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Dia de Campo em Toledo recebe público de mais de 300 pessoas

Direcionado ao agronegócio, evento promovido pela PUCPR e entidades parceiras antecipa as tendências de inovação no setor.

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Foto: Divulgação/PUCPR Toledo

No sábado (02), o câmpus da Pontifícia Universidade Católica (PUCPR) Toledo recebeu expositores e visitantes da segunda edição do Dia de Campo. Promovido pelo curso de Agronomia em conjunto com Medicina Veterinária e Gestão integrada de agronegócios, o evento reuniu mais de 20 empresas do setor do agronegócio para abordar sobre inovação e tecnologia no setor. O evento de extensão foi aberto à comunidade e faz parte da proposta dos cursos da PUCPR câmpus Toledo de trabalhar o processo de aprendizagem no formato “hands on” (mãos na massa) com ações práticas, e a utilização intensa da área da Fazenda Experimental e Clínica Veterinária. A organização coube às empresas juniores e aos centros acadêmicos.

“Nós abrimos a PUCPR Toledo para a comunidade externa conhecer melhor a Universidade e ter esse senso de pertencimento, além disso, o Dia de Campo foi uma integração entre calouros e veteranos. A Instituição se integra à realidade da nossa região, sempre em busca de soluções e inovação que tenham impacto positivo na vida das pessoas”, disse o professor André Prechlak, coordenador do curso de Agronomia.

Nos moldes de uma feira tradicional, o evento uniu todas as vertentes do agronegócio: equipamentos e maquinários, tecnologias, animais, áreas de cultivares experimentais e apresentação de resultados de pesquisas em áreas chave do setor como agronomia e veterinária. A programação atraiu mais de 300 visitantes de Toledo e região, produtores, expositores e empresas de financiamento e fomento do meio rural. Quem passou por lá pôde ver de perto grãos em um laboratório a céu aberto e poder trocar ideias com pesquisadores de agronomia.

Além dos espaços organizados no câmpus, a programação também trouxe uma oportunidade de debater e discutir a realidade e o futuro do agro. Um dos eventos do dia foi a palestra do supervisor de agricultura de precisão da C.Vale, Carlos Henrique Martins, sobre Agricultura de Precisão; um painel da Sicredi e a empresa Agrosilos União trouxeram diversos insights sobre a economia e os investimentos no agronegócio.

Para fechar o evento, uma mesa redonda coordenada por lideranças femininas do agro regional, trouxe um diálogo aberto com as mulheres na plateia, para falar sobre lutas e conquistas na mulher no agronegócio do século XXI. Na avaliação da professora Vanessa Yuri de Lima, coordenadora do curso de Veterinária da PUCPR Toledo, o envolvimento de todos os atores é o que garante o desenvolvimento no meio rural. “A mulher no Agro contribui com conhecimento, liderança e leveza, um jeito de conduzir que é baseado em união, em empatia. Estaremos cada vez melhor com uma apoiando a outra”, enfatiza. No curso de Medicina Veterinária da PUCPR Toledo, as acadêmicas já são maioria e fazem a diferença no desenvolvimento do agronegócio e das ciências no campo.

Fonte: Assessoria PUCPR Toledo

Colunistas

Você está desperdiçando o dinheiro do marketing?

Conheça três pontos que podem contribuir para um melhor desempenho.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Durante a conversa com um grande amigo, lembrei, recentemente, de uma experiência que tive no agronegócio. Uma empresa de nutrição animal precisava aumentar a visibilidade junto a potenciais clientes e entrou em contato com a Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio.

O gerente de marketing compartilhou o briefing de forma clara e objetiva: “precisamos aparecer em mídias estratégicas, locais e nacionais, e também ampliar a nossa presença em canais digitais. A concorrência está grande e precisamos ser mais reconhecidos no campo. Isso vai ajudar a fechar negócios”.

Após algumas reuniões, finalizamos o planejamento de assessoria de imprensa e de redes sociais, definindo a linguagem, os temas e os principais objetivos a serem atingidos em curto e médio prazo.

Rapidamente, os porta-vozes foram definidos e participaram de um media training, no qual a Ação Estratégica apresentou dicas para os executivos terem um desempenho ainda melhor nas futuras entrevistas com jornalistas.

Como próximo passo, a mídia recebeu sugestões de notícias sobre a empresa e as redes sociais foram abastecidas com conteúdo relevante sobre o ecossistema em que a empresa atua.

Em poucos meses, os materiais divulgados causaram um grande impacto, maior do que o esperado. Potenciais clientes fizeram vários comentários nos posts publicados, mandaram mensagens em privado e também entraram em contato com a empresa via WhatsApp.

O sucesso desta ação teve três pontos centrais:

1) Análise

O cliente compartilhou importantes informações, na etapa do planejamento, sobre os perfis dos potenciais clientes. Essas informações propiciaram uma análise consistente de cenário.

