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Notícias Paraná

Diretoria da FAEP é reeleita com foco no fortalecimento dos sindicatos rurais

Chapa presidida por Ágide Meneguette ficará à frente da entidade no triênio 2021-2024

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Divulgação

A FAEP reelegeu, na segunda-feira (25), a diretoria que ficará à frente da entidade pelos próximos três anos: de 2021 a 2024. Presidida por Ágide Meneguette, a chapa tem como principal plataforma o fortalecimento do sistema sindical e, por conseguinte, dos sindicatos rurais, por meio de uma série de ações, programas e políticas. Uma das prioridades será o Programa de Sustentabilidade Sindical, lançado em 2018, após o fim de contribuição sindical obrigatória. No total de 138 sindicatos habilitados a votar, a chapa teve 125 votos a favor, dois contra, um em branco e 10 ausências.

A eleição foi realizada durante Assembleia Geral realizada na sede da entidade, em Curitiba. Em razão da pandemia do novo coronavírus, pela primeira vez na história, o evento foi realizado de forma online. Cada sindicato votou da sua cidade, por meio de um sistema digital criptografado desenvolvido por uma empresa externa, o que garantiu total segurança à votação.

“A nossa intenção é continuar trabalhando para apoiar os sindicatos rurais a se viabilizarem, como forma de fortalecer o sistema como um todo, visando atender aos interesses dos produtores rurais e suas famílias”, disse Meneguette.

Dentre diversas propostas, a plataforma contempla o desenvolvimento de ações junto a produtores rurais, para que reconheçam e apoiem os sindicatos como instrumentos de representação; a continuidade de treinamentos e de formação de lideranças sindicais e gestores do setor; o estímulo a diversificação de fontes de receita e de financiamento do sistema sindical do Paraná; a integração das entidades afins do associativismo rural do Estado a FAEP; e a manutenção das ações que visam o incremento de renda ao produtor.

“O nosso foco são os sindicatos rurais e os produtores rurais. É isso o que estamos fazendo e é isso que continuaremos a fazer”, resumiu Meneguette.

Para atingir os objetivos definidos em cada proposta, a diretoria eleita definiu diretrizes a serem implantadas nas áreas de política agrária (em defesa da propriedade e do produtor rural), política agrícola (com ações de desenvolvimento das cadeias produtivas, que vão desde análises a realização de comissões técnicas) e política sindical (estreitando relacionamento com os sindicatos). Outras áreas prioritárias são informática (integrando digitalmente o sistema sindical), comunicação social (ampliando o acesso a informações do setor) e contribuição sindical rural (com a busca de mecanismos que visem a manutenção dos sindicatos).

Veja a composição da chapa eleita:

Presidente: Ágide Meneguette

Vice-Presidente: Guerino Guandalini

Vice-Presidente: Francisco Carlos do Nascimento

Vice-Presidente: Oradi Francisco Caldato

Vice-Presidente: Nelson Natalino Paludo

Vice-Presidente: Nery José Thome

Vice-Presidente: Valdemar da Silva Melato

Diretor Secretário: Livaldo Gemin

2º Diretor Secretário: Mar Sakashita

Diretor Financeiro: Paulo José Buso Junior

2º Diretor Financeiro: Ivo Pierin Júnior

Suplentes

Lisiane Rocha Czech, Gustavo Ribas Netto, Anton Gora, Edson Dornellas, Ivonir Lodi, Celso Stedile, Mesaque Kecot Veres, Ricardo de Aguiar Wolter, Lourival Roberto da Silva Goes, José Mendonça e Paulo Ricardo da Nova

Conselho Fiscal

Efetivos: Sebastião Olimpio Santaroza, Ciro Tadeu Alcantara e Walter Ferreira Lima

Suplentes: Braz Reberte Pedrini, Dourvan Westphal e Luiz André Boraneli

Delegados representantes

Ágide Meneguette, Rodolpho Luiz Werneck Botelho, Eduardo Medeiros Gomes e Gerson Magnoni Bortoli

Fonte: Sistema FAEP
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Notícias Mercado

Demanda na exportação sustenta preços do boi gordo no mercado físico

Mercado físico do boi gordo apresentou preços em elevação nesta semana

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico do boi gordo apresentou preços em elevação na semana. O dólar comercial valorizado frente ao real motivou os frigoríficos habilitados a exportar a atuar de maneira mais agressiva na compra de gado, garantindo a sustentação dos referenciais.

De qualquer maneira, as máximas não foram renovadas no mercado paulista, com negócios atingindo o limite de R$ 310 a arroba. “A oferta de animais terminados permanece restrita, com expectativa de alguma melhora a partir da segunda quinzena do mês”, informa o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a demanda segue como um relevante contraponto, avaliando a dificuldade de repasse do adicional de custos ao restante da cadeia pecuária, com o consumidor médio migrando para a carne de frango, proteína mais acessível dentro do setor carnes.

A arroba em São Paulo vai encerrando a semana na casa de R$ 307,00. Em Goiás, preços em torno de R$ 295,00. Em Minas Gerais, a cotação chegou a R$ 303,00. No Mato Grosso do Sul, a arroba foi negociada a R$ 290,00. No Mato Grosso, preço chegando a R$ 296,00.

O mercado atacadista voltou a apresentar acomodação nos preços. “O ambiente de negócios sugere pouco espaço para reajustes, mesmo com a entrada dos salários na economia. Basicamente a carne bovina segue em patamar proibitivo. Nesse tipo de ambiente é evidenciado um movimento bastante agressivo de migração para uma proteína mais acessível, caso da carne de frango”, explica o analista, acrescentando que essa dinâmica tende a se manter em todo o ano de 2021, que deve ser pautado por um lento processo de retomada da atividade econômica.

