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Suínos DNA South America

DNA South America traz primeiros animais para o Brasil

DNA South America é parceira exclusiva da DNA Swine Genetics, multinacional de origem norte-americana que mais cresce no mercado de melhoramento genético mundial de suínos

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O mês de maio de 2020 entrou para história da suinocultura brasileira, quando os primeiros animais importados dos EUA deixaram a Estação Quarentenária de Cananéia rumo às granjas núcleo da DNA South America. Tal feito engrandece o segmento que, após mais de duas décadas, finalmente recebe uma nova empresa de genética em seu território. A DNA South America é parceira exclusiva da DNA Swine Genetics, multinacional de origem norte-americana que mais cresce no mercado de melhoramento genético mundial de suínos.

Dentre os principais recursos tecnológicos aplicados ao melhoramento suíno, a DNA Swine Genetics utiliza o programa de genética AccuGain™️, com o software exclusivo de melhoramento Helix™️, um banco exclusivo de dados genéticos e informações genômicas em 100% de sua base, para acelerar o progresso genético.

A base genética é totalmente redirecionada para atender o maior equilíbrio entre prolificidade e desempenho do terminado (ganho de peso, eficiência alimentar, permitindo abates pesados com excepcional qualidade de carne e rendimento em carcaça), com redução nos custos de produção. A linha paterna DNA L600 alcançou a liderança do mercado norte-americano, por produzir terminados com mais vitalidade do nascimento ao abate, com menores índices de mortalidade e melhor eficiência alimentar, aliados à excepcional qualidade de carne. A linha materna destaca-se por produzir uma fêmea hiperprolífica, com o foco em características de relevância econômica que atendam às necessidades do produtor, ou seja, capaz de produzir leitões mais pesados ao nascimento e desmamá-los com qualidade, sem a necessidade de condições excessivamente artificiais.

Fonte: Assessoria

Expedição Suinocultura

Mato Grosso do Sul: como o estado se tornou a bola da vez do agro brasileiro

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O Mato Grosso do Sul não se transformou em potência da suinocultura por acaso. O crescimento foi estratégico, sustentado pela expansão dos grãos, integração produtiva, decisões industriais acertadas e um ambiente sanitário cada vez mais sólido. De um Estado antes dependente de outras regiões, o MS passou a transformar seu próprio milho e soja em proteína animal, gerando empregos, renda e valor agregado. Com logística estratégica, rota bioceânica, status sanitário avançado, sucessão familiar estruturada e novos investimentos industriais, a suinocultura sul-mato-grossense entra em uma nova fase: mais competitiva, sustentável e preparada para crescer de forma agressiva nos próximos anos. O futuro já começou — e o MS está no centro dele.

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Expedição Suinocultura

Mato Grosso do Sul: tecnologia e sustentabilidade

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No Mato Grosso do Sul, a suinocultura deixou de tratar tecnologia como acessório e passou a usá-la como base do crescimento sustentável. Dejetos viram energia, energia move as granjas, a fertirrigação fortalece pastagens e a integração com bovinocultura, agricultura, piscicultura e florestas fecha um ciclo produtivo eficiente. Mais do que números, esse modelo transforma desafios em oportunidades, gera energia renovável, valoriza recursos naturais e coloca as pessoas no centro da sustentabilidade. Um exemplo de como o agro pode crescer com responsabilidade ambiental, social e econômica, tornando o Estado referência nacional em ESG.

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Suínos

Certificação da Frimesa na creche de suínos: cuidado, manejo e trabalho em equipe

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A Certificação da Frimesa recebida por Lauri Roehsig e sua equipe, em Medianeira, destaca o trabalho realizado na fase de creche dos suínos, onde o cuidado nos primeiros dias de vida é decisivo para reduzir a mortalidade. A identificação precoce dos leitões mais debilitados, aliada à separação e a um manejo diferenciado, garante melhores condições de ambiência e maior estímulo ao consumo de ração e água, favorecendo um desenvolvimento mais rápido e saudável. O uso de soluções simples e eficientes, como o coxim auxiliar para a preparação da papinha nos primeiros dias, somado ao “básico bem feito” — regulagem correta dos cochos, ventilação adequada e controle de gases — contribui diretamente para o bom desempenho dos animais. Além disso, o sucesso do resultado está fortemente ligado à valorização e capacitação da equipe, com diálogo constante, apoio diário e reconhecimento do trabalho. A premiação reforça a importância do esforço coletivo e motiva todos a continuarem buscando excelência na produção.

A cobertura do Suíno Certificado Frimesa tem o apoio:
Agroceres PIC, Alivira, Embio, Evonik, NNATRIVM, Poly Sell, Trouw Nutrition, Vetanco e Vetquest.

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