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Dor em pets: tutores precisam ficar de olho na rotina do animal

Comportamento do bichinho pode dar sinais de que ele está sentindo algum incômodo

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Atenção à rotina de um pet é muito importante para garantir o cuidado e a prevenção de doenças nos bichinhos. Assim como abanar o rabo, quando está feliz, ou subir em móveis para explorar o local, os pets também dão sinais sutis quando estão sentindo algum desconforto.

Segundo o médico-veterinário Alexandre Merlo, Gerente Técnico de Animais de Companhia da Zoetis, “a dor compromete a qualidade de vida do animal. Ela possui um componente emocional que vai afetar o comportamento rotineiro do pet, por isso, para identificar se o bichinho está com dor, é preciso um olhar mais aprofundado do tutor”.

Tanto para cães quanto para gatos, os sinais também estão relacionados com a forma como o pet age normalmente no seu ambiente de convívio. “É importante frisar que a questão da idade pode ser levada em consideração, mas não deve ser usada como justificativa para uma aparente apatia do animal, por exemplo. Por isso o tutor deve estar sempre alerta”, observa Merlo.

Confira alguns sinais que podem indicar a presença de dor no pet:

  • O animal fica quieto e triste durante muito tempo – sintomas que podem ser apontados como consequência da idade, que nem sempre é a justificativa acertada.
  • O animal não sobe mais no sofá, como era seu costume.
  • O pet fica empacado ao passear na rua.
  • O animal não apresenta mais comportamentos rotineiros, como fazer festa ou subir no colo dos tutores.
  • O pet tem receio de pular ao entrar ou sair do carro e dificuldade para subir e descer escadas.

Embora muitas vezes de forma sutil, é natural que os pets deem sinais de que algo não vai bem, portanto conhecer bem o animal e sua rotina é fundamental na percepção de qualquer mudança em seu comportamento. Ao perceber qualquer sintoma fora do normal, a recomendação é procurar um médico-veterinário.

Fonte: Assessoria
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Pet

 Brasil ganha posição e passa a 6º mercado pet do mundo

Crescimento de 27% no faturamento em um ano fez o país subir no ranking mundial do setor de animais de estimação, aponta levantamento do Instituto Pet Brasil.

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O faturamento do mercado pet brasileiro não para de crescer e fechou o ano de 2021 na sexta posição no ranking mundial, uma acima do levantamento feito em 2020. Os dados do Instituto Pet Brasil (IPB) mostram que o segmento faturou R$ 51,7 bilhões no ano passado – o equivalente a 4,5% de participação no mercado mundial de animais domésticos, que ficou em aproximadamente R$ 667 bilhões.

Os Estados Unidos dominam o mercado mundial com praticamente metade do faturamento: 44,8%. A China vem em segundo, seguida, na sequência, de Alemanha, Reino Unido e Japão. Entre 2020 e 2021, o Brasil ganhou a posição da França.

O Brasil chegou a ocupar a terceira posição no ranking em 2018, caindo para quarto em 2019 e em sétimo em 2020 – um dos principais motivos foi a alta do dólar. Nos últimos dois anos, porém, o faturamento do mercado pet brasileiro disparou 42,5%: entre 2019 e 2020, cresceu de R$ 35,3 bilhões para R$ 40,9 bilhões (15,5%); e de 2020 para 2021 chegou aos R$ 51,7 bilhões (27%).

“Os números mostram a força do setor pet brasileiro mesmo diante de um momento crítico da economia global”, afirma Nelo Marraccini, presidente do Conselho Consultivo do IPB. “O brasileiro pôde contar com a companhia de seu animal de estimação quando precisou ficar em casa. E retribuiu esse carinho mantendo os cuidados com seu pet graças à amplitude, capilaridade e criatividade da rede varejista do setor.”

Projeção internacional

Levantamento recente do Instituto Pet Brasil aponta que o crescimento do setor não deve parar por aí. O faturamento do mercado pet no primeiro trimestre deste ano cresceu mais 14%, alcançando R$ 58,9 bilhões.

“O Brasil é visto e reconhecido como um grande player no mercado internacional pet. Para amplificar esse destaque, o Instituto Pet Brasil tem projetos para ajudar empresas do setor interessadas em expandir suas fronteiras, seja por meio de capacitação técnica, rodadas de negócios ou participação em feiras de negócios”, diz Marraccini.

Fonte: Assessoria
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Pet Animais de estimação

Viagens internacionais com pets aumentam nos meses de férias, saiba qual a documentação necessária

Para viajar com cães e gatos internacionalmente, é necessário que eles tenham um documento que ateste seus históricos de saúde, bem como o atendimento às exigências sanitárias do país de destino.

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Por causa das férias escolares e do aumento das viagens nesse período, o número de solicitações de emissão de documentos para viajar ao exterior com animais de estimação costuma ter um acréscimo de cerca de 70% nos meses de julho em relação aos períodos de baixa temporada. Para viajar com cães e gatos internacionalmente, é necessário que eles tenham um documento que ateste seus históricos de saúde, bem como o atendimento às exigências sanitárias do país de destino.

