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Dia de campo no norte do PR mostra lançamentos de cultivares e manejo de doenças da soja

O Dia de Campo TMG mostrou a campo as características de algumas das cultivares do portfólio de soja para a região norte do Paraná e Oeste de São Paulo.

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                Produtores, consultores e técnicos que atuam no cultivo da soja, em municípios da região norte do Paraná, participaram nesta terça-feira (23) de um dia de campo em Cambé (PR). Promovido pela Tropical Melhoramento & Genética (TMG), empresa de capital nacional que atua no melhoramento genético de soja e algodão, e com a participação da BASF, os participantes acompanharam um circuito com informações sobre o manejo de doenças da soja, principalmente a ferrugem asiática, posicionamento de seis cultivares de soja TMG, além do portfólio de proteção de plantas e de tratamentos de sementes da BASF.

                Sérgio Luiz Marchi, supervisor de Desenvolvimento de Mercado da TMG no Sul do Brasil, apresentou um dos três painéis do dia de campo com dados sobre os benefícios da Tecnologia Inox®, desenvolvida pela TMG e que auxilia o sojicultor a manter a sanidade e a produtividade da soja, através do gene de resistência à ferrugem. O gene de resistência está presente em várias cultivares de soja do portfólio TMG e a tecnologia permite ao produtor ter uma janela maior de aplicação de fungicidas, proporciona longevidade do controle químico e genético, representa menor custo fixo e variável na lavoura e possibilita maior flexibilidade no controle da doença.

                “Quando as condições climáticas não permitem ao agricultor realizar o controle da ferrugem, no momento recomendado, as cultivares Inox® trazem mais segurança para a lavoura, pois a genética continua agindo, mesmo com essas condições, e assim que se torna possível aplicar, o produtor pode realizar a aplicação com os fungicidas de maior eficiência do mercado”, explica Marchi.

                Sérgio lembra, ainda, que a Tecnologia Inox® é uma ferramenta muito importante para o sistema produtivo da cultura da soja, pois o fungo da ferrugem consegue se adaptar muito rápido e somente com os fungicidas o sistema fica fragilizado. “O produtor não pode abrir mão das várias estratégias para o controle da doença, como a eliminação de plantas guaxas durante o vazio sanitário, respeitar as recomendações quanto a dose e intervalo de aplicação, realizar prioritariamente, o controle preventivo, não realizar o plantio de soja segunda safra e sempre que possível utilizar fungicidas multissítios.

                O agricultor Eduardo Depieri, de Tamarana, a 50 quilômetro de Londrina (PR), confirma os benefícios da Tecnologia Inox® desde a safra 2015/16. Nesta safra de soja 2017/18, ele plantou 50% de sua área de 200 alqueires (484 hectares) com duas cultivares TMG, a TMG 7062IPRO e a TMG 7063IPRO, ambas com a junção pioneira das tecnologias Inox® e Intacta RR2 PRO™. Na outra parcela de 50%, Eduardo plantou variedades concorrentes que não possuem o gene de resistência à ferrugem. Conforme relata, a pressão da doença é grande na sua região e, ao todo, fará três aplicações com fungicidas protetores. “É perceptível que eu tive mais segurança com as variedades TMG e também utilizei bons produtos. A Inox® (tecnologia) veio para somar”, destacou.

                O sojicultor considera, ainda, que o agricultor deve permanecer atento também as outras doenças, e citou como exemplo a mancha alvo e a antracnose. “Causam igual ou mais prejuízo que a ferrugem”, complementou. Eduardo colheu bons resultados com a TMG 7062IPRO na safra passada, foram 185 sacas de média em 30 alqueires e com a TMG 7063IPRO foram 213,8 sc/alq em quatro alqueires. “A TMG 7063IPRO tem excelente arranque inicial, teve ótimo engalhamento e sanidade também”, frisou.

                  A campo

                O Dia de Campo TMG mostrou a campo as características de algumas das cultivares do portfólio de soja para a região norte do Paraná e Oeste de São Paulo.  Com áreas experimentais, para que o produtor pudesse ver o visual de cada uma, o consultor de Desenvolvimento de Mercado, Douglas Andrade, mostrou a TMG 7262RR, TMG 7062IPRO, TMG 7063IPRO e o lançamento da safra 2017/18, TMG 7067IPRO, além do pré-lançamento, TMG 7061IRPO.

                Ainda na área experimental da TMG, Rogério Medeiros, supervisor de Desenvolvimento de Mercado, detalhou o posicionamento da TMG 7067IPRO e da TMG 7061IPRO quanto à recomendação de população de plantas. A orientação é de grande relevância para o produtor rural, pois, conforme explica, posicionar corretamente a cultivar traz benefícios que vão além da produtividade. “Trabalhar com o número correto de plantas por metro possibilita melhor manejo, mais facilidade na aplicação dos produtos, uniformidade de maturação do estande e sanidade”, frisou.

