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Do Oeste ao Sudoeste, a transformação cultural pelo cooperativismo
Projeto Apoio Cultural objetiva contribuir para o fortalecimento da educação, o esporte e a cultura por meio de atividades que agregam ao ensino e a aprendizagem dos participantes.

O elo entre a Copacol e os 15 municípios de atuação, no Oeste e Sudoeste do Paraná, tem transformado a realidade de milhares de crianças e adolescentes atendidos pelo Apoio Cultural, projeto social cujo objetivo é contribuir para o fortalecimento da educação, o esporte e a cultura por meio de atividades que agregam ao ensino e a aprendizagem dos participantes.
Há oito anos, o projeto é desenvolvido nas cidades do Oeste e há dois anos ele está no Sudoeste, nas cidades de Capanema, Planalto, Pérola d’Oeste, Pranchita e Santo Antônio do Sudoeste. Com mais R$ 3 milhões investidos desde o início, a parceria visa o repasse de recursos para a compra de uniformes, materiais, kits e instrumentos que auxiliam nas aulas em 70 modalidades: futebol, futsal, basquete, handebol, vôlei, desenho artístico, teatro, dança, música, entre outras.

Diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol: “O Apoio Cultural fortalece cada dia mais o cooperativismo dentro das escolas e nas comunidades. Assim, iremos construir uma sociedade mais justa e próspera para todos” – Fotos: Divulgação/Copacol
Para que os projetos tenham continuidade e sejam fortalecidos a cada ano, a Copacol realiza a renovação de parceria com os municípios. Na semana passada, a diretoria executiva da Copacol junto aos prefeitos assinou os termos de acordo do projeto, reafirmando mais uma vez o compromisso social. Também estiveram presentes na cerimônia os secretários de educação, cultura e esporte, os representantes municipais e professores responsáveis pelas aulas.
“Essa noite foi um momento importante para todos nós, pois reafirmamos o nosso compromisso social por meio deste projeto. O Apoio Cultural fortalece cada dia mais o cooperativismo dentro das escolas e nas comunidades. Assim, iremos construir uma sociedade mais justa e próspera para todos”, declara o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.
O prefeito de Capanema, Américo Bellé, destacou a atuação da Cooperativa no sudoeste e a importância do projeto para a região. “A Copacol fez a diferença em nosso município, desde quando chegou no sudoeste. Com este projeto incrível, hoje podemos atender 287 crianças com as aulas de futebol, com uniformes adequados e com um professor qualificado. O projeto foi uma grande transformação na vida dessas crianças e das famílias, e acreditamos que vai continuar sendo a diferença”, enaltece.
Durante o seu pronunciamento, o prefeito de Mariluz, Paulo Armando da Silva Alves, agradeceu a parceria e o incentivo da Copacol para o município, estimando o compromisso social. “Além de gerar emprego e produzir alimentos, a Copacol se preocupa com as questões sociais, principalmente com as novas gerações. É muito bom poder acompanhar o desenvolvimento dessas crianças que, com certeza, serão bons cidadãos no futuro”, destaca.

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China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos agropecuários brasileiros
Novos acordos sanitários ampliam oportunidades para exportação de cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes de diferentes espécies.

As autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau aprovaram novos requisitos que permitem a entrada de produtos agropecuários brasileiros nesses mercados. As medidas envolvem a exportação de cálculos biliares bovinos para o mercado chinês, suínos vivos destinados ao abate para o Paraguai e carnes bovina, ovina, caprina e suína para Palau.
Com a China, o Brasil assinou um protocolo sanitário que estabelece as condições para exportação de cálculos biliares bovinos. O produto, utilizado principalmente pela indústria de Medicina Tradicional Chinesa, passa a ter regras definidas para inspeção, certificação e controle das remessas entre os dois países.
O acordo amplia o comércio de um subproduto da cadeia pecuária brasileira e cria uma nova possibilidade de aproveitamento econômico de materiais provenientes da produção bovina. A China é um dos principais destinos das proteínas animais brasileiras e tem papel estratégico para a expansão das exportações do agronegócio nacional.
No Paraguai, as autoridades sanitárias aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de suínos vivos brasileiros destinados ao abate. A medida estabelece o padrão documental necessário para os embarques e abre uma nova alternativa comercial para a cadeia suinícola nacional.
Já Palau aprovou os modelos de CSI para importação de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. Com a aprovação dos certificados, empresas brasileiras poderão iniciar os procedimentos de habilitação e atender aos requisitos sanitários exigidos pelo país insular.
As aberturas fazem parte da estratégia brasileira de ampliar o acesso a mercados internacionais por meio de acordos sanitários. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma abertura de mercado ocorre quando o país importador reconhece que as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil atendem aos seus requisitos para determinado produto.
Impacto para o agro
A ampliação de destinos comerciais reduz a dependência de poucos compradores e aumenta as possibilidades de comercialização para diferentes cadeias produtivas. No caso das carnes, a abertura de novos mercados ocorre em um momento de busca por maior diversificação das exportações brasileiras de proteína animal.
Além dos produtos tradicionais, como carne bovina e suína, o avanço de negociações envolvendo subprodutos de origem animal mostra a tentativa da indústria de ampliar o aproveitamento econômico da produção pecuária brasileira.
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Brasil e China discutem avanço de acordo comercial e cooperação em tecnologia
Negociações para um acordo Mercosul-China entram na agenda bilateral, que também inclui parcerias em inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes.

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Inscrições para prêmio de inovação em fertilizantes terminam nesta segunda-feira
Associação Nacional para Difusão de Adubos vai reconhecer pesquisas acadêmicas sobre fertilizantes, manejo do solo e tecnologias para o agronegócio, vencedor será anunciado em agosto, durante o Congresso Nacional de Fertilizantes.

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de agronomia e cursos correlatos têm até esta segunda-feira (27) para se inscrever na 5ª edição do Prêmio Carlos Florence, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A iniciativa busca estimular a produção de pesquisas e trabalhos acadêmicos voltados à inovação e ao desenvolvimento do setor de fertilizantes.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
Podem concorrer artigos científicos, ensaios, monografias, dissertações e teses desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras. Os trabalhos devem abordar temas relacionados ao tratamento e uso do solo, inovação e desenvolvimento de produtos, além de gestão e tecnologias de aplicação de fertilizantes.
Nesta edição, o regulamento também contempla pesquisas alinhadas ao movimento internacional Nutrientes para a Vida (Nutrientes for Life), que destaca a importância biológica, ambiental e econômica dos fertilizantes para a produção de alimentos e para a sustentabilidade da agricultura.
Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora com base em quatro critérios. Inovação e viabilidade de aplicação terão peso 40 cada, enquanto objetividade e clareza receberão peso 20 cada na composição da nota final.
O vencedor será conhecido durante o 13º Congresso Nacional de Fertilizantes, marcado para 25 de agosto.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site da ANDA, onde também estão disponíveis o edital e as orientações para envio dos trabalhos.
Criado para homenagear Carlos Florence, um dos principais especialistas brasileiros no setor de fertilizantes, o prêmio leva o nome do ex-diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA), falecido em 2021. Florence acompanhou as principais transformações da indústria de fertilizantes no país e também se destacou como cronista e escritor.





