Conectado com

Empresas Trigo

Dia de campo digital discute trigo como opção rentável e fortaleza agronômica

Importância, desafios e tendências para a cultura são temas do 1º Dia de Campo Digital Brasil da Biotrigo. Evento é on-line, aberto ao público e gratuito

Publicado em

em

Focado em tecnologia, recomendações técnicas e tendências para a cadeia do trigo, a transmissão do do Dia de Campo acontece dia 27 de agosto. - Foto: Divulgação

O agronegócio carrega em seu DNA a evolução, força que a informação e o relacionamento através da transferência de tecnologia sempre exerceram. As medidas de isolamento recomendadas para frear o avanço da Covid-19 neste ano mudaram não só o ambiente urbano, mas também a dinâmica de difusão do conhecimento no agronegócio e, com isso, os dias de campo voltados à cultura do trigo, tradicionais neste período do ano, começam a ganhar um novo formato pela internet. Com a intenção de continuar levando informação e novidades aos triticultores, moinhos e parceiros, e assumindo o compromisso com a saúde daqueles que são parte da cadeia tritícola e que sempre acompanharam seus eventos presenciais, a Biotrigo Genética realiza o seu tradicional dia de campo pela primeira vez em um formato inovador: on-line, ao vivo, aberto ao público e gratuito. A transmissão acontece no dia 27 de agosto, às 8h30.

O Dia de Campo será o quinto evento digital da empresa em 2020. Para a Biotrigo, que é líder no melhoramento genético de trigo na América Latina, o momento atual oportunizou ampliar a troca de conhecimento no ambiente virtual mantendo a eficácia dos eventos presenciais. Para o gerente comercial da Biotrigo Genética para a América Latina (Latam), Fernando Michel Wagner, a experiência digital da Biotrigo está consolidada. “Não estamos apenas seguindo uma simples tendência, pois nos desafiamos em criar algo inovador, autêntico e que tenha função no campo. Com isso, impactamos mais de 30 mil pessoas na série de webinars de trigo que realizamos entre março e julho desse ano. Em segurança e com grande interação, nossas experiências se mostraram eficazes. Tivemos inscrições e acessos de pessoas de 14 estados brasileiros e diversos países também produtores de trigo”, disse.

Focado em tecnologia, recomendações técnicas e tendências para a cadeia do trigo, a transmissão acontece diretamente do Centro de Pesquisa da Biotrigo, em Passo Fundo/RS e de forma interativa em seis estações de interesse no campo experimental da Biotrigo em Arapongas/PR. A área é um dos mais de 70 ensaios onde a empresa avalia anualmente o potencial genético de mais de 30 mil linhagens de trigo antes de chegar ao produtor de trigo em vários países da América Latina.

 

Aliados no manejo de ervas daninhas

O posicionamento técnico de duas cultivares de trigo que se somam ao manejo integrado de plantas daninhas são o foco de uma das estações. As soluções – TBIO Ello CL e TBIO Capricho CL são as primeiras cultivares de trigo com a tecnologia Clearfield no Brasil. Nas próximas safras serão ferramentas importantes para reduzir as infestações, já que nas lavouras de trigo, a aveia e o azevém podem ser responsáveis por até 50% de perdas na produtividade, segundo dados da Fundação ABC.

 

Muito mais segurança no campo e para o consumidor

Outro destaque que será apresentado no campo é a cultivar de lançamento para multiplicação em 2021, TBIO Trunfo. O trigo é promissor também para auxiliar o produtor no controle da Giberela e da Brusone, principais e mais desafiadoras doenças de difícil controle. Bruno Alves, gerente comercial regional norte da Biotrigo, que apresenta a tecnologia, ressalta como as pesquisas da empresa alcançaram uma combinação inédita de reação a essas doenças com boas características agronômicas, alto potencial produtivo e qualidade de farinha para panificação. “A genética é a principal ferramenta onde as outras medidas de controle ainda são pouco eficientes no campo e esse material nos surpreendeu com notas consideradas excelentes para Giberela e Brusone, além do baixo nível de DON em anos epidêmicos”, comenta.

 

Dessecação em pré-colheita

Luís Henrique Penckowski, Gerente técnico de pesquisa e desenvolvimento na Fundação ABC vai somar na programação das palestras técnicas falando sobre as recomendações e os benefícios da dessecação em pré-colheita na cultura do trigo. A técnica traz diversos benefícios ao produtor, como a antecipação e estabilidade na colheita do trigo; o plantio em tempo da safra de verão; a uniformização da lavoura (espigamento e maturação) e, ainda, o controle de plantas daninhas para a próxima cultura.

 

O futuro mudou… Bem na minha vez!

