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Notícias Evento

Dia Mundial do Ovo será comemorado com concurso de qualidade de ovos no Espírito Santo

De forma gratuita, podem participar do concurso avicultores associados a AVES e os cooperados da Coopeavi

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Comunicação AVES/ASES

A tradição de premiar a dedicação e o empenho dos avicultores do Espírito Santo já tem data e local para acontecer com a realização do 5º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba, que será promovido no próximo dia 08 de outubro, na Sede da Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), no município de Santa Maria de Jetibá.

Realizado de forma conjunta pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e a Coopeavi, o concurso que também comemorará o Dia Mundial do Ovo, será iniciado às 8 horas, com previsão para divulgação dos vencedores, às 13 horas, logo após a finalização e compilação dos resultados.

Vale destacar que todo o evento respeitará as normas e orientações de prevenção ao Coronavírus (Covid-19), que vem sendo divulgadas pelos órgãos de saúde. O concurso ocorrerá sem a presença do público, que poderá acompanhar ao vivo todas as etapas através do canal da Coopeavi no Youtube. O link será divulgado em breve pela organização do concurso.

Quem pode participar?

De forma gratuita, podem participar do concurso avicultores associados a AVES e os cooperados da Coopeavi que atendam aos requisitos destacados no regulamento do concurso.

Inscrições

O período de inscrições para as duas categorias (ovos brancos e vermelhos) já está aberto e seguirá até o dia 1º de setembro. Para cada categoria só será aceita uma inscrição por produtor e por marca atribuída/grupo familiar ou societário, não podendo haver repetições.

A participação no evento será confirmada mediante envio da ficha de inscrição e da declaração para os casos de terceirização do beneficiamento (apenas os avicultores que não possuem Serviço de Inspeção Oficial próprio e/ou marca própria). Ambos os documentos devem ser enviados para o e-mail: tecnico@associacoes.org.br.

Onde encontrar todas essas informações?

Uma das novidades do concurso para este ano é o site exclusivo do evento, que reúne todas as informações desde o regulamento, a ficha de inscrição, a declaração para os casos de terceirização do beneficiado e até a proposta para o seu negócio ou empresa se tornar patrocinador do concurso. O site pode ser acessado através do link bit.ly/concursodequalidadedeovoscapixaba.

Entrega das amostras

Cada produtor será responsável por colher os ovos e entregar nos seguintes pontos de entrega no dia 07 de outubro:

– Sede da AVES, em Marechal Floriano, entre 13 e 16 horas, para um dos funcionários da AVES que estará no local;

– Auditório do Instituto Coopeavi, em Santa Maria de Jetibá, entre 13h e 16 horas, para um dos funcionários da AVES que estará no local.

A comissão organizadora será responsável pelo recebimento e fluxo das amostras até o local do evento. Os ovos entregues serão trocados de bandejas, colocando-os em bandeja padrão do concurso. Cada uma das amostras será identificada por um código e apenas um representante da AVES fará a codificação das amostras.

Comissão julgadora

O concurso contará com uma comissão julgadora composta por cinco profissionais envolvidos na avicultura de postura comercial, de âmbitos nacional e estadual, externos e independentes, convidados pela AVES e Coopeavi, que serão coordenados e orientados pela comissão organizadora do evento. Em breve, os jurados serão divulgados pela organização do concurso.

Nova identidade visual

Fortes no quesito modernidade, AVES e Coopeavi idealizaram uma nova logomarca para o concurso, que recebeu uma série de atualizações, com o objetivo de dar uma nova identidade visual ao evento.

Premiação

Os três primeiros colocados de cada categoria receberão como premiação troféus alusivos ao concurso com a devida colocação.

Os produtores que ficarem em 1º lugar nas duas categoriais e que possuírem marca comercial própria receberão e terão o direito de usar um selo para ser aplicado exclusivamente em suas embalagens de ovos da marca e produção própria, declarados na inscrição, com os dizeres: “Melhor Ovo Branco do Espírito Santo / Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba / 2021” e “Melhor Ovo Vermelho do Espírito Santo / Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba / 2021”.

Sua empresa pode fazer parte do evento

Sim, a sua empresa ou negócio pode estampar sua marca no 5º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba. Para facilitar, já está disponível no site do evento o plano de patrocínio com todas as informações e contatos para que a sua empresa ou negócio faça parte do nosso concurso. Entre em contato com a comissão organizadora e faça parte deste importante evento do calendário avícola capixaba.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Fluxo de negócios para suíno melhora e preços sobem no Brasil

Fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suínos apresentou movimento consistente de alta nos preços nos últimos dias, tanto para o quilo vivo quanto para os cortes vendidos no atacado

O analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, disse que o fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada. “Os frigoríficos seguem em processo de ajuste de estoques, se recuperando das incertezas relacionadas à logística da última semana”, pontua.

