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DSM lança tecnologia que melhora ainda mais o desempenho da produção de leite e dos bovinos de corte no confinamento

Hy-D® é a tecnologia D que conecta a nutrição ao resultado em performance animal por ser uma fonte mais eficiente de suplementação do rebanho. Ao incluir o Hy-D® na dieta dos bovinos, é possível garantir absorção mais rápida e eficiente dos macrominerais (Cálcio e Fósforo), elevando os índices zootécnicos e a rentabilidade dos confinadores e produtores de leite.

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A DSM, detentora da marca Tortuga® de suplementos nutricionais para ruminantes, anuncia o lançamento de uma nova tecnologia de nutrição animal. Trata-se do Hy-D®, um ingrediente que melhora ainda mais os resultados da pecuária quando aplicado na dieta de bovinos de leite e de corte em sistemas de confinamento. Hy-D® é um metabólito específico de vitamina D3 que garante absorção mais rápida e eficiente dos macrominerais (cálcio, magnésio e fósforo, essenciais para o melhor desenvolvimento ósseo nos bovinos), melhora da resposta imune (defesa do organismo) e ativa a expressão gênica para respostas do organismo aos desafios da produção além de estimular o desenvolvimento de fibras musculares. Isso gera benefícios produtivos em termos de longevidade das vacas leiteiras, bem-estar animal e qualidade e segurança alimentar (carne ou leite), de forma sustentável por promover um sistema de produção mais eficiente.

“Com uma boa estrutura óssea, melhor metabolismo de cálcio e fósforo e uma resposta melhor em defesa do organismo contra os problemas metabólicos (como a febre do leite), o animal tem melhor desempenho à medida que isso ajuda-o a expressar de forma ainda mais eficiente o seu potencial produtivo e a evolução dos índices zootécnicos”, comenta o diretor global de inovação da área de Ruminantes da DSM, o médico-veterinário Luis Fernando M. Tamassia, que completa: “Para os pecuaristas, isso significa um caminho mais rápido para obter retornos mais altos, pois qualquer investimento em tecnologia no setor produtivo deve sempre trazer um bom retorno financeiro”.

A nova tecnologia, lançada em evento online para os pecuaristas brasileiros em 25 de março, já é amplamente utilizada com resultados expressivos na dieta de outras espécies produtivas, como aves (corte e postura) e suínos. Nesse sentido, a inovação do Hy-D (25 Hidroxi Colicalciferol) em um suplemento nutricional é muito mais efetivo do que se essa vitamina fosse fornecida como vitamina D3 convencional, pois esta, ao ser fornecida em uma dieta comum, passa por duas etapas metabólicas, no fígado e nos rins, até atingir a forma ativa (1,25 Hidroxi D3) e, consequentemente, a utilização pelo animal. Para resolver essa questão, Hy-D® já entra no organismo animal por absorção mais eficiente e em uma forma metabólica mais avançada e segura, próxima da forma ativa da vitamina D3, tornando os animais mais saudáveis e produtivos.

Uma tecnologia exclusiva da DSM, Hy-D® é formulado para manter mais uniforme e melhor fluxo nas fábricas de rações, com excelentes propriedades de mistura, além de ser estável quando incluído em rações peletizadas.

Alta tecnologia que melhora ainda mais os resultados no confinamento

Em sistemas de confinamento, Hy-D® é especialmente indicado para a produção da carne bovina de alta qualidade e em quantidade, com benefícios em termos de ganho de peso e rendimento de carcaça, influenciando de forma positiva diretamente a rentabilidade dos produtores. “Pesquisas realizadas com Hy-D® indicam aumento do ganho de peso diário de 8% junto com os produtos da linha Fosbovi Confinamento com Crina® e RumiStarTM, tecnologia lançada pela DSM em 2015 e que já corresponde a 35% das vendas de soluções para confinamento da empresa”, conta o zootecnista Marcos Baruselli, gerente de categoria Confinamento da área de Ruminantes da DSM no Brasil.

