Bovinos / Grãos / Máquinas
Dietas aniônicas no pré-parto ampliam índices produtivo, reprodutivo e de saúde das vacas
O conforto e manejo são primordiais para um parto tranquilo, além de estratégias nutricionais para minimizar possíveis distúrbios metabólicos
Artigo escrito por Beatriz Conte Venturelli, MSc. e gerente Técnica de Ruminantes da Poli-Nutri Nutrição Animal
Com a evolução da genética leiteira e o investimento na estrutura de todo o ciclo produtivo das vacas de leite, o período de transição é o mais delicado a ser trabalhado em uma fazenda. O período de transição compreende três semanas pré-parto até três semanas pós-parto e define o ciclo produtivo, reprodutivo e de saúde dos animais. No pré-parto e pós-parto são necessárias estratégias com protocolos bem definidos e funcionários bem treinados para cuidar desses animais. O conforto e manejo são primordiais para um parto tranquilo, além de estratégias nutricionais para minimizar possíveis distúrbios metabólicos.
A estratégia nutricional mais utilizada é a dieta aniônica no pré-parto. A dieta aniônica consiste no fornecimento de sais aniônicos com base em sulfatos e cloretos para negativar o balanço cátion-aniônico da dieta (DCAD). Dietas com níveis altos de sódio e potássio resultam em alcalose metabólica. Devido a isso, as vacas no pré-parto têm a habilidade de manter a homeostase de cálcio comprometida por reduzir a responsividade do tecido ao paratohormônio (PTH).
Com o comprometimento dos níveis séricos de cálcio, os animais podem apresentar o quadro de hipocalcemia clínica (febre do leite) ou a hipocalcemia “subclínica” em que as vacas não apresentam os sintomas de hipocalcemia, mas com os baixos níveis de cálcio, a capacidade de contração muscular fica reduzida e ocorre uma imunossupressão. Com isso, a motilidade dos tratos digestivo e reprodutivo são menores e as vacas podem apresentar concomitantemente retenção de placenta, metrite, deslocamento de abomaso e mastite.
Lean e colaboradores (2006) fizeram uma meta-análise, da diferença cátion aniônica das dietas e seu efeito sobre a incidência de hipocalcemia em vacas leiteiras. Eles verificaram as diferentes equações citadas na literatura e a equação usada por Block DCAD = (Na+ + K+) – (Cl- + S2-) mostrou ser efetiva. Mostraram também que apenas o DCAD (equação citada por Block, 1984) não é suficiente para minimizar a incidência de hipocalcemia, outros minerais e o tempo de exposição à dieta aniônica também influenciam na incidência e montaram um modelo de predição da incidência de hipocalcemia.
A utilização deste modelo na formulação de dietas para vacas no pré-parto mostra que o cálcio, fósforo e magnésio influenciam na incidência de hipocalcemia. Portanto é necessário o balanceamento correto desses minerais.
Em relação ao tempo de exposição a dieta, Lean e colaboradores mostraram em sua meta-análise que amentando o tempo de exposição a dieta de 20 para 30 dias, aumenta o risco de hipocalcemia em 42%. Weich e colaboradores (2013) analisaram o tempo de exposição à dieta aniônica de até 42 dias para evitar o manejo excessivo no pré-parto e minimizar os efeitos do estresse em novas socializações com rearranjos dos lotes. Eles verificaram que o efeito na produção pós-parto, balanço energético e homeostase de cálcio das vacas de leite que foram alimentadas durante 42 dias foi semelhante às vacas alimentadas apenas com 21 dias. No estudo, houve o acompanhamento de distúrbios metabólicos e no grupo controle foram relatos 16 vacas com problemas, no grupo que foi alimentado apenas 21 dias com a dieta aniônica foram relados dez vacas e no grupo alimentado com 42 dias com a dieta aniônica foram relatados 12 vacas.
O estresse de nova socialização também compromete o manejo e o conforto dos animais, mas os benefícios encontrados fazendo um lote pré-parto consumindo a dieta aniônica com uma média de consumo de lote de 20 dias é adequado para evitar os distúrbios metabólicos.
