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Depoimentos destacam união e inovação do Alimenta 2025
Profissionais do setor de proteína animal apontam o evento como espaço estratégico para networking, soluções tecnológicas, integração e geração de valor para o setor produtivo.

O Alimenta 2025 – Congresso e Feira Internacional de Proteína Animal nasce com a proposta ambiciosa de ser o ponto de convergência das principais cadeias da proteína animal no Brasil. Realizado no Paraná, estado líder na produção e exportação de carne de frango e com protagonismo crescente na suinocultura, o evento se mostrou estratégico ao reunir os diferentes elos da produção em um único espaço.
De lideranças empresariais a especialistas técnicos, os participantes viram no Alimenta uma oportunidade para fortalecer parcerias, debater desafios estratégicos e apresentar soluções que impulsionam a eficiência, a sustentabilidade e a competitividade da produção animal.
A seguir, representantes de empresas nacionais e multinacionais que estivem presentes no Alimenta 2025 compartilham suas visões sobre a importância do evento para o presente e o futuro da cadeia produtiva.
Geraldo Francisco, diretor comercial da Biocamp

Foto: Divulgação/Biocamp
A nossa participação no Alimenta com estande, além de atualização nas principais tendências dos diversos setores de proteína animal, teve como objetivo apresentar ao mercado as nossas soluções exclusivas em probióticos para as diversas espécies (aves, peixes e suínos), pela importância que o estado do Paraná tem no setor de proteína animal, em especial a liderança no segmento de produção de frango de corte.
Apresentamos a linha completa de probióticos Colostrum® com ênfase na importância da colonização intestinal precoce com o probiótico Colostrum® Bio21 Líquido, desde o primeiro dia de vida da ave.
Silvano Bünzen Zootecnista, doutor em Nutrição de Aves e Suínos – Departamento Técnico da Feedis
O Alimenta foi uma oportunidade para estarmos próximos dos principais produtores de carne, acompanhando as tendências e contribuindo com soluções que agregam valor à produção animal. Eventos como esse são essenciais para fortalecer o setor, promover conhecimento técnico e estimular novas parcerias que impulsionam a evolução da cadeia produtiva.

Foto: Divulgação/Feedis
Reunir todos os elos da cadeia produtiva em um único evento permitiu contato direto entre os diferentes setores que atuam na produção animal, facilitando a troca de conhecimento e o desenvolvimento de soluções que atendam às demandas do mercado. Além disso, criou um ambiente propício para parcerias estratégicas e avanços que impulsionam a eficiência e a qualidade da produção.
O Alimenta foi uma oportunidade para fortalecer conexões estratégicas e apresentar soluções inovadoras que agregam valor à produção animal. A troca de conhecimento com clientes, cooperativas e demais empresas do setor permitiu a disseminação de tecnologias que contribuem para a eficiência produtiva e o melhor enfrentamento dos desafios do campo. Acreditamos que iniciativas como essa impulsionam a evolução do setor, reforçando o protagonismo do Brasil na produção de proteína animal.
Fábio Zarichen, CEO da Prado Multiespécies

Foto: Divulgação/Prado
O Prado Multiespécies reconhece a importância da integração de todos os elos do mercado e da produção de alimentos. Acreditamos que o Alimenta desempenha um papel fundamental no setor brasileiro e apostamos em sua capacidade de unir toda a cadeia produtiva.
Com a integração de todos os elos da cadeia produtiva, conseguimos promover um maior networking, compartilhar conhecimentos e impulsionar inovações no mercado. Isso também nos permite alinhar demandas e expectativas, resultando no fortalecimento do setor.
Como empresa atuante no setor de nutrição animal foi uma excelente oportunidade para demonstrarmos o compromisso da Prado com as melhores tecnologias do mercado, sempre alinhadas à alta produtividade, sustentabilidade e às crescentes demandas do consumidor final.
Marlene Schmidt, diretora técnica comercial da Oligo Basics
O Alimenta aconteceu dentro do estado do Paraná, que é o maior produtor e exportador de frango e este ano

