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Destaque da bateria Gir Leiteiro da CRV Lagoa, Fardo FIV F Mutum completa 10 anos de idade

Reprodutor líder do 23º grupo de touros provados ganhará festa com direito a bolo de feno e convidados especiais

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Destaque da bateria Gir Leiteiro da CRV Lagoa, o touro Fardo FIV F Mutum completa 10 anos de idade no dia 10 de junho, com direito a festa de aniversário com bolo de feno e convidados especiais. Fardo iniciou sua carreira na CRV Lagoa em 7 de julho de 2008, onde se encontra até hoje.

 

O reprodutor não retornou mais para a Fazenda Mutum, do criador Léo Machado Ferreira, já que a demanda por sua genética é muito elevada, tendo crescido após o resultado do teste de progênie, em maio de 2015, onde foi divulgada a sua liderança absoluta no 23º Grupo de Touros Provados PNMGL EMBRAPA/ABCGIL, com PTA de 592,9 kg para leite e 94% de confiabilidade, tendo mais de 200 filhas avaliadas em 90 rebanhos.

 

Fardo é filho de Radar dos Poços e Dengosa Mutum, que fizeram história no Gir Leiteiro. A matriarca Dengosa sagrou-se Grande Campeã Nacional e Melhor Úbere na ExpoMilk 2004, Grande Campeã Expo Brasília 2004 e Melhor Úbere. Foi doze vezes Campeã Melhor Progênie de Mãe e detentora do título de Reservada Grande Campeã do Concurso Leiteiro da ExpoZebu 2006. Fardo foi Reservado Grande Campeão na ExpoZebu e na Megaleite, além de obter vários campeonatos de progênie de pai na Feileite, ExpoZebu e Megaleite, superando progênies de touros provados.

 

Suas filhas Daís Alambari (Reservada Grande Campeã Nacional e Recordista Fêmea Jovem com lactação de mais de 52 kg na Megaleite 2014), Sacada FIV Cabo Verde (Reservada Campeã ExpoZebu/2013 com mais de 40 kg), Valeska FIV Cabo Verde (Campeã Fêmea Jovem no Concurso Leiteiro de Passos) e Ofélia FIV (Bi-Grande Campeã em São José do Rio Preto e Araxá em 2015, Grande Campeã do Concurso Leiteiro de São José do Rio Preto, com média superior a 50 kg, e Campeã Fêmea Jovem em Araxá com média superior a 52 kg aos 34 meses de idade) brilham nas pistas e nos criatórios do país ao lado de diversas campeãs dentro do plantel consagrado da Fazenda Mutum, como Loren Mutum (Grande Campea? e Melhor U?bere Jovem Uberla?ndia 2015), Luna Mutum (Campea? Vaca Jovem Morrinhos 2015 com 53 kg de leite), Devassa FIV WAD (3ª Melhor Fêmea Ranking Nacional 2014/2015, Campeã Vaca Jovem e Melhor Úbere Jovem Megaleite, Paracatu e Morrinhos/2015, Campeã Fêmea Jovem no Concurso Leiteiro Megaleite e Paracatu/2015, Grande Campeã e Campeã Vaca Jovem Ituiutaba/2015, Reservada Campeã Vaca Jovem Nacional na Expogil/2015) e Dengosa WAD (Campea? Vaca Jovem Torneio Uberla?ndia 2015 com 54 kg de leite).

 

O reprodutor também se destacou no 3º Mutum Weekend, realizado na Fazenda Mutum, em Alexânia (GO), quando teve 50% de sua posse comercializada por preço recorde pela Fazenda Agrogir Genética e Manejo, de Orizona (GO).

 

De acordo com Tatiane Tetzner, gerente de produto Leite Zebu da CRV Lagoa, “Fardo encanta a todos os visitantes com sua docilidade e sua beleza racial. Homozigoto BB para Beta lacto-globulina e genótipo A2A2 para beta-caseína, com inúmeras filhas de destaque em produção e conformação funcional, como Ilha, Igual e Ilca, e campeãs extraordinárias como Daís, Sacada, Valeska, Ofélia, Devassa e Dengosa FIV WAD”.

 

Lipe FIV F Mutum

 

No ano passado, a CRV Lagoa anunciou a contratação do touro jovem Lipe FIV F. Mutum para integrar sua bateria de Gir Leiteiro, já com disponibilidade de sêmen convencional e sexado de fêmea. Ele é filho de Fardo e Fécula, duas vezes Grande Campeã Nacional e duas vezes Grande Campeã da ExpoZebu, com lactação oficial de 16.618 kg de leite, entre outros títulos, e maior valor genético da Fazenda Mutum.

 

Lipe foi aprovado na 6ª Prova de Pré-Seleção para o Teste de Progênie do PNMGL, com foco em fertilidade, sendo destaque em aprumos, umbigo, pigmentação, fertilidade e temperamento, além de ter genótipo beta-caseína A2A2. Está em teste de progênie, com previsão de resultado para 2022. Tatiane Tetzner, ressalta que a Central mantém o compromisso de renovar a bateria com jovens 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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