o setor.

A programação foi organizada em três painéis – econômico, agro e oportunidades – que trouxeram uma leitura ampla e estratégica do setor. Os debates abordaram desde os impactos do cenário macroeconômico sobre o agronegócio até temas estruturais da produção, como sucessão em empresas familiares, desenvolvimento da suinocultura e o posicionamento do Brasil no mercado global de carnes, além de discutir caminhos para inovação, acesso a financiamento e tomada de decisão em um ambiente de negócios cada vez mais imprevisível.

Para aprofundar essas discussões, o evento contou com a participação de nomes de referência: Antônio Cabrera, presidente do Grupo Cabrera e ex-ministro da Agricultura; Felipe Serigatti, da FGV Agro; Kellen Severo, jornalista especializada em economia e agronegócios; Marcos Paludo, diretor agroindustrial do Grupo Pluma; José R. Goulart, presidente da Alibem Alimentos S.A.; Dilvo Casagranda, diretor de Exportações da Aurora Coop; Bruno Rodrigues Camargo, gerente regional Sul da Finep; Arthur Müller, sócio da Cordier Investimentos; e Daniel Boer, consultor em estratégia, supply chain e sustentabilidade, ex-diretor global de proteínas da McDonald’s Corporation.

Cada painel foi complementado por mesas-redondas mediadas por executivos da Vetanco, promovendo integração entre conteúdo técnico e troca prática de experiências. A mediação ficou a cargo de Tiago Urbano, diretor técnico-comercial, no painel econômico; Lucas Piroca, gerente comercial da equipe de suínos, no painel agro; e Daiane Müssnich, diretora administrativa, no painel de oportunidades. A programação incluiu ainda, na tarde do dia 26, uma atividade externa no Parque Olivas de Gramado, espaço com mais de 12 mil oliveiras.

“O Xponential foi idealizado para abrir o ano com informações relevantes e qualificadas para os mercados de aves e suínos, reunindo lideranças que influenciam diretamente os rumos do setor. Nossa entrega transcende o suporte técnico; criamos um ecossistema de visão compartilhada e construção conjunta para impulsionar o crescimento real. Nossa meta é consolidar a Vetanco como a principal referência em geração de valor, unindo o protagonismo no agronegócio à nossa essência de valorização das pessoas”, destaca Thiago Tejkowski, Global Marketing Manager da Vetanco S.A.

Fonte: Assessoria Vetanco
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Leite brasileiro emite menos da metade do carbono que a média mundial, revela estudo inédito da Cargill, USP e Embrapa

Benchmarking da Pegada de Carbono usa dados de 162 milhões de litros de leite e mostra que alta produtividade reduz emissões em até 43% por litro produzido.

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Estudo está entre os mais abrangentes já realizados no setor lácteo brasileiro. Foram analisados 24.349 animais em 28 fazendas localizadas em sete estados

Um estudo inédito da Cargill Nutrição e Saúde Animal, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Embrapa Gado de Leite, indica que a produção leiteira brasileira apresenta emissão de carbono inferior à registrada no cenário internacional.

Intitulado ‘Benchmarking da Pegada de Carbono’, o estudo aponta que a produção nacional de leite no Brasil emite, em média, 1,19 kg de dióxido de carbono equivalente (CO₂eq) para cada quilo de leite produzido. O cálculo considera o leite corrigido para os teores de gordura e proteína, método adotado internacionalmente para permitir a comparação entre diferentes sistemas de produção. Como referência, a média global é estimada em 2,5 kg de CO₂eq por quilo de leite.

A iniciativa considerou a Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), metodologia que considera os impactos ambientais do sistema produtivo do berço ao portão da fazenda, e analisou três sistemas produtivos distintos, distribuídos em quatro biomas brasileiros.

O estudo está entre os mais abrangentes já realizados no setor lácteo brasileiro. Foram analisados 24.349 animais em 28 fazendas localizadas em sete estados, com produção anual de 162.102.481 litros de leite. A amplitude da base de dados permitiu avaliar diferentes sistemas produtivos e estabelecer parâmetros técnicos comparáveis entre propriedades e regiões.

Os resultados do benchmarking mostram que o desempenho brasileiro se aproxima ao de países com sistemas leiteiros consolidados. A pegada média registrada no País é semelhante à da Alemanha, de 1,2 kg de CO₂eq, e próxima à dos Estados Unidos, estimada em 1,0 kg de CO₂eq.

Produtividade e emissões

A pesquisa reforça a relação direta entre eficiência produtiva e redução das emissões. Na comparação entre os sistemas avaliados, o aumento da produtividade permitiu redução de até 43% nas emissões por litro de leite produzido. Fazendas com produção diária superior a 25 litros por vaca apresentaram pegada média de 0,90 kg de CO₂eq por quilo de leite. Já propriedades com produtividade inferior a esse patamar registraram índice de 1,58 kg de CO₂eq.

“Os dados mostram que decisões técnicas relacionadas ao manejo do rebanho, como ajustes de dieta e tecnologias com foco em eficiência produtiva, impactam diretamente os indicadores ambientais da atividade”, afirma Marcelo Dalmagro, diretor de Marketing Estratégico e Tecnologia da Cargill Nutrição e Saúde Animal. “Além de vital para a sustentabilidade econômica das propriedades leiteiras, a produtividade passa a ser também um parâmetro associado à redução de emissões dentro da porteira”, completa.

O metano entérico foi identificado como a principal fonte de emissão, com participação de 47,0%, seguido pela produção de alimentos fora da propriedade, com 36,8%, e pelo manejo de dejetos, responsável por 8,1%.

O levantamento também analisou a produção por biomas, evidenciando o desempenho da atividade leiteira em diferentes condições climáticas e sistemas de manejo. O Pampa apresentou a menor pegada média, com 0,99 kg de CO₂eq; seguido pelo Cerrado, com 1,12 kg; Mata Atlântica, com 1,19 kg; e Caatinga, com 1,50 kg de CO₂eq por quilo de leite.

Realizado entre 2022 e 2024, o projeto seguiu as normas internacionais ISO 14040, 14044 e 14067, o que garante padronização metodológica e comparabilidade dos dados entre sistemas produtivos e regiões.

Fonte: Assessoria Cargill
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