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El Niño já afeta clima nas áreas produtoras de milho, aponta EarthDaily Agro

No Paraná, o impacto do fenômeno climático pode afetar a produtividade das regiões leste e central do estado.

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Foto: Arquivo/OP Rural

A EarthDaily Agro identificou que o fenômeno climático El Niño já está atuando nas áreas de produção de milho segunda safra. Os dados dos modelos climáticos europeu (ECMWF) e americano (GFS) indicam temperaturas acima da média para toda a região Sul do país e boa parte do Centro-Oeste, nos próximos 10 dias.“Para o Brasil, durante os meses de junho a agosto, o El Niño normalmente resulta em temperaturas acima da média, diminuindo a chance de geadas, uma vez que ocasiona um inverno mais quente”, explica Felippe Reis, analista de cultura da EarthDaily Agro.

Nas áreas que semearam mais tardiamente, como Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, as temperaturas mais altas diminuem a chance de geadas, que seria prejudicial para as lavouras, mas podem aumentar a evapotranspiração provocando a redução da umidade do solo. Especialmente no Paraná, se houver baixo volume de chuvas, a produtividade das lavouras pode ficar comprometida principalmente nas regiões onde já há registros de queda da umidade do solo.

No Paraná, o índice de vegetação (NDVI) apresentou evolução muito ruim no ciclo atual, indicando comprometimento de produtividade em áreas das regiões leste e central do estado. A seca registrada em março teve pouco impacto sobre as lavouras, uma vez que as plantações do estado foram semeadas mais tarde nesta temporada, mas a seca ocorrida em maio parece ter limitado o potencial produtivo do milho. A deterioração do índice de vegetação nas últimas semanas reforça essa teoria. No entanto, o NDVI permanece melhor, se comparado às temporadas 2021 e 2020, quando houve forte quebra de safra nas duas regiões.

Já o Oeste do Paraná ainda não tem motivo para preocupação. O NDVI está elevado, indicando que as lavouras estão em boas condições. No entanto, a seca esperada para os próximos dias poderá limitar o potencial produtivo das lavouras.

O Sudeste e parte do Centro-Oeste receberam bons volumes de chuva nos últimos dias de maio, mas a seca predomina nos próximos dias, indicando chuva apenas em parte do Mato Grosso nestas.

Fonte: Assessoria

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Frísia é uma das maiores organizações do Brasil

Informação foi apresentada na edição especial Valor 1.000, elaborado pelo jornal Valor Econômico.

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Unidade de recebimento de grãos Frísia em Carambeí (PR) - Foto: Divulgação/Arquivo Frísia

A Frísia, com presença nos estados do Paraná e Tocantins, é uma das maiores organizações do Brasil. A cooperativa está na posição 198 de 1.000 empresas ranqueadas na edição especial Valor 1.000, elaborada pelo jornal Valor Econômico. Já na região Sul, a Frísia está alocada na 40ª posição.

O faturamento da cooperativa em 2023, ano de análise da edição, foi de R$ 6,45 bilhões. Ano passado, a Frísia produziu 334,7 milhões de litros de leite, crescimento de quase 7% sobre o período anterior.

A produtividade média diária dos cooperados saltou de 3.342 litros para 3.680 litros. Em relação a grãos, as unidades operacionais do Paraná e Tocantins receberam, em conjunto, mais de um milhão de toneladas, sendo 818.066 toneladas no Paraná e 186.143 toneladas no Tocantins.

O caderno especial tem a parceria do Serasa Experian e do Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGVcef).

A análise é baseada em dados contábeis e financeiros públicos ou fornecidos pelas empresas para avaliar os diferentes aspectos de negócios.

Fonte: Assessoria Frísia
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Valor de produção da pecuária tem recorde, com marca de R$ 122 bi

Apesar do valor, percentual da alta foi o menor em cinco anos.

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Foto: Shutterstoke

O valor de produção na Pesquisa da Pecuária Municipal – PPM 2023 atingiu novo recorde ao chegar à marca de R$ 122,4 bilhões, alta de 5,4% em relação ao ano anterior. Os produtos de origem animal da pesquisa atingiram R$ 112,3 bilhões, alta de 4,5% em relação a 2022, e os itens da aquicultura foram responsáveis por R$ 10,2 bilhões, aumento de 16,7%. Os dados foram divulgados na última quinta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do crescimento no valor de produção total ser positivo, a marca de 5,4% a mais que o ano anterior é o menor acréscimo percentual dos últimos cinco anos. O principal item a elevar o valor de produção em 2023 foi “ovos de galinha”, com alta de 17,3% e total de R$ 30,4 bilhões (R$ 4,5 bilhões a mais que no ano anterior). A aquicultura também teve significativo acréscimo, totalizando R$ 1,4 bilhão a mais em relação ao ano de 2022.

O ano de 2023 foi marcado por exportações recordes de carnes in natura bovina, de frango e suína, segundo resultados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O principal destino da carne bovina foi a China, que adquiriu 59,6% de toda carne in natura exportada. Entretanto, o volume foi 3,4% menor quando comparado com 2022. Já no mercado leiteiro, houve alta na importação do produto que, aliado à demanda interna mais baixa, causou uma redução no preço médio pago ao produtor. Foram importadas 199,2 mil toneladas de leite, alta de 87% em relação ao ano de 2022. Essa entrada maciça do produto, aliada à fraca demanda interna, forçou a redução do preço interno do leite que passou de R$ 2,31/litro, em 2022, para R$ 2,27/litro, em 2023.

