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Notícias Nota de pesar

Destaque na zootecnia brasileira, professor Luiz Fernando Teixeira Albino da UFV, deixa legado para a Nutrição Animal

O Professor Albino, como era conhecido, atuou ativamente na criação e em todas as edições das Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

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Professor de zootecnia da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Luiz Fernando Teixeira Albino - Foto : Assessoria

O professor de zootecnia da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Luiz Fernando Teixeira Albino, que faleceu na terça feira(13) da última semana, deixa um legado indelével no campo da Zootecnia, contribuindo tanto para o desenvolvimento da avicultura brasileira quanto internacional, e um vazio irreparável não apenas na comunidade acadêmica, mas também na vida daqueles que o cercavam.

Professor Albino foi um profissional de destaque na Zootecnia brasileira, concentrando sua atuação na avicultura e suinocultura, com ênfase em Nutrição e Alimentação Animal. Seus estudos abordaram temas como desempenho, exigências nutricionais, energia metabolizável, aminoácidos, avaliação nutricional de alimentos e aditivos.

O professor contribuiu significativamente para o avanço da ciência avícola não apenas academicamente, como também a campo, através da publicação de inúmeros artigos científicos e livros voltados para a produção e nutrição de aves comerciais. Além disso, desempenhou papel importante como consultor Ad Doc em diversas revistas científicas.

Durante sua carreira na UFV, orientou mais de 60 alunos de pós-graduação (Mestrado e Doutorado) e coorientou 106 alunos, dos quais cerca de 30 foram em parceria com o Professor Dr. Horacio Rostagno, demonstrando sua excelência como formador de profissionais para o mercado de trabalho.

Foi uma figura central no desenvolvimento das Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos, participando ativamente desde a 1ª Edição, em 2000, e idealizando outras edições, incluindo a 5ª Edição, com lançamento marcado para 26 de março de 2024.

O Professor contribuiu tanto para o desenvolvimento da avicultura brasileira, quanto internacional.

O Professor Albino deixa a esposa, Vanja, e os filhos, Luiz Augusto, Marina e Maysa. Além dos netos, Ana Luiza, Gabriel e Miguel, a quem foi exemplo de dedicação e amor.

Neste momento de luto, nós, da realização do 5º Simpósio Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos, expressamos nossas mais sinceras condolências à família e aos amigos do Professor Albino. Que eles encontrem conforto na lembrança de sua vida e na importância de suas realizações.

Fonte: O Presente Rural com Informações da Assessoria

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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