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Desenvolvimento e atuação regional marcam 49 anos de atividade da Copagril

Cooperativa nasceu por meio de um projeto em 1970, quando produtores rurais enfrentavam dificuldades em conseguir insumos e comercializar

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A Cooperativa Agroindustrial Copagril comemora nesta sexta-feira (09) o aniversário de 49 anos, uma trajetória de desenvolvimento, atuando junto aos cooperados, clientes e parceiros, trazendo progresso para o campo e também para a cidade, por meio de um projeto que nasceu no ano de 1970, quando produtores rurais enfrentavam enormes dificuldades em conseguir insumos e comercializar. Foram eles, homens e mulheres, que trabalhavam na produção de suínos e grãos, que viram no cooperativismo a ferramenta. A estratégia adotada rendeu frutos e os avanços que começaram há tantos anos, seguem até os dias atuais e marcam os 49 anos da cooperativa, motivo de orgulho segundo o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla. “Chegar aos 49 anos com tantos avanços é uma marca que poucos conseguem alcançar, por isso, todos que fazem parte desta história podem orgulhar-se, assim, queremos agradecer a toda família Copagril”, afirma o diretor-presidente.

Força do cooperativismo

Hoje a Copagril atua no Oeste do Paraná, Sul do Mato Grosso do Sul e conta com recentes expansões, como a abertura de duas novas Lojas Agropecuárias, uma em Naviraí/MS e outra em Realeza/PR. Em a área de ação estão cerca de 5.300 cooperados, que acreditam no cooperativismo e que são a força motriz das ações da Copagril. São homens e mulheres que estão no campo, produzindo e agregando valor, especialmente para as pequenas propriedades, por meio da diversificação. Locais onde em muitos casos, o trabalho familiar e a sucessão são as principais características. Inseridos nesse público também estão os comitês femininos e de jovens, que são pontos de apoio fundamental, como aliados na integração social, no envolvimento feminino e sucessão dentro da propriedade.

Todo trabalho e dedicação recebem o aporte de aproximadamente 3.200 colaboradores, parceiros da cadeia produtiva, responsáveis pela industrialização e de mesmo modo, no atendimento aos associados, clientes e parceiros que podem contar com cinco supermercados, quatro postos de combustíveis, 22 lojas agropecuárias, duas fábricas de rações, uma unidade industrial de aves, uma unidade de recria de matrizes e produção de ovos férteis e 16 unidades de recebimento das quais 14 são de armazenagem, atendendo a comunidade regional com excelência e com perspectivas de crescimento, uma expansão natural, vinda do encontro entre as necessidades da comunidade e a busca por soluções, atendendo tecnicamente e comercialmente as necessidades do campo e por conseguinte a cidade. Também faz parte dos projetos da cooperativa a integração com a Frimesa, cooperativa central para recebimento e industrialização do leite e da carne suína, na qual a Copagril representa grande parte da matéria-prima. Com a essência agrícola nos municípios de atuação, a cooperativa representa uma grande aliada ao progresso, com serviços e produtos, gerando renda e emprego.

Assistência técnica

A expansão da Copagril não se limita apenas em estruturas, afinal, a evolução está em todas as áreas, como é o caso dos resultados das safras, que vêm gerando resultados cada vez maiores, reflexo dos treinamentos, dias de campo e atendimento aos associados e colaboradores. Assistência técnica aliada ao trabalho e dedicação do produtor que busca cada vez mais melhorar os resultados, não só em quantidade, mas também em qualidade, com respeito a terra e a cadeia de produção. Conquistas que também estão ligadas ao setor pecuário, na produção de frangos, suínos, leite e peixes, ganhando mercado nacional e internacional.

Vem aí os 50 anos

Os 49 anos da cooperativa integram um planejamento estratégico de evolução e iniciam uma contagem regressiva para os 50 anos, data que relembrará a importância das pessoas que acompanharam a trajetória e que na chegada do jubileu de ouro, serão as protagonistas. O meio século será, de modo especial, uma comemoração com muitas atividades e ações, tando para cooperados, como para comunidade, com eventos técnicos, encontros de trabalho e campanha promocional. “Teremos uma programação de muito trabalho já a partir de janeiro de 2020, com muitas novidades e oportunidades para associados, colaboradores, parceiros e clientes. Queremos agradecer a todos”, confirma o diretor-presidente.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Mesmo com exportação aquecida, preços internos da carne de frango registram queda em maio

Enquanto as vendas nacionais foram marcadas pela menor liquidez, as exportações estiveram aquecidas

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Divulgação/Alltech

O mercado de carne de frango registrou movimentos distintos entre as negociações domésticas e as exportações em maio, de acordo com pesquisas do Cepea. Enquanto as vendas nacionais foram marcadas pela menor liquidez, as exportações estiveram aquecidas, registrando o maior volume de proteína avícola escoado pelo Brasil desde julho de 2018. Neste caso, a demanda chinesa intensa é quem tem impulsionado os embarques totais do Brasil ao longo dos últimos meses.