Baruselli explica que, no confinamento, o uso de Hy-D® proporciona benefícios metabólitos aos bovinos por atuar de forma positiva no metabolismo dos macrominerais. “Ao ser acrescido na ração, Hy-D® melhora os índices zootécnicos e os resultados econômicos do sistema de produção, além de ajudar a melhorar a qualidade da carne. É mais lucro para o confinador”, conta.

Sobre a linha Fosbovi® Confinamento com CRINA® e RumiStar™, da marca Tortuga®, Baruselli reforça que esses suplementos que encurtam o ciclo da pecuária e geram animais mais pesados, com ganho médio de uma arroba a mais por bovino no confinamento, o que equivale a um animal a mais por cada 18 bovinos confinados. Além disso, cita outros benefícios em eficiência alimentar e adaptação aos suplementos, com menor taxa de refugo de cocho, aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento, eficiência na digestão e menor incidência de animais com laminites e acidose.

Vacas mais saudáveis e produtivas e rentabilidade para o produtor de leite

A inclusão de Hy-D® na ração ajuda a minimizar um grande problema da pecuária de leite. A maioria das vacas leiteiras experimenta a deficiência de cálcio em algum estágio da vida; nas primeiras nove semanas de lactação, por exemplo, a vaca pode ter um déficit de cálcio de até 10/g por dia. “A vitamina D3 atua categoricamente na vida da vaca em lactação, melhorando o metabolismo de cálcio e fósforo, desenvolvimento esquelético e regulação imunológica. Com Hy-D®, há uma atuação mais rápida e eficiente da forma ativa da vitamina D3 quando comparado aos suplementos comuns, ajudando a aumentar a produção de leite e a lucratividade dos produtores”, conta a médica-veterinária Verônica Lopes, coordenadora da categoria Gado de Leite da DSM no Brasil.

O uso do Hy-D® em vacas leiteiras garante um melhor metabolismo do cálcio e, assim, proporciona uma série de benefícios: melhora na imunidade e, consequentemente, redução de doenças, dá suporte ao crescimento e aumento da produção de leite e permite um balanço ideal de macrominerais no organismo, tendo impacto positivo também no meio ambiente por menor excreção. A tecnologia é destinada a todos os estágios de vida das vacas leiteiras. Inicialmente, o lançamento será direcionado para vacas em período pré-parto, quando os animais enfrentam maiores desafios relacionados a saúde, produção e longevidade. Em suma, os benefícios de Hy-D® na pecuária leiteira são: aumento da produção de leite, melhora da imunidade com redução de doenças e suporte ao crescimento.

Hy-D® chega para incrementar a linha Bovigold®, da marca Tortuga®, constituída por produtos que elevam a produção das vacas, inclusive as que já têm alto desempenho. São produtos com tecnologias que promovem o aumento da ingestão de matéria seca, melhor degradação de fibras, proteínas e amido e reduzem os transtornos metabólitos, resultando em mais saúde e produção de leite. “Os produtos da linha também têm uma tecnologia chamada Crina®, que é uma combinação de óleos essenciais que substitui os antibióticos na dieta dos animais. Com o uso desse ingrediente, além de produzir leite de forma mais sustentável por substituir o uso de antibióticos, o produtor tem benefícios sobre a produção de sólidos do leite”, explica Verônica, lembrando que há um reflexo em benefícios também para o consumidor final, uma vez que ajuda a garantir a alta qualidade do produto. “As soluções da linha Bovigold® aumentam a rentabilidade do produtor, pois dão suporte a uma maior produção de leite, e de maior qualidade, além da redução de incidência de doenças no rebanho”, completa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Difusão de conteúdo técnico e inovação marcam participação da Vetanco no SBSA 2021

Nesta edição, outra novidade apresentada pela Vetanco foi o Happy Hour do Galo, em substituição ao tradicional Jantar do Galo, que não pode ser realizado de forma presencial devido aos protocolos de enfrentamento à pandemia de Covid-19

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Foto: Divulgação

O Nucleovet/SC – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, realizou o 21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e 12ª Brasil Sul Poultry Fair, totalmente on-line. O evento contou com o apoio da Vetanco, assim como acontece desde a primeira edição. Para o Gerente Comercial – Aves Sul da Vetanco, médico-veterinário Mauro Renan Felin, o evento caracterizou-se como inovador. “Mais uma vez, o Nucleovet superou as expectativas de inscrições, já se posicionando como um evento de alto nível e, para 2022, deve ser promovido num modelo híbrido”, destaca.

