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DuPont promove encontro de líderes da agricultura brasileira nos Estados Unidos

O seleto grupo de 11 representantes de diversas associações de produtores conheceu as inovações que estão em andamento na companhia e debateu temas estratégicos de relevância para o agronegócio brasileiro.

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De 17 a 21 de julho, a DuPont Brasil levou um seleto grupo de Líderes do Agronegócio Brasileiro, representando importantes entidades do setor para conhecer suas instalações nos Estados Unidos. Entre os visitantes, estiveram:

 

  • Marcos Rosa e Fabrício Rosa, da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja Brasil);
  • Endrigo Dalcin e Wellington Andrade, da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja MT);
  • José Américo Pierre Rodrigues e Claudio Manuel Silva, da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem);
  • Alysson Paolinelli, da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho);
  • Eduardo Leão de Sousa, da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica)
  • Alexandre Schenkel, da Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (AMPA);
  • Luiz Cornacchioni, da Associação Brasileira do Agronegócio – ABAG;
  • João Henrique Hummel, do Instituto Pensar Agropecuária.

 

A viagem, idealizada por Augusto Moraes, Diretor de Relações Institucionais da DuPont, teve como principais objetivos apresentar novas tecnologias em estudo e debater, junto às maiores autoridades em agricultura da companhia, temas de grande relevância para o Agronegócio Brasileiro.

“Estabelecer um diálogo aberto e uma colaboração com estas entidades – que representam 90% da produção agrícola brasileira – é fundamental para entender as necessidades do setor e agir em parceria para superar os principais desafios ao sucesso da agricultura no País”, afirma Moraes.

Recepcionado na sede da DuPont Pioneer em Johnston, Iowa, por Jim Collins, Vice-Presidente Executivo da Divisão de Agricultura da DuPont, o grupo visitou laboratórios de tratamento de sementes, de extração e análise de DNA e casas de vegetação, além de conhecer mais sobre as novidades da companhia em qualidade de sementes e em agricultura digital.

“Qualquer futuro que nós imaginemos para a agricultura mundial tem o Brasil como peça central. Um mercado como o Brasil requer inovação traduzida em melhores produtos, e nós estamos comprometidos com isso”, afirma Collins.

Na sequência, a delegação foi a Washington, DC, onde se reuniu com o Adido Agrícola Luiz Caruso, com o Economista-Chefe do USDA, Dr. Robert Johansson, e com representantes de associações de produtores norte-americanas.

O roteiro incluiu ainda uma passagem pela fazenda experimental da DuPont em Chesapeake Farms, Maryland, onde foram abordados temas como os perigos envolvendo defensivos agrícolas ilegais e falsificados; e encerrou-se na matriz da empresa em Wilmington, Delaware, onde Krysta Harden, Vice-Presidente de Políticas Públicas e Sustentabilidade, reafirmou o compromisso da companhia com a agricultura do Brasil.

“O Brasil é um mercado muito importante para a DuPont. Queremos estar cada vez mais conectados à comunidade de produtores para, juntos, encontrar soluções para alimentar a crescente população global”, disse Harden.

Segundo Augusto Moraes, a viagem foi “apenas mais um passo na construção deste relacionamento que, esperamos, seja ainda muito frutífero para o agronegócio brasileiro”.

Fonte: Ass. de Imprensa

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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