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Divisão de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim anuncia parceria com a Fraunhofer IME para desenvolvimento de produtos sustentáveis

A colaboração se dará em âmbito global, destacando o esforço da empresa em minimizar o impacto ambiental de suas operações e produtos

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Foto: O Presente Rural

A Boehringer Ingelheim e o Instituto Fraunhofer de Biologia Molecular e Ecologia Aplicada IME anunciam uma parceria com o objetivo de fornecer produtos naturais de base microbiana para o desenvolvimento de soluções de última geração para a área de saúde animal contra doenças parasitárias. O projeto de pesquisa utilizará uma coleção de cepas microbianas da Fraunhofer, cuja maioria das partes são isoladas de ambientes associados a invertebrados.

“Melhorar o bem-estar de animais e humanos cujas vidas estão profundamente interconectadas é uma prioridade para nós da Boehringer Ingelheim. Nós nos esforçamos para fornecer parasiticidas de origem natural e sustentáveis ​​para fazer uma diferença positiva na vida dos animais por meio de inovações”, afirma Paul Selzer, Head of Molecular Discovery da Boehringer Ingelheim Saúde Animal.

“A Fraunhofer é uma organização experiente, conhecida pela capacidade de identificar com sucesso novas estruturas utilizando organismos como recursos biológicos. Dentro desta nova parceria, iremos integrar a Fraunhofer Natural Product Discovery Platform em nosso programa de inovação em parasiticidas. Este projeto é o primeiro da nossa parceria estratégica, que já vem sendo expandida”.

Esta parceria faz parte de um dos muitos esforços de compromisso que a Boehringer Ingelheim tem para um futuro mais sustentável para as pessoas e o planeta.

“Até então, nós nos concentrávamos em projetos para produtos farmacêuticos humanos e de proteção de solo para colheita de grãos, agora estamos ansiosos para que nossas tecnologias entrem no setor veterinário. Reunindo a experiência da Fraunhofer e da Boehringer Ingelheim, iremos alavancar a descoberta de novos produtos químicos naturais que servirão de pontos de partida para a produção de soluções de saúde animal de origem animal”, comenta Till Schäberle, Head do Departamento de Produtos Naturais da Fraunhofer IME. “Agradecemos a confiança que a Boehringer Ingelheim deposita em nossas ideias sobre como abordar a biodiversidade, uma vez que o uso de biorecursos deve ser facilitado pelo avanço das tecnologias existentes e pelo desenvolvimento de novas tecnologias. Acreditamos que a nossa plataforma de descoberta de produtos naturais de última geração e, especialmente, nossos recursos analíticos promoverão a descoberta eficiente de novas estruturas bioativas”.

 

Os termos financeiros do acordo não foram divulgados.

Fonte: Assessoria
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Empresas Consumo

Aumento de consumo de leite condensado impulsiona crescimento de fábrica de laticínios em Goiás

Com aumento de consumo do derivado lácteo nos últimos anos impulsionado pelo mercado de padarias e confeitarias, empresas do setor apostam na diversificação do produto e na expansão fabril para atender ao segmento food service

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(Foto: Divulgação - bags de 2,5 quilos)

Os pães e doces seguem conquistando cada vez mais espaço nas mesas dos brasileiro. De acordo com estudo feito pelo Instituto Tecnológico da Alimentação, Panificação e Confeitaria (ITPC), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), o setor de panificadoras e confeitarias apresentou crescimento de 2,65% em 2019, alcançando um faturamento de R$ 95,08 bilhões. Ainda segundo a Abip, o setor de panificação é o segundo maior de alimentos prontos no país e está presente em todas as cidades brasileiras.

Esse aumento tem movimentado toda a cadeia produtiva que abastece esse mercado, como os de produtos em embalagens food service (em tamanhos maiores). Um exemplo é a Marajoara Laticínios, cujas vendas de leite condensado representam 35% do total de produtos vendidos pela companhia. A empresa goiana conquistou o segundo lugar no ranking nacional na participação no mercado de atacarejo de leite condensado; crescendo de 15,5% em 2019, para 18,6% em 2020, no comparativo do primeiro semestre, segundo o último levantamento  da Nielsen, Scantrack e Cash&Carry.

A demanda pelo leite condensado da Marajoara fez com que o grupo construísse uma nova unidade fabril em seu polo na cidade de Hidrolândia-GO, com capacidade de produção de 2,5 milhões de toneladas de leite condensado por mês. “Percebemos um crescimento de vendas do produto nos últimos três anos em torno de 35% e, consequentemente, houve uma demanda para produzir mais leite condensado”, destaca André Luiz.

