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Dois candidatos disputam eleições na Associação Brasileira de Girolando

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A eleição para a escolha do futuro presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando para o triênio 2014/2016 contará com dois candidatos. O prazo para inscrição das chapas terminou no dia 20 de setembro. O pecuarista Eugênio Deliberato Filho, atual 2º diretor financeiro da associação, é o candidato indicado pela diretoria. O pecuarista Jônadan Hsuan Min Ma, atual 3º vice-presidente da entidade, concorre pela chapa Renovação.  
Os associados poderão votar de duas formas: por correspondência (até 30 dias antes da data da eleição e válido se recebido até o dia do pleito); ou pessoalmente na sede da Girolando, no dia 3 de dezembro de 2013. As cédulas de votação serão enviadas aos associados via Correios, em tempo hábil para a eleição. Conforme determina o Estatuto, o presidente eleito da associação também presidirá o Instituto Brasileiro Científico-Cultural Girolando – IBCG.
Confira os integrantes das duas chapas inscritas:
PRESIDENTE: EUGÊNIO DELIBERATO FILHO
1º VICE-PRESIDENTE: FERNANDO ANTÔNIO BRASILEIRO MIRANDA
2º VICE-PRESIDENTE: RAFAEL TADEU SIMÕES
3º VICE-PRESIDENTE: BERNARDO GARCIA DE ARAUJO JORGE
4º VICE-PRESIDENTE: MÁRCIO MORAES SAMPAIO
1º DIRETOR-ADMINISTRATIVO: MILTON DE ALMEIDA MAGALHÃES JÚNIOR
2º DIRETOR-ADMINISTRATIVO: ADOLFO JOSÉ LEITE NUNES
1º DIRETOR-FINANCEIRO: MARIA INEZ CRUVINEL REZENDE
2º DIRETOR-FINANCEIRO: JOSÉ ALBERTO PAIFFER MENK
RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E COMERCIAIS: RODRIGO JOSÉ GONÇALVES MONTEIRO
CONSELHO FISCAL: ARMANDO EDUARDO DE L. MENGE
EDUARDO JORGE MILAGRE
EVERTON GONÇALVES BORGES
SUPLENTES CONSELHO FISCAL: FERNANDO ANTÕNIO DE MACEDO
JOSÉ CARLOS DA MATA
WINSTON FREDERICO ALMEIDA DRUMOND
CONSELHO CONSULTIVO: ANTÔNIO JOSÉ JUNQUEIRA VILELA
GERALDO ANTÔNIO DE OLIVEIRA MARQUES
IVAN ADHEMAR DE CARVALHO FILHO
JOSÉ COELHO VITOR
RANGEL GONTIJO DE QUEIROZ
SUPLENTES CONSELHO CONSULTIVO: CARLOS ALBERTO DA SILVA
CRISTIANO OLIVEIRA CANHA
LUÍZ JOSÉ MARRICHI BIAZZO
MARTA DE AZEVEDO BERNARDES
RODRIGO SANT’ANNA ALVIM
CONSELHO DE REPRESENTANTES ESTADUAIS:
AL – PAULO EMÍLIO RODRIGUES DO AMARAL
