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EAD sobre Avaliação de Carcaças está com inscrições abertas
Curso tem carga horária de 48 horas e será distribuído em quatro módulos

Médicos veterinários que pretendem se qualificar para assumir responsabilidades de avaliação e classificação na inspeção com base em risco, de suínos, podem se inscrever até o dia 17 de janeiro de 2020 para o curso EAD “Avaliação e classificação de suínos, carcaças e partes de carcaças, em atendimento à IN79/2018”, disponibilizado pela Embrapa Suínos e Aves. O curso será ministrado na plataforma e-campo, no Portal da Embrapa, e tem como proposta central capacitar as equipes de profissionais para entender quais os objetivos da inspeção com base em risco, e qual seu papel como profissional neste processo.
A base do conteúdo deste curso é resultado de um projeto de pesquisa executado pela Embrapa e Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, com colaboração de especialistas de universidades, que subsidiou a modernização dos procedimentos da Inspeção Sanitária nos frigoríficos de suínos no Brasil e definiu uma nova regulamentação. Essa nova regulamentação, a IN 79, que entrou em vigor em dezembro de 2018, direciona o foco da inspeção sanitária para os problemas relacionados à saúde pública e atende aos programas oficiais de saúde animal, compartilhando com a indústria a responsabilidade de desclassificar as matérias-primas impróprias para o consumo por problemas de processo, porém sem risco à saúde do consumidor.
De acordo com a pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves, Jalusa Deon Kich, também é objetivo de aprendizagem do curso elaborar e implementar um programa de avaliação e classificação de suínos, carcaças, partes de carcaças e vísceras; avaliar, segregar e classificar os suínos antes do abate; e avaliar, segregar e classificar as carcaças, partes de carcaças e vísceras no abate de suínos, tomando medidas de retroalimentação no processo para evitar desvios.
O curso tem carga horária de 48 horas e será distribuído em quatro módulos:
Módulo I – Introdução ao sistema de inspeção com base em risco
Módulo II – Programa de avaliação e classificação de suínos, carcaças e partes de carcaças
Módulo III – Avaliação e classificação de suínos vivos
Módulo IV – Avaliação de carcaças, partes de carcaça e vísceras
Todo o conteúdo foi elaborado pelas Auditoras Fiscais Federais Agropecuária do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, Elenita Ruttscheidt Albuquerque e Ângela de Faria Maraschin e a pesquisadora Jalusa, da Embrapa. As profissionais são médicas veterinárias e fizeram parte da liderança do projeto SIF Moderna.
As inscrições podem ser feitas aqui.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental. Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pelas regionais do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais. Em Toledo, a condução está sob responsabilidade do engenheiro agrônomo Samuel Mokfa.
Segundo a coordenação, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma Bertonha.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, diz Bertonha.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
A abertura será transmitida de forma remota para permitir a participação de equipes de outras regiões do estado.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





