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Avicultura O futuro não espera

Economista abre programação do 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Samy Dana palestra dia 08 de abril, a partir das 17h40, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Mais de 2,5 mil pessoas devem participar dos três dias do evento.

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Fotos: Divulgação/Nucleovet

O economista e comentarista de renome nacional, Samy Dana, está confirmado na palestra de abertura do 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e na 16ª Poultry Fair. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o evento ocorre nos dias 08, 09 e 10 de abril e deve reunir mais de 2,5 mil pessoas no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes em Chapecó (SC). A palestra de abertura, que tem patrocínio da Farmabase, é intitulada “O futuro não espera: uma reflexão sobre produtividade, macroeconomia e inteligência artificial”.

A abertura oficial está marcada para o dia 08 de abril, às 17 horas e a palestra de Dana terá início às 17h40. Professor de economia da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Samy possui graduação e mestrado em Economia, doutorado em Administração e PhD in Business (doutorado em Negócios).  “Estamos muito felizes em confirmar o nome de Samy Dana para conduzir a palestra de abertura. Compreender o cenário econômico global ajudará a traçar as melhores estratégias para alcançar resultados significativos no setor da avicultura. A experiência acadêmica e profissional de Dana nos ajudará a entender sobre as tendências em inovações tecnológicas e como a inteligência artificial pode aumentar a produtividade e reduzir custos”, explana Daiane Albuquerque, presidente da Comissão Científica do SBSA.

O palestrante acumula mais de 15 anos de experiência em consultorias e apresentação de palestras. É autor de vários livros ligados a finanças, economia e negócios. Também é comentarista da rádio Jovem Pan, atua no Jornal da Manhã e no programa Pânico. Durante sete anos foi comentarista da TV Globo e colunista do Jornal da Globo, SPTV, Hora 1 e do “Em Pauta” da Globo News. Samy também desenvolveu, no Esporte Espetacular e no Seleção Sportv, o Estudo de Campo, uma coluna cujo objetivo era explicar o esporte por meio dos números.

Presidente do Nucleovet, Tiago José Mores: “Desde sua primeira edição, o SBSA serve como um catalisador para a disseminação de novos conhecimentos e práticas avançadas dentro do setor”

O presidente do Nucleovet, Tiago José Mores, frisa o alcance internacional do evento com benefícios diretos para o mercado brasileiro ao promover a inovação, a qualidade e a sustentabilidade dentro do setor avícola. “Desde sua primeira edição, o SBSA serve como um catalisador para a disseminação de novos conhecimentos e práticas avançadas dentro do setor.  A colaboração internacional fomentada pelo evento também abre portas para parcerias estratégicas e desenvolvimento conjunto de soluções inovadoras que beneficiam o setor como um todo. A presença de líderes internacionais no evento como o Samy Dana, não só fortalece as relações comerciais e técnicas entre as empresas brasileiras e o mercado global, mas também aumenta a visibilidade do Brasil como o principal player na avicultura mundial”, evidencia.

Inscrições

O investimento para participar do evento é de R$ 720 para profissionais e de R$ 450 para estudantes. O ingresso para acessar somente a 16ª Poultry Fair é de R$ 100. Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSA, serão concedidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas. Inscrições podem ser realizadas clicando aqui.

Fonte: Assessoria Nucleovet

Avicultura Editorial

Nordeste fortalece presença na avicultura brasileira com novos investimentos e expansão da produção

Região amplia participação em indicadores do setor e consolida operações que vão da genética à produção de ovos e frangos.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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