Foto: Divulgação/Oligo Basics
alcançou a maior participação da história na produção nacional de suínos e ainda temos muito espaço para crescer, solidificar processos e produtos e levar o setor de proteína animal para um estágio ainda mais produtivo.
Pela interdependência da cadeia há uma necessidade de reunirmos e de buscarmos juntos um propósito único: que é a produção e venda com qualidade em que todos saem ganhando. Um evento ímpar como este acaba sendo um facilitador que gera comunicação, discussões técnicas e network que automaticamente nos conduzirá a isso.
Archibald Rehder Netto, market development manager da Provita Supplements
O futuro cabe a nós escrevermos, um evento como esse faz com que fiquemos mais juntos, mais fortes e lutemos pelas necessidades de avanço no setor agropecuário do país. Demonstrando desta forma a unidade da cadeia e a necessidade de estabelecer leis que favoreçam e incentivem a produção e mantenham ou melhorem a qualidade do status de produção da pecuária no Brasil.
A proposta apresentada sobre o Alimenta foi algo que me chamou muito a atenção por se tratar de um evento onde reuniu todos os setores da cadeia de produção animal em um momento muito especial para o Brasil, com um incremento em suas exportações e no crescimento da produção de alimentos.

Foto: Divulgação/Provita
Termos todos os elos da cadeia produtiva reunidos é muito importante para trocas de informações, ter experiências diferenciadas, poder trocar informações e entender os gargalos que cada setor tem e assim podermos achar soluções para sanar estes gargalos, trocas informações sobre as matérias-primas utilizadas na alimentação animal – a melhor forma de negociar estas matérias-primas e até conhecer novos produtos.
Acredito muito no potencial do Alimenta, pois este evento foi realizado no maior produtor de proteína animal do Brasil, onde estiveram reunidas todas as cadeias e decisores em suas empresas. Isto é muito importante, pois com trocas de informações podemos alavancar nossos mercados internos e externos e a pecuária continuará crescendo e trazendo bons resultados para o Brasil.
Bruno Veiga, zootecnista com MBA Gestão em Agronegócio e diretor comercial da Sauvet

Foto: Divulgação/Sauvet
O evento ofereceu uma plataforma ideal para disseminar inovações, práticas e conhecimentos técnicos que são cruciais para a indústria de proteína animal. Eventos como o Alimenta permitem que os participantes se atualizem sobre as tendências de mercado, tecnologia e exigências regulatórias, ajudando a indústria a se manter competitiva. Reunir diferentes elos da cadeia produtiva facilita o networking e parcerias estratégicas, essenciais para o crescimento e aprimoramento do setor.
A Sauvet vem em crescimento e desenvolvimento de portfólio com produtos de alta tecnologia para a saúde e nutrição animal de suínos e aves, portanto vamos aproveitar o evento para falar desses novos produtos no mercado. Como lançamento vamos levar o produto Tilvalomax 50 PS, um antibiótico a base de Tilvalosina de amplo espectro de ação e muito eficaz em diversas enfermidades de aves e suínos, antibiótico que chega como uma solução mais eficaz, sustentável e econômica para o sistema de produção.
Rodrigo Kühl, zootecnista e gerente regional de vendas da Vaccinar
O Alimenta surgiu como uma resposta à necessidade de um evento que una os diversos elos da cadeia de proteína animal. Acreditamos que a troca de conhecimentos e experiências entre os diferentes setores é fundamental para o desenvolvimento de soluções inovadoras e para o fortalecimento do setor como um todo. O Alimenta é um espaço para discutir os desafios comuns, compartilhar as melhores práticas e construir parcerias estratégicas que impulsionem o crescimento e a sustentabilidade da proteína animal.