Corte traseiro ainda é precificado a R$ 19,30 por quilo. Corte dianteiro ainda é cotado a R$ 15,40 por quilo. Ponta de agulha também permanece precificada a R$ 15,40, por quilo.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de inverno

Indústria brasileira de trigo abastecida e Argentina antecipa exportações

Mercado brasileiro de trigo segue apresentando morosidade no ritmo dos negócios

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de trigo segue apresentando morosidade no ritmo dos negócios. O analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, lembra que os produtores estão com as atenções voltadas para a safra de verão e, vendo a recente apreciação do dólar em relação ao real e a firmeza das cotações internacionais, elevam suas pedidas.

“Os moinhos, especialmente os de grande porte, estão abastecidos e preferem processar o cereal armazenado a ir ao mercado para novas aquisições. Sendo assim, os negócios reportados têm sido pontuais. Com pouco trigo disponível, a costumeira venda para abrir espaço para os grãos de verão nos armazéns não deve ser suficiente para derrubar as cotações do cereal”, disse.

Na Argentina, os preços ainda não sentiram a recente valorização das Bolsas norte-americanas. “A safra argentina foi disponibilizada entre dezembro e janeiro. Mesmo uma safra menor acaba tendo um efeito sazonal de baixa. Além disso, muitos vendedores locais temem uma eventual intervenção do governo para garantir o abastecimento interno. Sendo assim, têm antecipado vendas para o exterior”, explicou o analista.

Conforme Bento, o cenário segue sem grandes alterações em todo o país. “Os triticultores, capitalizados e vendidos em milho e soja, olham para o dólar em ascensão e preferem aguardar momentos ainda mais atrativos para comercializar os lotes remanescentes. Os moinhos compraram grandes volumes no estrangeiro, o que permite reduzir o apetite comprador pelo cereal local”, disse.

Ainda em relação às importações, a possibilidade de o governo argentino suspender as vendas ao exterior é cada vez mais ventilada no mercado. A produção no país vizinho recuou de 19,5 milhões de toneladas para 16,8 milhões de toneladas. Assim, o saldo exportável é de 10 milhões de toneladas. Passados três meses da temporada o total embarcado chega a 4,174 milhões de toneladas. “Vale lembrar que no último governo da Frente Justiacionista (mesmo que o atual) o país adotou uma política de cotas de exportação visando o abastecimento interno a preços mais baixos”, destacou o analista.

Na última quinta-feira, as indicações no Paraná ficam próximas R$ 1.500 por toneladas para compra, com vendedores demonstrando interesse por volta de R$ 1.600 por tonelada. No Rio Grande do Sul as indicações de compradores e vendedores ficam próximas a R$ 1.450 por tonelada e R$ 1.550 por tonelada, respectivamente.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Mercado suíno perde força com restrições nos estados pela Covid-19

Suinocultura brasileira teve uma semana de lentidão nos negócios e preços em queda para o quilo vivo

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Monalisa Pereira

A suinocultura brasileira teve uma semana de lentidão nos negócios e preços em queda para o quilo vivo. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, os frigoríficos adotaram uma postura cautelosa, diante da preocupação crescente em torno do escoamento mais lento da carne no curto prazo, considerando as medidas restritivas de mobilidade adotadas em alguns estados, como Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo devido à Covid-19. “Houve mudanças em relação ao funcionamento de bares e restaurantes nessas regiões”, alerta.

Outra preocupação recorrente ao setor é o custo de produção, acompanhando o cenário difícil do milho, fator que vem impactando as margens da atividade suína. “O milho tende a apresentar preços firmes em grande parte do país ao longo das próximas semanas, com a logística concentrada na colheita e escoamento da soja”, alerta.

Como contraponto, Maia entende que podem ser citados duas condições importantes para o mercado, como uma eventual extensão do auxílio emergencial, que seria um elemento importante para estimular o consumo de base e o cenário positivo registrado pelas exportações de carne suína ao longo das últimas semanas.

Levantamento semanal de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil baixou 4,13%, de R$ 6,94 para R$ 6,65. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado subiu 0,23% no mês, de R$ 12,18 para R$ 12,21. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,70, ganho de 2,44% frente ao fechamento da semana passada, quando era cotada a R$ 9,47.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 173,392 milhões em fevereiro (18 dias úteis), com média diária de US$ 9,632 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 71,508 mil toneladas, com média diária de 3,972 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.425,00.

Em relação a fevereiro de 2020, houve alta de 21,02% no valor médio diário da exportação, ganho de 23,02% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 1,63% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo baixou de R$ 150,00 para R$ 143,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90. No interior do estado a cotação mudou de R$ 7,50 para R$ 7,15.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração retrocedeu de R$ 6,30 para R$ 6,00. No interior catarinense, a cotação recuou de R$ 7,20 para R$ 7,10. No Paraná o quilo vivo teve queda de R$ 7,40 para R$ 7,25 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo teve retração de R$ 6,70 para R$ 6,00.

No Mato Grosso do Sul a cotação em Campo Grande mudou de R$ 6,70 para R$ 6,40, enquanto na integração o preço caiu de R$ 6,50 para R$ 5,80. Em Goiânia, o preço baixou de R$ 7,60 para R$ 7,10. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno retrocedeu de R$ 7,50 para R$ 7,00. No mercado independente mineiro, o preço passou de R$ 7,60 para R$ 7,10. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis caiu de R$ 6,00 para R$ 5,95. Já na integração do estado o quilo vivo passou de R$ 6,20 para R$ 5,90.

Fonte: Agência SAFRAS
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