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Diretoria da Acrimat para triênio 2023/2025 é empossada
Presidente Oswaldo Pereira reforçou em seu discurso que a entidade terá a missão de unir a cadeia produtiva da carne bovina para superar os novos desafios que se apresentam para o setor diante do novo governo federal.

O médico e pecuarista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior tomou posse como diretor-presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), para a gestão do triênio 2023-2025, com a missão de, segundo ele, unir a cadeia produtiva da carne bovina para superar os novos desafios que se apresentam para o setor diante do novo governo federal.
Ele foi reconduzido ao cargo durante cerimônia de posse realizada em Cuiabá na última sexta-feira (20). Além dele como presidente, também foram empossados os demais membros da diretoria executiva, além do Conselho Fiscal e Conselho de Representantes Regionais.

Oswaldo Ribeiro foi reconduzido ao cargo durante cerimônia de posse realizada em Cuiabá na última sexta-feira (20) – Fotos: Divulgação/Acrimat
Durante cerimônia de posse, Oswaldo Ribeiro destacou a relevância dos trabalhos da entidade e a necessidade de fortalecer ainda mais o setor diante do momento de muitas transformações pelas quais passa o Brasil – e do receio de um novo Governo e de eventual ruptura de políticas públicas voltadas para o agronegócio. “Vivemos momentos de muita incerteza, de muitas mudanças e vislumbramos muitos desafios pela frente. E é somente a união de todos os elos dessa grande cadeia produtiva é que nos fará superá-los”, ressaltou.
Ainda segundo Oswaldo, é necessário que toda a sociedade compreenda não somente o papel da Acrimat, mas também do produtor rural, para que o Brasil continue cada vez mais forte e reconhecido como uma grande potência agroambiental. “Produzimos com qualidade e consciência ambiental. Ao mesmo tempo, criamos um legado positivo e duradouro. Por isso, precisamos ser olhados com respeito, tanto pelas autoridades governamentais, quanto na sociedade civil. Não somos inimigos: somos parceiros que necessitam ser tratados como se tratam amigos”, reforçou.
A Acrimat é uma entidade representativa, sem fins lucrativos, que atua em todo Mato Grosso há 52 anos em defesa da atividade da pecuária de corte, segmento de grande relevância para o Estado, pois Mato Grosso possui o maior rebanho bovino do Brasil.
São aproximadamente 32 milhões de cabeças de gado, o que faz do segmento referência em produção e comercialização de carne bovina no Brasil e no mundo. “Precisamos que os governos, nas esferas municipal, estadual e federal, não sejam entraves ao nosso trabalho de produzir. Que sejam facilitadores do desenvolvimento, proporcionando segurança jurídica e estabilidade socioambiental. Somente assim conseguiremos continuar cumprindo nossa missão, que é produzir alimentos saudáveis e em abundância. A Acrimat está preparada para continuar cobrando e defendendo o produtor”, afirmou o presidente da Acrimat.

Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Sebastião Tomain: “Tem hora que a gente tem que saber falar bem de nós mesmos”
Também presente no evento, o novo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Sebastião Tomain, reforçou a importância do produtor rural, de políticas públicas alinhadas com as necessidades do setor e da união de toda a cadeia produtiva. “A fala do Oswaldo mostra muito bem o que o produtor faz, a responsabilidade que ele tem de produzir, a responsabilidade que ele tem de preservar e nem todos os momentos nós somos reconhecidos dessa forma. Tem hora que a gente tem que saber falar bem de nós mesmos. Tanta gente fala mal de nós. Mas, com as associações, que representam cada cadeia produtiva, juntamente com a federação, que representa todos os produtores, nós podemos ir longe”, concluiu.
Estiveram presentes também no evento os representantes do Governo do Estado, deputados estaduais e federais, além de membros das entidades do agronegócio mato-grossense.

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Capal abre 300 vagas de trabalho temporário no Paraná e em Santa Catarina
As oportunidades são para atuar em sete unidades de negócios da cooperativa nos meses de janeiro e fevereiro de 2026.

A Capal Cooperativa Agroindustrial anuncia a abertura de aproximadamente 300 vagas de emprego temporário para serviços gerais referentes à safra de verão. As oportunidades são para atuar em sete unidades de negócios da cooperativa nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, em seis municípios do Paraná (Arapoti, Wenceslau Braz e Curiúva) e do estado de São Paulo (Itararé, Taquarituba e Taquarivaí).
As vagas disponíveis são para as seguintes funções: Auxiliar de Produção, Classificadores de Cereais e Balanceiros. Não é necessária experiência prévia. Todos os profissionais contratados passam por treinamentos de integração, trabalho em altura e operação de máquinas e equipamentos, entre outros temas.
Os candidatos com interesse na vaga podem entregar os currículos na Agência de Trabalho da cidade correspondente, na unidade da Capal ou enviar pelo e-mail recrutamento@capal.coop.br.
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Agroshow Copagril 2026 é lançado internamente com foco em tradição e inovação
Com o tema “Raízes do Progresso”, o evento reunirá produtores, especialistas e mais de 200 expositores, destacando tecnologia, negócios e soluções para o agronegócio regional.

