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Do campo ao cocho: Vermeer tem soluções completas para fenação e silagem
Dentre os lançamentos da Vermeer na Agrishow 2013, a linha de produtos para fenação e silagem passa a contar com o vagão processador de fardos, BPX9000, a enfardadora, 504PRO, e o plastificador de silagem, SW5000. No estande da empresa, na rua F1, os executivos apresentam os diferenciais desta linha.
O portifólio completo deste nicho de mercado soma seis linhas de equipamentos, que agregam tecnologia ao processo de corte, tombamento, enleiramento, enfardamento, plastificação, armazenamento e processamento de forragens como jaraguá, pangola, quicuio, estrela, coast-cross, rodes, culturas de inverno como centeio, azevém, aveia, milheto, entre outras utilizadas na alimentação animal.
Os equipamentos empregam componentes aptos a operar em diferentes condições de umidade, que na fenação fica em torno de 15%, e na silagem pode chegar a 30% para favorecer a fermentação láctica. Outro diferencial da linha é a compatibilidade com tratores de pequeno porte e potência a partir de 65 cv. Ao adquirir uma solução Vermeer, o produtor não precisa fazer outros investimentos em tratores de grande porte, reduzindo os investimentos em maquinários.
Segadoras condicionadoras
No campo, a Vermeer conta com dois modelos de segadoras, a comum e a condicionadora, sendo que a MC840 estará em exposição na Agrishow. Esse equipamento corta e já condiciona a forragem. O condicionamento acelera a retirada de umidade da planta, pois ele abre pequenas fissuras pelas quais a água sai rapidamente sem que haja perda dos nutrientes. Este processo reduz o tempo de secagem em torno de 30%, dependendo do tipo de forragem e da incidência de sol, explica Marco Livoti, gerente para soluções agrícolas da Vermeer Brasil.
A segadora condicionadora MC840 possui rolos condicionadores de aço e de regulagem automática para que o operador selecione a intensidade do esmagamento de acordo com a necessidade. A praticidade para substituição do jogo de facas é outro diferencial. Com o sistema Quick-Clip®, é possível substituir as facas de um disco em cerca de 40 segundos, sem que haja manuseio de parafusos. Graças a esse sistema de corte, o equipamento economiza um litro de combustível por hectare.
Tombadores Na etapa seguinte, os tombadores da Vermeer movimentam a forragem para uma secagem uniforme. Os modelos TE250 e TR90 estarão no estande da empresa durante a Agrishow. Equipados com sistemas de ganchos, eles tombam a forragem deixando o material seco por baixo e o úmido por cima para acelerar a secagem, sem prejudicar os nutrientes. São equipamentos aptos para trabalhos próximos às cercas e divisas do campo, graças ao sistema que permite o ajuste dos dentes em duas posições: a externa para espalhar e enleirar e a interna, que joga o feno diretamente para trás da máquina, não remontando o material sobre cercas, estradas e divisas. No caso do TE250, oferece 7,62 m de ação de espalhamento de feno ao longo dos braços duplos. Já o TR90 cobre uma área de 3 m durante sua operação.
Equipados com dentes em formato de ganchos, cujo sistema de amortecimento conta com molas helicoidais, proporcionam mais flexibilidade à operação e minimizam em 30% o risco de quebra da peça. Diferente de outros modelos de mercado, que demandam paradas diárias para troca dos dentes.
Enleiradores
O próximo passo na preparação da forragem envolve a formação da leira, seja levantada ou de corda, conforme a demanda do produtor. Aqui entra outro produto Vermeer, o enleirador TWIN RAKE R2800, com largura de trabalho de 8,5m. É um equipamento totalmente articulado, capaz de copiar o terreno. Conta com regulagem hidráulica da altura dos ancinhos, evitando que eles entrem em contato com o solo, o que diminui o teor de impurezas no material enleirado. Também é capaz de formar leiras de diferentes larguras, de acordo com o modelo de enfardadora do cliente.
