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Dezesseis cooperativas do Paraná estão entre as maiores empresas do Brasil

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Quarenta cooperativas brasileiras de sete diferentes Estados estão entre as mil maiores empresas listadas na 14ª edição do anuário “Valor 1000”, que começou a circular nesta semana. Desse total, 16 cooperativas são do Paraná, sendo que seis delas têm sede na região Oeste. Na sequência, destacam-se São Paulo, com oito representantes; Santa Catarina (6), Rio Grande do Sul (6) e Minas Gerais (2). Goiás e Mato Grosso do Sul têm uma cooperativa cada uma no levantamento das mil maiores. O Paraná registrou um acréscimo de duas cooperativas no ranking. No ano passado, havia 14 cooperativas listadas e, agora, entre as 16 paranaenses estão a Coamo, C.Vale, Lar, Cocamar, Agrária, Copacol, Integrada, Castrolanda, Coopavel, Frimesa, Batavo, Copagril, Coasul, Capal, Coagru e Confepar. Também houve incremento de duas cooperativas paranaenses entre as 50 maiores empresas da região Sul, no comparativo com o ano passado. Em 2013 foram nove e, neste ano, 11 figuram na lista.
Critérios 
O ranking é elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a Serasa Experien e Fundação Getúlio Vargas. A classificação final leva em consideração a pontuação obtida pelas empresas em oito critérios: receita líquida, crescimento sustentável, margem de atividade, giro do ativo, margem Ebitda, rentabilidade, liquidez corrente e cobertura de juros. O “Valor 1000” traz ainda as campeãs em 26 setores. A Coamo ocupa o topo da lista do agronegócio e é a maior em receita líquida. Neste quesito também estão entre as 10 maiores a C.Vale (2º), Lar (5º), Cocamar (6º) e Agrária (8º). Em margem de atividade, aparecem a Coamo na 6ª posição, a Agrária (8º), a Lar (9º) e a Batavo (10º). No item liquidez corrente: Batavo (3º), Coamo (6º) e Castolanda (8º). Margem Ebtida: Coamo (6º), Lar (8º) e Agrária (9º). Já em crescimento sustentável, a Agrária está em 2º, a Cocamar em 5º, a Coamo em 7º, seguida da Coagru, em 8º, e Integrada, em 9ºlugar. Em rentabilidade, a Coamo está em 4º, a Batavo em 6º, e a Coasul em 7º. No critério giro do ativo, a Coagru aparece em 5º lugar, a Cocamar em 8º e a Integrada em 9º. Na cobertura de juros, a Coamo está em 4º, a Castrolanda em 5º e a Batavo em 8º.
Finanças 
No ranking das maiores na área de finanças, os sistemas cooperativos de crédito, representados pelo Bansicredi e o Bancoob, ocupam, respectivamente, a 17ª e a 21ª posições entre os 100 maiores bancos do País. Ambos são ainda citados entre os 20 maiores depósitos totais (Bancoob em 10º e Bansicredi na 12ª colocação); entre os 20 maiores em operações de crédito (Bansicredi em 14º); entre os 20 com melhor rentabilidade operacional, sem a equivalência patrimonial, entre os grandes (Bansicredi em 17º lugar e Bancoob em 18º); entre os mais rentáveis sobre o patrimônio, entre os grandes (Bancoob em 17º e Bansicredi em 19º); entre os 20 com menor custo operacional, entre os grandes (Bancoob em 7º e Bansicredi em 20º); entre os que mais cresceram em operação de crédito, entre os grandes (Bancoob em 6º e Bansicredi em 8º) e entre as 14 que mais cresceram em depósitos totais (Bancoob em 2º e Bansicredi em 4º).

Fonte: Ocepar

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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