AM – RAIMUNDO ROBERTO NEVES MODESTO
AM – RONALDO DE BRITO LEITE
BA – ANTÔNIO GONÇALVES MOREIRA
BA – GILBERTO FRANCISCO RAMOS FILHO
BA – LUIZ CARLOS FERNANDES GUEDES
BA – PERIVALDO MACHADO DE VASCONCELOS
CE – FERNANDO RODRIGUES FERREIRA
CE – JORGE LUÍS PEREIRA DE SOUZA
DF – DILSON CORDEIRO DE MENEZES
DF – EROTIDES ALVES DE CASTRO
DF – GABRIEL MARINHO VILLA VERDE DE CARVALHO
ES – WESLEY DE OLIVEIRA LOUZADA BERNARDO
MA – JOSÉ DE JESUS REIS ATAÍDE (REP)
MA – JOSÉ EGÍDIO QUINTAL
MA – BRUNO CAVALCANTE BRITTO
MG – ADAUTO AUGUSTO N. FEITOSA
MG – ÁLVARO LUIZ CARVALHO OLIVEIRA
MG – ALVIMAR FERREIRA BARBOSA JÚNIOR
MG – ANNA MARIA BORGES CUNHA CAMPOS
MG – DÉLCIO VIEIRA TANNUS
MG – EDSON ANGOTI
MG – EDUARDO COSTA SIMÕES
MG – EURÍPEDES JOSÉ DA SILVA
MG – FAUSTO MIGLIO NETO
MG – FRANCISCO RAFAEL GONÇALVES
MG – FREDERICO DE TOLEDO SORDO
MG – HELOÍSA HELENA J. DOS SANTOS
MG – JAIR ALVES CAMARGOS/JOSÉ ALVES CAMARGOS
MG – JOSÉ EUTÁQUIO BERNARDINO DE SENA (REP)
MG – MOACIR INÁCIO DA COSTA
MG – PAULO ROBERTO FALCÃO LEAL
MG – POLLYANNA MARQUES VIEIRA
MG – SILVIO SARAIVA SAMPAIO
MG – VALDEIR JOSÉ FARIAS
MS – RUBENS BELCHIOR DA CUNHA
MT – GETÚLIO VILELA DE FIGUEIREDO
PA – ÁLVARO CALILO KZAN FILHO
PA – JORDAN TIMO CARVALHO
PB – ANTÔNIO DIMAS CABRAL
PB – YVON LUIZ BARRETO RABELO
PE – CRISTIANO NÓBREGA MALTA
PE – ERIBERTO DE QUEIROZ MARQUES
PE – GERSON BARRETO DE MIRANDA
PR – ANTÔNIO FRANCISCO CHAVES NETO
PR – JOÃO SALA
PR – JOSÉ HILTON PRATA RIBEIRO
PR – NELSON JESUS SABOIA RIBAS
RN – ANTÔNIO FERNANDES SOBRINHO
RN – MANOEL MONTENEGRO NETO
RN – RICARDO JOSÉ RORIZ DA ROCHA
RN – RICARTE PROCÓPIO DE LUCENA
RJ – CLÁUDIO SOBRAL DE CAIADO CASTRO
RJ – HERBERT SIQUEIRA DA SILVA
RJ – JAIME CARVALHO DE OLIVEIRA
RJ – JANDIRA ALVES DE SOUZA
RJ – JOSÉ ARLEY LIMA COSTA
RJ – LUCIANO FERREIRA GUIMARÃES
RJ – OTTO DE SOUZA MARQUES JR.
RJ – RUBENS FONSECA SANTOS
RO – JOSÉ VIDAL HILGERT
RO – LAZARO FERNANDES DE ALMEIDA
RO – OTAYR COSTA FILHO
SE – EDUARDO SILVEIRA SOBRAL
SE – LAFAYETTE FRANCO SOBRAL
SP – ANTÔNIO MOACIR ROSSI
SP – EDUARDO FALCÃO DE CARVALHO
SP – FÁBIO JOSÉ BIAZON DIAS
SP – FIORAVANTE IAZZETTI GRANDO
SP – JOSÉ FERNANDO DE PAIVA NUNES
SP – MARCOS JOSÉ DE PAIVA
SP – MARCOS RONALDO GASPAR
SP – NELSON MANCINI NICOLAU
SP – PEDRO LUIZ DIAS
SP – VICTOR MEIRELLES DE AZEVEDO
TO – ELI JOSÉ ARAÚJO
 
