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Dia de Campo Milho Safrinha Copagril apresentou novidades em híbridos
Evento apresentou aos associados, produtores e visitantes, todas as novidades dos híbridos de milho disponíveis no mercado, além de tecnologias da agricultura 5.0, e os melhores equipamentos para o cultivo da cultura.

O Dia de Campo Milho Safrinha Copagril 2023 realizado na quarta-feira (07), na Estação Experimental Copagril, em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, trouxe aos associados, produtores e visitantes, todas as novidades dos híbridos de milho disponíveis no mercado, além de tecnologias da agricultura 5.0, e os melhores equipamentos para o cultivo da cultura.
Associados e produtores do Paraná e Mato Grosso do Sul, que são áreas de atuação da Copagril, além de visitantes da região prestigiaram o evento e conferiram de perto todas as novidades apresentadas nesta edição do Dia de Campo Milho Safrinha.
Segundo o diretor-presidente da Copagril, Eloi Darci Podkwa, o Dia de Campo Milho Safrinha cumpre um papel muito importante de oportunizar ao público comparar os diferentes híbridos visando decidir pelos materiais que melhor se adaptam à região onde são cultivados pelos agricultores. “É uma alegria estar na companhia dos nossos associados e clientes, contribuindo para que eles possam conferir o que existe de melhor para a cultura do milho e ter melhor produtividade, manejo, e melhor qualidade do material escolhido”, declarou.
Ao longo do dia, o público pode conhecer mais de 30 híbridos de milho através de empresas parceiras, que apresentaram seus cultivares e explicaram aos produtores as principais características dos materiais, tais como desenvolvimento vegetativo, qualidade de grãos e espiga, tolerância a pragas e doenças, para que assim eles possam escolher qual se adapta melhor as suas necessidades.
Uma das atrações deste ano foi a demonstração do uso de drone (modelo vant – Veículo aéreo não tripulado) para diagnosticar pragas, doenças e plantas daninhas de modo preditivo nas áreas de cultivo, visando à elaboração de mapas de aplicação de defensivos com precisão.
Esse serviço faz parte do programa Agricultura 5.0 da Copagril onde se aplica a I.A. Inteligência Artificial, em parceria com a NetWord Agro, e tem sido usufruído por vários associados da cooperativa, que já modernizaram suas práticas de manejo agrícola.
Além disso, os visitantes tiveram a oportunidade de conferir os defensivos agrícolas indicados para a cultura do milho; condicionadores de solo; e fertilizantes foliares.
De acordo com o superintendente comercial e coordenador do Dia de Campo Milho Safrinha, Enoir José Primon, a Copagril se preocupa muito com o desempenho e sanidade da
lavoura, principalmente pelos desafios encontrados na produção da cultura.
“Muitas empresas estão envolvidas neste evento juntamente com a nossa área técnica, para poder oferecer ao produtor o que há de melhor. Temos a preocupação de trazer novidades e tecnologias para o desenvolvimento da cultura, para mostra ao produtor que o investimento do futuro precisa ser feito agora”, declarou Primon.
Os produtores de gado leiteiro que visitaram o local do evento tiveram acesso às parcelas de pastagens de inverno e híbridos de alta qualidade tecnológica, capazes de fornecer ao animal uma alimentação completa, com potencial de aumentar a produtividade do rebanho.

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China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos agropecuários brasileiros
Novos acordos sanitários ampliam oportunidades para exportação de cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes de diferentes espécies.

As autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau aprovaram novos requisitos que permitem a entrada de produtos agropecuários brasileiros nesses mercados. As medidas envolvem a exportação de cálculos biliares bovinos para o mercado chinês, suínos vivos destinados ao abate para o Paraguai e carnes bovina, ovina, caprina e suína para Palau.
Com a China, o Brasil assinou um protocolo sanitário que estabelece as condições para exportação de cálculos biliares bovinos. O produto, utilizado principalmente pela indústria de Medicina Tradicional Chinesa, passa a ter regras definidas para inspeção, certificação e controle das remessas entre os dois países.
O acordo amplia o comércio de um subproduto da cadeia pecuária brasileira e cria uma nova possibilidade de aproveitamento econômico de materiais provenientes da produção bovina. A China é um dos principais destinos das proteínas animais brasileiras e tem papel estratégico para a expansão das exportações do agronegócio nacional.
No Paraguai, as autoridades sanitárias aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de suínos vivos brasileiros destinados ao abate. A medida estabelece o padrão documental necessário para os embarques e abre uma nova alternativa comercial para a cadeia suinícola nacional.
Já Palau aprovou os modelos de CSI para importação de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. Com a aprovação dos certificados, empresas brasileiras poderão iniciar os procedimentos de habilitação e atender aos requisitos sanitários exigidos pelo país insular.
As aberturas fazem parte da estratégia brasileira de ampliar o acesso a mercados internacionais por meio de acordos sanitários. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma abertura de mercado ocorre quando o país importador reconhece que as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil atendem aos seus requisitos para determinado produto.
Impacto para o agro
A ampliação de destinos comerciais reduz a dependência de poucos compradores e aumenta as possibilidades de comercialização para diferentes cadeias produtivas. No caso das carnes, a abertura de novos mercados ocorre em um momento de busca por maior diversificação das exportações brasileiras de proteína animal.
Além dos produtos tradicionais, como carne bovina e suína, o avanço de negociações envolvendo subprodutos de origem animal mostra a tentativa da indústria de ampliar o aproveitamento econômico da produção pecuária brasileira.
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Brasil e China discutem avanço de acordo comercial e cooperação em tecnologia
Negociações para um acordo Mercosul-China entram na agenda bilateral, que também inclui parcerias em inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes.

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Inscrições para prêmio de inovação em fertilizantes terminam nesta segunda-feira
Associação Nacional para Difusão de Adubos vai reconhecer pesquisas acadêmicas sobre fertilizantes, manejo do solo e tecnologias para o agronegócio, vencedor será anunciado em agosto, durante o Congresso Nacional de Fertilizantes.

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de agronomia e cursos correlatos têm até esta segunda-feira (27) para se inscrever na 5ª edição do Prêmio Carlos Florence, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A iniciativa busca estimular a produção de pesquisas e trabalhos acadêmicos voltados à inovação e ao desenvolvimento do setor de fertilizantes.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
Podem concorrer artigos científicos, ensaios, monografias, dissertações e teses desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras. Os trabalhos devem abordar temas relacionados ao tratamento e uso do solo, inovação e desenvolvimento de produtos, além de gestão e tecnologias de aplicação de fertilizantes.
Nesta edição, o regulamento também contempla pesquisas alinhadas ao movimento internacional Nutrientes para a Vida (Nutrientes for Life), que destaca a importância biológica, ambiental e econômica dos fertilizantes para a produção de alimentos e para a sustentabilidade da agricultura.
Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora com base em quatro critérios. Inovação e viabilidade de aplicação terão peso 40 cada, enquanto objetividade e clareza receberão peso 20 cada na composição da nota final.
O vencedor será conhecido durante o 13º Congresso Nacional de Fertilizantes, marcado para 25 de agosto.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site da ANDA, onde também estão disponíveis o edital e as orientações para envio dos trabalhos.
Criado para homenagear Carlos Florence, um dos principais especialistas brasileiros no setor de fertilizantes, o prêmio leva o nome do ex-diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA), falecido em 2021. Florence acompanhou as principais transformações da indústria de fertilizantes no país e também se destacou como cronista e escritor.