A Vetanco participou do SBSA com estande virtual, onde disponibilizou conteúdo técnico variado como, por exemplo, a terceira edição do e-Book Micotoxinas: prevalência na América Latina – edição 2020, lançado na última semana de março deste ano. Além disso, profissionais do time Vetanco prestaram auxílio aos visitantes do estande através de chat. “A proposta foi muito bem recebida pelos nossos clientes. Todos os materiais foram disponibilizados para download, com muitos acessos, principalmente o e-Book sobre as micotoxinas. Também apresentamos um vídeo institucional, que teve um retorno muito bacana, deixou uma mensagem bastante positiva”, explica o Gerente Comercial – Aves Norte da Vetanco, médico-veterinário Bruno Milagres.

 

Happy Hour do Galo

Nesta edição, outra novidade apresentada pela Vetanco foi o Happy Hour do Galo, em substituição ao tradicional Jantar do Galo, que não pode ser realizado de forma presencial devido aos protocolos de enfrentamento à pandemia de Covid-19. “Fechamos com chave de ouro o SBSA com o Happy Hour do Galo, uma live que contou com a participação de mais de 400 pessoas”, comemora Felin.

O mesmo sentimento é compartilhado por Milagres, que ressalta a participação massiva dos clientes e feedbacks muito positivos. “Tanto para o SBSA quanto para a live, muitos clientes nos retornaram de forma muito positiva. Acredito que o objetivo foi atingido, pois conseguimos levar conhecimento, entretenimento e juntamos pessoas do Brasil inteiro: do Sudeste, do Nordeste, do Norte, Centro-oeste e do Sul, ouvindo a mesma música, batendo papo pelo chat da live, pelos grupos de WhatsApp, então, acredito que a Vetanco se superou mais uma vez, como sempre fizemos no SBSA”, avalia.

live foi transmitida pelo canal da Vetanco no YouTube a partir da Cave – Casa dos Amigos e Colaboradores da Vetanco. Contou com a apresentação do médico-veterinário Adair Junior Alves, Coordenador de Território – Aves. Busque por Vetanco no YouTube, inscreva-se no canal e receba as atualizações.

Fonte: Assessoria
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Katayama Alimentos aposta no posicionamento da marca

Indústria avícola investe pesado em comunicação digital e canais de aproximação com o consumidor final para mostrar que ovo não é tudo igual

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Durante os últimos três anos, a Katayama Alimentos mostrou ao mercado que veio para ocupar os degraus mais altos do ranking das indústrias avícolas do Brasil. Fundada em 1942, por imigrantes japoneses com uma modesta granja de 250 pintainhas, em Guararapes (SP), cinco anos depois, a produção de ovos já era a maior da região e, desde então, não para de crescer. Em 2020, a empresa trabalhou com 4 milhões de aves entre recria e postura.

Hoje a Katayama Alimentos conta com uma área construída de mais de 60 mil m2, com equipamentos produtivos e sistemas de gestão de última geração, os mesmos utilizados nos países mais avançados. Aliando inovação e comprometimento com o crescimento sustentável, incrementou sua produção em mais de 145% na última década e construiu o mais moderno parque produtivo avícola de postura da América do Sul.

A Katayama Alimentos nunca acreditou que ovo é tudo igual e, por isso, focou o seu olhar no crescimento com excelência em qualidade. Atualmente, as aves vivem em ambientes climatizados, tranquilos e sem contato com outras espécies de animais. O manejo é cuidadoso e conta com um programa de vacinação eficiente; as aves recebem água tratada e alimentação balanceada, produzida dentro do complexo produtivo da unidade.

“É explícito o cuidado da companhia com a capacidade produtiva, seja em relação aos equipamentos de última geração instalados no parque fabril, seja no cuidado sanitário e na política de biosseguridade, ambos muito rigorosos”, destaca Marise Araújo, sócia-fundadora da Step Stone Consultoria e especialista em Estratégia & Marketing. “O moderno parque produtivo, aliado à produção em grande escala de ovos 100% livres de antibióticos, garante a produção de ovos de qualidade e seguros para uma alimentação saudável do consumidor.”