Chapa Renovação
PRESIDENTE: JÔNADAN HSUAN MIN MA
1º VICE-PRESIDENTE: MAGNÓLIA MARTINS CARVALHO
2º VICE-PRESIDENTE: NELSON ARIZA
3º VICE-PRESIDENTE: JOÃO DOMINGOS GOMES DOS SANTOS
4º VICE-PRESIDENTE: OLAVO DE RESENDE BARROS JÚNIOR
1º DIRETOR-ADMINISTRATIVO: JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA CLEMENTE
2º DIRETOR-ADMINISTRATIVO: JORGE LUIZ MENDONÇA SAMPAIO
1º DIRETOR-FINANCEIRO: LUIZ CARLOS RODRIGUES
2º DIRETOR-FINANCEIRO: ODILON DE REZENDE BARBOSA FILHO
RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E COMERCIAIS: RONAN RINALDI DE SOUZA SALGUEIRO
CONSELHO FISCAL THIAGO BIANCHI SILVEIRA
ALEXANDRE HONORATO
RICARDO MIZIARA JREIGE
SUPLENTES CONSELHO FISCAL AFONSO CELSO DE RESENDE
EIRE ÊNIO DE FREITAS
ROBERTO ALMEIDA OLIVEIRA
CONSELHO CONSULTIVO EVERARDO LEONEL HOSTALÁCIO
RENATO CUNHA OLIVEIRA
JOSÉ GERALDO VAZ ALMEIDA
ROBERTO ANTÔNIO PINTO DE MELO CARVALHO
MARCELO MACHADO BORGES
SUPLENTES CONSELHO CONSULTIVO AURORA TREFZGER CINATO REAL
SILVÍO DE CASTRO CUNHA JÚNIOR
LEONARDO XAVIER GONÇALVES
JOSÉ RICARDO FIUZA HORTA
GUILHERME MARQUEZ DE RESENDE
CONSELHO DE REPRESENTANTES ESTADUAIS:
AL – DOMICIO JOSÉ GREGORIO A. SILVA
AL – MARCOS RAMOS COSTA
BA – ÂNGELO LUCCIOLA NETO
BA – LUIZ HAGE REBOUÇAS (REP)
BA – VALDEMIR ACÁCIO OSÓRIO (REP)
CE – FRANCISCO TEÓGENES SABINO
DF – CÉZAR MENDES
DF – GERALDO DE CARVALHO BORGES
DF – RÚBIO FERNAL FERREIRA E SOUZA
DF – WALTER ALVES DE QUEIROZ
ES – ELIMÁRIO PERTERLE FIÓRIO
ES – ÉLIO VIRGÍNIO PIMENTEL
GO – ITAMIR ANTÔNIO FERNANDES VALE
GO – LUIZ FERNANDO DELLA CORTE
GO – THIAGO ARAUJO DIAS DA COSTA
MG – ÂNGELO ANDRÉ FERNANDES JÚNIOR
MG – BRENO BARBOSA COSTA
MG – EMÍLIO AFONSO FRANÇA FONTOURA
MG – FABIANO RODRIGUES LOPES
MG – FABRÍCIO SIQUEIRA
MG – FERNANDO PERES NUNES
MG – GUSTAVO FREDERICO BURGER AGUIAR
MG – HORÁCIO MOREIRA DIAS
MG – JOÃO MACHADO PRATA JÚNIOR
MG – JORGE PAPAZOGLU
MG – JOSÉ AFONSO MOTA RONZANI
MG – LUCIANO GOUVEIA FILGUEIRAS
MG – LUIZ FERNANDO REIS
MG – LUIZ PAULO LEVATE
MG – MÁRCIO LUIZ MENDONÇA ALVIM
MG – MARIA CRISTINA ALVES GARCIA
MG – MINORO HÉLIO MAURÍCIO YAMAMOTO JÚNIOR
MG – PAULO HENRIQUE MACHADO PORTO
MG – PAULO MELO SALOMÃO GONÇALVES
MG – PAULO ROBERTO ANDRADE CUNHA
MG – PLÁCIDO BORGES CAMPOS
MG – RODRIGO RIBEIRO INÁCIO
MS – ADÃO PAES SANDIM
MS – ANÍSIO MANOEL DA SILVA
MS – NILO ALVES FERRAS
MT – AYLON NEVES (REP)
MT – JOÃO NILSON PINTO DE BARROS
MT – LUCIANO LACERDA NUNES
PA – JOSÉ LUIZ DANTAS
PE – ALEXANDRE SARAIVA DE MORAES
PE – GUSTAVO ALBERTO CONCENTINO DE MIRANDA
PE – JOSÉ ADILSON DA SLVA
PE – WALDEMAR DE BRITO CAVALCANTI FILHO
PR – RONALD RABBERS
RJ – JEAN VIC MESABARBA
RJ – JOSÉ GABRIELSOUZA MACHADO
RJ – ROBERTO PIMENTEL DE MESQUITA
RS – CARLOS JACOB WALLAUER
SP – DANILO CARVALHO MICHELIN
SP – EDUARDO LOPES DE FREITAS (REP)
SP – FRUCTUOSO ROBERTO DE LIMA FILHO
SP – GUILHERME RIBEIRO MEIRELLES
SP – JOÃO CARLOS DE ANDRADE BARRETO
SP – JOÃO EDUARDO REIS BENINI
SP – LAURO TEIXEIRA PENA
SP – MATEUS RIBEIRO ABDAL
SP – MILTOM OKANO
SP – PAULO YAMAMOTO
SP – VIRGÍLIO PITTOM
SP – WALDIR JUNQUEIRA DE ANDRADE

