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Elanco destaca sanidade e manejo nutricional no Agroleite

A empresa apresentará nova solução para o controle da mastite durante o período seco e celebrará os 50 anos do aditivo Rumensin™ no mercado. O Agroleite acontece entre os dias 5 e 8 de agosto em Castro (PR).

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Divulgação da Elanco Fernanda Paparotti, gerente de produtos de Ruminantes da Elanco - Foto: Divulgação

Sanidade, manejo nutricional e cuidados no bezerreiro serão os temas de destaque da Elanco Saúde Animal na edição 2025 do Agroleite, um dos maiores e mais relevantes eventos técnicos da pecuária leiteira na América Latina, que ocorrerá de 5 a 8 de agosto em Castro, no Paraná, polo leiteiro nacional.

Ao longo do evento, a Elanco apresentará novidades do portfólio, ativações interativas e uma programação técnica que conversará com produtores e profissionais do setor sobre como esses fatores contribuem para o bem-estar animal e para uma maior e mais sustentável produtividade na fazenda. “Esperamos receber cerca de mil produtores em nossa casa. Vamos abordar o cuidado com a vaca ao longo do período seco, em uma nova conduta de controle para a mastite”, conta Fernanda Paparotti, gerente de produto de Ruminantes da Elanco.

Mais saúde para a glândula mamária

A Elanco lançará oficialmente no Agroleite sua nova solução para o controle da mastite durante o período seco da vaca. A mastite é a inflamação da glândula mamária, que gera prejuízos significativos nos sistemas de produção de leite. O novo produto Elanco é o BovigamTM XTRA VS, um antimicrobiano intramamário que protege a vaca durante o período seco, isto é, antes da parição, e também trata mastites subclínicas originadas na fase da lactação.

“Essa nova conduta é estratégica. A mastite bovina é um dos principais desafios em sanidade na cadeia do leite, com perdas econômicas significativas para o produtor”, afirma Fernanda. Estimativas apontam que, entre os impactos associados aos casos de manifestação da doença, pode-se considerar um custo médio de US $470 por caso. Mais de 90% do montante relaciona-se à redução da produção, ao leite descartado e à mortalidade ou descarte de animais. Os prejuízos com custo do tratamento correspondem a menos de 7% do total.1

“Há dois tipos de mastite, a clínica e a subclínica. A clínica é mais fácil de ser identificada, porque há alterações no aspecto do leite, indícios de inflamação no úbere e, em casos mais graves, sinais sistêmicos no animal. Na subclínica, porém, não há sinais evidentes e, por isso, essa condição aparece associada às maiores perdas de produtividade na fazenda”, explica Matheus Lopes, médico-veterinário e consultor técnico de Ruminantes para a cadeia leiteira da Elanco.

Matheus diz que o protocolo ideal é controlar as duas manifestações. “A nova solução BovigamTM XTRA VS faz isso porque possui elevada concentração de ativos que atuam sobre uma ampla variedade de agentes causadores da mastite e mantém níveis antimicrobianos no úbere da vaca seca por até 60 dias1”, explica.

Meio século de suplementação estratégica

Ao longo do Agroleite, a Elanco também celebrará os 50 anos do Rumensin™ no mercado da bovinocultura, sendo que, desde 2004, a solução está aprovada para o setor da pecuária leiteira. Desde então, o aditivo nutricional tem sido um aliado do produtor de leite em todas as fases da criação, com destaque para o controle da coccidiose na fase de recria, para o aumento da eficiência produtiva em vacas lactantes e para o suporte metabólico nos 90 dias vitais: os 60 dias antes da parição, e os 30 depois do nascimento do bezerro.

“O Rumensin™ atenua os efeitos do balanço energético negativo da vaca nesse período, bastante crítico. É quando acontecem alterações fisiológicas e metabólicas importantes no animal que, se não acompanhadas com rigor, podem acarretar problemas de saúde que impactarão a produção de leite e a rentabilidade da fazenda”, diz Nuno Rodrigues, gerente de Linha Premix da divisão Ruminantes da Elanco.

