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Avicultura

Doenças virais na avicultura em debate no Simpósio da ACAV

Especialista Isabella Lourenço trará uma visão estratégica sobre laringotraqueíte, reovírus, bronquite, astrovírus e outras ameaças virais

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A médica veterinária Isabella Lourenço dos Santos, ministrará uma palestra sobre um dos temas mais sensíveis da produção avícola “Doenças virais emergentes”. - Foto: Assessoria

No dia 6 de agosto, às 8h30, o 15º Simpósio Técnico da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), em Florianópolis (SC), contará com a participação da médica veterinária Isabella Lourenço dos Santos, que ministrará uma palestra sobre um dos temas mais sensíveis da produção avícola: “Doenças virais emergentes”.

O encontro aprofundará o conhecimento técnico sobre enfermidades como laringotraqueíte, reovírus, bronquite infecciosa e astrovírus, que têm se tornado cada vez mais desafiadoras para o setor e que exigem respostas rápidas e estratégicas dos profissionais de sanidade animal.

Com uma linguagem acessível e abordagem prática, Isabella trará reflexões importantes sobre biosseguridade, prevenção, controle e impactos econômicos causados por surtos virais em plantéis comerciais.

 

Experiência de campo e visão estratégica

Isabella é formada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde também concluiu seu mestrado. Detentora de um MBA em Liderança e Gestão de Pessoas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), a profissional tem 13 anos de experiência na área de sanidade avícola, com sólida atuação em uma das maiores empresas do setor: a BRF.

Atualmente, ocupa o cargo de gerente executiva de saúde animal, é responsável pelas estratégias sanitárias e de bem-estar animal da companhia. Sua atuação abrange desde a definição de políticas internas até o acompanhamento de ações em campo, sempre com foco em eficiência produtiva e segurança sanitária.

Com a credibilidade de quem alia conhecimento técnico, experiência de campo e visão estratégica, a palestra reforça a importância do olhar preventivo e integrado no controle das doenças que ameaçam a produtividade e a sustentabilidade da avicultura moderna. “Mais do que informação, será inspiração de novos caminhos para a construção de programas sanitários mais eficientes, alinhados às exigências do mercado e ao compromisso com o bem-estar animal”, realça o coordenador geral do evento Bento Zanoni.

Conscientização e atualização técnica

A palestra será uma oportunidade para produtores, técnicos, estudantes e demais profissionais do setor atualizarem seus conhecimentos sobre o panorama atual das doenças virais na avicultura. O tema é particularmente relevante diante de um cenário global de intensificação produtiva, maior mobilidade de aves e necessidade crescente de protocolos de biosseguridade robustos. A programação completa do Simpósio ACAV 2025 está disponível no site www.simposioacav.com.br/programacao

 

Fonte: Assessoria

Avicultura

Queda na demanda externa reduz 36% das exportações brasileiras de ovos

Embarques somaram 1,87 mil toneladas em março, o menor volume desde dezembro de 2024, enquanto a receita recuou 27% frente a fevereiro.

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Foto: Rodrigo Fêlix Leal

As exportações brasileiras de ovos registraram forte retração em março, refletindo a redução da demanda dos principais mercados importadores. Dados da Secex, compilados por pesquisadores do Cepea, indicam que o país embarcou 1,87 mil toneladas de ovos in natura e processados no período.

Foto: Giovanna Curado

O volume representa queda de 36% em relação a fevereiro e equivale à metade do registrado em março do ano passado, quando os embarques somaram 3,77 mil toneladas. Trata-se do menor patamar mensal desde dezembro de 2024.

Apesar da retração mais acentuada no volume, o faturamento recuou em menor intensidade. As vendas externas geraram US$ 4,53 milhões em março, redução de 27% frente ao mês anterior e de 48% na comparação anual.

A diferença entre a queda em volume e em receita indica sustentação relativa dos preços médios de exportação, ainda que insuficiente para compensar a perda de ritmo nos embarques.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura Recorde histórico

Exportação de carne de frango soma 1,45 milhão de toneladas no 1º trimestre

Volume supera em 0,7% o recorde de 2025, mas preços internos recuam em março e voltam a reagir em abril com alta de fretes e demanda inicial do mês.

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Foto: Shutterstock

Mesmo diante de um cenário geopolítico considerado desafiador, as exportações brasileiras de carne de frango atingiram volume recorde no primeiro trimestre de 2026. Dados da Secex, analisados pelo Cepea, indicam que o país embarcou 1,45 milhão de toneladas entre janeiro e março.

Foto: Shutterstock

O resultado supera em 0,7% o recorde anterior para o período, registrado em 2025, quando foram exportadas 1,44 milhão de toneladas, considerando a série histórica iniciada em 1997. O desempenho chama atenção do mercado, já que o primeiro trimestre costuma registrar menor intensidade de compras externas, com maior concentração das exportações no segundo semestre.

Pesquisadores do Cepea destacam que o volume surpreendeu inclusive agentes do setor, especialmente em um período marcado por preocupações com o cenário internacional, incluindo possíveis impactos do conflito no Oriente Médio sobre o comércio global de proteínas.

Apesar do desempenho recorde no mercado externo, o movimento não foi suficiente para sustentar os preços internos da carne de frango ao longo de março, quando foram registradas quedas nas cotações.

Em abril, no entanto, o comportamento do mercado doméstico indica reação. Segundo o Cepea, os preços vêm registrando alta, influenciados pelo reajuste dos fretes, pressionados pela elevação dos combustíveis, e pelo tradicional aumento da demanda no início do mês. Os valores atuais se aproximam dos patamares observados em fevereiro, sinalizando recuperação parcial das cotações.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura Mesmo com alta de até 21% em março

Preço médio do ovo na Quaresma é o menor em quatro anos

Quedas ao longo de 2025 e janeiro de 2026 no menor patamar em seis anos limitaram efeito sazonal típico do período religioso.

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Foto: Rodrigo Felix Leal

Os preços dos ovos subiram até 21% em março, movimento recorrente no período da Quaresma, quando parte dos consumidores substitui a carne vermelha. Ainda assim, levantamentos do Cepea mostram que o valor médio praticado no período religioso deste ano é o mais baixo dos últimos quatro anos nas regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas.

De acordo com pesquisadores do Cepea, ao longo de 2025 as cotações recuaram em boa parte dos meses, reduzindo a base de comparação para o início deste ano. Como reflexo desse comportamento, janeiro de 2026 registrou a menor média para o mês dos últimos seis anos em diversas praças monitoradas.

Dessa forma, o mercado iniciou 2026 em patamar inferior ao observado em 2025. A reação verificada em fevereiro e março, embora expressiva em termos percentuais, não foi suficiente para que a média de preços desta Quaresma superasse a registrada em anos anteriores.

Fonte: O Presente Rural
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