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Doença do Edema e os seus desafios

Abordagem multifatorial contra a doença é a melhor estratégia que o produtor pode adotar

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Foto: Assessoria

A doença do edema (DE) está presente na cadeia produtora de suínos mundialmente , incluindo o Brasil. Ela é uma toxinfecção com elevada taxa de mortalidade causada pela colonização do intestino delgado dos leitões por cepas da bactéria Escherichia coli produtora da toxina Shiga 2 (Vt2e).

“Com o desmame dos leitões, a integridade da barreira intestinal e as suas vilosidades sofrem alterações estruturais importantes. Quando existe uma grande quantidade de E. coli verotoxigênica no intestino destes animais, a toxina produzida pela bactéria é absorvida com maior facilidade pelo organismo em decorrência das mudanças fisiológicas e estruturais que estão acontecendo. Devido a alta permeabilidade do endotélio, os animais apresentam edema de face, com inchaço bem característico das pálpebras, incoordenação motora com andar cambaleante que evolui para a paralisia de membros”, explica Pedro Filsner, médico-veterinário gerente nacional de serviços veterinários de suínos da Ceva Saúde Animal.

Em toxinfecções de evolução mais aguda, os animais podem ir a óbito sem apresentar os sinais clínicos da doença, sendo considerado morte súbita. Já em casos subclínicos da doença, os animais acometidos apresentam desempenho comprometido, principalmente na fase de creche, o que pode ser confundido com deficiências nutricionais ou outros problemas de saúde.

“Para uma tomada de decisão mais coerente, o diagnóstico diferencial para a DE precisa ser feito, e pode ser realizado por meio de cultura bacteriana do conteúdo intestinal ou de swabs retais. Quando há alto índices de mortalidade na propriedade, pode se recorrer a técnicas de necropsia, bem como a histopatologia das amostras de tecidos intestinais, sobretudo a identificação do gene da Vt2e via PCR, para o diagnóstico definitivo da doença”, Pedro elucida.

A Doença do Edema tem grande impacto econômico e fatores como a resistência genética, imunidade e dieta fazem a diferença no cenário. O manejo também tem um papel importante para controle e prevenção dos quadros de DE, onde a baixa higiene da granja, ausência de vazio sanitário, lotação excessiva e o estresse vivenciado pelos leitões aumentam os fatores de risco para a enfermidade.

“A principal alternativa utilizada para o controle e prevenção da Doença do Edema é o óxido de zinco, que atualmente foi proibida em toda a Europa, algo que deve se tornar uma tendência para outras regiões produtoras no resto do mundo. Uma solução financeiramente acessível para todos e que trouxe excelentes resultados no combate à DE. Embora o zinco seja um mineral essencial ao funcionamento adequado do organismo, o seu excesso pode se acumular em órgão importantes dos suínos como os rins, fígado e pâncreas, podendo ter efeito tóxico e comprometer a vida produtiva do animal, contudo estes riscos são baixos e não são relatados com frequência. O argumento preponderante para o avanço do banimento deste princípio ativo pela Comissão Europeia  foi o risco ambiental de acúmulo desta substância no solo, mananciais e contaminações em escala regional, porém sem impactos diretos à saúde humana”, elabora o profissional.

O banimento do óxido de zinco movimentou e ainda movimenta toda a cadeia produtiva em busca de melhores soluções para lidar com os desafios da DE. O fortalecimento das defesas naturais do epitélio intestinal dos leitões, assim como o fornecimento de probióticos, simbióticos e prebióticos para nutrir de forma adequada os microrganismos intestinais benéficos aos animais, é uma boa estratégia, mas não a única.

As vacinas toxóides, aquelas elaboradas com a toxina modificada incapaz de reproduzir a doença, instrui o sistema imunológico dos animais a atuar contra a toxina produzida, defendendo-se de forma semelhante ao que ocorre contra vírus e bactérias. “Um grande exemplo de vacina toxóide que temos amplamente difundida hoje é a vacina contra o tétano. Ela gera uma imunização relevante contra a toxina tetânica, mas necessita de reforços ao longo da vida, o que acaba não sendo um grande problema na cadeia de produção de proteína animal”, Pedro conta.

Com os novos desafios referente ao controle e prevenção da doença do edema, o produtor precisa estar ciente de que o combate à DE é multifatorial, e que as medidas preventivas ambientais como a limpeza e desinfecção rigorosa da granja, respeitar o período de vazio sanitário na troca de lotes, homogeneização dos lotes, evitar estresse ambiental e térmico para o animal são de extrema importância para manter o rebanho saudável.

“Aliada ao manejo ambiental, a nutrição com elementos que possam favorecer a microbiota nativa do intestino dos leitões, por sua vez, fortalece a defesa natural do organismo, e o reforço da biosseguridade das granjas com a adoção de vacinação dos animais como uma estratégia sanitária essencial para o plantel, atuam na proteção 360º dos animais. Frente a esta nova realidade, a vacinação é a forma mais segura e eficaz de prevenir esta doença e outras doenças infectocontagiosas, sendo primordial para os bons resultados da granja”, finaliza.

Fonte: Assessoria

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

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A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.

MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia

Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.

Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.

Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores

Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).

“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).

Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS)

 

 

Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.

 

A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”

Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC,

Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV

Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.

A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.

O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena

Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.

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Fotos: Divulgação

A Master Agroindustrial S.A., empresa brasileira do setor de carne suína, concluiu a aquisição de 38% das ações do Grupo Coexca S.A., do Chile. A operação envolve a compra de participações de diferentes sócios, entre eles o fundo de investimento dinamarquês Impact Fund Denmark (IFU).

Com o negócio, as duas companhias passam a estruturar uma parceria voltada à geração de sinergias nas áreas produtiva, industrial, comercial e de inovação. A transação marca a entrada mais forte da Master no mercado internacional, ampliando sua atuação para além do Brasil.

De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.

A Master atua no mercado brasileiro de proteína suína com a marca Sulita. A empresa registra faturamento anual de US$ 250 milhões, conta com mais de 2.000 funcionários, 350 produtores integrados e produção superior a 100 mil toneladas de carne por ano. São 42 mil matrizes reprodutoras e cerca de 1,2 milhão de suínos produzidos anualmente, sendo 70% destinados ao processamento e 30% comercializados vivos. A companhia projeta dobrar o faturamento até 2030.

O CEO da Coexca S.A., Guillermo García, destacou que a entrada da Master na empresa abre uma nova etapa de crescimento, apoiada na experiência do grupo brasileiro e do Grupo Vall Companys.

Com sede na região do Maule, no Chile, a Coexca atua na produção e exportação de carne suína em modelo verticalizado. A empresa registra vendas de US$ 165 milhões, exporta para mais de 30 mercados e gera mais de 1.000 empregos. Possui 14 mil matrizes e abate mais de 470 mil suínos por ano, com volume superior a 56 mil toneladas de carne processada.

O responsável internacional do Grupo Vall Companys, Tomás Blasco, afirmou que a parceria deve reforçar a presença do grupo no mercado latino-americano. O conglomerado espanhol, com sede em Lleida, atua em cadeia produtiva integrada e registra faturamento superior a 4 bilhões de euros, com mais de 15 mil funcionários.

Fonte: Assessoria
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness

Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

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Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

Granja Canal, de Itá (SC), também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)

O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.

Evolução e reconhecimento

O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.

A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.

“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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