Pandemia, transformação digital, novas tecnologias e uma revolução nas formas de se comunicar, pensar, agir, cooperar, se relacionar, transacionar, comprar, vender, informar e trabalhar. O mundo está passando por muitas mudanças e no agro não é diferente: a ampla capacidade de adaptação se tornou pré-requisito nas relações de trabalho, pessoais e de negócios. Mas porque “O futuro mudou… Bem na minha vez?”. Esse será o tema do palestrante convidado, Dado Schneider, Mestre e Doutor em Comunicação e estudioso sobre as gerações e seus comportamentos. Autor do livro “O mundo mudou… Bem na minha vez!”, ele afirma que “mudar é entender o que está acontecendo para aceitar o que há. Somos adultos inéditos porque, além de sermos os humanos com mais longevidade até aqui, também nunca fomos expostos a tantas mudanças – e isso se acentuará com o tempo, no volume e na complexidade”.

 

Inscrições

Para mais informações sobre a programação e para fazer a inscrição antecipada basta acessar o link e, no dia 27 de agosto, às 8h30, conectar-se ao link da transmissão que será enviado por e-mail aos inscritos. O Dia de Campo Digital tem a mediação do gerente comercial para a América Latina da Biotrigo, Fernando Michel Wagner, a participação da equipe comercial da empresa, do melhorista da Biotrigo, André Schönhofen, e dos diretores, André Cunha Rosa e Ottoni Rosa Filho.

Agenda

Dia de Campo Digital Biotrigo

Data: 27/08/2020 – quinta-feira

Horário: 8h30 às 11h

Link para inscrição: https://bit.ly/inscr_diadecampo_biotrigo

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

2 + 15 =

Empresas Doença de Gumboro

Vacina com vírus vivo é eficaz contra doença que prejudica imunidade de aves

Estudos mostram que aos 28 dias de idade, a vacina de imunocomplexo natural (vírus livre) foi identificada em 100% das amostras, seguido de identificações positivas em uma porcentagem igual (100%) até 40 dias de idade

Publicado em

em

Foto: O Presente Rural

por Eva Hunka*

Nosso país produziu mais de 6 bilhões de frangos de corte apenas no ano passado, de acordo com relatório da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Além disso, ainda segundo o levantamento, o Brasil produziu mais de 49 bilhões de ovos de consumo no período – algo que equivale a mais de 5,5 milhões de ovos por hora. É evidente que esse setor tem crescido constantemente, auxiliando na produção de alimentos e na movimentação da economia nacional. Por isso, é preciso dar atenção especial à saúde e ao bem-estar desses animais.

Um dos grandes problemas da avicultura brasileira é Doença de Gumboro, que tem alta prevalência no país, sendo responsável por altas perdas nas granjas nacionais e mundiais. A doença foi descrita pela primeira vez na década de 1960 e ainda hoje motiva pesquisas sobre como proteger as aves do vírus que causa a enfermidade, com o objetivo de estimular a imunidade ativa e minimizar os efeitos dos anticorpos materno – que inativam as vacinas vivas convencionais.

Mesmo após tantos anos, pesquisadores continuam investindo recursos técnicos e econômicos para prevenção e controle da doença. Isso porque o vírus acomete um importante órgão linfoide primário das aves, a Bolsa de Fabricius, e a infecção desse órgão compromete a resposta imune mediada pelos linfócitos B (que constituem o sistema imunológico) e também a produção de anticorpos. Após infectadas pelo vírus (o IBDV), as aves tendem a desenvolver imunossupressão temporária ou permanente, devido à disfunção da resposta imune, ficando suscetíveis a doenças.

A redução na capacidade imunológica pode ser leve, sem quaisquer problemas adjuntos de maior suscetibilidade a doenças, mas também estas aves podem responder de forma deficiente às vacinações contra outros agentes infecciosos e ficam mais susceptíveis a outras doenças, principalmente as de alta morbidade, comum a alguns vírus respiratórios, como bronquite infecciosa, por exemplo, que costuma vir acompanhada por infecções secundárias como a Escherichia coli (E. coli). Isso se reflete nos resultados zootécnicos que resultam em perdas econômicas.

Por ser uma doença viral imunossupressora clássica, a Doença de Gumboro pode servir para ilustrar os complexos mecanismos envolvidos na doença em aves jovens. Em pintos de um dia, a Bursa de Fabricius (BF) é de grande importância como fonte de linfócitos B. Estes linfócitos são necessários para produzir imunoglobulinas. Se a Bursa está comprometida, linfócitos B imaturos são atacados pelo vírus, resultando em sua destruição e deixando a ave mais susceptível a patógenos virais e bacterianos. Se as células B estiverem esgotadas, a ave não será capaz de gerar adequadamente uma resposta de anticorpos a um novo patógeno, incluindo cepas vacinais e, nesse caso, a situação se deteriorará para um estado semelhante à imunodeficiência.