Com relação aos níveis de cálcio na dieta, Goff e Horst (1997) propuseram que reduzir em aproximadamente 50 g/dia o cálcio da dieta haveria a prevenção de hipocalcemia, mas seria combinado com a redução de potássio que teria um efeito estimulatório na homeostase do cálcio em dietas de baixo cálcio. Essa pesquisa também relata que para estimular a homeostase de cálcio como prevenção da hipocalcemia a dieta teria que ter a restrição abaixo de 20 g/dia de cálcio. Lean e colaboradores verificaram resultados diferentes e um efeito quadrático em relação à concentração de cálcio na dieta e a incidência de hipocalcemia. Ao aumentar de 0,5 a 0,6% a concentração de cálcio na dieta, estima-se aumentar em 37% o risco de hipocalcemia. Eles relatam não estar claro o mecanismo de prevenção de hipocalcemia ao utilizar dietas com alta concentração de cálcio, mas sugerem que seria por um processo de absorção passiva do cálcio em combinação com dietas de baixo DCAD.
Em uma observação de campo realizada na Fazenda Recanto Grão Mogol, Carmo do Rio Claro (MG), com 24 vacas no pré-parto no período de 17 de novembro a 27 de dezembro de 2012, as vacas receberam dieta aniônica com base de forragem, silagem de milho e 3kg/vaca/dia de ração constituída por milho moído, farelo de soja e núcleo aniônico. Foram coletadas amostras de sangue no dia do parto e 24 horas após o parto para verificar a concentração de cálcio sérico dos animais.
O teor de Ca sanguíneo no dia do parto foi 8,16±0,77 mg/dL e 24 horas após o parto foi 7,85±0,83 mg/dL. O menor valor observado ao parto foi 6,89 mg/dL e o mais alto foi 9,59 mg/dL. No dia posterior ao parto os valores mínimo e máximo foram 6,65 e 9,97 mg/dL, respectivamente. A proporção de animais com teor de Ca igual ou superior a 8 mg/dL foi de 54,2% no dia do parto e 29,2% no dia posterior ao parto, mas valores extremamente baixos (<5,5 mg/dL) não foram observados. Nenhum caso de hipocalcemia clínica foi observado.
Esse resultado observado na data do parto foi semelhante aos resultados encontrados por DeGroot e colaboradores (2010). Eles observaram que as vacas que foram alimentadas com a dieta controle não-aniônica tiveram queda do cálcio sérico a partir do quinto dia pré-parto, diferente das vacas alimentadas com dietas aniônicas que tiveram a queda do cálcio esperada no dia do parto com valores de 7,5 a 8 mg/dL.
A hipomagnesemia influência na homeostase de cálcio em dois aspectos: 1) por reduzir a secreção de PTH, e 2) por reduzir a responsividade do tecido ao PTH. Sua influência é independente da alcalose metabólica, então baixos valores séricos de magnésio comprometem a absorção do cálcio.
Portanto, devemos analisar os níveis de minerais, nos ingredientes da dieta, que podem favorecer a ocorrência de distúrbios metabólicos, principalmente o cálcio e potássio que se encontram em maior quantidade em forragens e coprodutos utilizados nas dietas brasileiras.
Para formular uma dieta aniônica, muitos fatores devem ser levados em consideração. O consumo de matéria seca das vacas no pré-parto tende a diminuir com a aproximação do parto, com isso fazer as vacas consumirem o núcleo aniônico é fundamental para a eficiência da dieta.
Outro fator é o conhecimento das matrizes nutricionais dos ingredientes utilizados na dieta aniônica. Para a formulação é importante conhecer o manejo da propriedade para saber se as vacas terão acesso a pastagens ricas em potássio ou utilizarão coprodutos como polpa cítrica rica em cálcio assim, nutricionalmente, a dieta pode ficar equilibrada, mas o DCAD ficar comprometido e o risco de incidência de hipocalcemia ficar alto.
O monitoramento da dieta aniônica pode ser feito por meio do pH urinário e deve ser mensurado nas vacas que estão ingerindo a dieta aniônica a pelo menos cinco dias até três semanas. Após esse período o metabolismo da vaca compensará essa acidificação.
A estratégia nutricional de usar dietas aniônicas é uma ferramenta nutricional bastante eficaz. Com a diminuição dos distúrbios metabólicos no rebanho, além do produtor gastar menos com procedimentos veterinários e medicamentos, os animais ficam sadios para um bom ciclo produtivo e reprodutivo. No experimento conduzido por DeGroot e colaboradores (2010), as vacas leiteiras que consumiram dietas aniônicas durante o período de transição pré-parto, no pós-parto obtiveram maior produção de leite e consumo de matéria seca.
Isso mostra que todo investimento feito sobre as vacas de leite são recompensados com bom manejo e alimentação. A genética avançou para tornar as vacas de leite rentáveis, basta os pilares do manejo e nutrição colaborarem para o excelente desempenho desses animais.
Mais informações você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de agosto/setembro de 2016 ou online.
Fonte: O Presente Rural