Na Grande São Paulo, o frango inteiro congelado se desvalorizou 3,4% de abril para maio, com a média a R$ 4,10/kg no último mês. Além disso, a média de maio ainda esteve 14,7% abaixo da verificada em maio de 2019, em termos nominais. Para o produto resfriado na mesma região, a cotação foi a R$ 3,96/kg, quedas de 3,2% frente à de abril e de 17,4% na comparação com maio de 2019.

No front externo, segundo dados da Secex, o Brasil exportou 372,5 mil toneladas de carne de frango in natura em maio, volume 16,1% acima do verificado no mês anterior e ainda 4,3% maior que em maio de 2019. Com incremento no volume e o câmbio bastante elevado, a receita em Reais obtida pelo setor subiu com força, atingindo novo patamar recorde, de R$ 2,82 bilhões.

Fonte: Cepea
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Notícias Safra de inverno

Plantio de trigo da Argentina tem forte avanço diante de previsão de chuvas

Agricultores do país promoveram um avanço semanal de 16,6 pontos percentuais no plantio dos 6,8 milhões de hectares previstos para a safra

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O plantio de trigo 2020/21 da Argentina teve forte avanço na última semana, diante da aproximação de chuvas que podem dificultar os trabalhos de semeadura, disse na quinta-feira (04) a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) em relatório semanal de cultivos.

A Argentina é uma importante exportadora global do cereal e, segundo a instituição, os agricultores do país promoveram um avanço semanal de 16,6 pontos percentuais no plantio dos 6,8 milhões de hectares previstos para a safra, cuja semeadura atingiu 30% do projetado.

O ritmo veloz de plantio “responde à necessidade de se utilizar a umidade remanescente (no solo) e de se antecipar às chuvas previstas para este fim de semana”, disse a bolsa, acrescentando que os trabalhos na atual temporada estão 10 pontos percentuais à frente do ritmo do ciclo anterior. No mês passado, a BCBA projetou a safra de trigo da Argentina em um recorde de 21 milhões de toneladas.

No que diz respeito à soja 2019/20, cuja produção foi estimada em 49,5 milhões de toneladas, a bolsa disse que a colheita da oleaginosa atingiu 98,6% da área prevista. A Argentina é a maior exportadora de óleo e farelo de soja do mundo.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Ocepar

Vendas de trigo alcançam 6% da safra no Paraná, com preços em alta

Preços do trigo são atrelados ao câmbio devido à dependência do país das importações

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Cleverson Beje

A comercialização de trigo no Paraná alcançou 6% da produção estimada para a safra que está sendo plantada no Estado, com produtores aproveitando a alta de preços impulsionada pelo câmbio, disse o gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra.

“Preços estão acima de R$ 1 mil por tonelada, acima de R$ 60 por saca, um valor atrativo para antecipação das vendas… também sabemos que, com o arrefecimento do câmbio, a tendência é que esses preços diminuam um pouco”, afirmou Turra em evento online promovido pela associação da indústria do setor Abitrigo. Ele não forneceu um percentual comparativo.

Os preços do trigo são atrelados ao câmbio devido à dependência do país das importações. Desta forma, as cotações internas seguem a paridade do valor do produto importado.

Com base em dados do Departamento de Economia Rural (Deral) do Paraná, Turra afirmou que a produção estimada para esta temporada é de 3,5 milhões de toneladas, avanço de 65% em relação ao ano anterior, quando a produção foi fortemente afetada por adversidades climáticas.

“Neste ano, até o momento, o clima está colaborando para a cultura no Estado. Nas áreas que cultivamos trigo, que não fazem safrinha, o único risco que ainda pode acontecer é o de falta de chuvas ou alguma geada tardia ou chuva na colheita”.

Fonte: Reuters
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