Neste meio século de presença no Brasil e em outros mercados, o produto se consolidou como uma das soluções mais eficazes para o aumento da produtividade e bem-estar animal. Em 2025, o Rumensin ™ conquistou a certificação de solução redutora da pegada de carbono na pecuária, concedida pela auditoria FairFood, que reconhece empresas que desenvolvem soluções que mitigam impactos ambientais negativos, alinhando-se a crescente demanda por práticas mais sustentáveis no setor agropecuário global.

Cuidados no bezerreiro

A campanha Legado Leiteiro da Elanco, criada para conscientizar os produtores sobre a importância do manejo e sanidade das bezerras, também será reforçada no Agroleite 2025. Desde o ano passado, a ação fornece ao pecuarista e técnicos da cadeia informações simples e didáticas sobre o diagnóstico e tratamento de doenças frequentes nas etapas iniciais do ciclo produtivo, como as diarreias, a tristeza parasitária bovina (TPB) e a pneumonia.

“A nossa campanha inclui placas informativas sobre os sinais de incidência dessas doenças, comuns em animais jovens, que podem ser afixadas nas fazendas para facilitar o diagnóstico precoce, agilizando o tratamento, quando necessário, e reduzindo perdas”, destaca Fernanda.

A Elanco participará também da “Trilha do Leite”, organizada pela cooperativa Castrolanda, para mostrar ao público do evento os cuidados sanitários necessários as diferentes etapas do ciclo produtivo leiteiro, do nascimento da bezerra até a chegada do leite no varejo.

Para saber mais sobre as soluções que a Elanco oferece ao produtor rural, visite também o site agropecuaria.elanco.com.br e acompanhe a empresa no Instagram (@elancoagrobr) e no Linkedin (@elancobrasil).

Referência bibliográfica

1 AGHAMOHAMMADI, M. et al. Herd-Level Mastitis Associated Costs on Canadian Dairy Farms. Frontiers in Veterinary Science, v. 100, n. 5, eCollection, 2018

¹Dados de estudos clínicos internos (BX 004/13).

Fonte: Assessoria ELANCO

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Boehringer Ingelheim anuncia Filipe Fernando como novo diretor da unidade de Aves e Suínos

Executivo segue interinamente na liderança de Grandes Animais para garantir a continuidade dos negócios.

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A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia uma movimentação estratégica em sua estrutura diretiva no Brasil: Filipe Fernando assume a diretoria da unidade de negócios de Aves e Suínos. O executivo, que vinha liderando com sucesso a área de Grandes Animais, retorna à unidade onde construiu grande parte de sua sólida trajetória de oito anos na companhia, agora com a missão de acelerar o crescimento e a inovação em dois dos setores mais dinâmicos do agronegócio global.

Para garantir a total continuidade dos projetos em andamento, o atendimento aos clientes e a estabilidade do mercado de bovinos e equinos, Filipe Fernando continuará responsável interinamente pela diretoria de Grandes Animais neste período de transição. A companhia já iniciou um processo seletivo público para a sucessão da vaga de Grandes Animais, assegurando uma passagem planejada e estruturada nos próximos meses.

“Assumir a unidade de Aves e Suínos é um passo muito significativo dentro da Boehringer Ingelheim. O mercado de proteína animal vive um momento de forte evolução tecnológica e sanitária, e estou entusiasmado para liderar nosso time rumo a novos patamares de produtividade, biosseguridade e bem estar animal. Paralelamente, sigo totalmente focado e comprometido com a equipe e parceiros de ruminantes e equinos, liderando a transição de forma transparente e garantindo que nossas soluções e suporte de campo continuem com o mesmo padrão de excelência de sempre”, afirma Filipe Fernando.

Com formação em Medicina Veterinária (UEM), mestrado e doutorado em virologia (UNESP), MBA em marketing (USP) e especialização em imunologia e vacinas por Harvard, Filipe traz uma bagagem técnico-científica e de negócios robusta para consolidar a liderança da Boehringer Ingelheim nos setores de aves, suínos, bovinos e equinos.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Sicoob reúne lideranças do cooperativismo para debater o futuro do agronegócio

17º Workshop Produtor Rural, promovido pelo Sicoob, reuniu especialistas e autoridades para discutir crédito rural, seguro, sustentabilidade e os desafios da Safra 2026/2027

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Arquivo OP Rural

O Sicoob reafirmou o compromisso de disponibilizar R$ 70 bilhões em crédito rural para a Safra 2026/2027 durante o 17º Workshop Produtor Rural, realizado nos dias 14 e 15 de julho, em Brasília. O encontro também celebrou os melhores resultados da história da instituição no agronegócio, com R$ 59,5 bilhões liberados em financiamentos ao produtor rural na safra 2025/2026 — maior volume já registrado pelo sistema — e uma carteira agro que alcançou R$ 95 bilhões.