Fonte: Ass. de Imprensa TMG

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Wisium amplia experiente time técnico

Marca irá intensificar as ações no mercado de Postura Comercial

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zootecnista Cleverson Ribeiro - Foto: Divulgação

Com o objetivo de fortalecer a sua equipe técnica amplamente qualificada e de reforçar ainda mais a sua atuação no setor de produção avícola, a Wisium, referência em premixes, aditivos e serviços, acaba de anunciar a contratação do zootecnista Cleverson Ribeiro como nutricionista de Postura Comercial

Ribeiro tem amplos conhecimentos acadêmicos, tendo Mestrado e Doutorado em Nutrição de Aves, pela Universidade Federal de Viçosa -MG (UFV-MG), e também forte experiência de mercado, com atuação em uma das granjas mais conhecidas do Brasil. “Entre os principais aprendizados que serão utilizados na Wisium, destaco a visão sistêmica do negócio, ou seja, enxergar a empresa como um todo e não somente no setor em que você está inserido; e entender os reais desafios e as necessidades da produção”, destaca o nutricionista.

O profissional irá atuar junto a equipe técnica da Wisium, com ênfase nas atividades relacionadas à avicultura de postura. “Nosso principal objetivo é contribuir com o excelente trabalho que a equipe já realiza, adicionando nossa visão e experiência obtida no setor de produção. Vamos posicionar cada vez mais as ofertas e serviços Wisium como grandes aliados dos nossos clientes, agregando valor e contribuindo para o sólido crescimento deles”, pontua.

De acordo com o novo nutricionista da Wisium, uma das estratégias será intensificar o desenvolvimento de soluções personalizadas para os clientes. “Dentro do mercado de postura nacional, os sistemas de produção ainda são bem heterogêneos. Temos produtores com granjas altamente tecnificadas e outros que ainda utilizam sistemas de produção tradicionais. Com essa realidade tão discrepante, acreditamos que o oferecimento de soluções personalizadas será essencial para que os avicultores de postura possam seguir competitivos dentro desse complexo mercado de produção de ovos”, analisa.

“Graças ao excelente pacote de produtos e ferramentas nutricionais que a Wisium oferece ao mercado de nutrição de poedeiras, estamos convictos que podemos levar nossas soluções a um número maior de avicultores, fortalecendo ainda mais nossa marca dentro do cenário mundial deste espetacular produto que é o ovo”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Mulheres e robotização mudam a cor da suinocultura no Brasil

De acordo com o censo agropecuário do IBGE, hoje, 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres

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A participação feminina em todas as atividades do campo cresce ano a ano puxada pelas novas tecnologias que democratizam e facilitam o trabalho diário. Conforme dados do último Censo Agropecuário do IBGE, de 2017, cerca de 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres. Somados ao número de propriedades com comando feminino, o levantamento também aponta para uma melhor distribuição no trabalho no setor, no qual cerca de 20,3% dos estabelecimentos são dirigidos por casais, dividindo todas ou parte das responsabilidades.

Realidade de mulheres como Francieli Ribas dos Santos, 27 anos, produtora de suínos de Piraí do Sul, no Paraná. Ao lado do marido, ela comanda desde 2014 a propriedade dos sogros, responsável pela produção de mais de 1,6 mil suínos por lote em dois galpões que contam cada um com um robô alimentador (leia sobre o equipamento abaixo).

Francieli conta que essa é uma transição difícil devido à exigência física que a suinocultura tem para os produtores, mas que foi facilitada pela adoção da tecnologia de robotização. “Ajudou demais, agora não preciso carregar carrinhos enorme com ração e fazer muitas pesagens ao longo do dia. Hoje eu apenas acompanho e monitoro os galpões, o que me dá mais tempo livre para outras coisas”, comemora. Autonomia que a possibilita realizar sozinha todo o manejo diário dos animais e também um melhor acompanhamento das demais atividades da granja. Além de facilitar o manejo, a economia de tempo e recursos com o robô também auxiliou na expansão da produção da granja, com a construção do segundo galpão.

Outubro Rosa

Para valorizar a participação feminina na suinocultura de precisão e, também, alertar a comunidade rural para a prevenção do câncer de mama, a ROBOAGRO mudou a cor do robô alimentador de suínos durante o Outubro Rosa. Especialmente neste mês, o tradicional vermelho da marca foi substituído pelo tom rosado para chamar a atenção das produtoras. Francieli foi uma das primeiras a adquirir o equipamento rosa.

“Ações de valorização e conscientização como essas são importantes para difundir o cenário atual do campo, cada vez mais tecnológico e com mais participação da mulher e dos jovens”, destaca Giovani Molin, diretor da ROBOAGRO.