Em poucos dias pós infecção por uma cepa muito virulenta, todo o sistema imune de uma ave jovem pode entrar em colapso. Nesses casos, estas aves podem ficar doentes devido a bactérias oportunistas e saprófitas, que normalmente são inofensivas para frangos saudáveis. Em aves sensíveis, o vírus causará alta mortalidade direta e suprimirá a capacidade da ave de desenvolver uma boa imunidade após a vacinação, tornando-as mais suscetíveis a infecções secundárias e maior mortalidade. Assim, a imunidade passiva tem um papel primordial na proteção das infecções precoces pelo IBDV nos primeiros dias da ave.

Por isso, o cuidado com o programa vacinal das matrizes vai nos assegurar um bom nível de anticorpos maternos ao nascimento. Neste ponto, é bom lembrar que estes cuidados vão além da escolha da vacina, e estão muito relacionados à qualidade da aplicação, visto que a vacinação nestas aves é totalmente dependente do fator humano e passível a erros importantes como subdosagem, erros do local da aplicação e até mesmo vacinação feita a partir de frascos vazios, e tem como consequência uma imunidade baixa e desuniformidade nos títulos de anticorpos que serão transferidos para a progênie. Nesse sentido, com os conceitos da Avicultura 4.0, os novos equipamentos de vacinação permitem um maior controle de todo processo vacinal injetável na granja, em tempo real, ou mesmo na tomada de decisões mais estratégicas baseada na coleta personalizada de dados.

Quando falamos em combate à Doença de Gumboro, o melhor caminho é a prevenção por meio da vacinação aliado a um programa de biossegurança robusto. As empresas têm um objetivo claro de tornar os programas de vacinação cada vez mais simples, porém têm o desafio de mantê-los eficientes e seguros, mesmo quando acontecem apenas no incubatório, com dose única. No caso de proteção contra IBDV, precisamos lembrar que não se trata apenas evitar a forma clínica da doença, mas também precisamos atentar contra a imunossupressão que pode vir da forma subclínica, ou mesmo de algumas cepas vacinais. A escolha da cepa adequada para cada desafio, que seja forte o suficiente para combater as muito virulentas e segura a ponto de não afetar o sistema imune da ave, é primordial para o sucesso do programa vacinal.

Programas com vacinas vivas, além de conferir uma resposta imune mais completa, pois se trata de um vírus integro e com diferentes proteínas capazes de estimular o sistema imunológico, ainda têm importante papel na colonização e vacinação do ambiente, o que reduz significativamente a carga viral da cepa de campo. A Phibro Saúde Animal trouxe recentemente para o Brasil a MB-1, primeira vacina viva do segmento no país, capaz de formar um imunocomplexo natural com os anticorpos maternos e que pode ser utilizada com segurança em frangos de corte, matrizes e poedeiras comerciais, com uma única dose no incubatório.

O imunocomplexo natural, formado com a MB-1, se adapta naturalmente ao nível de anticorpos maternos, e por isso, o equilíbrio entre antígeno e anticorpo é perfeito, pois não existe anticorpo “artificial” provocando um “desbalanço” na relação entre eles. Além disto, a cepa possui uma alta invasividade e capacidade de disseminação e seu uso promove renovação na população viral do ambiente, ajudando a controlar o alto desafio de campo. Este mecanismo diferenciado, além da resposta sorológica precoce, também permite a chegada mais rápida do vírus vacinal à Bolsa de Fabricius.

Estudos mostram que aos 28 dias de idade, a vacina de imunocomplexo natural (vírus livre) foi identificada em 100% das amostras, seguido de identificações positivas em uma porcentagem igual (100%) até 40 dias de idade. Já a cepa da vacina imunocomplexo “artificial” foi identificada aos 28 dias de idade em apenas 33% das amostras, e, a partir dos 32 dias em 100% delas, porém no 40º dia, este número caiu para 83,33%. Tudo isso contribui para que o potencial genético das aves seja explorado. E a proteção dos animais, por sua vez, acaba se refletindo em resultados zootécnicos positivos, que são bons parâmetros para avaliar se o programa vacinal está adequado para cada realidade, garantindo a sustentabilidade e a lucratividade da avicultura brasileira, bem como a saúde e o bem-estar dos animais.

 

*Médica veterinária, mestre em medicina preventiva e gerente de negócios biológicos da Phibro Saúde Animal

 

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas Vetanco no Pig Meeting

Alternativa para atualização profissional

O PIG MEETING vem para fortalecer os debates e tendências do setor de proteína animal.