O evento, que é um dos principais fóruns de discussão do cooperativismo financeiro voltado ao agronegócio, reuniu dirigentes de cooperativas, especialistas e representantes do governo federal. Ao longo de dois dias, os participantes debateram a evolução do seguro rural, os desafios regulatórios, a segurança jurídica, a sustentabilidade e as perspectivas do Plano Safra, além de compartilhar estratégias para ampliar a competitividade das cooperativas e fortalecer o atendimento aos produtores rurais.

“Esse encontro visa valorizar o produtor rural e celebrar nossos resultados. Mais do que reconhecer conquistas, este é um momento para fortalecer nossa atuação e reafirmar o compromisso permanente do Sicoob com o desenvolvimento do agronegócio”, destacou o presidente do Conselho de Administração do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), Miguel Ferreira.

O executivo ressaltou ainda a dimensão da atuação do Sicoob no campo. Atualmente, a instituição reúne mais de 10 milhões de cooperados e, desses, mais de 600 mil são produtores rurais.

O presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância das políticas públicas para o financiamento da produção agropecuária e reconheceu o trabalho realizado pelas equipes técnicas responsáveis pela construção do Plano Safra. Segundo ele, preservar instrumentos públicos de apoio ao crédito rural é fundamental para garantir o desenvolvimento do setor.

O dirigente também fez uma reflexão sobre os desafios do cooperativismo diante do crescimento desse ecossistema. “O cooperativismo evoluiu, tornou-se mais sólido e profissional, e os números demonstram isso. Mas nosso diferencial é a nossa essência, de trabalhar com propósito, com o coração. Vamos fazer o melhor ano rural, com criatividade, focado nos resultados, mas sem esquecer nossa razão maior que é o cooperado”, disse. O dirigente ainda ressaltou que o tratamento tributário conferido às cooperativas pela Constituição Federal representa uma responsabilidade adicional para que o modelo continue gerando benefícios concretos aos cooperados e às comunidades.

Crescimento sustentável

O diretor de Desenvolvimento Comercial do Sicoob, Marcelo Carneiro, destacou que a carteira agro do Sicoob cresceu cerca de 70 vezes em 17 anos. O aumento da carteira agro, segundo ele, acompanha a evolução dos próprios cooperados. “A expansão do crédito e das soluções para o agronegócio somente é possível porque o sistema mantém o produtor rural no centro da estratégia de negócios. Quando o cooperado prospera, toda a comunidade cresce junto”.

Carneiro ressaltou que o próximo passo é ampliar a presença do Sicoob em toda a cadeia do agronegócio, oferecendo soluções cada vez mais completas para fortalecer a competitividade das cooperativas e dos cooperados.

Integração para fortalecer o crédito rural

Um dos destaques da programação foi o painel sobre o Plano Safra 2026/2027, que reuniu representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério da Fazenda, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Banco Central.

O debate reforçou a importância da atuação integrada entre governo, instituições financeiras e cooperativas para garantir a continuidade das políticas públicas de financiamento, ampliar o acesso dos produtores ao crédito e assegurar a sustentabilidade do financiamento ao agronegócio.

Durante o encontro, representantes do governo destacaram o diálogo permanente com o cooperativismo na construção do Plano Safra e ressaltaram o papel das cooperativas financeiras na interiorização dos recursos e no fortalecimento da produção rural em todas as regiões do país.

Segurança jurídica, sustentabilidade e seguro rural

A programação também dedicou espaço aos temas considerados estratégicos para a expansão sustentável do crédito rural. Os participantes discutiram a evolução do mercado de seguro rural, os desafios regulatórios e a necessidade de modernização do ambiente de negócios para ampliar a proteção aos produtores e reduzir riscos das operações.A segurança jurídica e a sustentabilidade foram destacadas como pilares estratégicos para a expansão da carteira agro do Sicoob e para o cumprimento da meta de R$ 70 bilhões em crédito rural na Safra 2026/2027. Para Bruno Rodrigues, gerente Jurídico do Sicoob, a atuação integrada entre as áreas jurídica, comercial e de monitoramento fortalece a gestão de riscos, aumenta a eficiência operacional, amplia a capacidade de atendimento das cooperativas e contribui para o desenvolvimento sustentável do agronegócio.