Enfardadoras
A Vermeer também disponibiliza as enfardadoras 504PRO, um dos lançamentos no evento, e o 404PRO. Elas operam no processo de coleta e enfardamento do material da leira, gerando fardos cilíndricos. Na fenação, o amarrilho dos fardos é feito com redes de nylon, tendo em vista otimizar a produção e facilitar o transporte e armazenamento, sempre preservando a compactação.
Dentre as especificações da 504PRO, destaca-se a câmara variável capaz de produzir fardos de 1,20m de largura e diâmetro variável de 0,90 m a 1,50 m. Já o modelo 404PRO, com câmara fixa, produz fardos de 1,20 m por 1,20m. Os dois modelos contam com conjuntos de 17 facas, que podem operar em combinações de 0, 8, 9 ou 17, o que vai determinar a granulometria do material enfardado. A configuração do conjunto é feita rapidamente pelo próprio operador de dentro da cabine do trator. Em caso de embuchamento do equipamento, é possível abrir hidraulicamente a base sem sair da cabine para limpar os bloqueios e remover o material de volta para a câmara, o que reduz o tempo de parada da enfardadora.
Plastificador de silagem
Nas operações envolvendo silagem, o processo de fermentação láctica da matéria orgânica demanda a plastificação do fardo. O plastificador SW5000 manuseia fardos de até 1,5 m por 1,2 m, pesando até 998 Kg, e figura entre os lançamentos da Vermeer na Agrishow.
Acoplado ao sistema hidráulico de dupla ação do trator, possui apenas três comandos. Basta programar o número de camadas de plástico, bem como o descarregamento do fardo no chão, na posição vertical para facilitar o processo de recolhimento. O SW5000 conta com uma plataforma traseira para transferência precisa do fardo para o chão, evitando que ele role e rasgue o plástico, reflete Livoti. De acordo com ele, o plástico pode ser adquirido junto à Vermeer.
Vagão processador de fardosNa fenação, outro lançamento da Vermeer é BPX9000. Para que o fardo de feno seja consumido, é necessário processá-lo. Como o fardo fica muito compactado, não é recomendável colocá-lo inteiro para o consumo dos animais. O alimento acaba sendo pisoteado e a parte mais dura dificilmente é consumida, perdendo cerca de 30% do fardo, detalha o gerente. O lançamento da Vermeer processa o fardo em pedaços de fácil deglutição pelos animais, acrescenta o executivo.
Com capacidade para se auto-carregar, o processador dispensa o uso de pás carregadeiras. Processa, em média, 10 toneladas de feno seco por hora. Um kit opcional pode ser agregado ao equipamento para processar fardos retangulares.
Sobre a VermeerA Vermeer conta com mais de 60 anos de experiência no mercado e possui uma ampla presença ao redor do mundo. Está focada nas necessidades dos clientes, identificando e antecipando soluções para que a execução das obras seja mais produtiva e rentável. Atua nos mercados de infraestrutura subterrânea, construção, mineração, arboricultura, jardinagem, processamento de resíduos de madeira, reciclagem orgânica, fenação e silagem, oferecendo os seguintes equipamentos: valetadeiras, mineradores de superfície, perfuratrizes direcionais horizontais, minicarregadeiras, instaladores de cabos, escavadores a vácuo, trituradores florestais, destocadores, compostadores orgânicos, segadoras condicionadoras, enfardadoras, enleiradeiros, entre outros.
A Vermeer Latin America é um de seus escritórios regionais e está localizada na cidade de Valinhos, interior do Estado de São Paulo, com a intenção de desenvolver novos produtos e soluções projetados para adaptarem-se especificamente as necessidades dos clientes na América Latina. E, pela grande importância do Brasil no panorama mundial, há quatro anos a Vermeer assumiu a distribuição de seus produtos dentro do território brasileiro, sendo responsável direto pela venda de equipamentos e peças genuínas, assistência técnica especializada e treinamentos de operação e manutenção.
Fonte: Ass. Vermeer – Canaris

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36ª Reunião Anual do CBNA recebe inscrições de trabalhos científicos até quarta-feira
Todos os trabalhos aprovados serão publicados em edição especial sobre o evento da Revista de Agricultura, da Fealq, ampliando o alcance das pesquisas.