A Copagril realizou, na tarde de terça-feira (09), na Associação Atlética Cultural Copagril (AACC), o lançamento interno do Agroshow Copagril 2026, encontro que reuniu diretoria, CEO, gerentes e colaboradores para apresentar oficialmente o tema, o conceito e as principais novidades da próxima edição do evento, que tradicionalmente marca o início do calendário de feiras agrícolas no Paraná.
Com o tema “Raízes do Progresso”, a edição de 2026 reforça a importância dos fundamentos que sustentam a agricultura regional ao mesmo tempo em que incorpora inovação, tecnologia e práticas que impulsionam o futuro do agronegócio. O objetivo do lançamento interno foi alinhar as equipes, fortalecer o engajamento institucional e preparar as equipes para atuarem como multiplicadores das informações que serão apresentadas ao público em janeiro.
Durante o encontro, o CEO da Copagril, Daniel Engels Rodrigues, destacou a relevância estratégica do Agroshow para a cooperativa e para os produtores rurais da região. “Estamos em um momento especial da nossa trajetória, em que unir tradição e inovação se torna essencial para gerar ainda mais valor aos nossos cooperados. O Agroshow Copagril 2026 traz um conceito forte e uma programação robusta, que reafirmam nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e com a evolução contínua do agronegócio”, pontuou Engels.
O Agroshow Copagril reúne anualmente produtores, especialistas, empresas parceiras e lideranças para troca de conhecimento e apresentação das mais recentes soluções voltadas à produtividade, manejo e tecnologia. A edição de 2026 trará mais de 200 expositores, além de experiências aprimoradas, tecnologia, negócios e inovação.
Com o lançamento interno, a Copagril inicia oficialmente a contagem regressiva para o Agroshow 2026.
Colunistas
Por que cuidar dos animais significa cuidar das pessoas e garantir a sustentabilidade do agronegócio?
Além dos ganhos para os animais, o bem-estar impacta diretamente a qualidade do produto final. Animais menos estressados têm melhor imunidade e menos lesões, o que aumenta o aproveitamento das carcaças.

O conceito de bem-estar na produção animal evoluiu. Não se trata apenas de garantir a qualidade de vida dos animais, mas de entender que o ambiente de trabalho é um fator determinante para que essas práticas aconteçam de forma consistente. Cuidar dos animais é, inevitavelmente, cuidar das pessoas que trabalham com eles.
Para que o manejo seja executado com precisão, calma e eficiência, é necessário proporcionar infraestrutura adequada e fluxos operacionais claros. Isso envolve melhorias estruturais, como pisos antiderrapantes, corredores bem dimensionados e sistemas de iluminação e ventilação pensados para reduzir o estresse.

Quando o ambiente é organizado e planejado, diminuem-se os riscos e evita-se o retrabalho, permitindo que o colaborador concentre sua energia nas manobras técnicas corretas, sem improvisações ou esforço físico excessivo. O resultado é um ciclo virtuoso: investir no bem-estar do colaborador cria as condições para que o bem-estar animal ocorra de forma natural.
Assim, a qualidade do manejo é reflexo direto de um ambiente mais seguro. Enquanto o manejo inadequado, caracterizado por uso excessivo de força, ruídos e agitação, aumenta as chances de acidentes, quedas e lesões, os protocolos bem estabelecidos tornam o trabalho previsível e fluído. Ou seja, o bem-estar animal só se consolida com colaboradores seguros e capacitados.
Os benefícios observados na prática incluem:
- Redução de acidentes e afastamentos: decorrente do manejo calmo e sem força excessiva.
- Diminuição do estresse ocupacional: rotinas bem definidas e animais com melhor comportamento reduzem a carga mental da equipe.
- Melhor clima e retenção de talentos: equipes treinadas em empatia colaboram mais e sentem maior satisfação e propósito, o que fortalece o vínculo com a empresa.
Para validar essa integração positiva entre animais, seres humanos e o meio ambiente, o mercado tem ao seu dispor as certificações. Um exemplo é a Certificação em Bem-Estar Único – Missão de Cuidar, que adota uma visão baseada nos princípios de One Welfare (Bem-estar Único), avaliando simultaneamente o ambiente, o manejo e os impactos sobre pessoas, animais e a sustentabilidade.
Monitorando indicadores integrados, como níveis de vocalização, acidentes ocupacionais, desempenho produtivo, uso adequado de equipamentos e tecnologias sustentáveis, capacitação e cultura de manejo ético e conformidade socioambiental, a certificação assegura que o bem-estar animal e humano caminhem juntos, fortalecendo a resiliência do negócio e gerando valor para a sociedade.
Reflexos na qualidade do alimento
Além dos benefícios humanos, o bem-estar animal possui relação direta e comprovada com a qualidade do produto final. Animais sob menor estresse apresentam melhor resposta imunológica e redução de lesões e hematomas, o que garante maior aproveitamento de carcaças.
Há também ganhos produtivos tangíveis, como a melhoria na aparência e uniformidade da casca de ovos, leite de maior qualidade e carne com parâmetros físico-químicos mais estáveis, o que significa um produto que mantém suas características de qualidade, segurança e frescor por um período de tempo mais longo, sofrendo alterações mínimas durante o armazenamento, transporte e processamento.
Com todas essas avaliações, é certo que as empresas que integram bem-estar único ao sistema de produção fortalecem seu compromisso com alimentos mais seguros, éticos e sustentáveis, bem como permitem um clima organizacional melhor e mais saudável.



