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ECAT do Brasil possui novo Diretor de Operações, responsável pelos negócios da empresa em toda a América Latina.

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A avicultura industrial vem caminhando a passos largos em busca de tecnologias para aumentar a eficiência e entre as inúmeras inovações destaque para  a automação industrial. A francesa Ecat com objetivo de fortalecer sua atuação na América Latina anunciou Fabio de Souza como novo diretor Operacional. Souza possui vasta experiência internacional com vivência de mais de uma década no Japão e Europa, na área de automação, sobretudo, no segmento de vacinação in-ovo.

O engenheiro explica que de forma geral, todas as etapas, desde o recebimento dos ovos até o carregamento dos pintinhos nos caminhões de transporte, possuem alternativas de solução de automação industrial, a qual tem seus maiores benefícios associada à padronização dos processos e a possibilidade de rastreabilidade.  “A automação torna-se em uma aliada muito forte aos operadores, possibilitando uma rápida identificação de ocasionais falhas e um diagnóstico detalhado das ocorrências, resultando em minimização de riscos futuros ao processo e em maior eficiência operacional com melhores resultados”, comenta de Souza.

Atualmente no Brasil, o processo de automação industrial em incubatórios que está mais disseminado é a Vacinação In Ovo. Esse método de automação traz benefícios como, entre outros, agilização do processo, melhora o resultado de eficiência vacinal por menor incidência de erros de vacinação provenientes de variável humana, reduz riscos de L.E.R. aos funcionários e melhora as condições sanitárias do processo de imunização das aves.

Conforme explica Fabio de Souza, uma das grandes vantagens dos processos automatizados em incubatórios está nos controles sanitários: “nossos equipamentos são desenvolvidos com desenhos e materiais que possibilitem uma limpeza e desinfecção completa após cada período de uso. Esse quesito por si só já tende a trazer vantagens se comparados aos processos que encontramos atualmente em muitos incubatórios. Alguns equipamentos específicos, como por exemplo, esteiras para transporte de aves, retirada automática de materiais desnecessários (como ovos inférteis e cascas), bem como o tratamento dos resíduos, são alguns pontos que ajudam a reduzir as cargas de contaminação orgânica dentro das plantas de incubação”.

No rumo da automatização dos processos de incubação,  especualistas alertam que é importante considerar como primeiro passo a discussão dos projetos com profissionais experientes e que possam indicar quais os equipamentos mais adequados. “O primeiro passo é contar com a visita de um profissional experiente que seja capaz de indicar com clareza quais as possíveis automações que são aplicáveis a cada situação. Obviamente, é fundamental escolher empresas de automação industrial que possuam estrutura técnica e de suporte muito bem estabelecidas, com experiência e que possam atender aos clientes com intervenções de manutenção e disponibilização de peças de reposição conforme as necessidades”, ressalta Cristiano Martins, Coordenador Técnico da ECAT do Brasil.
 
Processos automatizados
 
Segundo o especialista mesmo incubatórios que já possuam algum tipo de automação básica podem considerar ampliar os processos automatizados, já que em muitos casos existe a possibilidade de integrar equipamentos que já estão em uso nos incubatórios com máquinas mais modernas.

Fabio de Sousa explica que a automação industrial possibilita, ainda, a maximização do gerenciamento do uso da mão-de-obra disponível no incubatório, bem como resultará em processos (de produção de pintinhos) mais ágeis, limpos e eficientes. Quando se considera a automatização do processo de vacinação, através da vacinação In Ovo, não raro são as situações em que se observa uma melhora na performance zootécnica das aves, já que a vacinação ocorre de maneira mais constante e eficaz, resultando possivelmente em melhor imunização do plantel.

O Coordenador Técnico da ECAT do Brasil destaca que a automação industrial de incubatórios no Brasil é ainda visto com certa desconfiança e com muito espaço para crescer. Boa parte da produção brasileira já é vacinada In Ovo, mas são poucos os incubatórios que contam com equipamentos automatizados além das vacinadoras. “Nos últimos anos, em decorrência de diversas dificuldades que as empresas de produção têm encontrado no Brasil, incluindo a redução da oferta de mão-de-obra em algumas regiões, temos percebido uma tendência de aumento na introdução de tecnologias de automação industrial na avicultura nacional”, lembra Fabio de Souza.

Fonte: Ass. da CEVA

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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