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Dow AgroSciences patrocina Fórum Nacional e XI Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale
Encontros reunirão os principais especialistas do setor para discutir estratégias relevantes para produção do cereal no Brasil
A Dow AgroSciences é patrocinadora da XI Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale e do Fórum Nacional de Trigo – eventos que serão realizados na sede da Coodetec, em Cascavel (PR), entre os dias 25 e 27 de julho.
Promovido anualmente pela Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale, os encontros têm como principal objetivo estabelecer estratégias para o cultivo da commodity em todo o Brasil. A programação inclui palestras sobre a Inovação Tecnológica na Cultura de Trigo, além de painéis com diversos especialistas e discussões para alinhamento de recomendações de manejo.
“A XI Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e o Fórum Nacional permitem que toda a cadeia produtiva esteja unida para discutir tecnologias e estratégias voltadas para a cultura do Trigo. A companhia vê com muito entusiasmo o fomento à discussões e análises do tema, junto aos principais especialistas do setor e conhecedores de uma cultura tão importante”, destaca Marcus Fiorini, Líder de Marketing para Grandes Culturas na Dow AgroSciences.
Durante o evento, os participantes também terão acesso a informações técnicas sobre Tricea, herbicida pós-emergente para a cultura do trigo que promove alto controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. “O Tricea apresenta um excelente controle das principais plantas daninhas no trigo, além de um efeito residual no solo. Como consequência, a lavoura desenvolve-se de forma mais consistente e com ganhos de produtividade”, defende Fiorini.
Entre as principais plantas daninhas que atingem a cultura do trigo e são controladas por Tricea, estão o Azevém, aveia branca e aveia preta, nabo e cipó de veado. Soma-se ainda o controle da soja voluntária.
Aqueles que estiverem no evento também poderão conhecer o portfólio completo da Dow AgroSciences para a cultura do trigo, como os herbicidas Glizmax® Prime, DMA® 806 BR, que são essenciais para o manejo de resistência com mecanismo de ação diferenciado. Os fungicidas Primo® e Dithane® NT, que fazem o controle de forma preventiva de doenças como mancha bronzeada e ferrugem, garantindo mais proteção contra lavagens de chuva. E os inseticidas Eforia, Lorsban® 480 BR e Interprid® 240 SC, que tem amplo espetro de ação controlando as pragas sugadoras e algumas mastigadoras.
Fonte: Ass. de Imprensa Dow AgroSciences

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
