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Diretor do Sindiavipar evidencia robustez e oportunidades do setor avícola brasileiro

Paulo Cândido ainda frisou a importância das ações que estão sendo tomadas para proteger a avicultura comercial brasileira da Influenza aviária.

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No Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural, o diretor do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Paulo Cândido deu início à programação voltada para os produtores de aves com uma palestra que abordou o cenário atual e as perspectivas para a avicultura, focando no mercado de carnes.

Durante sua palestra, Paulo Cândido destacou tanto a robustez da avicultura brasileira quanto os desafios e inovações que o setor enfrenta, apontando para um futuro promissor e sustentado pela dedicação de seus profissionais. “O principal ativo da cadeia de avicultura são as pessoas, desde a produção até o consumo. Automatização, automação de processos e inteligência artificial são avanços tecnológicos importantes e vão continuar avançando na produção de alimentos e outros setores; contudo, o apego à atividade, a paixão pelo trabalho bem feito e o carinho com os animais jamais serão substituídos por máquinas”, afirmou.

O Brasil se consolidou como o segundo maior produtor mundial de carne de frango, com uma produção de 14,8 milhões de toneladas em 2023, representando 14% da produção global. Com o Paraná como protagonista na produção brasileira de frangos, respondendo por 34,6% da produção nacional.

Além disso, o país é o maior exportador mundial, tendo embarcado no ano passado 5,1 milhões de toneladas, atendendo a mais de 150 países e representando 37,9% das exportações globais. Este setor é responsável por mais de 4 milhões de empregos no Brasil, destacando-se como um pilar econômico e social.

O profissional ainda frisou a importância das ações que estão sendo tomadas para proteger a avicultura comercial brasileira da Influenza aviária. “Não podemos cochilar. É necessário que cada um de nós possa fazer um trabalho na proteção do nosso plantel”, enfatizou.

Fonte: O Presente Rural

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O que mudou no reovírus e começou a preocupar a avicultura?

Diversidade genética do vírus aumentou os desafios sanitários nas granjas e levou ao desenvolvimento de vacinas com cepas atualizadas para ampliar a proteção no campo.

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O reovírus aviário voltou ao centro das preocupações sanitárias da avicultura após o aumento dos problemas locomotores observados nas granjas brasileiras.

O avanço da biologia molecular revelou uma diversidade genética muito maior do vírus nos sistemas produtivos, cenário que passou a desafiar a proteção oferecida pelas vacinas convencionais.

Na prática, o impacto aparece em perda de desempenho, dificuldades locomotoras, aumento das condenações no frigorífico e prejuízos econômicos para a cadeia produtiva.

A partir desse cenário, a Vaxxinova estruturou pesquisas voltadas à identificação dos genótipos mais prevalentes no mercado nacional e desenvolveu a Vaxxon REO 4, uma vacina atualizada para ampliar a cobertura frente às variantes que circulam no campo.

Na reportagem, especialistas da Vaxxinova explicam como a atualização das cepas vacinais se tornou estratégica para reduzir perdas associadas aos problemas locomotores e às condenações no frigorífico.

Fonte: O Presente Rural
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O resultado do lote começa antes mesmo do alojamento

Status sanitário do frango de corte começa a ser definido ainda no incubatório, onde a Boehringer aplica tecnologias que garantem a vacinação padronizada, assegurando que todas as aves recebam proteção uniforme desde o início.

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Antes mesmo do alojamento, parte relevante do status sanitário do frango de corte já está definida. É no incubatório que a Boehringer concentra tecnologias que permitem a aplicação padronizada de vacinas, garantindo que todas as aves recebam a mesma proteção, nas mesmas condições e no mesmo momento.

Em um ciclo produtivo curto, essa uniformidade interfere diretamente no desempenho do lote. A reportagem apresenta como a empresa estrutura programas vacinais combinando diferentes tecnologias conforme os desafios sanitários enfrentados no campo.

Entre as soluções apresentadas estão a vacina quimérica Prevexxion, voltada à proteção contra Marek sorotipo 1; a tecnologia de complexo imune BDA Blen, direcionada a Gumboro; a vetorizada Newxxitek, para Newcastle; além da família Vaxxitek, com versões bivalentes e trivalentes que ampliam a cobertura para Marek, Gumboro, Newcastle e Laringotraqueíte. O portfólio inclui ainda a Trovac NDV, vacina vetorizada com vetor Bouba, voltada à proteção contra Newcastle.

A reportagem também evidencia que a vacinação não atua isoladamente. O programa sanitário depende da associação com práticas de biosseguridade, como vazio sanitário, limpeza, desinfecção e controle de acesso, que reduzem a pressão de infecção e melhoram as condições de criação ao longo de toda a cadeia.

Ao integrar tecnologias aplicadas no incubatório com protocolos sanitários no aviário, a Boehringer demonstra como o controle começa no primeiro dia de vida das aves e repercute no resultado produtivo do lote.

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Falhas na recria comprometem fertilidade de galos após 40 semanas

Formação celular inicial, manejo de luz e densidade definem desempenho reprodutivo e vida útil dos machos.

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A fertilidade de galos começa a ser definida ainda na recria. Do primeiro dia até cerca de 10 semanas, ocorre a formação das células que determinam a produção espermática na fase adulta. Quando esse desenvolvimento é insuficiente, o impacto aparece meses depois, com menor concentração de espermatozoides e infertilidade precoce após 40 semanas.

O manejo inicial exige controle rigoroso de peso, uniformidade do lote e seleção precoce dos machos. A densidade também interfere no resultado, com limite técnico de até 3,5 galos por metro quadrado. Outro ponto sensível é o estímulo luminoso: antecipar antes das 18 semanas reduz a longevidade reprodutiva.

Na fase produtiva, problemas de manejo da cama, como umidade excessiva, favorecem lesões de pata e reduzem a atividade dos galos, afetando diretamente a fertilidade. A partir daí, a eficiência depende da substituição contínua de machos com base em escore corporal e capacidade de cópula.

🎥 Quer entender como esses erros acontecem na prática e como corrigir? Assista a reportagem 👆

Fonte: O Presente Rural
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