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Pecuária brasileira investe em rastreabilidade e práticas sustentáveis para modernizar o setor
Programa da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável orienta produtores sobre recuperação de pastagens, formalização e monitoramento da cadeia para aumentar eficiência e atender exigências ambientais e comerciais.

Pressionada por novas exigências ambientais, regras comerciais mais rigorosas e pela necessidade de ampliar a produção sem expandir área, e ao mesmo tempo impulsionada pelos avanços produtivos que vêm transformando o setor, a pecuária brasileira atravessa um momento decisivo. Ao mesmo tempo em que enfrenta questionamentos sobre emissões e desmatamento, o setor reúne condições técnicas e práticas sustentáveis para liderar uma transição baseada em tecnologia, eficiência, recuperação de áreas já abertas e maior integração dos produtores à cadeia formal.
Nesse cenário, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável tem reforçado sua atuação como articuladora de propostas estruturantes e como referência técnica para o debate público. A entidade sustenta que a competitividade da carne brasileira dependerá da capacidade de transformar o momento atual em ativos estratégicos.

Presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Ana Doralina Menezes: “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe” – Foto: Clever Freitas
Um dos pilares dessa agenda é a recuperação de pastagens degradadas, apontada como eixo central do Caminho Verde, política pública defendida pela instituição para impulsionar a intensificação sustentável da atividade. A estratégia parte de um diagnóstico claro: “o Brasil possui um volume importante de áreas consideradas de baixa produtividade. Requalificá-las, por meio de manejo adequado, melhoria do solo, tecnologias e integração de sistemas, permite elevar a produção por hectare, reduzir emissões relativas e otimizar a produção”, explica a presidente, Ana Doralina Menezes.
De acordo com a profissional, o programa representa uma solução pragmática e alinhada às demandas globais. “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe. Recuperar pastagens é aumentar eficiência, melhorar renda no campo e responder de forma concreta aos compromissos climáticos”, afirma.
A transformação, porém, não se limita à dimensão produtiva. Parte relevante do desafio está na reinserção de pecuaristas na cadeia formal. A informalidade restringe acesso a crédito, assistência técnica, mercados que exigem comprovação socioambiental, além de fragilizar a imagem do setor como um todo, por isso é imprescindível que o pecuarista esteja alinhado e de acordo com o Código Florestal vigente.

Foto: Breno Lobato
Para o vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Lisandro Inakake de Souza, a inclusão é condição para que a transição seja efetiva. “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado. A formalização precisa ser vista como instrumento de fortalecimento econômico e não apenas como obrigação”, destaca.
A ampliação da rastreabilidade também integra esse movimento, uma vez que ela se apresenta como infraestrutura que conecta sanidade, ambiente e gestão. Em relação ao mercado, com compradores cada vez mais atentos à origem e à conformidade ambiental, sistemas consistentes de monitoramento tornam-se fator determinante para manutenção e novas aberturas. Por isso, como reforça a Mesa, transparência é elemento estruturante da competitividade. “Rastreabilidade é credibilidade. Ela protege quem produz corretamente e permite que o Brasil apresente dados sólidos sobre sua cadeia”, frisa Lisandro.
Ao articular recuperação de pastagens no âmbito do Caminho Verde, inclusão produtiva e avanço da rastreabilidade, a instituição busca incentivar o setor de forma propositiva diante das transformações regulatórias e comerciais em curso. “Mais do que reagir a pressões externas, a estratégia é demonstrar que produtividade, responsabilidade socioambiental e inserção competitiva podem avançar de forma integrada, incentivando o produtor a atuar como centro da solução”, complementa Ana Doralina.
Uma agenda conectada ao campo