Fonte: Assessoria

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Financiamentos para pecuária leiteira ultrapassam R$ 164 milhões em um ano no Paraná

Recursos liberados pelo BRDE superam média histórica e reforçam modernização e expansão da cadeia leiteira no Estado.

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Foto: Arquivo pessoal

Com linhas específicas e condições diferenciadas para o segmento, incluindo operações com juro subsidiado, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) direcionou R$ 164,5 milhões a 1.627 contratos de financiamento para a pecuária leiteira paranaense nos últimos 12 meses. O volume representa um patamar 84% superior à média anual registrada nos últimos cinco anos e reforça uma aceleração dos investimentos em criação e beneficiamento do leite no Estado. Desde 2021, as operações de crédito do BRDE para essa cadeia produtiva somam R$ 471,3 milhões.

O movimento acompanha a fase de expansão do setor no país. Em 2025, a produção brasileira registrou crescimento estimado de 7,2% em relação ao ano anterior, com impactos diretos sobre a oferta e sobre o ambiente de mercado para 2026, de acordo com análise da Embrapa. No recorte estadual, o Paraná detém a segunda posição no ranking nacional e responde por quase 13% do total produzido, conforme dados oficiais organizados a partir de estatísticas do IBGE.

Foto: Fernando Dias

Além das linhas tradicionais de financiamento, produtores e agroindústrias do setor também podem acessar operações por meio do Banco do Agricultor Paranaense, programa do Governo do Estado lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em abril de 2021, com juros subsidiados para incentivar investimentos, modernização e ganho de competitividade no campo.

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Júnior, o avanço do crédito reflete uma mudança de perfil na atividade. Segundo ele, a pecuária leiteira do Paraná busca cada vez mais qualidade de gestão e de produto, mais tecnologia e uma preocupação crescente com eficiência e previsibilidade. “O papel do BRDE é dar escala a esse salto, com financiamento de longo prazo e foco em produtividade, sustentabilidade e renda no campo. Esses ganhos de produtividade ajudam a reduzir custos e ampliam a capacidade de competir, inclusive no mercado externo”, afirma.

Entre os produtores atendidos pelo BRDE está Marius Bronkhorst, de Arapoti, nos Campos Gerais. Ele iniciou a atividade leiteira em 1982 com 20 vacas e, ao longo de quatro décadas, ampliou a estrutura até alcançar 600 vacas em lactação e uma produção diária de 18 mil litros. Há cerca de 15 anos, acessou uma linha de crédito do BRDE, com juros de 2,5% ao ano, que possibilitou modernizar a propriedade, investir em confinamento total do rebanho e em tecnologias de ordenha e monitoramento. A produção saltou de 6 mil para 18 mil litros por dia, com expectativa de atingir 7 milhões de litros no ano.

“Antes do apoio do BRDE conseguíamos viver bem, mas era sem estrutura e perspectiva de crescimento. Com o crédito, passamos a crescer de forma gradativa e sustentável, com ganhos na produção e na satisfação dos funcionários”, diz Bronkhorst.

Além das operações voltadas à produção primária, o banco também fechou 25 contratos direcionados ao beneficiamento e à industrialização do leite nos últimos cinco anos, com R$ 59 milhões em recursos. A avaliação do BRDE é que essa segunda frente — agregação de valor, qualidade industrial e logística — é decisiva para sustentar o ciclo de investimentos na fazenda e melhorar a resiliência do setor em momentos de oscilação de preços.

Regiões

Foto: Shutterstock

Dentro do Estado, as mesorregiões Centro-Sul Paranaense e Sudoeste Paranaense concentram mais de 50% dos contratos firmados pela Agência Paraná do BRDE. A maior parte das operações é voltada à criação de bovinos para produção de leite, e 99,44% dos financiamentos têm como beneficiários produtores rurais.

O diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves, observa que a capilaridade do crédito ajuda a explicar a consistência do avanço. “Não se trata apenas de financiar uma compra pontual. O que vemos é um ciclo de modernização. Quando o investimento chega na ponta com condições adequadas, ele vira produtividade e estabilidade para a propriedade”, afirma.

A série histórica recente indica dois momentos de maior aceleração no crédito para o setor leiteiro. O primeiro ocorreu entre 2022 e 2023, quando o volume contratado passou de R$ 51,8 milhões para R$ 94,9 milhões. Um novo avanço foi registrado entre 2024 e 2025, com alta de R$ 100 milhões para R$ 150,7 milhões, o maior valor anual do período de cinco anos. Em 2026, apenas nos dois primeiros meses, já foram formalizados 246 contratos, que somam R$ 24,8 milhões.

