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Dia Mundial do Ovo terá diversas atividades alusivas à data
No próximo dia 11 de outubro é o Dia Mundial do Ovo. Para comemorar a data de um dos alimentos mais ricos em nutrientes e acessível ao ?bolso? de todos os brasileiros, a Asgav (Associação Gaúcha de Avicultura) preparou uma série de ações e atividades. A primeira acontece, na próxima segunda-feira, dia 07, com a Ação Universitária I, com atividades e promoção do Dia Mundial do Ovo na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), em Canoas 12:00hs, prédio 14, palestras sobre a Importância do Ovo na Alimentação Humana e apresentação projeto Ovos RS. Na terça-feira, dia 08, pronunciamento na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, sobre o Dia Mundial do Ovo e a Importância do Ovo na Alimentação Humana, com distribuição de receitas e docinhos de ovos no plenário. Neste mesm o dia, acontece pronunciamento na Câmara Federal dos Deputados, em Brasília.
No dia 10 de outubro, acontecerão visitas da coordenação do Projeto Ovos RS, acompanhados de promotores(blitz) em órgãos de imprensa, rádios, jornal e televisão, com distribuição de receitas a base de ovos, brindes e camisetas em comemoração ao Dia Mundial do Ovo. Já no dia 11 de outubro as blitz acontecerão em algumas academias para distribuir folders, brindes, receitas e dicas de alimentação a base de ovos para atletas e esportistas, além de camisetas do Dia Mundial do Ovo.
As atividades do Dia Mundial do Ovo também contemplarão uma Ação Social no dia 11 de Outubro que visa doar mais de 12 mil ovos para três entidades carentes de Porto Alegre, Casa de Nazaré, Lar Esperança e Instituição Pão dos Pobres.
Na Ação Universitária II, acontecerá distribuição de folders e degustação de produtos a base de ovos na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS).
As atividades alusivas ao Dia Mundial do Ovo se somam as demais ações promocionais que estão sendo realizadas em todo o Brasil e em outros países e também as ações promocionais do Projeto Ovos RS as quais vem obtendo destaque nacional. "?Retomamos nossas atividades de promoção do alimento ovo e daqui em diante com planejamento e união de esforços vamos evoluir ainda mais.?"Diz Eduardo Santos Coordenador do Projeto Ovos RS.
O Projeto Ovos RS é uma ação institucional que identificará os ovos produzidos no Rio Grande do Sul, por origem de produção e por adesão e atendimento aos módulos de melhorias na produção, promoção e incentivo ao consumo de ovos.
Fonte: CCI ASGAV

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Nova plataforma da Embrapa mapeia produção e mercado do trigo no país
Sistema integra dados sobre cultivo, importação, exportação e indústria para orientar expansão da cultura.

A Embrapa lança nesta terça-feira (24) a plataforma digital Trigo no Brasil, que retrata a cadeia produtiva do cereal em dados e mapas. Suas informações abrangem desde a produção no campo e a importação até o processamento nas indústrias e a exportação. O site traz ainda uma estimativa inédita da proporção de sistemas de produção irrigados ou de sequeiro na triticultura do Brasil Central, região para onde o cultivo tem se expandido nos últimos anos. Cenários possíveis para aumento da produção no País também estão disponíveis na ferramenta.
A solução tecnológica, com dados para apoiar políticas públicas e investimentos privados no crescimento das safras de trigo no Brasil, atende a uma demanda do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Em 2024, o País importou 7 milhões de toneladas do cereal — o único produto das grandes cadeias de grãos em que não é autossuficiente. Ao mesmo tempo, questões comerciais e logísticas colocaram o Brasil no mercado exportador de trigo. No período 2020-2025, o volume exportado cresceu 11,5 vezes, com destino a mercados da Ásia, África e Oriente Médio. A produção nacional vem apresentando expressivo crescimento nos últimos anos, o que reduz a dependência do mercado externo.

