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Dólar alto e baixa oferta interna mantêm preços do trigo elevados

Os preços domésticos do trigo estão em alta

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Arquivo/OP Rural

Os preços domésticos do trigo estão em alta. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é resultado da combinação do alto patamar do dólar – que fechou a R$ 5,139 na segunda-feira (23) com valorização de 2,17% em uma semana – e da baixa disponibilidade interna do cereal.

Alguns moinhos, especialmente do Paraná e de São Paulo, estão com necessidade de adquirir novos lotes no curto prazo, mas as ofertas estão escassas. Há vendedor, inclusive, indicando não ter mais lotes para ofertar.

Quanto ao cenário externo, compradores brasileiros que têm contratos com fornecedores argentinos estão receosos quanto ao período de recebimento do produto já contratado, uma vez que o país vizinho deve restringir algumas atividades portuárias nos próximos dias, devido ao avanço nos casos de covid-19.

Fonte: Cepea
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Semeio da nova safra de trigo segue avançando no Brasil

Se o clima favorecer, a área nacional deve crescer frente à de 2019

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Arquivo/OP Rural

As atividades de semeio da nova temporada de trigo continuam avançando no Brasil. Se o clima favorecer, a área nacional deve crescer frente à de 2019, porque produtores estão estimulados pela demanda aquecida e pelo câmbio, que eleva a paridade de importação.

Quanto ao mercado doméstico, segundo colaboradores do Cepea, segue operando com volume restrito, e os valores estão firmes. Para os derivados, de 18 a 22 de maio, no comparativo com a média da semana anterior, as cotações de todas as farinhas subiram. Em relação aos farelos, colaboradores do Cepea apontam que a demanda continua alta, devido à procura para ração animal.

Fonte: Cepea
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Brasil exportará carne bovina e miúdos para Tailândia

País asiático abriu mercado e aprovou a importação dos produtos de cinco frigoríficos brasileiros

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Arquivo/OP Rural

A Tailândia comunicou que abriu seu mercado para carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino do Brasil. Cinco estabelecimentos frigoríficos foram aprovados, pelo país asiático, a exportar. As plantas frigoríficas estão localizadas nos estados do Pará, de Rondônia, Goiás, de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

“Mais uma boa notícia para o agro brasileiro”, comemorou a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que na semana passada, já havia anunciado a abertura do mercado da Tailândia para os lácteos. Desde janeiro de 2019, mais de 60 mercados externos já foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros. “Mais de 700 habilitações já foram feitas para os produtos do nosso agro brasileiro”, acrescentou a ministra.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Orlando Leite, ressalta que a abertura desse mercado de carne bovina e derivados tem potencial de US$ 100 milhões nos próximos anos.

O processo de negociação teve início em 2015 com intensas conversas entre o Mapa e o Departamento de Desenvolvimento da Pecuária e o Ministério da Agricultura e Cooperativas do país do sudeste asiático. Recentemente, o secretário adjunto Flavio Bettarello esteve, por duas ocasiões, naquele país com as autoridades da área agropecuária.

Em 2019, a Tailândia importou de todo o mundo cerca de US$ 90 milhões em carne bovina. A Austrália participou da metade desse valor. Austrália e Tailândia têm um acordo de livre-comércio (em conjunto com a Nova Zelândia e os demais países da Asena – grupo de países que a Tailândia faz parte) que isenta as tarifas para as exportações australianas desde o início de 2020 (50% para carne bovina em geral e 30% para miúdos de bovino).

Abertura de mercados

De janeiro de 2019 até agora, o Brasil já conquistou a abertura de mais de 60 mercados para produtos agropecuários. Entre os produtos para exportação estão castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil ( castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético avícola para diversos países.

As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).

Fonte: MAPA
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Exportação de soja do Brasil alcança 12,2 mi t no mês e já supera maio de 2019

País está escoando uma safra recorde da oleaginosa e tem contado com uma demanda firme da China

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Divulgação

A exportação de soja do Brasil até a terceira semana de maio (15 dias úteis) somou 12,2 milhões de toneladas e já superou o volume embarcado em todo o mesmo mês de 2019 (10 milhões t), de acordo com dados publicados na segunda-feira (25) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O país, que é o maior produtor e exportador do grão, está escoando uma safra recorde da oleaginosa e tem contado com uma demanda firme da China, assim como um câmbio favorável aos embarques, o que também auxilia as exportações de açúcar.

As exportações do adoçante acumularam 2,15 milhões de toneladas até a terceira semana deste mês, ante 1,51 milhão de toneladas embarcadas nos 22 dias úteis de maio de 2019.

Em meio a uma safra com mix de produção mais voltado para a fabricação de açúcar e com os efeitos das medidas de isolamento pressionando a demanda por etanol, a indústria do setor espera avanço nos embarques à China após redução na tarifa de importação do país.

As vendas externas de café verde atingiram 2,83 milhões de sacas de 60 quilos nas três primeiras semanas de maio. No mesmo mês do ao passado, o volume total embarcado foi de 3,28 milhões de sacas. Em maio deste ano, a média diária de embarques está 26,6% mais elevada.

Na área de proteína animal, as exportações de carne bovina in natura alcançaram 114 mil toneladas até a terceira semana de maio, com média diária 35,5% maior na variação anual também impulsionada pela demanda chinesa. A China importou 160 mil toneladas de carne bovina em abril, no mundo, alta de 28% na comparação anual. Nos primeiros quatro meses do ano, as importações da proteína bovina cresceram em 54%, para 680 mil toneladas, segundo dados alfandegários do país.

Já na indústria extrativista, os embarques de minério de ferro do Brasil somaram 15 milhões de toneladas no período avaliado pela Secex, queda de 26% na média diária de embarques.

As exportações de petróleo, no entanto, também superaram o volume total embarcado em maio do ano passado. Até a terceira semana deste mês, foram exportadas 6,4 milhões de toneladas, ante as 4,83 milhões de toneladas embarcadas nos 22 dias úteis de maio do ano anterior.

Fonte: Reuters
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