Foto: Pablo Aqsenen/Adapar

O superintendente da Agência do BRDE no Paraná, Paulo Starke, avalia que os números traduzem uma mudança de patamar. “O que observamos é um movimento consistente de profissionalização da atividade leiteira. O produtor está investindo em tecnologia, eficiência e escala”, disse Starke. “E o crédito é um instrumento para viabilizar essa transição, especialmente quando combinado a mecanismos de juro subsidiado, que reduzem o custo financeiro do investimento e aceleram a adoção de tecnologia, permitindo ganho de produtividade e maior estabilidade econômica para as propriedades”, afirma.

Produtores interessados em acessar os recursos do Banco do Agricultor Paranaense devem procurar uma das cooperativas de crédito conveniadas ao BRDE. A lista completa de instituições está disponível no site do BRDE:

Projetos com valor acima de R$ 800 mil podem ser submetidos diretamente pelo internet banking do BRDE.

Confira as linhas de financiamento:

– Pronaf Mulher: juro zero

– Cooperativas da agricultura familiar: juro zero

– Agroindústria familiar: juro zero

– Produção, captação e armazenamento de água: juro zero

– Erva-mate, pinhão, seda, café, orgânicos, apicultura e horticultura: juro zero

– Turismo rural: juro zero

– Pecuária de corte e leite: juros de 1% a 4%

– Piscicultura: juros de 1% a 4%

– Projetos de energia renovável: juro zero para projetos de até R$ 500 mil. Acima desse valor, juros variam de 2% a 5,5%

– Biogás: juro zero para projetos de até R$ 2 milhões para pessoas físicas e de até R$ 20 milhões para CNPJs. Acima desses valores, juros de 5%

– Projetos de irrigação: juro zero para projetos de até R$ 1 milhão para pessoa física e de até R$ 4,5 milhões para pessoa jurídica. Acima desses valores, os juros variam de 3% a 5,5%

– Demais linhas do Pronaf: redução de cinco pontos percentuais nos financiamentos, cujas taxas variam de 8,5% e 10,5%, devendo ficar entre 3,5% e 5,5%.

Fonte: AEN-PR
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Mulheres fortalecem a pecuária com gestão, técnica e inovação

Participação feminina amplia influência nas decisões das propriedades e em entidades ligadas ao setor.

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Foto: Shutterstock

A presença feminina na pecuária de Mato Grosso tem se ampliado nos últimos anos, com mulheres assumindo funções de gestão, decisões técnicas e posições estratégicas dentro das propriedades rurais e das entidades do setor. Além de atuar na administração das fazendas, elas também estão presentes em áreas como medicina veterinária, zootecnia, agronomia, comercialização e gestão financeira.

Na propriedade onde atua em Diamantino, a cerca de 208 quilômetros de Cuiabá, a pecuarista e médica veterinária Mara Ferreira divide o tempo entre a rotina no campo e atividades técnicas ligadas à produção. O trabalho envolve manejo reprodutivo, inseminação artificial, atendimentos clínicos, cirurgias, além de orientação sobre sanidade, nutrição e questões ambientais do rebanho.

Pecuarista e médica veterinária, Mara Ferreira: “A mulher sempre esteve à frente dos negócios, sempre esteve ali no campo trabalhando. Eu acredito que ela só ficava ali de uma forma silenciosa” – Foto: Divulgação/Imac

Segundo Mara, o interesse pela atividade começou ainda na infância, quando acompanhava o trabalho da família no campo. “Eu atuo nessa parte reprodutiva, inseminação artificial, faço a parte clínica também, algumas cirurgias, trabalho muito na questão de orientação de sanidade, a parte nutricional também, a parte ambiental. Foi um sonho de infância que se concretizou”, relata.

A influência da atividade no campo também chega à nova geração da família. De acordo com ela, a filha se prepara para prestar vestibular para medicina veterinária.

Para a pecuarista, as mulheres sempre estiveram presentes na rotina das propriedades rurais, mas atualmente participam de forma mais ativa das decisões. “A mulher sempre esteve à frente dos negócios, sempre esteve ali no campo trabalhando. Eu acredito que ela só ficava ali de uma forma silenciosa”, afirma.