Foto: Divulgação/Vaccinar
Reunir todos os elos da cadeia produtiva em um único evento é fundamental para promover a sinergia e a colaboração entre os diferentes setores. Ao proporcionar um espaço para o intercâmbio de experiências, conhecimentos e melhores práticas, o evento permitiu identificar desafios comuns, explorar soluções inovadoras e fortalecer a cadeia produtiva como um todo. Essa integração é essencial para impulsionar o crescimento sustentável do setor, aumentar a competitividade e garantir a segurança alimentar.
Este evento representa um marco crucial para a pecuária brasileira, ao reunir os diversos elos da cadeia de proteína animal em um único espaço. A troca de conhecimentos, experiências e tecnologias inovadoras, além da discussão de temas relevantes para o setor, impulsionam a pecuária brasileira rumo a um futuro mais sustentável e competitivo no mercado global.
No Alimenta, a Vaccinar apresentou duas grandes novidades: CholinPro: Uma fonte de colina de origem herbal, que representa um avanço significativo na nutrição animal, promovendo a saúde e o bem-estar dos animais de forma natural e sustentável. Bioenzima PRO: Uma protease de alta performance, parte de nossa linha de bioenzimas, que otimiza a digestão e a absorção de nutrientes, contribuindo para a eficiência produtiva e a redução do impacto ambiental. Além disso, apresentamos nossa linha completa de soluções inovadoras para a nutrição animal, incluindo produtos que promovem a saúde intestinal, a imunidade e o desempenho dos animais. Acreditamos que essas soluções contribuirão para a produção de proteína animal de alta qualidade, de forma sustentável e responsável.
Alan Jones, gestor de Negócios no Paraná da Poly Sell
Apostamos no Alimenta porque reconhecemos sua relevância como um dos principais eventos do setor de proteína animal. Ele reúne especialistas, produtores e empresas inovadoras, proporcionando um ambiente ideal para troca de conhecimento, novas parcerias e a apresentação de tendências que impulsionam o crescimento da cadeia produtiva.

Foto: Divulgação/Poly Sell
Eventos como esse são essenciais para o fortalecimento do setor, pois promovem discussões estratégicas sobre sustentabilidade, eficiência produtiva e avanços tecnológicos. Além disso, permitem que empresas e profissionais acompanhem as mudanças no mercado consumidor e se preparem para os desafios do futuro. Participar do Alimenta foi uma oportunidade de reforçar nosso compromisso com a qualidade, a inovação e o desenvolvimento sustentável da proteína animal no Brasil e no mundo.
Reunir todos os elos da cadeia produtiva em um único evento cria um ecossistema de inovação, troca de conhecimento e geração de negócios. Isso não apenas fortalece o setor agropecuário como um todo, mas também impulsiona eficiência, competitividade e sustentabilidade na produção de proteína animal.
Este evento foi uma oportunidade única para reunir os principais agentes da cadeia produtiva da proteína animal, promovendo um ambiente rico em inovação, networking e desenvolvimento de novas estratégias para o setor.
A troca de conhecimento e negócios em um evento desse porte é essencial para o futuro da pecuária brasileira. Com os desafios cada vez maiores em sustentabilidade, eficiência produtiva e demanda global por alimentos de qualidade, compartilhar experiências e ter acesso a novas tecnologias pode transformar a forma como produzimos e distribuímos proteína animal.
Abílio Alessandri, diretor da área de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim
Ao participar do Alimenta 2025, a Boehringer Ingelheim fortaleceu sua presença no setor e contribuiu com soluções inovadoras para a saúde animal. O evento promoveu discussões sobre tendências, desafios e avanços tecnológicos que impactam toda a cadeia produtiva. Além disso, foi um espaço importante para conectar empresas, produtores e especialistas, impulsionando o crescimento sustentável da avicultura e da suinocultura no Brasil e no mundo.

Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim
Reunir todos os elos permite uma visão ampla e integrada dos desafios e oportunidades do setor. A interação entre produtores, empresas, especialistas em saúde animal e representantes do mercado fortalece a troca de conhecimento e a construção de soluções conjuntas. Além disso, essa conexão entre os diferentes agentes do setor facilita a implementação de boas práticas, fomenta parcerias estratégicas e impulsiona a inovação, garantindo mais eficiência e sustentabilidade. Falamos também de saúde integrada e, com certeza, esses encontros contribuem para que seja possível cada vez em maior escala proporcionar saúde a humanos e animais.
O Alimenta 2025 foi um evento repleto de debates, networking qualificado e oportunidades de negócios que impactam o futuro da avicultura e suinocultura brasileira. Acreditamos que a troca de conhecimento entre especialistas, empresas e produtores contribui para a evolução das boas práticas produtivas, o fortalecimento da biossegurança e a adoção de novas tecnologias, garantindo um setor mais sustentável e preparado para os desafios do futuro.
Caio Prado, coordenador de vendas – Agronegócio na Buchi
Apostamos no Alimenta por acreditarmos que é uma iniciativa que realmente gera valor para o setor. É um evento que trouxe os principais players da cadeia de proteína animal para um mesmo espaço, promovendo conexões e trocas importantes. Para nós, da Buchi, foi uma ótima oportunidade de estar mais perto do mercado, entender as demandas reais e mostrar como nossas soluções podem contribuir com eficiência, agilidade e qualidade no controle de processos e produtos.

Foto: Divulgação/Buchi
Quando toda a cadeia está reunida em um mesmo ambiente – do campo à indústria – o diálogo entre quem produz, processa, analisa e consome se torna mais direto e produtivo. Essa troca de conhecimento permite que cada elo compreenda melhor o impacto do seu trabalho nos demais, facilitando o desenvolvimento de soluções mais assertivas. Eventos como esse criam o ambiente ideal para identificar dores e oportunidades do mercado como um todo. Isso acelera decisões, aproxima parceiros estratégicos e contribui para soluções mais alinhadas à realidade do setor.
Acredito que o Alimenta tem tudo para se consolidar como um evento de referência no setor, favorecendo não só a geração de negócios, mas também o compartilhamento de conhecimento técnico, troca de experiências e boas práticas. O agronegócio brasileiro é uma potência global, e dentro dele, a pecuária tem conquistado cada vez mais relevância, não apenas em volume de produção, mas também em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. Essa evolução só é possível quando existe integração entre os agentes da cadeia e acesso às tecnologias certas.
Eventos como o Alimenta têm justamente esse papel: aproximar as empresas das necessidades reais do setor, fomentar parcerias estratégicas e acelerar a adoção de soluções que entreguem valor prático, tanto na rotina do campo quanto nos centros de processamento.
Na Buchi, acreditamos que essa troca, quando bem direcionada, tem impacto direto na eficiência operacional, na qualidade dos produtos e, principalmente, na competitividade do Brasil no cenário internacional.
Elias José Zydek, presidente da Frimesa

Foto: Divulgação/Frimesa
A iniciativa de unificar os eventos das cadeias da proteína animal no Alimenta atraiu a nossa participação. Desta forma, todos os atores estarão juntos trazendo relevância e criando oportunidades de negócios. É importante reunir e mostrar o quanto a proteína animal brasileira tem potencial para produzir e exportar.
A visão de futuro da cadeia da proteína animal exige a participação de todos seus integrantes. Cada elo terá a oportunidade de dialogar, trocar informações e construir alinhamentos para potencializar negócios.
As cadeias de proteína animal no Brasil se tornaram motores do desenvolvimento sustentável. A continuidade e o crescimento futuro serão inevitáveis e exigirão organização, integração e profissionalismo crescente. Eventos como o Alimenta são necessários e importantes para o sucesso dessas atividades produtivas.
Marcos Branco, diretor geral da Huvepharma