Sobre o Robô Alimentador de Suínos

Atualmente, são mais de 500 unidades do Robô Alimentador de Suínos em operação nos três estados da Região Sul, responsáveis por 66% da suinocultura brasileira, além de presença institucional em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo. A tecnologia, lançada pela ROBOAGRO, de Caxias do Sul-RS, é inédita do país. Além da melhora na qualidade da carne produzida com o auxílio da tecnologia e os benefícios na qualidade de vida dos produtores, a robotização dos tratos gera uma economia que pode chegar a mais de R$ 26 mil por ano em granjas de médio porte, com média produtiva de mil animais por lote. Conforme explica Molin, cerca de 70% do custo de produção da carne suína está diretamente ligado a alimentação do animal.

“Nos comedouros atuais existem muito desperdícios além de não haver nenhuma possibilidade de gestão e informação para o suinocultor. O robô oferece a oportunidade do criador ajustar a sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos, isso deixa a carne produzida aqui muito mais competitiva frente a outros mercados”, explica Molin.

Suinocultura 4.0

A robotização da produção, conhecida como Suinocultura 4.0, já é novo padrão para o mercado brasileiro. Essa prática consiste no uso de ferramentas e tecnologias que possibilitam otimizar todas as etapas do processo produtivo. Segundo levantamento do Sebrae, cerca de 81% dos suinocultores dos três estados da Região Sul seguem um modelo de produção integrado, onde uma cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração e o crescimento dos animais que serão enviados para o abate, a chamada fase de crescimento e terminação.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin destaca monitoramento de doenças e controle de patógenos em rações 

Evento vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos

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médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro - Foto: Divulgação

Feed Safety Forum, realizado pela empresa, vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos, em cenário de recordes das exportações brasileiras de proteína animal e dos preços das matérias-primas da ração.

Monitoramento de doenças na suinocultura e controle de patógenos em ração de aves, suínos e bovinos serão debatidos pela Kemin em um cenário de alta das exportações brasileiras de proteína animal, o que coloca o país em evidência maior. Os casos de enfermidades, como Peste Suína Africana (PSA) e Influenza Aviária, avançando pela Europa e Ásia, aliado ao quadro de recordes nos preços e até importação das principais matérias-primas da produção animal, como a soja e o milho, impactam fortemente os custos do produtor e reforçam a importância de controle de doenças no plantel e contaminações nas rações como estratégia para ganhar eficiência produtiva e competitividade econômica na atividade, destaca a médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro.

“A segurança do alimento é uma preocupação mundial. A incidência de patógenos em rações de aves, suínos e bovinos pode levar a aumento de morbidade do rebanho com impacto na produtividade e na rentabilidade do produtor, por isso a qualidade da ração é especialmente importante neste momento de custos mais elevados. E pode ser também, em alguns casos, uma questão de saúde pública, já que estamos falando do alimento do nosso alimento. Por isso temos um controle tão rigoroso”.

Neste cenário, o Feed Safety Forum, que será realizado pela Kemin na próxima semana, dias 4 e 5 de novembro, gratuitamente, em formato virtual, vai debater, a partir das 11h, no horário de Brasília, do dia 4, “Monitoramento de doenças em suínos para melhorar a saúde animal”. Neste debate, o pesquisador da Iowa State University, Giovani Trevisan, vai apresentar um cenário global atual de doenças em suínos e o monitoramento de patógenos suínos e seus diagnósticos nos Estados Unidos. Trevisan é assistente de pesquisa de pós-doutorado na Iowa State University e coordenador do Swine Disease Reporting System. A maior parte de seu trabalho é dedicada a fornecer soluções baseadas em dados para veterinários e produtores para gerenciar doenças suínas e melhorar a saúde animal.

Em seguida, as discussões sobre “Controle de patógenos: o que você pode fazer para reduzir riscos?” serão encabeçadas pelo Dr. Andrew Yersin, que vai trazer uma abordagem prática para avaliar os riscos de patógenos em alimentos para animais. “No mundo de hoje, a abordagem de segurança do alimento deve trazer proteção contra patógenos bacterianos e virais. É mitigação de riscos na mesa do consumidor final”, defendeu Cherlla.

Com doutorado em Fisiopatologia pela North Carolina State University, em Raleigh, na Carolina do Norte, Yersin apoia programas mundiais de qualidade para manufatura e operações e presta suporte técnico às necessidades do cliente Kemin como VP Sênior de Qualidade e Assuntos Regulatórios. Todas as apresentações do Feed Safety Forum serão ministradas em inglês e podem ser acompanhadas gratuitamente pela internet. Os interessados podem se inscrever através do link http://bit.ly/feedsafety.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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