A perspectiva é de maior acirramento nas negociações na segunda quinzena, período no qual o escoamento tende a ser mais tímido devido a menor capitalização das famílias. “Por outro lado, o estreito spread entre a carcaça suína e o frango congelado pode favorecer a reposição”, afirma.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 9,01% na semana, de R$ 5,90 para R$ 6,43. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 2,58%, de R$ 11,06 para R$ 11,34. A carcaça registrou um valor médio de R$ 10,16, elevação de 10,31% frente ao valor registrado na semana passada, de R$ 9,21.

As exportações de carne suína fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 96,74 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 13,82 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 40,88 mil toneladas, com média diária de 5,84 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.366,30.

Em relação a setembro de 2020, houve alta de 64,85% no valor médio diário da exportação, ganho de 61,26% na quantidade média diária exportada e valorização de 2,23% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo avançou de R$ 115,00 para R$ 140,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 5,60 para R$ 5,70. No interior do estado a cotação mudou de R$ 5,95 para R$ 6,60.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração aumentou de R$ 5,85 para R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 6,10 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo mudou de R$ 5,75 para R$ 6,55 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo seguiu em R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 5,50 para R$ 6,10, enquanto na integração o preço passou de R$ 5,45 para R$ 5,70. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 6,40 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis aumentou de R$ 5,30 para R$ 5,80. Já na integração do estado o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,70.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Safra de inverno

Colheita do trigo é iniciada no Brasil e clima segue no centro das atenções

Clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina

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Divulgação

A colheita de trigo foi iniciada nesta semana no Brasil. O clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra 2020/21 atinge 2% da área estimada de 1,213 milhão de hectares. A área é 7% maior ante os 1,136 milhão de hectares cultivados na safra 2019/20.

Conforme o Deral, 56% das lavouras estão em boas condições, 32% em situação média e 12% ruins, sem alterações ante a semana passada. As lavouras se dividem entre as fases de crescimento vegetativo (7%), floração (15%), frutificação (38%) e maturação (40%). Na semana passada, as lavouras estavam em desenvolvimento vegetativo (18%), floração (27%), frutificação (47%) e maturação (8%). No mesmo período do ano passado,11% da área já havia sido colhida.

A safra 2021 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,721 milhões de toneladas, 17% acima das 3,190 milhões de toneladas colhidas na temporada 2020. A produtividade média é estimada em 3.095 quilos por hectare, acima dos 2.824 quilos por hectare registrados na temporada 2020.

Rio Grande do Sul

Segundo a Emater/RS, as chuvas dos últimos dias favoreceram, em intensidades variadas, favoreceram a recuperação da umidade do solo e foram importantes para o desenvolvimento. Por outro lado, em algumas localidades, acompanhadas de granizo, causaram danos às lavouras. O desenvolvimento, em nível estadual, está atrasado na comparação com os últimos anos.

Argentina

A condição hídrica das lavouras de trigo da Argentina varia conforme a região do país. De um modo geral, segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 30% das lavouras estão em situação de regular a seca, 67% estão em situação ótima ou adequada e 3% tem excesso de umidade. Na semana passada, eram os mesmos 30% em déficit hídrico e 2% com excesso. Em igual período do ano passado, 49% da área estava na situação de seca. A superfície totaliza 6,5 milhões de hectares. As lavouras se dividem entre excelentes ou boas (49%), normais (29%), regulares ou ruins (22%).

Fonte: Agência Safras
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Notícias Mercado interno

Mercado de milho mantém lentidão com algumas regiões tendo menor oferta

Tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre

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O mercado brasileiro de milho, assim como no período anterior, teve uma semana de lentidão nos negócios. Em algumas regiões o mercado manteve pressão de oferta, pela entrada da safrinha, enquanto em outras a oferta já foi reduzida e as cotações avançaram um pouco, como foi o caso de São Paulo.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre18. Isso deve manter sustentação aos preços. O país teve uma safrinha extremamente prejudicada por estiagens e geadas e passada a sazonalidade de pressão da colheita, a oferta deve ser reduzida e as cotações podem voltar a subir.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (09 de setembro) e esta quinta-feira (16 de setembro), o milho em Campinas/CIF na venda subiu de R$ 95,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 1,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal se manteve estável em R$ 93,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço subiu de R$ 93,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 3,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação permaneceu estável em R$ 84,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor se manteve na venda em R$ 98,00.

Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação recuou de R$ 96,00 para R$ 95,50 (-0,5%). E em Rio Verde, Goiás, o mercado caiu na venda de R$ 88,00 para R$ 84,00 a saca, baixa de 4,55%.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentam receita de US$ 246,32 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 35,19 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,26 milhão de toneladas, com média de 179,95 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 195,50. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Em relação a setembro de 2020, houve baixa de 28,85% no valor médio diário da exportação, perda de 40,68% na quantidade média diária exportada e valorização de 19,95% no preço médio.

Segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), as exportações brasileiras de milho deverão ficar em 2,92 milhões de toneladas em setembro. Em setembro do ano passado, o Brasil exportou 5,76 milhões de toneladas. Em agosto, os embarques do cereal somaram 4,19 milhões de toneladas. As exportações do ano devem somar até 13,06 milhões de toneladas até o final deste mês.

Fonte: Agência Safras
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ABPA – PSA

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