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Deral mantém previsão de safra de soja 2018/19 do PR a 19,6 mi t

Caso se confirme, a produção paranaense ficaria ligeiramente abaixo do recorde de 19,9 milhões de toneladas alcançado em 2016/17

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O Departamento de Economia Rural (Deral) do governo do Paraná manteve praticamente estável a sua previsão para a safra 2018/19 de soja do Estado, segundo maior produtor nacional da oleaginosa, em 19,6 milhões de toneladas, segundo relatório mensal divulgado na terça-feira (23). Caso se confirme, a produção paranaense ficaria ligeiramente abaixo do recorde de 19,9 milhões de toneladas alcançado em 2016/17, porém superaria em 3% os 19,1 milhões de toneladas do ciclo passado.

O plantio da oleaginosa já alcançou 59% da área total, estimada a 5,45 milhões de hectares, praticamente estável na comparação anual, informou o departamento. Na semana passada, os trabalhos no campo perderam ritmo devido a fortes chuvas que atingiram o Estado. Segundo o Deral, vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado, o ganho de produção esperado se dará graças à perspectiva de uma produtividade 2% maior, em cerca de 3,6 toneladas por hectare.

Milho

O Deral também manteve estável sua estimativa para a primeira safra de milho 2018/19 do Paraná, a 3,2 milhões de toneladas, um aumento de 11% versus a temporada anterior. O departamento, entretanto, elevou levemente a estimativa da área planta com o cereal, para 352,8 mil hectares, ante 352,2 na projeção de setembro. A semeadura da safra de verão já chegou a 90% do total. Nesse caso, o cereal contaria com uma área 6% maior na comparação anual, com produtividade 4% maior, de 9 toneladas por hectare.

Trigo

O Deral previu a produção paranaense de trigo em 2017/18 a 2,95 milhões de toneladas, ante 2,92 milhões na estimativa de setembro, com a colheita da safra alcançando 77% da área plantada.

Fonte: Reuters

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Notícias Safra de inverno

Plantio do trigo termina no Paraná e se aproxima do fim no Rio Grande do Sul

Produtividade deverá subir 9%, passando de 2.530 quilos para 2.758 quilos por hectare

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Arquivo/OP Rural

A produção brasileira de trigo deverá somar 5,64 milhões de toneladas na temporada 2019/20, crescendo 8% sobre a temporada anterior, de 5,245 milhões de toneladas. A previsão é de SAFRAS & Mercado. A produtividade deverá subir 9%, passando de 2.530 quilos para 2.758 quilos por hectare. A área deverá recuar 1%, recuando de 2.073 milhões para 2.045 milhões de hectares.

“Esta conjuntura se deve principalmente ao fato de os produtores investirem menos nesta cultura, que vem sofrendo com consecutivas quebras de safra ao longo dos anos, levando a uma queda da atratividade”, informa o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro.

Para esta estimativa há uma atualização com redução da produtividade nos dois principais estados produtores do país, avaliando fatores como o fraco desenvolvimento das lavouras no Rio Grande do Sul no início da janela de plantio, além de atrasos e geadas que afetaram regiões produtoras no Paraná, gerando perdas mais significativas à produção estadual. “Apesar disso, ainda há crescimento da produção e da produtividade nacional frente à safra passada”, completa Pinheiro.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra 2018/19 do estado foi concluído na área prevista de 1,006 milhão de hectares, que deve ficar 9% abaixo dos 1,102 milhão cultivados em 2018.

Segundo o Deral, 79% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento, 16% condições médias e 5% em situação ruim, na fase de germinação (1%), crescimento vegetativo (48%), floração (33%) e frutificação (18%).

A safra 2019 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,235 milhões de toneladas, 15% acima das 2,808 milhões de toneladas colhidas na temporada 2018. A produtividade média é estimada em 3.215 quilos por hectare, 15% acima dos 2.567 quilos por hectare registrados na temporada 2018.

As geadas da última semana causaram perdas irreversíveis na área de abrangência da Cooperativa Coopavel, que atua em 17 municípios do oeste e sudoeste do Paraná. Conforme fonte da cooperativa, que concedeu entrevista exclusiva à Agência SAFRAS, a quebra na produtividade está avaliada em 44%. “Antes, eram esperados 3.460 quilos por hectare. Agora, a produtividade está estimada em 1.930 quilos por hectare”, exemplifica. “As lavouras foram mais afetadas do que esperávamos”, lamenta.