Será a terceira expansão da fábrica para acompanhar o crescimento do consumo do leite condensado. A nova unidade é voltada para a produção de bags de 2,5 quilos e 5 quilos, embalado em tecnologia de envase com películas, mais conhecidas como filme plástico. As bags serão voltadas ao segmento food service –  confeiteiros, padarias, pit dogs e outros estabelecimentos. A venda será feita em atacarejos.

“Foi uma demanda solicitada pelos próprios clientes, que viram a necessidade de um produto de qualidade em um tamanho maior para atender a produção de uma maneira mais econômica e prática”, destaca o presidente da empresa, André Luiz Junqueira,  que atua nos 26 estados e no Distrito Federal.

Pandemia
No varejo, o consumo de leite condensado também aumentou durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. É o que aponta levantamento publicado em maio pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que identificou que 14% das famílias aumentaram o consumo de leite condensado desde o início da disseminação da Covid-19 pelo território brasileiro. Já de acordo com pesquisa da Cash&Carry, Nielsen e Scantrack, o mercado apontou um crescimento de 9,9% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado.

Uma das explicações para esse crescimento é o período de isolamento social, que levou muitas pessoas a se aventurarem na culinária caseira, sendo que o leite condensado é um dos principais protagonistas em diversas receitas, como brigadeiros, pudins e bolos.

A Marajoara apresentou crescimento de vendas de leite condensado na região Centro-Oeste durante o primeiro semestre deste ano, principalmente na versão de 395g, alcançando um aumento de 34% das vendas médias em comparação com o primeiro semestre de 2019

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Empresas

Zoetis divulga relatório de sustentabilidade do último ano

Atuação da companhia no Brasil ganhou destaque com ações realizadas em parceria com ONGs

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(Foto: Divulgação)

A Zoetis, líder global em saúde animal, divulgou a sua Avaliação Ambiental, Social e de Governança (ESG) de 2019. O documento destaca ações da companhia direcionadas à melhoria do bem-estar animal, compromisso com a inclusão, a equidade e a representação no local de trabalho, com o meio ambiente e projetos solidários.

O documento detalha como a companhia vem agindo para fortalecer ainda mais a promoção dos cuidados com os animais e a defesa de um futuro mais saudável e sustentável. “Embora a sustentabilidade sempre tenha feito parte do nosso trabalho, este ano formalizamos nossa estratégia sabendo a diferença que ela faz para nossos colegas, nossos clientes e comunidades”, diz a CEO global da companhia, Kristin Peck.

“Nossa estrutura de sustentabilidade se concentra em cuidar de nossos colegas e das comunidades nas quais operamos, em inovação para animais mais saudáveis e em garantir que estamos protegendo o meio ambiente nas nossas operações comerciais. Parte desse compromisso é relatar nosso progresso em relação aos principais tópicos de sustentabilidade – que acreditamos estarem de mãos dadas com o compartilhamento de nossos resultados de negócios”, reforça Kristin.

Brasil

O Brasil teve destaque pela sua atuação junto a ONGs voltadas para animais de companhia. O relatório aponta que, em 2019, a Zoetis Brasil forneceu vacinas e Simparic, medicação que combate carrapatos, pulgas e sarnas, para mais de 60 cães inscritos na Patas Therapeutas, ONG que atua nas áreas de atividade, educação e terapia assistida por animais, coordenando voluntários juntamente com cães treinados para realizar visitas a crianças e idosos em hospitais e clínicas. Também por meio do Instituto Magnus, a companhia contribuiu para o treinamento de 12 cães destinados a serem guias de pessoas com deficiências visual e motora, além do fornecimento de vacinas e Simparic para os animais.

“Na Zoetis, queremos ir além do bem-estar dos animais e fazer a diferença também na sociedade por meio de parcerias como essas, que atuam na valorização do ser humano e da convivência com os pets. Desejamos contribuir para disseminar ainda mais uma cultura de cuidado e amor para com os animais e fortalecer a conexão entre eles e os humanos”, comenta Ricardo Vicalvi, Diretor de Comunicação Corporativa, Responsabilidade Social e Assuntos Institucionais da Zoetis Brasil.

Fonte: Ass. de Impressa Zoetis
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Empresas Evento Virtual

Adotar programa sanitário é fundamental para evitar perdas e melhorar a eficiência produtiva da pecuária

Circuito Virtual “Fronteiras Produtivas”, promovido pela Biogénesis Bagó, trouxe informações sobre como a aplicação preventiva de vacinas, vermífugos, suplementos minerais e vitamínicos injetáveis como ferramentas cada vez mais essenciais para a atividade

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Divulgação - Fronteiras Produtivas.