Foto: Divulgação/Huvepharma
Ao participar do Alimenta 2025, a Huvepharma reafirmou sua missão de impulsionar o desempenho da produção animal por meio de soluções inovadoras em saúde e nutrição. O evento representou uma oportunidade estratégica para apresentar suas tecnologias, fortalecer parcerias e acompanhar as principais tendências do mercado
Eventos como o Alimenta são essenciais para promover a integração entre os diversos elos da cadeia produtiva, discutir desafios e identificar oportunidades, além de impulsionar a competitividade e a sustentabilidade da produção de proteína animal no Brasil.
A complexidade do setor de proteína animal exige diálogo e cooperação entre todos os seus segmentos. Reunir, em um mesmo evento, produtores, fornecedores, pesquisadores e tomadores de decisão é essencial para fortalecer conexões, ampliar a visão sistêmica da cadeia e fomentar soluções integradas. O Alimenta 2025 proporcionou esse ambiente de troca e construção conjunta. Ao compartilhar conhecimentos e experiências, o setor se fortalece, ganha eficiência e se prepara melhor para os desafios futuros, com mais inovação e responsabilidade
No Alimenta 2025, a Huvepharma apresentou seus produtos inovadores voltados para a saúde e nutrição animal, visando aumentar a produtividade e a qualidade na produção de proteína animal. Nosso objetivo é contribuir para um setor mais eficiente e sustentável. Ao fomentar o diálogo técnico e propor inovações aplicáveis à realidade brasileira, reafirmamos nosso papel como parceira estratégica de um setor vital para o país e para o mundo.
Richard Runho, gerente comercial de Aves da De Heus Brasil
A De Heus Brasil tem como princípio a melhoria contínua dos seus produtos e serviços, a fim de oferecer o que há de melhor em nutrição animal para o mercado. Por isso, a empresa valoriza iniciativas que fomentam a evolução da cadeia, como é o caso do “Congresso Alimenta”, considerado o maior evento multiproteína do Paraná e uma referência no setor. Nossa participação neste evento foi estratégica, uma vez que possibilitou a atualização de conhecimento, troca de ideias e networking, além de boas oportunidades de negócios.

Foto: Divulgação/De Heus
Acredito que a reunião de parceiros e clientes de todos os elos da cadeia produtiva da pecuária brasileira é de grande importância para o fortalecimento do setor como um todo, que possui grande expressividade econômica para o país. Diante disso, iniciativas como a do “Congresso Alimenta” possibilitam a maior integração e o aprendizado contínuo por meio de múltiplas referências na esfera teórica, através da extensa programação de palestras técnicas e debates conduzidos por renomados especialistas da área; e também na esfera prática, através da feira de negócios e exposição dos mais diversos produtos e soluções.
A De Heus Brasil participou com um estande, onde apresentou ao público visitante sua nova linha de aditivos com diversas soluções para a avicultura. Além disso, a companhia também vai destacar o Sow Life+, um conceito voltado para a suinocultura, com foco nas diferentes fases do ciclo reprodutivo das matrizes.
A participação da De Heus foi importante para marcar ainda mais sua presença corporativa como uma empresa de referência mundial em nutrição animal e seu forte posicionamento de liderança no mercado nacional, que se destaca pela qualidade das soluções que oferece na área, bem como por sua contribuição para a produção de alimentos seguros e saudáveis.
Thais Milena Oliveira, coordenadora de KT & Imprensa na Imeve S.A.

Foto: Divulgação/Imeve
O Alimenta é um evento agregador, pois juntou toda a cadeia de proteína animal num só evento, o que é muito interessante para as empresas que têm um amplo portfólio de produtos, como a Imeve. Muitos clientes têm mais de um tipo de produção e estando no evento, cada um pôde conhecer mais sobre a Imeve, seus produtos e serviços. Além disso, foi um momento ímpar, de encontrar amigos, clientes e parceiros.
Falando especificamente em pecuária, o Alimenta proporcionou um conjunto de soluções e a união do setor para alavancar a produção e o consumo de proteína. É preciso um movimento de toda a cadeia produtiva de proteína animal para elevar o padrão de qualidade e promover o destaque da produção brasileira perante o mundo.
Claudinei de Castro Vieira, diretor geral da Alivira Saúde Animal
O Brasil é um dos maiores exportadores de carne suína e de frango do mundo, com o Paraná desempenhando um papel de destaque nesse cenário. A produção de proteína animal enfrenta desafios complexos, como custos de produção, sanidade animal, bem-estar, competitividade internacional e mudanças nas exigências dos consumidores. Apostar no Alimenta Curitiba 2025 foi uma decisão estratégica para a Alivira, pois o evento atende a uma necessidade crítica do setor: a integração entre inovação, sustentabilidade e mercado global. Temas como eficiência produtiva com menor impacto ambiental, tecnologias como nutrição de precisão, biotecnologia, automação e rastreabilidade estão moldando o futuro da indústria, e eventos como este ajudam a acelerar a adoção dessas inovações.

