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Notícias SBSS

Doenças respiratórias são tema de palestra da doutora Djane Dallanora

Tema será abordado no dia 12 de agosto, às 17h05, no Painel Sanidade

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A sanidade animal é um tema recorrente na cadeia suinícola mundial e, cada vez mais, ganha espaço nos debates sobre a produção. O 13º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) aborda o assunto no dia 12 de agosto, no Painel Sanidade. Às 17h05 a doutora Djane Dallanora palestrará sobre o tema “Papel dos agentes primários e secundários no Complexo de Doença Respiratória dos Suínos e suas interações (foco em Influenza, Mh e APP)”.

Djane Dallanora é médica veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM (2000), mestre (2004) e doutora (2014) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Iniciou sua atuação profissional na agroindústria na área de produção de sêmen e, posteriormente, assistência técnica na produção.

Atua há 16 anos com consultoria para a produção de suínos, com ênfase nas áreas de manejo reprodutivo, biosseguridade, manejo sanitário e padronização de atividades. Tem um trabalho amplo de palestras em eventos e treinamento de equipes, desde a operação das granjas, produtores, até os departamentos técnicos. Desde outubro de 2020, seu trabalho é pela Atualtech Consultoria e Instrutoria, em um plantel com aproximadamente 180 mil matrizes.

O presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann, frisa que as doenças do complexo respiratório podem gerar grandes perdas econômicas na suinocultura. “Quando ocorre, geralmente estão relacionadas com interações de diversos agentes patogênicos. Manter-se atualizado sobre o tema é fundamental para prevenir doenças, assim como o reconhecimento do Brasil que é referência na qualidade e preservação da sanidade dos suínos”.

Sobre o SBSS

O 13º SBSS é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e é considerado um dos principais fóruns de discussão do setor na América Latina. O evento está programado para o período de 10 a 12 de agosto. Paralelamente ocorrerá a 12ª Brasil Sul Pig Fair virtual. Os dois eventos serão realizados totalmente on-line, com geração e transmissão a partir de Chapecó (SC).

O SBSS reunirá especialistas brasileiros e internacionais, ao lado de agentes desse ultraespecializado mercado, para o compartilhamento de conhecimentos e tecnologias. O evento é essencialmente de natureza científica e com suas raízes fixadas em toda a cadeia produtiva. “Santa Catarina é o maior produtor brasileiro de suínos e o Brasil é referência mundial nessa área. Os conteúdos do Simpósio, como é tradição, têm forte conexão com o cenário mundial e com as práticas do dia a dia da atividade”, reforça o presidente do Nucleovet, Luiz Carlos Giongo.

As palestras serão transmitidas em alta definição, com tradução simultânea do português para o espanhol.

Inscrições

O primeiro lote de ingressos está disponível até a próxima segunda-feira, 19 de julho, com os valores: R$ 400 para profissionais; R$ 300 para estudantes; R$ 200 para associados do Nucleovet; R$ 300 para agroindústrias e órgãos públicos, com pacotes a partir de dez inscrições; e R$ 270 para universidades, também com possibilidade de pacotes. Os valores serão reajustados para inscrições do segundo lote (20 de julho a 4 de agosto) e para o terceiro lote (a partir do dia 5 de agosto e durante o evento). Os pacotes podem ser parcelados em até três vezes.

Além da programação científica, haverá um pré-evento no dia 9 de agosto e eventos paralelos de empresas parceiras nos dias do Simpósio. Os inscritos somente para a Pig Fair virtual também poderão acessar esses eventos.

As inscrições podem ser feitas no site https://nucleovet.com.br/.

O 13º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura tem apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), do Conselho Regional de Medicina Veterinária de SC (CRMV/SC), da Embrapa, da Prefeitura de Chapecó, da Unochapecó e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc).

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Fotos: Divulgação

Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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Notícias Vendas interestaduais

Pedido de redução no ICMS para vendas de suínos vivos é levado ao governador durante ato de sanção

Reconhecimento tem como base pesquisa do IBGE sobre a produção agrícola no Rio Grande do Sul

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O governador do RS, Eduardo Leite, sancionou no dia 8 de julho o Projeto de Lei que reconhece o município de Santo Cristo como campeão gaúcho de produção de leite e suínos do ano de 2019, de autoria do deputado estadual Aloísio Classmann.

O reconhecimento tem como base pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a produção agrícola no Rio Grande do Sul. “Me sinto honrado em reconhecer a dedicação e o trabalho da comunidade santo-cristense, que contribui para o avanço da economia no Estado”, disse Classmann, que preside a Frente Parlamentar de Apoio à Suinocultura Gaúcha e a Frente Parlamentar Gaúcha em Defesa do Setor Leiteiro.

Conselheiro fiscal suplente da Associação de Criadores de Suínos do RS – ACSURS e proprietário da Suinocultura Birck, o suinocultor Marino Birck representou os suinocultores do município agraciado durante o ato de sanção do Projeto de Lei. “Foi muito gratificante representar os suinocultores de Santo Cristo”, comenta Birck, mencionando que cerca de 20 pessoas integraram a comitiva, incluindo produtores de leite, lideranças e representantes dos setores produtivos do município.