Com o tema “Como produzir mais e melhor nas diversas categorias pecuárias”, a Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, promoveu a última edição do ano do evento on-line Circuito Virtual “Fronteiras Produtivas”, na quinta-feira, dia 26 de novembro. Com a proposta de levar capacitação ao produtor e aos profissionais que atuam na pecuária, o encontro abordou a importância da adoção de um protocolo sanitário eficiente, aspecto fundamental para melhorar os resultados produtivos e reduzir as perdas na atividade, seja cria, recria ou engorda.

O evento contou com a participação da médica-veterinária, Dra. Roberta Saran, formada pela Unesp –  Universidade Estadual Paulista, com mestrado, doutorado e dois PhD´s em reprodução animal pela Unesp e Universidade de São Paulo – USP; do gerente de Negócios em Gado de Corte do Rehagro, Diego Palucci; do médico-veterinário formado pela UCLA Venezuela, José Zambrano, que é especialista em sanidade e gerente de projetos sanitários pelo Rehagro; do médico-veterinário e proprietário da FFlores Consultoria Rural, Fernando Flores; do gerente de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó, Reuel Gonçalves; do coordenador de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó, João Paulo Lollato; do gerente de Produtos da Biogénesis Bagó, Pedro Hespanha e do gerente de Relacionamento com Pecuaristas da Biogénesis Bagó, Bruno Di Rienzo. A mediação ficou por conta do gerente de Marketing Brasil da Biogénesis Bagó, Carlos Godoy.

“O cenário que se traça para os próximos anos é que não haverá diminuição do consumo de carne. Ao contrário: será necessário produzir um incremento de 6 milhões de toneladas até 2029. Para superarmos o desafio deste aumento de demanda permanecerão no mercado os produtores que investirem na implementação de tecnologia para aperfeiçoar sua produção”, sinalizou Godoy.

Se antes os produtores se preocupavam apenas com a quantidade de animais produzidos, com as novas exigências do consumidor é preciso ir além e fornecer qualidade para que a rentabilidade do negócio seja garantida. Foi o que mencionou o gerente de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó, Reuel Luiz Goncalves. “Tudo começa na reprodução e na cria. Mais do que produzir e nascer bezerros é preciso desmamá-los. O índice de mortalidade por diarreia é de 31,5%. O Brasil tem condições de melhorar sua eficiência e investir em programas sanitários. É o que vai trazer retorno ao produtor”, reforçou.

No entanto, otimizar a produtividade não significa aumento de área de pastagem. “Precisaremos cada vez focar em fazer melhorias ambientas como ‘lição de casa’. Aí entram os pacotes tecnológicos que podem se adequar a cada produtor para que ele aperfeiçoe sua atividade e alavanque a produção de bezerros. Apenas 16% do sistema no Brasil utiliza a IATF, sendo que a cada R$ 1 investido há um retorno de R$ 4,20. Há espaço para ampliar, mas precisamos também de qualificação de mão de obra e treinamentos adequados para condução correta desses protocolos, sem que haja perdas”, ressaltou a médica-veterinária, Roberta Saran.

Retirada da vacina de aftosa reforça necessidade de se fazer protocolo sanitário.
Um dos assuntos debatidos no Circuito Virtual foi a retirada da obrigatoriedade da vacina de febre aftosa no Brasil. Para o gerente de Negócios em Gado de Corte do Rehagro, Diego Palucci, a medida só reforça a necessidade de  manter os protocolos sanitários em dia para que os animais não fiquem vulneráreis e suscetíveis a doenças.

“De dois anos para cá, a arroba dobrou de preço. A morte de um animal é prejuízo e penaliza o sistema. Antes, vacinas de pneumonia não eram comuns. Hoje, o produtor percebeu que o valor da imunização fica irrisório perto do valor da perda de um boi”, apontou.

“Precisamos mudar a cultura de se fazer o que é obrigatório. Ainda temos o estigma de que animais mais velhos ficam mais resistentes e sabemos que não é assim. Independente de acabar ou não com a vacinação contra febre aftosa, a fazenda precisa manter um calendário robusto de sanidade. A parte subclínica rouba o lucro do produtor”, reforçou José Zambrano.

“O patrimônio do produtor é o boi e a sanidade é um ‘seguro barato’ que evita as perdas. É inadmissível, nos dias de hoje, uma propriedade trabalhar sem protocolo de sanidade”, enfatizou Fernando Flores.

O Circuito Virtual integra o movimento “Fronteiras Produtivas” da Biogénesis Bagó, que nasceu com a proposta de encorajar o pecuarista e os demais profissionais, técnicos, zootecnistas e veterinários a otimizarem os seus índices de produtividade utilizando os recursos disponíveis pelos diversos elos da cadeia.

Fonte: Ass. de Impressa.
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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