Ela também destaca que a participação feminina contribui com diferentes habilidades na condução das atividades no campo. “A gente tem muito a contribuir. Às vezes não tem aquela força física do homem, mas a gente entra com o lado delicado, social, de inovação, de uma opinião, com tarefas multidisciplinares que a gente encaixa perfeitamente bem. Então, com certeza a mulher é bem-vinda no meio rural e ela pode estar onde ela quiser”, enfatiza.

Na avaliação da diretora executiva do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Paula Sodré Queiroz, a presença feminina na pecuária do estado se tornou cada vez mais comum e passou a ocupar também espaços de liderança e decisão dentro da cadeia produtiva.

“A mulher sempre esteve na pecuária mato-grossense. O que mudou é que agora ela está sendo ouvida. Estamos ocupando espaços de decisão, de técnica, de liderança. É uma tendência clara e consistente, que tem trazido importantes transformações no campo”, destaca Paula.

Fonte: Assessoria Imac
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Prazo para vacinação contra raiva termina em 24 de março no Oeste do Paraná

Produtores de 30 municípios devem imunizar animais a partir de três meses, conforme determinação da Adapar.

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Foto: Pablo Aqsenen/Adapar

O prazo para a regularização vacinal contra a raiva para animais de produção para 30 municípios do Oeste do Estado chega ao final em 24 de março. A decisão foi comunicada na portaria 368/2025 da Adapar, em setembro e previu um prazo de seis meses para os produtores vacinarem seus herbívoros domésticos com idade a partir de três meses.

O grupo de animais que deve ser imunizado inclui búfalos, bois, cavalos, asnos, mulas, ovelhas e cabras, com idade igual ou superior aos três meses. Animais que receberem forem vacinados pela primeira vez, devem tomar uma dose de reforço entre 21 e 30 dias e, posteriormente, de forma anual.

Foto: Shutterstock

Estão inclusos na obrigatoriedade os municípios de  Boa Vista da Aparecida, Braganey, Campo Bonito, Capanema, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Catanduvas, Céu Azul, Diamante D’Oeste, Foz do Iguaçu, Guaraniaçu, Ibema, Itaipulândia, Lindoeste, Matelândia, Medianeira, Missal, Planalto, Pérola D’Oeste, Quedas do Iguaçu, Ramilândia, Realeza, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Lúcia, Santa Tereza do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Três Barras do Paraná e Vera Cruz do Oeste.

A medida leva em conta a quantidade de focos registrados nos últimos anos, a proximidade com o Parque Nacional do Iguaçu, a ocorrência de áreas compartilhadas de transmissão e o número de pessoas que precisaram de tratamento após contato com animais suspeitos. A obrigatoriedade abrange apenas 30 municípios, mas a vacinação é aconselhada em todo o território paranaense.

A Raiva é considerada uma das doenças de maior importância em Saúde Pública, sendo uma das zoonoses mais letais, com grandes impactos econômicos, sociais e sanitários. Quando abordada à ótica da Saúde Única, que engloba a saúde humana, a saúde animal e o meio ambiente, o controle depende de uma atuação integrada entre diversos setores públicos. As ações constantes são uma forma importante de controle do vírus.

Segundo dados do Departamento de Saúde Animal (Desa) da Adapar, 218 casos de raiva foram confirmados no ano de 2025 até novembro. A doença circula tanto em territórios urbanos, onde cães e gatos são os principais transmissores, quanto no em ambientes rurais, territórios em que os morcegos hematófagos são os principais reservatórios e responsáveis pela transmissão aos animais de produção. O vírus é letal para animais e para humanos, caso não seja identificada a contaminação em tempo hábil para o tratamento.

Prevenção

A autarquia realiza o cadastramento e o monitoramento dos abrigos de morcegos hematófagos – controle da espécie Desmodus rotundus –, investiga casos suspeitos em herbívoros com coleta de material e executa ações em focos de raiva. Atividades de educação sanitária relacionadas à identificação dos morcegos hematófagos, ao reconhecimento dos sinais clínicos da doença nos animais e sobre como realizar uma notificação são ações desenvolvidas rotineiramente pelos servidores.

Praticidade

A vacina contra a raiva tem baixo custo, pode ser aplicada pelo próprio produtor e deve ser dada anualmente. A vacinação preventiva é a melhor forma de combate direto. Uma vez que o animal apresente sinais clínicos, não há tratamento.

Fonte: Assessoria Adapar
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