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Dilma autoriza verbas federais para equacionar conflitos de terras indígenas

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Convocado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, compareceu ontem (21), em audiência pública no Senado para esclarecer a atuação do ministério diante dos conflitos agrários entre índios e procutores rurais no país. Segundo ele, o foco da política do governo é a mediação entre interesses legítimos de ambas as partes. Para equacionar as disputas, ele afirmou que a presidente Dilma Rousseff autorizou, na semana passada, a criação de um programa de mediação de terras com verbas do governo federal. 
O ministro explicou que, pela Constituição, os títulos de proprietários se tornam inválidos se a terra for demarcada como indígena, e que o procedimento correto a fazer é indenizar os produtores rurais. No entanto, os Estados não dispõem de verba, e a medida federal pode vir a solucionar o impasse. Cardozo salientou que a partir das mesas de negociações, realizadas com representantes de indígenas e de produtores em Estados como Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, serão definidos os tipos de repasse orçamentário destinados para os Estados pagarem indenizações aos proprietários que deixaram suas fazendas ou para adquirirem novas terras para a ocupação indígena. Segundo ele, a atual política de mediação gera insatisfação nos dois lados. 
Cardozo esclareceu que o ministério adotou essa posição porque se as determinações ficassem apenas sob o comando da Justiça, os processos de desapropriação durariam décadas, o que prejudicaria as duas partes e contribuiria para a desvalorização das terras. “Eu realmente acredito na negociação. Se o caso ficasse só na Justiça, seria o pior dos mundos por causa do tempo que demoraria”, enfatizou.

Fonte: Rural Br

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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