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Notícias Economia

Economia brasileira pode crescer acima de 2% em 2020, diz Guedes

Pela mais recente pesquisa Focus do Banco Central, analistas de mercado projetam que o PIB terá alta de 0,87% em 2019 e 2,00% em 2020

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A economia brasileira vai recuperar sua dinâmica de crescimento e poderá crescer até acima de 2% no próximo ano, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista exibida pelo Jornal da Record na noite de sexta-feira (27).

“Certamente ano que vem será bem melhor que este, mas ainda não estou falando de 3,5%, 4% (de crescimento), nada disso… Mas nós achamos que o Brasil já pode crescer acima de 2%, sim, pode ser até que cresça um pouco mais do que isso”, disse Guedes na entrevista.

Pela mais recente pesquisa Focus do Banco Central, analistas de mercado projetam que o Produto Interno Bruto (PIB) terá alta de 0,87% em 2019 e de 2,00% em 2020.

Guedes classificou como “inaceitável” o que ele chamou de “desemprego em massa” no Brasil e disse que, com o esperado fortalecimento da economia no ano que vem, a expectativa é que o “desemprego comece a descer mais rapidamente”.

A declaração de Guedes veio a público no mesmo dia em que o IBGE divulgou que a taxa de desemprego no Brasil ficou estável no trimestre encerrado em agosto ante os três meses findos em julho, mas em queda na comparação com os três meses findos em maio, para 11,8%, atingindo 12,6 milhões de pessoas.

O ministro voltou a criticar o que ele chamou de altos encargos trabalhistas e disse que o governo vai atacar “frontalmente… a dificuldade de empreender no Brasil”.

Na entrevista, o ministro falou que “a CPMF está descartada” —depois que o presidente Jair Bolsonaro assumiu compromisso de que o imposto “não existe”— e que a equipe econômica está buscando alternativas para desonerar a folha de pagamento —o que seria feito inicialmente via imposto sobre transações financeiras.

Guedes disse também que o governo apresentará via comissão mista no Congresso sua proposta de reforma tributária —além das que já tramitam na Câmara e do Congresso de autorias fora do governo. “Nós já demos as mãos para ambos (Senado e Câmara)… A reforma tributária vai andar também”, finalizou.

Fonte: Reuters
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Notícias Suinocultura

Ritmo de negócios no mercado suíno volta a ganhar força no Brasil

Mercado brasileiro de suínos apresentou um ritmo de negócios mais fluído ao longo da semana

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O mercado brasileiro de suínos apresentou um ritmo de negócios mais fluído ao longo da semana, o que fez com que o quadro de oferta e demanda mais ajustado contribuísse para uma melhora nas cotações, tanto do quilo vivo quanto dos cortes negociados no atacado.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, apesar do avanço nas cotações, as margens dos produtores se mostram deprimidas pelos elevados custos de produção, o que pode levar a novos movimentos de correções nos preços.

Maia sinaliza ainda que a expectativa para a reposição entre o atacado e o varejo é otimista para o curto prazo, em linha com a capitalização das famílias nesta primeira quinzena do mês. “É importante destacar que a carne suína ganhou atratividade frente aos cortes bovinos após o forte declínio de preços registrados ao longo das últimas semanas”, explica.

Levantamento semanal de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 13,51%, de R$ 5,61 para R$ 6,37. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 4,80% no decorrer da semana, de R$ 11,61 para R$ 12,17. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,60, aumento de 11,14% frente à semana passada, quando era cotada a R$ 8,64.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 41,896 milhões em junho (3 dias úteis), com média diária de US$ 13,965 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 15,787 mil toneladas, com média diária de 5,262 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.653,70.

Em relação a junho de 2020, houve alta de 56,27% no valor médio diário da exportação, ganho de 27,03% na quantidade média diária exportada e valorização de 23,01% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 100,00 para R$ 145,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo mudou de R$ 5,60 para R$ 5,65. No interior do estado a cotação passou de R$ 5,60 para R$ 5,70.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração seguiu em R$ 5,70. No interior catarinense, a cotação aumentou de R$ 5,40 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo subiu de R$ 5,40 para R$ 6,50 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo caiu de R$ 5,65 para R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul a cotação em Campo Grande mudou de R$ 5,00 para R$ 5,60, enquanto na integração o preço continuou em R$ 5,50. Em Goiânia, o preço passou de R$ 6,10 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno mudou de R$ 6,50 para R$ 7,50. No mercado independente mineiro, o preço aumentou de R$ 6,50 para R$ 7,60. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis subiu de R$ 4,95 para R$ 5,40. Já na integração do estado o quilo vivo permaneceu em R$ 5,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra 2021/2022

Lento, mercado de soja absorve dados do USDA e da Conab

Semana foi de poucos negócios e de preços entre estáveis e mais baixos no mercado brasileiro de soja

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A semana foi de poucos negócios e de preços entre estáveis e mais baixos no mercado brasileiro de soja. O período foi marcado pela divulgação no relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pela nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O levantamento do USDA indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,405 bilhões de bushels em 2021/22, o equivalente a 119,88 milhões de toneladas. O mercado esperava safra de 4,414 bilhões ou 120,13 milhões. Não houve alteração na comparação com o levantamento de maio.

Os estoques finais estão estimados em 155 milhões de bushels ou 4,22 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 139 milhões ou 3,78 milhões de toneladas. Em maio, o número era de 140 milhões de bushels ou 3,81 milhões de toneladas.

O USDA indicou esmagamento em 2,225 bilhões de bushels e exportação de 2,075 bilhões, inalterados na comparação com o número anterior.