No Brasil, os documentos utilizados para essa finalidade são o Certificado Veterinário Internacional (CVI) e o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos. Ambos são expedidos por Auditores Fiscais Federais Agropecuários das unidades de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), vinculadas à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo o Vigiagro, são emitidos anualmente mais de 10 mil CVIs, e a quantidade aumenta bastante nos meses de férias.

A principal diferença entre o CVI e o Passaporte é que esse último pode ser usado para várias viagens durante toda a vida do animal, enquanto o CVI deve ser emitido a cada viagem que o animal for realizar. Com o Passaporte, as informações sanitárias são apenas legalizadas pelos AFFA na ocasião da viagem.

Os países mais procurados pelos tutores brasileiros quando eles buscam o CVI são Portugal (70%), Alemanha, Espanha, França, Itália e Panamá. Já os países que mais utilizam o certificado para entrar no Brasil são os Estados Unidos, Portugal, Alemanha, Canadá, Itália, Argentina e Bolívia.

Cada país tem uma legislação diferente para receber animais em seu território. Isso porque os animais podem levar doenças, inclusive zoonoses que já são controladas ou até mesmo erradicadas em uma determinada localidade.

Conheça os procedimentos necessários para cada tipo de documentação:

CVI – Certificado Veterinário Internacional

Para retirar o CVI, é necessário agendamento junto ao Vigiagro, para a apresentação da documentação necessária em sua cidade. Os documentos necessários para retirar o CVI de cães e gatos em traslado são:

  • carteira de vacinação, com a vacina para raiva dentro da validade e comprovação da sorologia para essa doença;
  • microchipagem do animal;
  • atestado de clínica veterinária, emitido por médico-veterinário na semana em que será realizada a viagem, contendo informações sobre condições do animal e confirmação que ele está apto a viajar.

Atualmente, o Ministério da Agricultura já disponibiliza a emissão do CVI para trânsito internacional de cães e gatos para 11 países de forma eletrônica. É possível solicitar o Certificado por meio do Portal GOV.br.

Passaporte Cães e Gatos

O passaporte animal é um documento opcional para gatos e cachorros terem o direito de viajar tanto em território nacional, quanto internacional. No caso do Brasil, além de ser gratuita, a emissão do passaporte não é obrigatória para sair do país, independentemente do seu destino.

Contudo, não são todos os países que aceitam o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos do Brasil. Atualmente, os que aceitam esse documento são os membros do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela), juntamente com Brunei, Colômbia, Gâmbia e Taiwan.

A emissão do passaporte animal é feita pelo Vigiagro. O prazo de emissão é de 30 dias úteis a partir do momento da apresentação do requerimento à unidade do Mapa. Porém, para concessão do Passaporte é obrigatório que o animal tenha a identificação eletrônica (microchip), que é lido para a emissão do passaporte antes do embarque do animal nas viagens internacionais e no desembarque dos animais no Brasil.

Fonte: Mapa
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Pet Projeto de Lei 1293/2021

Para Abinpet, “PL do Autocontrole” pode modernizar cadeia agropecuária com maior responsabilidade dos fabricantes de insumos

Expectativa é que as mudanças sugeridas pelo Projeto de Lei aumentem a capacidade de resposta do Estado frente às necessidades do agronegócio do Brasil, um dos mais vibrantes do mundo.

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A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) apoia o Projeto de Lei 1293/2021 – conhecido como o PL do Autocontrole, que tem como objetivo agilizar a produção e utilização de insumos agropecuários.

Entre os pontos estabelecidos pelo texto enviado ao parlamento pelo Poder Executivo, estão o estabelecimento da obrigatoriedade de adoção de programas de autocontrole pelos agentes regulados pela legislação da defesa agropecuária; a instituição do Programa de Incentivo à Conformidade em Defesa Agropecuária para tratar da organização e dos procedimentos aplicados pela defesa agropecuária e a modernização das regras de controle sanitário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“A indústria de produtos para animais de estimação concorda com a ideia de que é necessário atualizar a legislação sanitária para oferecer mais autonomia aos fabricantes de insumos, pois essa transformação também irá impor maior responsabilização aos produtores de insumos e produtos agropecuários”, comenta o presidente executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França.

A expectativa é que as mudanças sugeridas pelo Projeto de Lei aumentem a capacidade de resposta do Estado frente às necessidades do agronegócio do Brasil, um dos mais vibrantes do mundo. Especificamente no caso do setor pet, uma maior agilidade na produção e circulação de insumos agrícolas pode baratear o preço para o consumidor final. Atualmente, a cada R$ 1 gasto pelas famílias em produtos pet, cerca de R$ 0,50 são compostos por impostos.

Articulação política

A Abinpet também tem feito outros esforços junto a outros atores do setor agro para viabilizar maior agilidade e investimentos na cadeia de produção e logística. Atualmente, a entidade faz parte do Fórum ProBrasil, que inclui a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (ABIPESCA), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), Sindicato da Indústria de Alimentação Animal (Sindiraões) e União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio).

Fonte: Assessoria
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