Lisandro Inakake de Souza, vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável: “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado” – Foto: Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável
Para apoiar o pecuarista nos temas estratégicos que vêm moldando o futuro da atividade, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável iniciou 2026 com uma programação propositiva de webinars voltados à qualificação e à disseminação de informação técnica.
No dia 29, foi realizado o segundo encontro dedicado à reinserção de produtores na cadeia formal. Em 26 de fevereiro, o foco esteve na rastreabilidade, aprofundando desafios e caminhos para ampliar transparência e conformidade. Um terceiro webinar sobre reinserção está previsto para maio, dando continuidade às discussões.
Todos os conteúdos já disponibilizados podem ser acessados no canal oficial da instituição no YouTube, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo o diálogo com produtores, técnicos e demais elos da cadeia.
“Nosso compromisso é transformar temas complexos em orientação prática para quem está no campo. Quando promovemos debates sobre recuperação de pastagens, reinserção na cadeia formal e rastreabilidade, estamos oferecendo instrumentos concretos para que o produtor tome decisões mais seguras, amplie sua competitividade e participe de forma ativa dessa nova etapa da pecuária brasileira”, finaliza a presidente.
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Sistema Faep assume coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira no biênio 2026/27
Fórum reúne entidades e produtores para discutir estratégias de competitividade e desenvolvimento da cadeia do leite.

O Sistema Faep está à frente da coordenação geral da Aliança Láctea Sul Brasileira para o biênio 2026/27. O comando é rotativo entre os Estados participantes e, neste novo ciclo, ficará sob responsabilidade do Paraná, representado pelo Sistema Faep. Mais recentemente, o Mato Grosso do Sul passou a integrar a iniciativa, ampliando a articulação regional em torno do fortalecimento da produção e da competitividade do leite brasileiro.

Ronei Volpi, coordenador geral da Aliança Láctea, em sua propriedade – Foto: Divulgação/Sistema Faep
“A Aliança contribui para a integração entre os Estados e a construção de estratégias conjuntas voltadas à cadeia do leite. O Sistema Faep seguirá trabalhando ao lado das entidades do setor para avançar em pautas que ampliem a competitividade e as oportunidades para a produção”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.
Criada em 2014, a Aliança Láctea Sul Brasileira é um fórum público-privado que reúne representantes do setor produtivo e de instituições dos estados da região Sul. O grupo discute ações voltadas à cadeia leiteira e busca alinhar iniciativas nas áreas de produção, indústria e comercialização de leite e derivados, com foco nos mercados interno e externo. No ciclo 2026/27, a coordenação será exercida pelo consultor do Sistema Faep, Ronei Volpi, produtor rural com atuação há décadas na cadeia leiteira e participação em discussões voltadas ao desenvolvimento do setor.
A agenda de trabalho da Aliança para 2026 começou recentemente. No início de março, o Sistema Faep foi anfitrião da primeira reunião do ano, quando foram apresentados o Plano de Incentivo à Exportação de Lácteos e o plano de trabalho voltado à sanidade na cadeia leiteira, iniciativas que buscam fortalecer a competitividade do setor e ampliar oportunidades de mercado para os produtores da região.
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Demanda externa impulsiona exportações brasileiras de carne bovina
Volume embarcado supera 267 mil toneladas em fevereiro, com crescimento expressivo em mercados como Rússia, México e Chile.

As exportações brasileiras de carne bovina totalizaram 267.319 mil toneladas em fevereiro de 2026, com receita de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).
Na comparação com fevereiro de 2025, o resultado representa crescimento de 21,6% no volume embarcado e de 38,2% na receita, refletindo a ampliação da demanda internacional pela proteína brasileira. O desempenho também supera levemente o registrado em janeiro de 2026, quando as exportações somaram US$ 1,404 bilhão e 264 mil toneladas, consolidando o melhor resultado já registrado para um mês de fevereiro na série histórica.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 531.298 toneladas, com receita de US$ 2,84 bilhões, avanço de 23,8% em volume e 39,2% em valor em relação ao mesmo período do ano passado.
A carne bovina in natura segue como principal produto exportado, com 235.890 toneladas embarcadas em fevereiro, o equivalente a 88,2% do volume total exportado e 92,2% da receita obtida no mês.
Entre os destinos, a China permanece como principal mercado, com 106.702 toneladas importadas em fevereiro, seguida pelos Estados Unidos, com 39.440 toneladas, além de Rússia (15.762 t), Chile (13.857 t) e União Europeia (9.084 t) entre os principais compradores da carne bovina brasileira.

Foto: Divulgação/Porto de Santos
Entre os mercados relevantes, Rússia, México e Chile apresentaram crescimento expressivo nas compras em relação ao mês anterior, com altas de 111,6%, 132% e 37,6%, respectivamente, enquanto as exportações para a União Europeia avançaram 21,2% no período.
Para o presidente da ABIEC, Roberto Perosa, os números reforçam a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença nos mercados internacionais com regularidade de oferta, qualidade do produto e diversificação de destinos, fatores que sustentam o crescimento das exportações de carne bovina”, conclui.
