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DuPont Proteção de Cultivos e DuPont Pioneer apresentam tecnologias integradas na Expodireto Cotrijal
Sementes híbridas de milho, cultivares de soja e o novo fungicida Vessarya serão os principais atrativos do estande das empresas
As empresas DuPont Proteção de Cultivos e a DuPont Pioneer apresentam suas tecnologias integradas para milho e soja na 18ª Expodireto Cotrijal. O evento, que acontece na cidade gaúcha de Não-Me-Toque, no período de 6 a 10 de março, apresentará novos híbridos da DuPont Pioneer e o portfólio de agroquímicos da DuPont Proteção de Cultivos. A Expodireto é um dos principais eventos do calendário agrícola do Estado do Rio Grande do Sul.
O novo fungicida Vessarya™ será lançado no estande das empresas. O produto, que acaba de receber registro oficial dos órgãos reguladores, é descrito por pesquisadores como uma solução de ponta no controle de doenças da oleaginosa, especialmente da ferrugem asiática. Vessarya™, informa a DuPont, reúne na fórmula as moléculas Picoxistrobina e Benzovindiflupir, consideradas as mais ativas de seus grupos químicos.
“Trata-se de uma solução tecnológica inovadora, que dispensa o uso de adjuvantes e proporciona resultados excepcionais na comparação às demais tecnologias do mercado”, assinala Raphael Godinho, gerente de marketing Brasil da DuPont. Segundo o executivo, Vessarya™ vem sendo desenvolvido há cerca de cinco anos no Brasil, em lavouras experimentais.
Já a DuPont Pioneer destaca seus lançamentos de híbridos precoces de milho e soja de alta produtividade e alto potencial produtivo. Essas tecnologias, diz a empresa, são recomendadas para a produção de grãos e silagem na região sul do Brasil.
Segundo o gerente de conta da DuPont Pioneer para o Rio Grande do Sul, José Fernando Malta Herzog, a companhia também levará ao evento os híbridos de milho com a tecnologia Leptra® de proteção contra insetos, formada pela associação das tecnologias Agrisure Viptera®, YieldGard®, Herculex®I, e Liberty Link®.
No Brasil, assinala a DuPont Pioneer, a tecnologia Leptra® está disponível também em versão tolerante ao herbicida glifosato, contendo a tecnologia Roundup Ready™ 2 Milho. “Devido a seu amplo espectro, a tecnologia Leptra® é uma excelente escolha para agricultores que buscam segurança e rentabilidade na lavoura, pois auxilia no controle das principais lagartas que atacam a cultura do milho”, complementa Herzog.
A equipe de representantes da DuPont Pioneer apresentará ainda na Expodireto os benefícios do Tratamento de Sementes Industrial com os inseticidas Dermacor® + Poncho®, inclusive sobre híbridos com a tecnologia Leptra®. Segundo Herzog, a empresa também promoverá visitas guiadas a seu estande, com ênfase nas Boas Práticas Agrícolas, no Manejo Integrado de Pragas (MIP) e no Manejo de Resistência de Insetos (MRI).
Híbridos marca Pioneer® com tecnologia Leptra® de proteção contra insetos – disponível também em versão tolerante ao herbicida glifosato.
Agrisure® e Agrisure Viptera® são marcas registradas utilizadas sob licença da Syngenta Group Company.
A tecnologia Agrisure® incorporada nessas sementes é comercializada sob licença da Syngenta Crop Protection AG.
Tecnologia de proteção contra insetos Herculex® desenvolvida pela Dow AgroSciences e Pioneer Hi-Bred.
®Herculex e o logo HX são marcas registradas da Dow AgroSciences LLC.
LibertyLink® e o logotipo são marcas registradas da Bayer.
® YieldGard é marca registrada utilizada sob licença da Monsanto Company.
As marcas com ®, ™ ou SM são marcas e marcas de serviço da DuPont, Pioneer ou de seus respectivos titulares. © 2015 PHII
Poncho® é marca registrada da BAYER S.A.
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
