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DSM lança linha de núcleos e suplementos para suinocultura em Florianópolis

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A DSM (www.dsm.com) – empresa mundial baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais – é líder na produção de pré-misturas para nutrição animal, e, recentemente,lançou as linhas ROVIMIX® PIG e ROVIMIX® SUI em Florianópois,SC. As novas linhas de núcleos e suplementos para suinocultura seguem os conceitos nutricionais e técnicos dos mais diferentes ingredientes que a empresa já detém. Trata-se de uma mistura de seu portfólio para apresentar ao mercado um pacote nutricional completo e com a identidade inovadora já reconhecida da DSM.

 
Os lançamentos apresentados oferecem produtos adequados ao perfil de consumo, com foco na sustentabilidade e melhor aproveitamento das matérias-primas da nutrição animal, como milho e farelo de soja, das enzimas que otimizam o desempenho e saúde, além de vitaminas e minerais orgânicos que melhoram o metabolismo dos animais.
 
Augusto Adami, Diretor de Negócios Aves e Suínos, falou da expectativa em apresentar a nova linha de suínos, da OVN (Ótima Nutrição Vitamínica), um conceito de nutrição para os animais que gera melhores resultados na produção e diferenciação do produto final e da nova estrutura de monogástricos no Brasil. “O negócio de aves e suínos já estava consolidado dentro da DSM e nós integramos a experiente equipe de monogástricos da Tortuga para ampliar nossa capacidade de atendimento. A marca DSM será utilizada para monogástricos e a marca Tortuga representará a linha de ruminantes”, explica Adami.

 
O médico veterinário Rogério Balestrin, Gerente de Vendas Suínos da DSM, destaca que a linha de núcleos e suplementos apresentados foi desenvolvida dentro de conceitos nutricionais para atender os desafios de campo e as exigências das modernas linhas genéticas. “A DSM produtos nutricionais, empresa líder na produção de ingredientes, está focada em compreender as necessidades dos clientes. O objetivo é oferecer tranquilidade e segurança para o produtor, com soluções que representam economia com a redução da inclusão de núcleos, melhoria no equilíbrio da microbiota e suplementação que garante melhor desempenho”, explica Balestrin. 

 
Pesquisa e desenvolvimento DSM
 
Sobre a nova linha de produtos, Maurício Prata, Gerente Técnico da DSM, comenta as vantagens na produção e produto final. “Esses conceitos e produtos eram trabalhados anteriormente separados e, pela primeira vez, nós vamos poder apresentar em forma de pacote. A expectativa é que o mercado receba muito bem e compreenda o que ele tem de diferente em relação à concorrência, que são os conceitos de aplicação do OVN e de enzimas de maneira bastante técnica para obter uma saúde e uma resposta animal, inclusive com efeito no produto final que é a carne”, diz o Gerente Técnico.

 
Balestrin destaca o investimento em pesquisa para disponibilizar ao mercado um pacote nutricional completo. “A DSM detém muita informação e pesquisa sobre os ingredientes e, até então, trabalhávamos a venda desses produtos diretamente a clientes maiores. Agora, a gente vai poder acessar clientes menores e mostrar a marca da DSM para um público e segmento de mercado que até então não nos reconhecia como um fornecedor”.

 
Produtos personalizados
 
Na oportunidade Balestrin comentou sobre o desafio de assumir a posição de gerente de vendas. “Entrar no mercado e poder levar aos produtores e aos clientes esse conceito de nutrição próprio da DSM era um sonho e que agora, com a aquisição da Tortuga, se torna realidade. A empresa já vem trabalhando esse conceito de nutrição há bastante tempo, mas agora tem oportunidade de atingir e acessar o mercado de maneira mais efetiva. Estamos com uma estrutura específica de suínos e de aves e trabalhando a abrangência dos mercados e toda a estruturação do negócio”, revela.

 
DSM – Bright Science. Brighter Living.™
 
 
A Royal DSM é uma empresa holandesa com presença global, de cunho científico. Atua nos mercados de saúde, nutrição e materiais. Ao aliar suas competências únicas em Ciências da Vida e Ciências dos Materiais, a DSM contribui para a prosperidade econômica, progresso ambiental e avanços sociais, agregando valor sustentável para todos os seus públicos interessados. A DSM oferece soluções inovadoras que nutrem, protegem e melhoram o desempenho em mercados mundiais como os de alimentos e suplementos alimentares, cuidados pessoais, rações, produtos farmacêuticos, dispositivos médicos, produtos automotivos, tintas, componentes eletro-eletrônicos, salvatagem, energia alternativa e bioderivados. Os 23.500 colaboradores da DSM geram um faturamento líquido anual de cerca de €9 bilhões. As ações da companhia são negociadas na NYSE Euronext. Para outras informações, acesse www.dsm.com.