Birck aproveitou o momento para falar ao governador Eduardo Leite sobre as dificuldades enfrentadas na atividade, em especial pelos suinocultores independentes. O pedido feito pelo suinocultor foi em relação à base de cálculo do ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação nas saídas interestaduais de suínos vivos, que subiu no início deste ano. “Já estava difícil antes desse aumento na alíquota. Por isso, fiz esse pedido ao governador”, explica.

Demanda

O percentual de 6% estava sendo utilizado desde o dia 1º de janeiro de 2017, quando foi aprovada a Lei nº 14.999, que instituiu a redução de 50% na base de cálculo do ICMS nas saídas interestaduais de suínos vivos realizadas por produtor rural. Esta Lei foi derrubada no dia 31 de dezembro de 2020 pelo Decreto 54.738, que modificou o regulamento de ICMS sobre benefícios fiscais, retornando ao percentual anterior, de 12%.

A redução de 12% para 6% na base de cálculo é uma das demandas da ACSURS, que há anos trabalha para auxiliar os suinocultores na manutenção desta alíquota de menor percentual.

O aumento no ICMS inviabiliza a comercialização destes suínos, que precisam ser vendidos para outros Estados porque as plantas gaúchas não tem condições de absorver essa produção. “Manter o ICMS em 6% oferece condições necessárias para que o suinocultor gaúcho possa escoar sua produção”, frisa o presidente da ACSURS, Valdecir Luis Folador.

Números

De acordo com a Seção de Epidemiologia e Estatística – SEE/Divisão de Controle e Informações Sanitárias – DCIS/Departamento de Defesa Agropecuária – DDA, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural – SEAPDR, Santo Cristo aparece com 134.373 cabeças em seu rebanho de suínos, conforme dados de 2019.

O município tem 15 unidades de produção de leitões (UPL) e 34 granjas de terminação ou engorda. O setor também não para de crescer, pois conta com granjas que estão em fase de conclusão e ampliação de suas instalações.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Preço do leite captado em junho é recorde da série histórica do Cepea

Elevação dos preços não reflete aumento de rentabilidade – mas, sim, pressão de custos

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Arquivo/OP Rural

O preço do leite captado em junho e pago ao produtor em julho chegou a R$ 2,3108/litro na Média Brasil” líquida, recorde real (dados deflacionados pelo IPCA de jun/21) da série histórica do Cepea, que se iniciou em 2005. As altas foram de 5% na comparação com o mês anterior e de 21,8% frente ao mesmo período do ano passado, também em termos reais.

O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea registrou alta de 2,12% de maio para junho, puxado pela elevação média de 5,5% na captação dos estados do Sul do País. No entanto, o aumento dos custos de produção e o período de estiagem limitaram a oferta e intensificaram a concorrência entre as indústrias de laticínios para garantir a compra de matéria-prima durante o mês de junho – ocasionando a alta nos preços.

Dessa forma, a elevação dos preços não reflete aumento de rentabilidade – mas, sim, pressão de custos. Para se ter uma ideia, basta comparar o poder de compra do pecuarista leiteiro frente ao milho, insumo básico da atividade. Na média de janeiro a julho de 2021, foram precisos 44,67 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho (base Campinas -SP), enquanto na média do mesmo período do ano passado, eram necessários 35,20 litros – o que representou uma perda no poder de compra de 26,9% em apenas um ano.

Com estoques de derivados enxutos, as indústrias acirraram a competição pela compra de matéria-prima em junho. Nesse mês, as negociações de leite spot estiveram aquecidas, e o preço médio em Minas Gerais, por exemplo, chegou a R$ 2,78/litro, valor 17% acima da média de maio. Com o leite mais caro no campo, a indústria precisou elevar os preços dos derivados lácteos e repassar a alta da matéria-prima ao consumidor. O queijo muçarela, o leite UHT e o leite em pó negociados entre indústria e atacado de São Paulo se valorizaram 16,1%, 8,6% e 2,6%, respectivamente, em relação a maio/21 – o que sustentou a valorização do leite captado em junho e pago ao produtor em julho.

Perspectiva

O movimento altista no mercado de derivados lácteos perdeu força em julho, uma vez que os preços dos lácteos estão em patamares muito elevados, o que começa a inviabilizar a demanda, já fragilizada pelo menor poder de compra do consumidor brasileiro. De acordo com pesquisa diária do Cepea, realizada com apoio da OCB, os preços médios da muçarela, do UHT e do leite em pó recuaram 2,8%, 1,5% e 0,8%, nessa ordem, entre junho e julho (considerando dados até 28/07). Junto a isso, os maiores volumes de lácteos importados nos últimos meses diminuíram a forte competição entre indústrias pela compra de leite no mercado spot (leite negociado entre indústrias) em julho. A pesquisa do Cepea mostrou que, em Minas Geais, o leite spot registrou média de R$ 2,52/litro em julho, queda de 9,4% frente a junho. Esses resultados evidenciam que, mesmo com custos de produção ainda em alta e clima desfavorável à atividade, o preço do leite captado em julho e pago ao produtor em agosto pode não superar o do mês anterior.

Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de junho/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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