A produção científica voltada à nutrição animal no Brasil vem buscando maior integração com as demandas da indústria e mais visibilidade no cenário internacional. Esse movimento se reflete na 36ª Reunião Anual do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), que está com inscrições abertas para submissão de trabalhos científicos até quarta-feira (25).

O professor de Zootecnia da Esalq/USP e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Urbano Ruiz. “A publicação dos trabalhos em um periódico científico amplia significativamente a visibilidade das pesquisas e contribui para aproximar ainda mais a produção acadêmica das demandas da indústria”.
Neste ano, todos os trabalhos aprovados serão publicados em edição especial sobre o evento da Revista de Agricultura, periódico científico editado pela Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) e publicado de forma ininterrupta desde 1926. Essa mudança amplia o alcance das pesquisas, que antes eram divulgadas no ambiente digital do evento, anuncia o professor de Zootecnia da Esalq/USP e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Urbano Ruiz, responsável pelos trabalhos científicos do encontro.
A iniciativa ocorre em um contexto de maior pressão por eficiência produtiva e otimização de custos na cadeia de proteína animal, o que tem aproximado empresas e centros de pesquisas na busca por soluções aplicadas. “A publicação dos trabalhos em um periódico científico amplia significativamente a visibilidade das pesquisas e contribui para aproximar ainda mais a produção acadêmica das demandas da indústria. Ao adotar o inglês e um formato mais objetivo, o CBNA também facilita o acesso de pesquisadores e profissionais de outros países ao conteúdo gerado no Brasil”, afirma Ruiz.
Outra mudança nesta edição é o formato dos resumos, que passam a ser submetidos exclusivamente em inglês e em versão simples, substituindo o modelo anterior de resumo expandido. A proposta é facilitar a leitura e ampliar a circulação internacional dos estudos. Ao todo, 12 trabalhos serão selecionados para apresentação oral, quatro em cada uma das áreas (aves, suínos e bovinos), enquanto os demais trabalhos aprovados serão apresentados em formato de pôster. Todos os trabalhos aprovados terão espaço na publicação científica. No ano passado, foram mais de 60 trabalhos selecionados. Os interessados, devem fazer inscrição no site do evento e depois inscrever seus trabalhos clicando aqui.
Eventos
A 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos vai reunir pesquisadores, profissionais da indústria e especialistas da cadeia produtiva para discutir avanços técnicos, desafios e tendências da nutrição animal no Brasil e no mundo. Além da Reunião Anual, o CBNA vai promover outros dois eventos técnicos no mesmo local. Um deles é o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e outro é o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio. Toda essa programação será paralela à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.
36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos
9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos
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Nova ferramenta digital amplia combate à cigarrinha-do-milho no Paraná
Com mapa interativo e série histórica, plataforma melhora tomada de decisão e fortalece manejo nas lavouras.

Desde fevereiro, os produtores rurais do Paraná têm mais uma ferramenta de combate à cigarrinha-do-milho, praga que causa prejuízo nas lavouras do cereal. A plataforma CigarrinhaWeb centraliza os dados do monitoramento do inseto que transmite o complexo de enfezamentos, conjunto de doenças que gera perda de produtividade, queda na qualidade dos grãos e, em casos severos, até o tombamento das plantas.
A partir destas informações, produtores e técnicos poderão definir estratégias de manejo e controle da praga. Isso porque a plataforma fornece um panorama confiável da distribuição e densidade populacional do inseto no Paraná. O site também armazena a série histórica, criando uma base de dados para futuras pesquisas.
“A cigarrinha-do-milho é uma ameaça à produção. Apoiar o desenvolvimento desta plataforma significa equipar o produtor com informação atualizada e em tempo real. É um investimento no conhecimento que se transforma em ferramenta prática para a defesa da nossa produção, dando transparência e agilidade ao monitoramento desta praga”, afirma o presidente do Sistema Faep.