Foto: Joseani Antunes
Esses são alguns dos números disponíveis na plataforma Trigo no Brasil, resultado do trabalho conjunto da Embrapa Territorial (SP) e da Embrapa Trigo (RS), com apoio de equipe da sede da Embrapa e da Embrapa Solos (RJ). A plataforma integra um projeto mais amplo, com recursos do Mapa, para incentivo ao cultivo do cereal em ambiente tropical e o alcance da autossuficiência nacional na produção do grão.
Além de produção, importação e exportação, a ferramenta apresenta informações sobre processamento, empregos, histórico de custos e preços e infraestrutura do setor. Os dados, alguns com série histórica desde o início dos anos 2000, são detalhados por microrregiões, tanto nas áreas tradicionais do Sul quanto nas regiões de expansão do Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste.
“Durante a construção da plataforma, buscamos identificar a localização dos principais agentes com a intenção de compreender a dinâmica da cadeia, com base em informações sobre a distribuição geográfica, o número desses atores no Brasil e a evolução histórica dos indicadores”, explica Álvaro Augusto Dossa, analista da Embrapa Trigo.
A ferramenta estruturada nos conceitos de Inteligência Territorial Estratégica (ITE) oferece dados integrados para análises que direcionem ações voltadas à autossuficiência em trigo no Brasil. Dossa lembra que a expansão da triticultura no Cerrado é peça-chave para o País conquistar essa autossuficiência, e conectar dados sobre essa área com os do restante do País é imprescindível quando se pensa na cadeia produtiva e no fornecimento de matéria-prima para a indústria. “Não podemos apenas considerar o Cerrado porque as decisões não são isoladas. Por exemplo, temos que observar também o consumo expressivo no Nordeste do Brasil, Região na qual a população é grande”, avalia.
Oferta de sementes para cada uso
Uma das vantagens da plataforma é reunir dados sobre o trigo antes dispersos em diferentes órgãos. Mais do que isso, a ferramenta traz novas camadas de informação a partir da análise de profissionais da Embrapa com vivência do setor e experiência no tratamento e na disponibilização de dados.

Foto: Luiz Magnante
É o caso do painel sobre produção de sementes. A base dos dados está disponível no site do Mapa, em uma planilha na qual se pode conhecer município, área de cultivo, categoria, espécie e cultivar adotada por cada produtor. A partir dessas duas últimas informações, a equipe da Embrapa fez novas classificações para detalhar a oferta de sementes. Estimou a disponibilidade para os diferentes usos de trigo e a predominância entre cultivares novas ou antigas. “Foi preciso um esforço de curadoria e interpretação por quem conhece o setor para chegar a esse e outros painéis de informação”, ressalta o analista Hilton Ferraz da Silveira, da Embrapa Territorial.
A oferta de sementes é um dos exemplos de que a ferramenta não se limita a organizar dados, mas revela um esforço de prospecção, de análise e de extração de informações que estavam em relatórios e outros documentos de diferentes entidades. Os dados sobre produção, consumo e preços de derivados de trigo foram extraídos manualmente dos anuários da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) e organizados para a consolidação de uma série histórica. Assim, quem acessa a plataforma pode visualizar rapidamente a evolução da produção e das vendas de biscoitos, massas alimentícias, pães e bolos industrializados e da farinha para o varejo, de 2017 a 2024.
Elos da cadeia produtiva
A plataforma apresenta informações que permitem dimensionar e entender como a cadeia produtiva do trigo se organiza no território. O mapa com a distribuição dos elos na cadeia no País mostra que eles se encontram principalmente no Sul, mas também estão presentes na região Central e no Nordeste. O detalhamento dos dados mostra que, nos estados nordestinos, há presença de moinhos e de produtores de sementes. Os produtores estão no Oeste da Bahia, área de cerrado onde há o plantio do grão. Os moinhos, por sua vez, estão no litoral. Silveira explica que eles processam grande parte do trigo importado que entra no País pelos portos da região.
A comparação dos locais de cooperativas e moinhos com as áreas de cultivo, em mapas, revela regiões em que essas estruturas ainda não estão tão presentes nos estados para onde a triticultura se expandiu mais recentemente. A plataforma também mostra em quais regiões há maior ou menor oferta de armazéns do tipo Granel Sólidos, que poderiam estocar trigo. Contudo, essas estruturas hoje são utilizadas principalmente para estocagem de soja e milho, o que coloca mais uma camada de complexidade à cadeia, diz Silveira. Os moinhos e indústrias precisam de matéria-prima o ano todo. Sem possibilidade de estocar a produção nacional, é preciso recorrer à exportação e importação para balancear oferta e demanda.
Dados sobre esse comércio internacional do trigo estão na plataforma. Além de volume e valor, mostram as microrregiões brasileiras que recebem ou enviam trigo e derivados para o exterior, assim como os países de origem e destino. Apresentam ainda os portos por onde passa todo esse comércio. Em 2024, o País exportou 2,9 milhões de toneladas de trigo; mais de um terço dessas exportações saiu do Porto de Rio Grande (RS), e o Vietnã foi o principal destino. As vendas ao exterior concentram-se no trigo em grãos, mas também há registro de embarque de farinha, massas e biscoitos. As importações, em contrapartida, somaram 7 milhões de toneladas e chegaram principalmente da Argentina; a maior parte dos desembarques ocorreu no Porto de Santos.
É possível dimensionar a indústria e o comércio de derivados de trigo com dados disponíveis na ferramenta. A plataforma apresenta o número de estabelecimentos, bem como os empregos a eles vinculados, em três categorias: moagem, fabricação (massas, pães, biscoitos, etc) e comércio (varejo e atacado de cereais e farinhas, além de padarias). Mapas mostram o número de estabelecimentos e de empregos por 100 mil habitantes em cada microrregião do País, para análises que considerem as diferenças de densidade populacional.
Na seção dedicada à Economia da Produção há dados sobre o histórico das despesas de custeio, valor e preço pago pela produção das lavouras de trigo de 2002 a 2024. Informações sobre seguros agrícolas também podem ser analisadas.
“A plataforma preenche uma lacuna de dados organizados e de estimativas para tanto dimensionar a cadeia do trigo de forma integrada como analisar sua capacidade de expansão e os gargalos a superar”, avalia Hilton Silveira. Ele acredita que as informações, algumas das quais apresentadas pela primeira vez, podem abrir caminho para ampliar e melhorar a disponibilidade de dados sobre o setor.
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Mercoagro 2026 reúne 37 mil visitantes e movimenta R$ 1,1 bilhão
Feira em Chapecó recebeu participantes de 21 países e impulsionou negócios, turismo e infraestrutura local.

A Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne (Mercoagro) completou 30 anos em 2026 e realizou sua 14ª edição em Chapecó (SC), registrando mais de 37 mil visitas em quatro dias e recebendo participantes de 21 países. O evento movimentou a cidade, lotando hotéis, restaurantes e bares, e impactou a rotina do aeroporto local.

Foto: MB Comunicação
Segundo Carlos Roberto Klaus, presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Mercoagro se consolidou como um ponto estratégico de encontro entre fornecedores e compradores, fomentando investimentos, inovação e expansão comercial. Ele destacou ainda que a articulação entre setores público e privado ampliou a projeção internacional da feira.
O diretor institucional e de feiras da ACIC, Fábio Luis Magro, reforçou o impacto econômico da Mercoagro. “A rede hoteleira, restaurantes, comércio e serviços foram beneficiados pela presença de empresários e visitantes de diversas regiões do país. Até o aeroporto registrou intensa movimentação, com chegada de investidores e lideranças do setor”, afirmou.
Participação internacional e movimentação aérea
Os registros de credenciamento mostram visitantes e compradores do Brasil, Alemanha, Argentina, Bangladesh, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, Itália, Nova Zelândia, Países Baixos, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Uruguai e Venezuela. Durante a feira, o aeroporto de Chapecó chegou a registrar 15 aeronaves ao mesmo tempo, incluindo duas internacionais, vindas da Argentina e do Uruguai.
Negócios e oportunidades

Foto: Diogo Dreyer/UQ Eventos
A equipe do BRDE visitou expositores e clientes na Mercoagro 2026. Nos dois primeiros dias, a demanda de crédito estimada chegou a R$ 80,1 milhões, com alto potencial de formalização ainda no primeiro semestre.
Magro destacou a relevância da programação técnica e científica, incluindo o 14º Seminário Internacional de Industrialização da Carne e atividades do Canal Rural, que contribuíram para qualificar profissionais e estimular práticas mais eficientes e sustentáveis. Ele também ressaltou melhorias na infraestrutura, como climatização dos pavilhões e novos espaços, garantindo mais conforto aos participantes.
Organização e segurança
O coordenador-geral da Mercoagro, Nadir José Cervelin, avaliou que a feira encerrou com sucesso, mantendo padrão internacional e perfil de público qualificado. Ele destacou a estrutura de montagem e desmontagem, o uso de EPIs e o trabalho das equipes para garantir que a programação ocorresse de forma segura e planejada, mesmo diante de desafios de mobilidade no parque.
Patrocínio e parcerias
A Mercoagro 2026 contou com a prefeitura de Chapecó e patrocínio da Aurora Coop, BRDE, Unimed Chapecó e Sicoob, além de apoio institucional do Nucleovet, Chapecó Convention & Visitors Bureau, Fiesc/Senai, Sebrae/SC, SESI, Unochapecó e Pollen Parque.
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C.Vale Alimentos marca presença em feira internacional de pescados
Cooperativa participa da Seafood Expo North America em Boston, reforçando estratégia de expansão no mercado externo.

A C.Vale Alimentos, marca comercial da C.Vale, marcou presença na Seafood Expo North America, realizada entre os dias 15 e 17 de março em Boston, Estados Unidos. O evento é considerado um dos principais do setor de pescados no mundo, reunindo empresas, compradores e especialistas de diversos países.
O coordenador de exportação do Departamento Comercial de Proteína Animal, Tiago Souza, destacou que a participação reforça a estratégia da cooperativa de expandir sua atuação no mercado internacional. “A feira nos permite acompanhar a evolução do setor, fortalecer relações com clientes estratégicos e identificar oportunidades de crescimento para a cooperativa”, afirmou. Souza esteve na feira acompanhado da analista comercial Brunna Viegas.
Além das atividades comerciais, a Seafood Expo North America promove debates sobre sustentabilidade, rastreabilidade, eficiência produtiva e inovação. Esses temas já fazem parte do sistema produtivo da C.Vale e têm sido cada vez mais relevantes para conquistar mercados exigentes no exterior.