Fonte: Ass. de Imprensa DSM

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Safra de verão da soja caminha para o fim com 82% já colhida no Paraná

Produção é estimada em mais de 21 milhões de toneladas, segundo levantamento do Deral.

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Foto: Gilson Abreu/AEN

A colheita da safra de verão 2025-2026 da soja caminha para o fim, com 82% da área de 5,77 milhões de hectares já colhida, segundo a Previsão Subjetiva de Safra (PSS), divulgada na quinta-feira (26) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento. A produção estimada é de 21,88 milhões de toneladas.

No caso do milho primeira safra, o analista do Deral, Edmar Gervasio, destaca a alta produtividade. Segundo ele, é a primeira vez, em muitos anos, que o Estado registra ganho de área na primeira safra. É um ganho significativo com 25% a mais comparando com a safra anterior. Além desse ganho de área, tivemos aumento de produtividade, o que é de certa forma, um pouco anormal, pois quando aumenta a área a tendência é uma média menor de produtividade”, explica.

No caso do milho primeira safra, o analista do Deral, Edmar Gervasio, destaca a alta produtividade – Foto: Jaelson Lucas/AEN

“Se continuar assim, no final do ciclo da primeira safra devemos colher 3,8 milhões de toneladas, que significa uma produtividade média acima de 11 mil quilos por hectare. Seria a maior média da história, superando os 10,8 mil do recorde anterior”, projeta o Gervasio.

Com a proximidade dos plantios de inverno, o cenário aponta para mudanças estratégicas na ocupação do solo de outras culturas. Segundo o Deral, a cevada desponta como protagonista. Impulsionada pela forte demanda das indústrias de malte e pela excelente absorção da safra anterior, a área de cevada deve crescer 14%, saltando para 118 mil hectares em 2026. Caso a produtividade se mantenha, o Estado pode ultrapassar a marca de meio milhão de toneladas do cereal. Já o trigo deve ceder 6% de sua área, principalmente para o milho segunda safra.

Boletim Conjuntural

O Deral também divulgou nesta quinta-feira o Boletim Conjuntural, traçando um panorama de resiliência nas grandes culturas e de hegemonia absoluta na produção de proteínas animais. O boletim destaca que o setor agropecuário do Paraná encerra o mês de março consolidando marcas históricas: o Estado reafirma sua posição como a maior potência proteica do Brasil ao completar 19 anos consecutivos de liderança nacional na produção de carnes.

O desempenho de 2025, consolidado pela Pesquisa Trimestral do IBGE, projeta um 2026 de tranquilidade no topo do ranking. Na avicultura, por exemplo, o Estado deteve 34,4% do abate nacional, produzindo quase cinco milhões de toneladas em 2025. Sozinho, o Paraná abateu 2,299 bilhões de cabeças, um recorde histórico.

Suinocultura registrou o maior crescimento absoluto do País em volume de carne, com recorde de 1,226 milhão de toneladas – Foto: Shutterstock

Já a suinocultura registrou o maior crescimento absoluto do País em volume de carne, com recorde de 1,226 milhão de toneladas. O ganho de produtividade tem sido evidente: o peso médio dos animais, em 2025, subiu para 95,2 kg, representando um aumento de 3,8% (3,5 kg por animal) em relação ao ano anterior.

Também contribui de forma significativa no setor de carnes a produção de tilápia. Apesar da entrada de importações do Vietnã no mercado nacional, o Estado mantém sua força exportadora. E o setor da pecuária de leite alcançou volumes recordes com 4,3 bilhões de litros entregues, um salto de 10% na produtividade anual.

“O Paraná não apenas mantém o título de maior produtor de carnes do País por quase duas décadas, como demonstra uma capacidade de crescimento”, aponta o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho.

Fonte: AEN-PR
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Paraná responde por 13,5% da indústria brasileira de alimentos e bebidas

Estado é o segundo maior do país, reúne 3.671 empresas, 259 mil empregos diretos, forte integração com o campo e US$ 8,57 bilhões em exportações em 2025.

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Fotos: Jonathan Campos/AEN

A indústria brasileira de alimentos e bebidas movimentou R$ 1,388 trilhão em 2025. A Região Sul respondeu por R$ 377,1 bilhões desse total, enquanto o Paraná alcançou R$ 187,3 bilhões, o equivalente a 13,5% de toda a produção nacional e praticamente metade do desempenho regional. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos.

Com esse resultado, o Paraná encerrou o ano como a segunda maior indústria de alimentos do país, atrás apenas de São Paulo. A base produtiva instalada no estado reúne 3.671 empresas, dentro de um universo de 10.462 na Região Sul e 41.663 no Brasil.

