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Dow AgroSciences destaca as inovações de POWERCORE™ na 26ª Show Rural Coopavel

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A Dow AgroSciences destaca na 26º Show Rural Coopavel, que acontece de 03 a 07 de fevereiro, a tecnologia POWERCORETM, primeiro evento em milho com cinco genes estaqueados aprovado no Brasil contra as principais pragas e plantas daninhas desta cultura.
Tecnologia inovadora para o controle das principais pragas do milho, POWERCORETM  foi lançado em 2012 com um período de desenvolvimento de aproximadamente oito anos. Proporciona um aumento na produtividade das lavouras de milho entre 5% e 10%, dependendo do nível tecnológico da lavoura e condições climáticas.
Durante o evento, os visitantes poderão conhecer todo portifólio de híbridos da marca, já com a nova tecnologia incorporada, bem como os benefícios do tratamento de sementes industrial, com inseticidas e fungicidas. Para Aldenir Sgarbossa, líder de marketing para sementes de milho da Dow AgroSciences, este é um momento importante tanto para a companhia quanto para o produtor rural. “O sul do país é muito representativo e estratégico para a companhia e, um evento como a Show Rural Coopavel, aproxima o agricultor das soluções para as demandas da sua região”. 
Com desempenho bem avaliado nos ensaios realizados, as novidades no portifólio de híbridos da marca são o 2B810PW e o 2B610PW.
Em defensivos agrícolas, a Dow AgroSciences destaca o “Soy Solution”, um pacote de soluções com amplo portifólio de produtos para atender as necessidades do agricultor brasileiro. Destaque para o manejo de resistência de ervas daninhas com produtos como DMA, Prestige e Spider.  Para o controle da Helicoverpa, praga que tem atingido um grande número de lavouras, a Dow AgroSciences oferece o defensivo Tracer, com reconhecida efetividade de controle, além de outros Inseticidas como o Intrepid para o controle do complexo de lagartas na cultura da Soja.
 
Deriva de defensivos: Simulação interativa
 
Um dos destaques da 26º Show Rural Coopavel é o espaço destinado ao compartilhamento de informações relacionadas ao uso correto e seguro dos defensivos agrícolas.
 
Entre os pontos de conscientização está a deriva de defensivos agrícolas, que pode afetar culturas sensíveis que estejam próximas da área de aplicação. A eliminação do problema é uma das questões mais trabalhadas pela Dow AgroSciences em seus programas de aplicação responsável.
Em parceria com a UNESP (Universidade Estadual de São Paulo), Dow AgroSciences desenvolveu um equipamento que simula condições reais de vento e tamanhos de gota das aplicações, permitindo ainda a visualização real do efeito do uso de cada tipo de tecnologia (ponta e pressão de trabalho), de acordo com a velocidade do vento no momento da aplicação. 
Conhecido como “simulador de deriva”, o equipamento é usado em todas as aulas práticas dos programas de aplicação responsável promovidos pela Dow AgroSciences e estará disponível no stand do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR PR durante a 26ª Show Rural Coopavel. Além do simulador, vídeos, jogos interativos e tablets integram a conectividade da plataforma de conhecimento desenvolvida especialmente para o evento. 
 Sobre a Dow AgroSciences
A Dow AgroSciences, com sede em Indianápolis, Indiana, nos Estados Unidos, desenvolve soluções inovadoras para a proteção de cultivos e biotecnologia de plantas para atender aos desafios de um mundo em crescimento. A Dow AgroSciences é uma subsidiária em caráter integral da The Dow Chemical Company e obteve um volume de vendas global de US$ 6,4 bilhões em 2012. 

Fonte: Ass. Imprensa da Dow

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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