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Destaque da avicultura e suinocultura nacional, Paraná recebe a FIPPPA 2015 com grande apoio institucional

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O Paraná, terceiro Estado no ranking nacional das exportações agropecuárias de 2014, também mantém um bom histórico no que diz respeito às produções e exportações do setor avícola. Somente no ano passado, o Estado exportou US$ 2,186 bilhões de carne de frango, uma alta de 6,9% em relação à cifra de 2012, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Os abates na região, em 2013, totalizaram 1,46 bilhão de cabeças de aves. São cifras que colocaram a avicultura paranaense na liderança entre os Estados brasileiros envolvidos com a cadeia, na frente de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, segundo e terceiro lugares, respectivamente. Em 2014, o cenário permanece e o Paraná segue em primeiro lugar no âmbito das exportações. De janeiro a julho deste ano o Estado comercializou US$ 1,4 bilhão, 1,64% a mais no comparativo com o mesmo período de 2013, informa o MDIC. Em volume, o Paraná exportou no primeiro semestre deste ano 700,77 milhões de toneladas, contra 634,86 milhões em igual período de 2013. Os resultados comprovam: a carne de frango lidera os negócios do segmento no Estado e colocam o Paraná em patamar de destaque na agropecuária brasileira, com empresas envolvidas com a cadeia espalhadas por todo o seu território.
No segmento suinícola, o momento também é positivo. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que o Estado possui o terceiro maior rebanho de suínos, atrás de Rio Grande do Sul, o segundo, e Santa Catarina, líder. O mesmo ranking é notado na produção e exportação de carne suína, segundo o IBGE. Somente em 2013, foram abatidas no Brasil 36.061.516 cabeças, sendo o Paraná responsável por 19,2% ou 6.911.202 cabeças. O Estado produziu 613.242.562 kg de carne suína representando 19,7% da produção brasileira que é de 3.119.725.732 kg. A produção de leitões é estimada em 4.500.000 cabeças representando 14,1% da produção brasileira. As exportações ultrapassaram as 23 milhões de toneladas de carne suína, gerando mais de US$ 110 milhões.
Com números tão expressivos, o Paraná é o local ideal para um evento de negócios envolvesse não só a avicultura e a suinocultura, mas também toda a cadeia de proteína animal: A Feira Internacional de Produção e Processamento de Proteína Animal (FIPPPA). Um evento inédito, completo e horizontal, que envolve as cadeias de aves, suínos e leite, desde a produção ao processamento, do campo à mesa. A FIPPPA – resultado da união da AveSui América Latina, organizada pela Gessulli Agribusiness e Tecno Food Brazil, organizada pela G5 Promotrade – terá sua primeira edição em Curitiba  nos dias 28, 29 e 30 de Abril de 2015 no ExpoTrade Convention Center. A feira marca a união de esforços de duas empresas conceituadas na organização de feiras de grande porte para que visitantes e expositores possam multiplicar seus negócios fomentando, desta forma, a avicultura, suinocultura e bovinocultura leiteira. "Inovamos para criar um evento diferente de tudo o que foi visto até agora no mercado brasileiro. Com a nova estrutura da FIPPPA, teremos toda a cadeia de proteína animal reunida em um único local, completo tanto para o expositor quanto para o visitante", destaca a diretora da Gessulli Agribusiness, Andrea Gessulli. "A realização da FIPPPA no Estado líder da avicultura nacional, e ainda destacado por sua produção suína e leiteira, agrega ainda mais oportunidades de negócios para as pessoas envolvidas com o agronegócio brasileiro". Rubens Zago, presidente da Tecno Food Brazil, completa: "Entendemos que o Brasil já é um grande produtor e fornecedor mundial de proteínas animais,  e a tendência é que se torne cada vez mais importante.  A agregação de valor aos grãos aqui produzidos é um caminho natural e o país deverá ser cada vez mais um produtor de alimentos do que um exportador de grãos. Por isso, optamos pelo estado do Paraná para ser a sede da  FIPPPA, mais precisamente Curitiba, pela localização privilegiada, infraestrutura completa e sede das principais agroindústrias, formando assim, um polo de toda a cadeia de proteína animal".
O conceito inédito e inovador da FIPPPA já atraiu o apoio de mais de 30 das principais entidades engajadas e atuantes no desenvolvimento das cadeias de proteínas. Entre elas estão a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), a Associação Paranaense de Avicultura (Apavi), o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Associação Paranaense de Suinocultura (APS), Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (Abegs), Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos para Aves e Suínos (ANFEAS) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que já tem seu espaço reservado dentro do evento. "Iremos divulgar a FIPPPA a todos os produtores do Paraná. Sabemos da importância do evento", disse Cláudio Casagrande , presidente da Apavi.  Francisco Turra, presidente da ABPA destacou que a entidade tem como princípio a unificação dos elos da cadeia produtiva, em prol do desenvolvimento da avicultura e da suinocultura do Brasil. "É com este objetivo que apoiamos a FIPPPA e todos os eventos avícolas e suinícolas, para que se configurem em boas oportunidades de integração dos setores", salientou.
"A grande vantagem é que as empresas vão ter num mesmo local todos os segmentos da cadeia produtiva de proteína animal. Vão poder ver num mesmo local todas as empresas que atuam na  cadeia de proteína animal", afirma Carlos Pulici, presidente da ANFEAS.
"Nossa expectativa é que realmente nasça uma feira grande e sólida, que mantenha o foco nestes segmentos e o foco de bienalidade. As promotoras estão se propondo a não só realizar uma feira de divulgação tecnológica, mas também de aprendizado, através dos congressos que são realizados de forma comitante. Eu tenho de parabenizar as promotoras por esta decisão e que a feira se mantenha por muitos anos", pontua Judenor Marchioro, presidente da Câmara Setorial de Máquinas para a Indústria Alimentícia, Farmacêutica e Refrigeração Industrial (CSMIAFRI) da ABIMAQ.

Fonte: Ass. Imprensa do Evento

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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