O PIB setorial da indústria de alimentos e bebidas somou R$ 12,735 bilhões no país. Desse montante, R$ 2,119 bilhões estão concentrados na Região Sul e R$ 778,6 milhões no Paraná, evidenciando a densidade econômica da cadeia no estado.

A geração de empregos diretos alcançou 2.125.602 postos no Brasil, sendo 590.974 no Sul e 259.602 no Paraná. Quando considerados os empregos indiretos, o impacto sobe para 8.502.408 vagas no país, 2.363.896 na Região Sul e 1.038.408 no Paraná. Considerando toda a cadeia produtiva, a indústria de alimentos responde por mais de 1,29 milhão de empregos diretos e indiretos no estado, com forte presença no interior.

Para o presidente executivo da ABIA, João Dornellas, o desempenho está associado ao perfil produtivo do estado. “O Paraná reúne uma indústria moderna e altamente integrada ao campo, com forte presença de cooperativas e empresas que agregam valor à produção agropecuária. Esse modelo fortalece a geração de empregos, amplia a renda no interior e contribui para o abastecimento regular de alimentos no país”, afirma.

A ligação entre indústria e campo aparece de forma objetiva nos números. Em 2025, 70,2% da matéria-prima utilizada pela indústria paranaense veio diretamente da produção agropecuária local. O índice é superior ao da Região Sul, de 71,7%, e bem acima da média brasileira, de 62%. Esse elo sustenta atividades em transporte, embalagens, tecnologia e logística, ampliando os efeitos econômicos da cadeia.

No cenário de preços, a inflação de alimentos manteve trajetória inferior à inflação geral. No Brasil, o IPCA fechou o ano com alta de 4,26%, enquanto os alimentos subiram 2,95%. Na Região Metropolitana de Curitiba, área pesquisada pelo IBGE no estado, o índice geral avançou 3,84% e os alimentos 3,03%, refletindo ganhos de eficiência produtiva e aumento de oferta ao longo da cadeia.

O desempenho também se refletiu no comércio exterior. O Brasil exportou US$ 66,732 bilhões em alimentos e bebidas em 2025. A Região Sul respondeu por US$ 18,580 bilhões e o Paraná por US$ 8,570 bilhões, reforçando a presença internacional da indústria instalada no estado e o papel da agroindústria na agregação de valor à produção do campo.

Fonte: O Presente Rural com ABIA
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ABPA abre inscrições para prêmio de pesquisa aplicada durante o SIAVS 2026

Reconhecimento valoriza estudos com impacto prático na avicultura e suinocultura e prevê experiência internacional aos vencedores.

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Foto: Alf Ribeiro

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, reconhecimento científico que a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) promoverá durante o SIAVS 2026 – Salão Internacional de Proteína Animal, maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa contempla duas distinções, voltadas à valorização de pesquisas com efetiva aplicabilidade prática para a cadeia produtiva da proteína animal:

  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – Grandes Áreas, destinado a trabalhos científicos com impacto nas áreas de produção, manejo e ambiência; nutrição; tecnologia e processos; sanidade; sustentabilidade; e saúde pública.
  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – RAM (Resistência aos Antimicrobianos), voltado exclusivamente a estudos que abordem estratégias, ferramentas, indicadores e práticas relacionadas ao uso responsável de antimicrobianos e ao enfrentamento da resistência microbiana na produção animal, tema estratégico para o setor e alinhado aos princípios internacionais de One Health – no âmbito da  campanha “Uso Consciente, Futuro Responsável”, mantida pela ABPA.

O objetivo do Mérito é estimular pesquisas que extrapolem o ambiente acadêmico e apresentem aplicabilidade concreta, contribuindo para ganhos de eficiência, segurança sanitária, sustentabilidade e competitividade internacional da avicultura e da suinocultura brasileiras.

Os trabalhos inscritos serão avaliados por comissão julgadora composta por especialistas com reconhecida atuação técnica e acadêmica. Entre os critérios considerados estão:

  • Relevância estratégica para o setor
  • Grau de inovação
  • Consistência metodológica
  • Aplicabilidade prática
  • Potencial de impacto na cadeia produtiva

Após a etapa de avaliação, os trabalhos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do SIAVS, ampliando sua visibilidade junto a empresários, pesquisadores, autoridades sanitárias e representantes nacionais e internacionais.

Como forma de reconhecimento, o primeiro autor do trabalho vencedor em cada uma das duas distinções participará, com apoio da organização, de uma experiência internacional em uma das principais feiras globais de alimentos, podendo escolher entre a SIAL Paris 2026, em Paris, ou a Gulfood 2027, em Dubai. A iniciativa proporciona imersão no ambiente internacional de negócios e inovação, fortalecendo a formação estratégica dos pesquisadores.

As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no site oficial do evento, onde também constam regulamento completo, prazos, formato de submissão e demais informações, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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