Rio Grande do Sul

O plantio de trigo no Rio Grande do Sul avançou dois pontos percentuais na última semana, alcançando 98% da estimativa inicial de 739,4 mil hectares. A maior parte da área a ser plantada encontra-se na regional de Caxias do Sul, onde os trabalhos devem ser finalizados por volta de 20 de agosto.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Tarifa Rural

Produtor rural deve recadastrar unidades consumidoras até o fim deste ano

Faesc orienta produtor rural a atualizar informações junto a Celesc

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Divulgação

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) orienta aos produtores rurais catarinenses que efetuem o recadastramento de suas unidades consumidoras de energia elétrica junto a Celesc para garantir o benefício da Tarifa Rural. O cadastro deve ser renovado até o dia 13 de dezembro deste ano para garantir o benefício. A exigência é da Resolução nº 800/2017 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

As reduções cumulativas da Tarifa Rural são de 10% a 30% na conta de luz dos agricultores pertencentes a dois grupos de unidades de consumo: os de fornecimento de alta tensão (acima de 2,3KV), enquadrados no “Grupo A Rural”, e os de baixa tensão (abaixo de 2,3 KV), classificados como “Grupo B Rural”.

Em Santa Catarina 75.634 consumidores rurais deverão se recadastrar enviando a documentação pelo e-mail recadastramentorural@celesc.com.br ou se deslocando até uma Loja de Atendimento da Celesc. A companhia de energia elétrica já emitiu, nas faturas, a informação para aqueles que necessitam se recadastrar. Deverão efetuar o recadastramento todas as unidades consumidoras da Classe Rural cadastradas como agropecuária, aquicultura, agroindústria e residências rurais.

Deste modo, os produtores rurais devem verificar nas faturas de energia elétrica se estão na lista de recadastramento e, em caso positivo, providenciarem o recadastramento até 13 de dezembro de 2019  evitando a retirada do benefício da tarifa rural.

O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, destaca que os Sindicatos Rurais vinculados a Faesc podem emitir a declaração para os produtores rurais comprovando o enquadramento como rural. “Quanto ao conteúdo da certidão, deve constar, caso o sindicato possua essa informação, que a pessoa sindicalizada possui atividade agrícola ou pecuária, ou que é trabalhador nesta área. Os sindicatos não devem emitir declaração para quem não seja sindicalizado ou de quem não possuam informações”, explica.

Documentação

Os documentos necessários para o recadastramento de Pessoa Física são: CPF, Carteira de Identidade ou outro documento de identificação oficial com foto, Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI) no caso de indígenas.

Para Pessoa Jurídica os documentos são: Cartão do CNPJ, se for uma LTD a última alteração do Contrato Social Consolidado ou Contrato Social e as alterações existentes, se for empresa individual formulário de empresário individual, se for associação/condomínios/sociedades anônimas é necessário o estatuto social e ata com eleição da última diretoria, além de RG e CPF de representante.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Interno

Consumo mostra fraqueza e preço do suíno volta a declinar no Brasil

Movimento de alta das últimas semanas foi intenso e há dificuldade na absorção na ponta final de consumo

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne suína voltou a registrar queda nos preços ao longo da semana. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, o ambiente de negócios entre o atacado e varejo foi dominado por um sentimento de cautela, com agentes avaliando que a demanda evolui de maneira tímida.

Maia ressalta que o movimento de alta das últimas semanas foi intenso e há dificuldade na absorção na ponta final de consumo. “Além disso, as famílias estão pouco capitalizadas, o que deve inibir o consumo no decorrer da segunda quinzena de julho. Deste modo, o alto fluxo de exportação seguirá como fator chave para o ajuste da disponibilidade e sustentação dos preços domésticos”, sinaliza.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil ficou em R$ 4,65, queda de 1,55% em relação à semana passada, de R$ 4,72. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 7,95, baixa de 0,54% frente aos R$ 7,99 praticados na semana anterior. A carcaça registrou um valor médio de R$ 7,89, baixa de 1,25% frente à semana anterior, de R$ 7,99.

Maia afirma que os números dos embarques de carne suína podem ser considerados bons neste começo de julho, muito próximos aos registrados no mês passado, por conta da boa demanda por parte da China, que segue enfrentando um severo surto de peste suína africana.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 60,7 milhões em junho (9 dias úteis), com média diária de US$ 6,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 26,4 mil toneladas, com média diária de 2,9 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.299,30.

Em relação a junho, houve baixa de 0,1% na receita média diária, ganho de 0,1% no volume diário e recuo de 0,1% no preço. Na comparação com julho de 2018, houve aumento de 40,3% no valor médio diário exportado, incremento de 13% na quantidade média diária e ganho de 24,1% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 100, recuo frente aos R$ 103 na semana anterior. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,70. No interior a cotação no estado baixou de R$ 4,85 para R$ 4.70. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração continuou em R$ 3,70. No interior catarinense, a cotação recuou de R$ 4,90 para R$ 4,80. No Paraná o quilo vivo baixou de R$ 5 para R$ 4,95 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo continuou em R$ 3,75.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração passou de R$ 3,70 para R$ 3,72, enquanto em Campo Grande o preço permaneceu em R$ 3,90. Em Goiânia, o preço continuou em R$ 5,70. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno retrocedeu de R$ 5,90 para R$ 5,70. No mercado independente mineiro, o preço também caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis se manteve em R$ 4,45. Já na integração do estado a cotação seguiu em R$ 3,70.

Fonte: Agência SAFRAS
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