Conectado com

Notícias

Deral reduz previsão de safra de milho do Paraná e eleva a de trigo

Isso deverá deixar a safra do segundo Estado produtor de milho do Brasil bem abaixo do potencial, que era de uma colheita acima de 12 milhões de toneladas

Publicado em

em

O Paraná deverá colher 9,4 milhões de toneladas de milho na segunda safra 2017/18, uma queda de mais de 500 mil toneladas na comparação com o levantamento de maio, estimou na quinta-feira (28) o Departamento de Economia Rural (Deral), do governo paranaense. Com o Estado contabilizando as perdas decorrentes de adversidades climáticas, como a seca, a produtividade média da safra de milho foi prevista em 4,4 toneladas por hectare, ante 4,7 toneladas na estimativa anterior. Isso deverá deixar a safra do segundo Estado produtor de milho do Brasil bem abaixo do potencial, que era de uma colheita acima de 12 milhões de toneladas.

Na temporada passada, quando o clima foi bastante favorável, o Estado colheu 13,3 milhões de toneladas, com produtividade média acima de 5,5 toneladas/hectare. Até o início da semana, o Paraná havia colhido 2% da safra de milho da segunda safra. Pouco menos de um terço da safra foi avaliada pelo Deral como em “boa” condição, enquanto cerca de metade foi vista como “média” e o restante, “ruim”.

Trigo

O Deral, por outro lado, elevou a previsão da safra de trigo do Estado, maior produtor brasileiro do cereal, para 3,36 milhões de toneladas, ante 3,30 milhões na pesquisa de maio. Segundo o Deral, mais de 80% das lavouras de trigo estão em boas condições. Se as condições seguirem favoráveis até a colheita, o Estado poderia registrar um aumento de 50% na safra de trigo, ante uma produção quebrada por problemas climáticos no ano passado.

Em 2018, no entanto, a área plantada com trigo deve aumentar 9%, para pouco mais de 1 milhão de hectares. Até o início da semana, 93% da safra havia sido plantada, segundo o Deral.

Fonte: Reuters

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quatro × 3 =

Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

Publicado em

em

Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Mercado

Em setembro, preços do suíno vivo e da carne atingem recordes reais

Movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne.

Fonte: Cepea
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.