Em relação à temporada 2020/21, o USDA elevou os estoques de passagem de 120 milhões de bushels, o equivalente a 3,27 milhões de toneladas, para 135 milhões de bushels ou 3,67 milhões de toneladas. O mercado apostava em estoques de 122 milhões de bushels ou 3,32 milhões de toneladas.

O relatório projetou safra mundial de soja em 2021/22 de 385,52 milhões de toneladas. Os estoques finais estão estimados em 92,55 milhões de toneladas. O mercado esperava por estoques finais de 91,6 milhões de toneladas. Em maio, o USDA indicou produção de 385,53 milhões e estoques de 91,1 milhões de toneladas.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 119,88 milhões de toneladas. Para o Brasil, a previsão é de uma produção de 144 milhões de toneladas. A safra da Argentina está estimada em 52 milhões de toneladas. As importações chinesas deverão ficar em 103 milhões de toneladas. Os números são os mesmos do relatório anterior.

Para a temporada 2020/21, a estimativa para a safra mundial ficou em 364,07 milhões de toneladas. Os estoques de passagem estão projetados em 88 milhões de toneladas. O mercado apostava em estoques de 86,7 milhões de toneladas.

A produção do Brasil foi elevada de 136 milhões de toneladas para 137 milhões, acima do esperado pelo mercado, de 136,2 milhões. Já a safra argentina foi mantida em 47 milhões de toneladas. O mercado apostava em safra de 46,5 milhões de toneladas. A previsão para as importações chinesas foi mantida em 100 milhões de toneladas.

Conab

A produção brasileira de soja deverá totalizar 135,86 milhões de toneladas na temporada 2020/21, com aumento de 8,8% na comparação com a temporada anterior, quando foram colhidas 124,84 milhões de toneladas. A projeção faz parte do 9º levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em maio, a Conab indicava produção de 135,41 milhões de toneladas. A revisão para cima entre uma estimativa e outra ficou em 0,3%.

A Conab trabalha com uma área de 38,51 milhões de hectares, com elevação de 4,2% sobre o ano anterior, quando foram cultivados 36,95 milhões de hectares. Em maio, a previsão era de 38,5 milhões de hectares.

A produtividade teve sua previsão elevada, entre uma temporada e outra, de 3.379 quilos para 3.528 quilos por hectare, com variação de 4,4%. No mês passado, o rendimento estava estimado em 3.517 quilos por hectare.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

USDA aponta produção e estoques de milho dos EUA abaixo do esperado

Estados Unidos deverão colher 14,990 bilhões de bushels na temporada 2021/22

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O relatório de junho de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quinta-feira foi destaque para o mercado de milho, com dados relativos à safra 2020/21 e 2021/22. Segundo o USDA, os Estados Unidos deverão colher 14,990 bilhões de bushels na temporada 2021/22, mesmo volume previsto em maio, abaixo da estimativa do mercado, que previa uma produção de 15,018 bilhões de bushels. A produtividade média em 2021/22 deve atingir 179,5 bushels por acres, sem alterações frente ao mês passado. A área a ser plantada deve ficar em 91,1 milhões de acres e a área a ser colhida em 83,5 milhões de acres, sem modificações ante maio.

Os estoques finais de passagem da safra 2021/22 foram estimados em 1,357 bilhão de bushels, abaixo dos 1,507 previstos em maio, e aquém dos 1,414 bilhão de bushels previstos pelo mercado. As exportações em 2021/22 foram indicadas em 2,45 bilhões de bushels e o uso de milho para a produção de etanol em 5,2 bilhões de bushels, sem mudanças ante o relatório de maio.

Para a temporada 2020/21, a produção nos Estados Unidos foi mantida em 14,182 bilhões de bushels e a produtividade média em 172 bushels por acre. A área a ser plantada segue prevista em 90,8 milhões de acres e a área a ser colhida em 82,5 milhões de acres.

Os estoques finais de passagem da safra 2020/21 foram estimados em 1,107 bilhão de bushels, abaixo dos 1,257 bilhão de bushels indicados em maio. O mercado previa estoques de 1,205 bilhão de bushels. As exportações em 2020/21 foram elevadas de 2,775 bilhões de bushels para 2,850 bilhões de bushels. O uso de milho para a produção de etanol foi elevado de 4,975 bilhões de bushels para 5,050 bilhões de bushels.

Mundo

A safra global 2021/22 foi projetada em 1.189,85 milhão de toneladas, sem alterações ante maio. O USDA reduziu os estoques finais da safra mundial 2021/22 de 292,3 milhões de toneladas para 289,41 milhões de toneladas, enquanto o mercado previa volumes de 288,9 milhões de toneladas previstos pelo mercado.

A estimativa de safra brasileira foi mantida em 118 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 47 milhões de toneladas, também sem mudanças ante maio. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 37,5 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra prevista em 17 milhões de toneladas, sem modificações. A China teve sua estimativa de produção apontada em 268 milhões de toneladas, mesmo volume previsto em maio.

Para a temporada 2020/21, os estoques finais da safra mundial foram indicados em 280,6 milhões de toneladas, abaixo dos 283,53 milhões de toneladas indicados no mês passado, enquanto mercado apostava em um número de 280,1 milhões de toneladas. A safra global 2020/21 foi reduzida de 1.128,46 milhão de toneladas para 1.125,03 milhão de toneladas.

A estimativa de safra brasileira é de 98,5 milhões de toneladas para 2020/21, abaixo das 102 milhões de toneladas previstas no mês passado, enquanto o mercado esperava safra de 97 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 47 milhões de toneladas, sem alterações ante maio, enquanto o mercado previa safra de 47,1 milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 30,3 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra mantida em 17 milhões de toneladas. A China teve sua estimativa de produção apontada em 260,67 milhões de toneladas, sem alterações.

Fonte: Agência SAFRAS
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CONBRASUL/ASGAV

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