“Só em defensivos, foram gastos 76 milhões de dólares em 2024. Ou seja, se a plataforma tiver impacto de 10%, essa pesquisa já se paga várias vezes”, destaca o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa.
A ferramenta, que posiciona o Paraná entre os Estados com iniciativas estruturadas de monitoramento de uma das principais pragas da cultura do milho, é resultado do trabalho da Rede Paranaense de Agropesquisa e Formação Aplicada – Complexo de Enfezamento do Milho (Rede CEM), formada pelo Sistema Faep, Fundação Araucária, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
Na prática
O site exibe um mapa interativo com a localização das armadilhas adesivas instaladas nas regiões do Paraná e o número de insetos capturados em cada uma, com atualizações semanais. A plataforma consolida e torna públicos dados que antes ficavam restritos a produtores ou instituições individuais.
O método de monitoramento com armadilhas adesivas é antigo e consolidado. No entanto, o Paraná se destaca como o único Estado a consolidar e disponibilizar publicamente esses dados por meio de uma plataforma digital interativa.
Há anos, o Sistema Faep trabalha para orientar os produtores rurais em relação à cigarrinha do milho. Antes mesmo da plataforma digital CigarrinhaWeb, essa frente de trabalho resultou na cartilha “Manejo da cigarrinha e enfezamentos na cultura do milho”.
Desenvolvido junto com a Embrapa Milho e Sorgo, o material traz orientações práticas, que ajudam o agricultor a identificar e a controlar o inseto, de forma didática. Gratuita e disponível no site do Sistema Faep, a publicação também contempla fotos que exemplificam os sintomas causados pelas doenças transmitidas pela cigarrinha do milho. Paralelamente, a entidade tem em seu catálogo o curso “Manejo Integrado de Pragas (MIP) – Milho”, voltado para a necessidade de monitorar a lavoura, com foco na identificação da cigarrinha.
Todos os cursos do Sistema Faep são gratuitos e oferecem certificado aos concluintes.
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Nova rodovia em Palotina melhora acesso ao complexo agroindustrial da C.Vale
Contorno viário foi liberado após acordo entre Estado, cooperativa e município e recebeu R$ 170 milhões em investimentos.

A inauguração do contorno viário de Palotina, realizada no dia 20 de março, reuniu autoridades federais, estaduais e municipais, além de representantes da C.Vale. A nova rodovia, com 15,2 quilômetros de extensão, foi liberada para o tráfego logo após a solenidade.

A obra foi viabilizada por meio de um acordo entre o Governo do Paraná, a C.Vale e o município, após ficar 26 meses paralisada por impasses contratuais. Pelo modelo adotado, a cooperativa assumiu a gestão da obra, contratou a empreiteira e realizou os pagamentos, sendo ressarcida pelo Estado com créditos de ICMS. Segundo o governador Ratinho Junior, esse formato permitiu antecipar a conclusão em cerca de dois anos.
Com investimento de R$ 170 milhões, o contorno viário passa a concentrar o tráfego de caminhões, carretas e ônibus que antes cruzavam a área urbana de Palotina para acessar o complexo agroindustrial da C.Vale. A mudança deve reduzir congestionamentos, especialmente nos horários de troca de turno das indústrias, e aumentar a segurança no trânsito.
O transporte de trabalhadores e cargas na região é intenso. Atualmente, cerca de 7.500 pessoas se deslocam diariamente em 155 linhas intermunicipais e 111 linhas circulares dentro do município.
A nova rodovia foi denominada PR-975, em homenagem a Marcelino Neis, primeiro prefeito eleito de Palotina. Já o viaduto no acesso ao complexo agroindustrial recebeu o nome de Darcy Ioris, ex-integrante da diretoria da cooperativa.
Após a liberação, cerca de 30 veículos leves e pesados da C.Vale foram os primeiros a utilizar o trecho. A partir de agora, o fluxo de cargas e de passageiros passa a ser direcionado para o contorno, facilitando o acesso ao complexo e retirando o tráfego pesado das vias urbanas.