Ações e Inovações

Para fortalecer sua marca, tornando-se referência na produção de ovos, a Katayama Alimentos vem investindo em várias frentes, com um robusto plano de marketing, que incluiu desde a atualização de sua identidade visual, passando por ações de trade marketing até a geração de conteúdo de valor – que ressalta a importância de se consumir um alimento seguro e de alta qualidade. Todo esse volume de informação é distribuído por meio de várias ferramentas digitais, como site e hotsites, redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube), newsletters e webséries.

Um dos objetivos da criação dos canais digitais é a “descomoditização” do ovo, aliado a um processo de modernização da marca, colocando o produto em destaque e tornando-o individualizado em seu segmento. A ideia é mostrar, por meio de conteúdos relevantes, que ovo não é tudo igual.

“Através dos canais digitais, temos a oportunidade de apresentar nossos diferenciais e nosso compromisso e responsabilidade em produzir alimentos que garantam a segurança desde a origem até a mesa do consumidor. Esse vínculo aproxima a marca dos consumidores, pois reforçamos benefícios e a qualidade do nosso produto, e ainda fornecemos dicas, informações nutricionais e receitas interessantes”, destaca Regina Romanini, Gestora de Marketing da Katayama Alimentos.

“É muito evidente a preocupação da Katayama Alimentos com a marca, sempre procurando inovar, e a atenção dedicada ao cliente, que ultrapassa a relação convencional de compra e venda, buscando encantar o consumidor a todo momento”, afirma Marise Araújo, que acrescenta: sem dúvida a Katayama Alimentos é uma das principais empresas do Brasil neste segmento, seja pelo volume produzido ou pela visibilidade e reputação que desfruta no mercado”.

Fonte: Assessoria.
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Parasitas desafiam resultado produtivo e econômico na suinocultura

Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso

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Divulgação Syntec

Ácaros, vermes, moscas, pulgas, carrapatos, piolhos. Os parasitas externos e internos estão entre os principais inimigos da suinocultura. “Eles são implacáveis desde o nascimento dos leitões até os animais em terminação, incluindo as fêmeas em idade reprodutiva. Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso, comprometendo o resultado econômico da atividade”, ressalta o médico veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos da Syntec do Brasil.

“A prevenção das enfermidades causadas por parasitas externos começa pelo eficiente controle ambiental. No caso dos parasitas internos, é necessário ter em mãos potentes vermífugos. O problema é sério e precisa ser combatido”, ressalta Thales Vechiato, citando as parasitoses gastrointestinais e pulmonares como os mais importantes desafios internos e a sarna e as miíases como parasitores externas.

“Importante destacar que os parasitas podem atacar diversos órgãos dos suínos, prejudicando-os em diferentes funções e também em termos de desempenho zootécnico. A maioria dos parasitas internos encontra-se no trato gastrointestinal. Além de competir pela absorção de nutrientes, prejudicam as paredes intestinais predispondo a doenças bacterianas oportunistas. Já os parasitas externos provocam ‘irritação’ no suínos, que deixam de se alimentar ou ingerir água, além de também causar lesões cutâneas”, explica o médico veterinário.

Thales Vechiato recomenda o tratamento dos parasitas com endectocidas à base de ivermectina. Essa categoria de produtos combate parasitas internos e auxilia no controle dos externos, simultaneamente. A Syntec do Brasil oferece Synmectin, antiparasitário injetável de amplo espectro de ação, indicado para o controle e tratamento dos principais parasitas externos e internos que afetam não apenas suínos, mas também bovinos e ovinos, como os vermes gastrointestinais, vermes pulmonares, vermes redondos, ácaros e carrapatos.

“Os parasitas representam um problema de complexidade para solução, mas há medicamentos eficazes à disposição dos produtores de animais que devem ser associados a programas sanitários estratégicos para combatê-los com eficácia”, assinala Thales Vechiato.

Fonte: Assessoria
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