Foto: Divulgação/Alivira
Nesse contexto, o Alimenta é essencial para conectar pesquisadores, produtores, indústria e governo, permitindo a troca de conhecimento e a busca por soluções conjuntas em áreas como regulação, inovação tecnológica e oportunidades de mercado, fatores determinantes para a competitividade da pecuária nacional. A cadeia produtiva da proteína animal é altamente interdependente, e cada segmento influencia diretamente a eficiência e a sustentabilidade do sistema como um todo. Desde a genética animal, nutrição, sanidade e manejo, até o abate, processamento e comercialização, há uma necessidade crescente de integração e colaboração entre os atores do setor.
Ao reunir todos esses elos em um único evento, o Alimenta promoveu um ambiente onde inovações podem ser testadas, discutidas e aplicadas de forma mais rápida e coordenada, além de promover a importante integração entre produtores e indústrias. Além disso, o evento criou um ciclo virtuoso de aprendizado, permitindo que pequenos e médios produtores tenham acesso a conhecimentos que normalmente estariam restritos a grandes empresas e centros de pesquisa.
A pecuária brasileira tem um papel fundamental no abastecimento alimentar global, e eventos como este são essenciais para garantir que o país continue competitivo e sustentável no longo prazo.
O acesso à edição digital do jornal Avicultura Corte & Postura é gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

Colunistas
Desperdício pode custar US$ 540 bilhões ao setor de alimentos em 2026
Estudo mostra que perdas começam antes do consumidor e estão ligadas à falta de visibilidade e método de gestão.

O mundo pode perder US$ 540 bilhões com desperdício de alimentos em 2026, como aponta o relatório da Avery Dennison. Esse número não é apenas grande. Ele é revelador porque mostra algo que o varejo ainda evita encarar: o desperdício não é exceção, é estrutural. E mais do que isso, não é um problema de sustentabilidade. É, antes de tudo, um problema de negócio.
Ao longo da cadeia ou ciclo de vida do produto – da produção ao ponto de venda – o desperdício continua sendo tratado como parte do jogo. Perde-se na colheita, no transporte, no armazenamento e na loja. E no final, essa perda é diluída no resultado, como se fosse inevitável. Mas não é.