Publicado em

em

Tiago Urbano – Diretor Técnico/Comercial – Vetanco Unidade Brasil. - Foto: Divulgação

Parceira e apoiadora dos eventos promovidos pelo NUCLEOVET – Núcleoo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, a Vetanco que é patrocinadora DIAMANTE do evento híbrido digital,  destacou a importância da transferência  de conhecimento através de um encontro ONLINE .

“ Nós da Vetanco sempre estivemos presentes nos eventos organizados pelo Nucleovet de Chapecó, em especial no Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, participando como patrocinadores, apoiadores e expositores nos eventos. Diante da impossibilidade de realização de eventos presenciais durante esse ano, entendemos que a difusão de conhecimento técnico e atualizações sobre o segmento, pela via digital, é a melhor das alternativas. Portanto, não poderíamos deixar de participar desse evento, pois entendemos que mesmo em períodos de isolamento social a suinocultura nacional não para e nós também não podemos parar” afirmou Tiago Urbano – Diretor Técnico/Comercial – Vetanco Unidade Brasil.

O desenvolvimento do setor, mesmo durante a pandemia são inquestionáveis. Mas, simultaneamente a demanda por análises técnicas e por uma previsibilidade assertiva tem aumentado exponencialmente.  Para  isso o PIG MEETING vem para fortalecer os debates e tendências do setor de proteína animal.

Tiago comentou ainda a importância de manter uma comunicação ativa junto aos clientes, parceiros e equipe. “Diante da impossibilidade de mantermos a nossa rotina normal de trabalho durante esse ano, direcionamos muito do nosso foco para as vias digitais, seja através de reuniões remotas com nossos clientes, ou mesmo através de Webinares nos quais proporcionamos atualizações e treinamentos das equipes técnicas e de produção de nossos clientes”, destaca.

“Como estratégia em comum de facilitar o acesso à informação qualificada, o departamento de Comunicação e Marketing da Vetanco têm trabalhado exaustivamente em aprimorar nossa presença em mídias sociais, veículos de comunicação especializados na área e em eventos on line, como uma forma de suprir a afastamento provisório de nossas equipes junto a nossos clientes”,  finalizou Urbano.

 

 

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas Plantio

Estudo mostra que plantadeiras estão com performance 15% abaixo do necessário

Problema reflete na produtividade da lavoura

Publicado em

em

Foto: O Presente Rural

O trabalho no dia a dia de uma fazenda levou o seu administrador a perceber que as plantadeiras em atividade não estavam realizando o serviço de forma a entregar todo o seu potencial. Em geral ou consumiam mais insumos ou sobrava, o que, ao final, resultava em custos e menor produção da lavoura. Em princípio a solução poderia ser apenas uma regulagem melhor ou treinamento dos operadores. Mas, mesmo tendo feito estas correções, o problema continuava por várias safras.

Segundo o diretor executivo da Geração Agro, empresa de consultoria especializada em gestão de áreas críticas das propriedades rurais, o agrônomo Flávio Marques, o trabalho a campo mostrou que mesmo mudando de marcas de plantadeiras o problema persistiu, configurando então que pode haver um problema de projeto. “Mas o mais relevante nesta questão é que em média esta situação de problema no plantio traz um reflexo lá na frente quando o produtor deixa de colher cerca de 12 sacas de soja por hectare, o que significa um valor financeiro bastante algo que não entra no caixa da empresa”, ressalta Marques.

Conforme diz o agrônomo, discos gastos, condutor da semente danificado, articulação das rodas limitadoras de profundidade com folga, tensão da mola sem uniformidade entre as linhas, foram alguns dos problemas encontrados com frequência, que acarretaram nesta quebra de produtividade. “Para se ter uma ideia, em um cliente, encontramos 31 anomalias nos equipamentos de plantio, alguns, já de fábrica. Então, quando o produtor pensa que está tudo perfeito para realizar o seu trabalho, acaba percebendo que alguns “detalhes” comprometem o resultado final e o seu ganho que, segundo a nossa avaliação, vai ser em média, 15% menor”, assegura.

Marques complementa afirmando que muito mais que fazer correções nas regulagens e nas peças gastas, ou mesmo treinamento, o produtor vai ter que atentar para o equipamento como um todo, fazendo uma check list pente fino, para conseguir melhorar a performance das plantadeiras, a fim de não ter queda na sua produtividade. Diz ainda que uma das expertises da Geração Agro é justamente o trabalho de Certificação das Plantadeiras, onde realizam todo este check list. “Cada semente que não produz uma planta é um valor que deixa de entrar na conta do produtor, e este é o verdadeiro valor de cada planta”, finaliza.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.