A pecuária bovina brasileira entrou em um novo ciclo de seu processo produtivo. A tendência dos últimos anos de retenção de fêmeas para reprodução e consequente venda de bezerros e/ou aumento de rebanho tem mostrado arrefecimento. No ano de 2023 foi possível observar aumento de abate de fêmeas após o preço da arroba do boi ter caído. Porém, mesmo com este cenário, o rebanho bovino atingiu novo recorde e chegou a 238,6 milhões de cabeças, alta de 1,6%.

Estados

Mato Grosso se manteve detentor do maior rebanho estadual, com 14,2% do efetivo nacional – o equivalente a 34 milhões de animais, queda de 0,7% em relação ao ano de 2022. Pará segue com a segunda colocação, com 25 milhões de cabeças, alta de 1% em relação ao ano anterior. Em terceiro lugar está Goiás com 23,7 milhões de animais, seguido por Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Juntos, os cinco principais estados produtores de bovinos concentraram 52% do rebanho nacional.

São Félix do Xingu (Pará), apesar da retração de 2,8% em relação a 2022, mais uma vez liderou o ranking municipal de efetivo de bovinos, com rebanho de 2,5 milhões de cabeças – equivalente a 9,8% do efetivo paraense, 3,9% da Região Norte e 1% do total brasileiro. Corumbá (Mato Grosso do Sul) continuou com o segundo maior rebanho, 2,2 milhões de animais, alta de 8,5% em relação ao ano anterior. Porto Velho (Rondônia) manteve a terceira posição em 2023, com 1,8 milhão de bovinos

Tecnologia

A produção de leite foi recorde em 2023 ao atingir 35,4 bilhões de litros. Enquanto a produção de leite subiu, o número de vacas ordenhadas decresceu. Foram contabilizadas 15,7 milhões de vacas ordenhadas, 0,1% a menos que em 2022, sendo esse total de vacas ordenhadas o menor já registrado desde 1979. A maior produção de leite com um menor número de vacas ordenhadas é resultado de incremento na tecnologia do setor leiteiro, que tem investido cada vez mais em genética e manejo do rebanho.

O efetivo de galináceos estimado foi de 1,6 bilhão de cabeças no Brasil, um aumento de 0,6% em relação ao ano anterior. Desse total, 263,5 milhões, 16,7%, são de galinhas, alta de 2,4% em relação a 2022. Desde 1999, o valor estimado de produção de ovos de galinha não para de crescer ano após ano. Em 2023, foi contabilizada a produção recorde de 5 bilhões de dúzias de ovos.

O efetivo de suínos teve redução de 3,1% em relação ao ano anterior, totalizando 43 milhões de animais.

A produção de mel bateu novo recorde de produção e alcançou 64,2 mil toneladas.

Na produção de peixes, foram produzidos 655,3 mil toneladas, 5,8% a mais do que em 2022. A Região Sul se manteve como a principal produtora de peixes e foi responsável por 34,7 % do total nacional. O Nordeste e o Sudeste ultrapassaram a Região Norte, e agora estão na segunda e terceira posições, respectivamente.

Em 2023, o efetivo de caprinos aumentou 4%, chegando a 12,9 milhões de animais, e o efetivo de ovinos apresentou aumento de 1,3%, resultando em 21,8 milhões de animais. Foram os maiores valores já alcançados na pesquisa, para essas duas criações. Com 96% do total de caprinos e 71,2% de ovinos, a Região Nordeste foi a principal responsável pelo aumento nacional.

Fonte: Assessoria Agência Brasil
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Conbrasfran 2024 debate gestão e melhoria contínua em frigoríficos

Evento vai reunir especialistas, empresários e lideranças da cadeia produtiva de frango de corte em Gramado (PR), de 25 a 27 de novembro.

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Foto: Divulgação/Arquivo Asgav

A Agrosul Alimentos, a Duravant Brazil, a Thermo Solutions Energy e o  Ministério da Agricultura e Pecuária  (Mapa) confirmaram participação no Painel Gestão e melhoria contínua em frigoríficos da Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango (Conbrasfran 2024), realizada pela Asgav, de 25 a 27 de novembro, em Gramado, na serra gaúcha.

Este painel será realizado na terça-feira, dia 26 de novembro, a partir das 10h40. Na abertura, o diretor Executivo da Duravant Brazil, Roberto Mülbert, vai destacar os Avanços tecnológicos no processamento para otimização e qualidade na indústria avícola. Em seguida, o CEO da Thermo Solutions Energy, Roberto Maues, vai debater Métodos e práticas sustentáveis para a gestão de resíduos e subprodutos no processamento.

O auditor Fiscal Federal Agropecuário do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Leandro Casagrande, vai abordar a Portaria 1.023/2024 e a evolução no controle microbiológico dos processos. Este painel será coordenado pelo gerente de Qualidade da Agrosul Foods, Gustavo da Silveira Schiavo.

O Painel Gestão e melhoria contínua em frigoríficos faz parte da programação do 5º Encontro de Qualidade Industrial na Avicultura promovido pela Asgav. Outras informações sobre a Conbrasfran 2024 podem ser encontradas no site do evento ([http://]www.conbrasfran.com.br [1]), pelo e-mail conbrasfran@asgav.com.br, através do telefone (51) 3228.8844 ou pelo WhatsApp (51) 98600-9684.

Fonte: Assessoria Asgav
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