Parceria estratégica

Outro destaque do workshop foi o fortalecimento da parceria entre o Sicoob e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que completa 27 anos. O gerente de Fomento e Relacionamento com Instituições Financeiras do banco, Cláudio Rabelo, destacou que o cooperativismo financeiro se consolidou como parceiro estratégico do BNDES na democratização do acesso ao crédito rural e no desenvolvimento regional. Atualmente, as cooperativas respondem por 31% do volume financeiro e 72% do número de operações realizadas pela instituição em todo o país. “Foi a aproximação com o cooperativismo que fez com que a gente pudesse melhorar nossos serviços e produtos”.Na última safra, o sistema liberou R$ 4,7 bilhões em operações do BNDES Rural, crescimento de 33% em relação ao ciclo anterior. Ao todo, foram realizadas cerca de 33 mil operações, que somaram mais de R$ 10 bilhões em aprovações.

Fonte: Assessoria
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Marcos Teo encerra ciclo profissional na Kemin após uma década de contribuições para a operação na América do Sul

Executivo liderou a área de monogástricos, acompanhou a expansão da operação regional e deixa o cargo após mais de dez anos na companhia.

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Após uma trajetória marcada pelo desenvolvimento de equipes, fortalecimento dos negócios e atuação na Kemin na América do Sul, o diretor Comercial para a linha de Monogástricos, Marcos Teo, encerrou sua carreira executiva na companhia e iniciou seu processo de aposentadoria.

Com mais de uma década de atuação na Kemin, Teo deixa um legado de dedicação e de contribuição para o fortalecimento da operação. Durante sua atuação, a operação da América do Sul expandiu-se para mais de três vezes seu tamanho original. Paralelamente, a unidade de monogástricos, liderada por Teo, alcançou um crescimento de aproximadamente 2,5 vezes em faturamento, refletindo a expansão consistente da unidade.

Ao ingressar na empresa como gerente de Serviços Técnicos para Monogástricos na América do Sul, aceitou o desafio de retornar a uma posição de perfil técnico, mesmo após anos ocupando cargos executivos. Ao longo de sua trajetória, assumiu novas responsabilidades, tornando-se gerente Regional de Vendas em 2017, diretor Adjunto de Vendas em 2018 e, a partir de 2019, diretor Comercial da área.

Entre as principais iniciativas lideradas por Teo estão o fortalecimento técnico da equipe comercial, ampliando a capacidade consultiva junto aos clientes; a criação de novas frentes estratégicas de atuação, como o desenvolvimento do negócio de grãos; e a consolidação do relacionamento com importantes empresas do setor, contribuindo para a expansão do portfólio e para o fortalecimento da atuação da companhia.

“Tenho muito orgulho da trajetória construída ao longo desses anos na Kemin. Mais do que os resultados alcançados, levo comigo a satisfação de ter trabalhado ao lado de pessoas extraordinárias e de contribuir para o desenvolvimento de uma equipe preparada para os desafios do futuro. A empresa continuará sua história porque conta com profissionais altamente capacitados e comprometidos”, afirma Marcos Teo.

Para a Kemin, a trajetória do executivo representa um importante capítulo na consolidação da companhia na América do Sul.

“Marcos Teo deixa um legado que vai muito além dos resultados. Sua liderança foi determinante para o fortalecimento da operação na região, para o desenvolvimento de pessoas e para a construção de uma cultura voltada à inovação, proximidade com os clientes e crescimento sustentável. Agradecemos profundamente por sua dedicação ao longo dessa jornada e desejamos muito sucesso nesta nova etapa de sua vida”, destaca Rubens Castro, presidente da Kemin Agrifoods Latam.

A Kemin informa que o processo de sucessão para a posição está em andamento e que, em breve, anunciará o novo responsável pela liderança da área de Monogástricos na América do Sul.

Fonte: Assessoria Kemin
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