2) Integração

O movimento foi realizado em total sintonia com o departamento de vendas, com o objetivo de potencializar as oportunidades de negócios.

3) Correção

Com frequência, realizamos reuniões para a correção de rotas, o que contribuiu para as divulgações serem sempre relevantes.

 A importância desses três pontos (Análise, Integração e Correção) vai além do sucesso de uma ação específica. Se bem utilizados, eles contribuem diretamente para uma melhor utilização dos recursos, evitando, de forma contínua, o desperdício de dinheiro, e também propiciam um rico aprendizado a ser utilizado nas próximas atividades.

Afinal, com experiência, informação e estratégia adequada, melhoramos o nosso desempenho, não é mesmo?

Fonte: Artigo escrito por Rodrigo Capella, palestrante e diretor geral da Ação Estratégica - Comunicação e Marketing no Agronegócio.
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Mercado de fertilizantes no Brasil mantém forte dependência de importações

Volume soma 40,9 milhões de toneladas até outubro de 2025, com Mato Grosso liderando o consumo nacional.

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Foto: Divulgação/OP Rural

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 5,08 milhões de toneladas em outubro de 2025, alta de 2,1% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram comercializadas 4,98 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA). No acumulado de janeiro a outubro foram registradas 40,94 milhões de toneladas entregues, com alta de 8,4% em comparação a igual período de 2024, quando o total foram entregues 37,78 milhões de toneladas.

O Estado de Mato Grosso manteve a liderança no consumo, com participação de 22,1% do total nacional, o equivalente a 9,05 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (4,97 milhões), São Paulo (4,35 milhões), Rio Grande do Sul (4,21 milhões) Goiás (3,99 milhões), Minas Gerais (3,90 milhões) e Bahia (2,75 milhões).

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou outubro de 2025 em 631 mil toneladas, registrando uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado de janeiro a outubro, o volume chegou a 6,20 milhões de toneladas, avanço de 5,7% em relação com as 5,87 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

As importações alcançaram no mês de outubro de 2025, 4,38 milhões de toneladas, redução de 1,1% sobre igual período do ano anterior. De janeiro a outubro, o total importado somou 35,88 milhões de toneladas, com crescimento de 7,1% em relação as 33,49 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

O Porto de Paranaguá consolidou-se como principal ponto de entrada do insumo, foram importadas 8,89 mil toneladas no período, crescimento de 5,8% frente a 2024 (8,40 milhões de toneladas). O terminal representou 24,8% do total de todos os portos, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Fonte: Assessoria ANDA
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Produtores têm até 31 de janeiro para regularizar inconsistências fiscais

Receita Federal intensifica fiscalização sobre rendimentos rurais e alerta para risco de autuações e multas após o prazo.

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Foto: Jose Fernando Ogura

A Receita Federal do Brasil intensificou as orientações voltadas à conformidade fiscal no setor rural, com atenção especial aos rendimentos oriundos de arrendamentos de imóveis rurais. A iniciativa integra uma ação nacional de conformidade cujo objetivo é estimular a autorregularização dos contribuintes, permitindo a correção de inconsistências até janeiro de 2026, antes do avanço para etapas de fiscalização mais rigorosas.

Segundo o órgão, é recorrente a subdeclaração ou o enquadramento incorreto dos valores recebidos com arrendamentos, seja por desconhecimento da legislação tributária, seja por falhas no preenchimento das declarações. Para identificar divergências, a Receita Federal tem ampliado o uso de cruzamento de dados, recorrendo a informações de cartórios, registros de imóveis rurais e movimentações financeiras, em um ambiente de fiscalização cada vez mais digital e integrado.

Foto: Jonathan Campos/AEN

O advogado tributarista Gianlucca Contiero Murari avalia que o atual movimento do Fisco representa um ponto de atenção relevante para produtores rurais e proprietários de terras. “A autorregularização é uma oportunidade valiosa para o contribuinte rural corrigir falhas, evitar autuações, multas elevadas e até questionamentos mais complexos no futuro. A Receita Federal tem adotado uma postura cada vez mais preventiva, mas com fiscalização altamente tecnológica”, afirma.

Murari ressalta que os rendimentos provenientes de arrendamento rural exigem cuidado específico no enquadramento e na declaração, de acordo com as regras do Imposto de Renda. Isso inclui a avaliação sobre a tributação como pessoa física ou jurídica, conforme a estrutura da operação. “É fundamental que o produtor ou proprietário busque orientação especializada para avaliar contratos, natureza dos rendimentos e a forma correta de declarar. Um ajuste feito agora é muito menos oneroso do que uma autuação depois”, completa.

Fonte: Assessoria Dosso Toledo Advogados
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