Artigo escrito pelo Anderson Ozawa, especialista em Prevenção de Perdas e Governança, consultor com mais de 40 programas de prevenção de perdas implantados com sucesso, palestrante, professor da FIA Business School e autor do livro Pentágono de Perdas: Transformando Perdas em Lucros.
Quando um setor chega ao ponto de ter custos de desperdício equivalentes a até 32% da receita no Brasil, não estamos falando de exceção operacional. Estamos falando de falta de governança. O problema não é falta de tecnologia. É falta de visibilidade
Um dado chama atenção: 61% das empresas ainda não têm clareza sobre onde o desperdício acontece. Esse é o ponto central. Não se gerencia o que não se mede e, no varejo alimentar, grande parte das perdas continua invisível (produtos que vencem no estoque, erros de armazenagem, falhas de reposição, excesso de compra, quebra operacional e perda no transporte).
Tudo isso acontece todos os dias, mas raramente é tratado como prioridade estratégica. O desperdício não dói quando acontece: dói no resultado, quando já é tarde.
A maior parte das perdas não acontece no consumidor, mas antes. A logística e a gestão de estoque concentram alguns dos principais gargalos: transporte sem controle adequado, armazenagem inadequada, previsão de demanda imprecisa e processos ainda manuais (67% das empresas ainda operam assim).
Existe um comportamento recorrente no varejo alimentar: quanto mais vende, mais perde, especialmente em períodos de alta demanda, promoções e sazonalidade. O aumento de volume traz mais ruptura, mais avaria, mais erro e mais desperdício.
E o mais perigoso: isso acontece enquanto o faturamento cresce, porque o volume mascara a ineficiência. Em uma operação supermercadista onde atuamos, o aumento de vendas em perecíveis foi comemorado como avanço de performance. Mas ao analisar o resultado consolidado, ficou evidente que a margem não acompanhou o crescimento. Parte do ganho foi consumida por excesso de compra sem ajuste fino de demanda, perda por vencimento e falhas no giro de estoque. Ou seja, o crescimento existiu, mas, o resultado não.
Existe um discurso crescente sobre sustentabilidade, muito importante. No varejo, a mudança não virá por consciência ambiental, mas pela pressão de resultado.
A provocação que o setor precisa ouvir é: enquanto o desperdício for tratado como efeito colateral, ele continuará existindo. Enquanto não houver visibilidade, não haverá controle. Enquanto não houver controle, não haverá margem.
O problema não é o alimento que se perde. É o modelo de gestão que permite que ele se perca. O desperdício global de alimentos não é apenas um número de US$ 540 bilhões. É um retrato claro de um sistema que ainda opera com baixa disciplina e pouca visibilidade.
A oportunidade não está apenas em reduzir perdas: está em transformar perda em resultado. E isso não exige revolução tecnológica. Exige algo mais simples e mais difícil: governança, método e execução.
Notícias
Mapa lança projeto para ampliar mercado de pequenas agroindústrias
Iniciativa busca facilitar acesso ao Sisbi-POA e fortalecer negócios rurais.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou, durante a Feira Brasil na Mesa, o projeto SIMples AsSIM, iniciativa desenvolvida em parceria com o Sebrae para ampliar a inserção de pequenas agroindústrias no mercado nacional e fortalecer os pequenos negócios rurais.
Durante a palestra, a coordenadora-geral do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), Claudia Valéria, destacou que os avanços do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) abriram caminho para a criação do projeto. Segundo ela, a modernização dos processos foi essencial para ampliar a adesão ao sistema.
O projeto busca ampliar o acesso de produtos de origem animal ao mercado nacional por meio de qualificação técnica, modernização da inspeção, apoio à adequação sanitária, entre outras ações. A proposta também prevê identificar os principais desafios enfrentados pelos empreendedores e apoiar a integração ao Sisbi-POA.
A regularização de agroindústrias de pequeno porte é considerada estratégica para promover a inclusão produtiva, reforçar a segurança alimentar e impulsionar o desenvolvimento econômico local.
Durante a apresentação, Cláudia também ressaltou a importância de outras iniciativas, como o Projeto ConSIM, que contribuiu para a integração de consórcios públicos ao sistema. “Entre 2020 e 2025, 68 consórcios públicos no Brasil se integraram ao sistema, permitindo que muitos municípios ampliassem a comercialização de seus produtos”, afirmou.
Apesar dos avanços, o número de estabelecimentos ainda não acompanha o crescimento dos serviços de inspeção integrados. “Observamos um grande número de serviços integrados, mas os estabelecimentos não cresceram na mesma proporção. Por isso, surgiu a necessidade de fortalecer esses produtores e capacitá-los para acessar o mercado nacional”, pontuou.
O projeto está estruturado em três eixos: inclusão de agroindústrias no Sisbi-POA; fortalecimento dos Serviços de Inspeção Municipal com base em análise de risco; e apoio técnico à estruturação de agroindústrias de pequeno porte.
O projeto-piloto será iniciado em Santa Catarina, estado com grande número de agroindústrias e potencial de expansão. A iniciativa prevê diagnósticos in loco e planos de ação personalizados para apoiar a adequação dos estabelecimentos. “Mais de 80% das agroindústrias demonstraram interesse em expandir seus mercados. Isso mostra que há demanda e que precisamos criar condições para que esses produtores avancem”, concluiu a coordenadora-geral.
O analista do Sebrae Warley Henrique também apresentou os resultados iniciais do projeto. Entre eles, o diagnóstico on-line que identificou as principais dificuldades relacionadas à estrutura dos serviços de inspeção que limitam a integração dos estabelecimentos ao Sisbi, com 217 respondentes.
Também foi realizada pesquisa com técnicos dos estabelecimentos, que reuniu 114 participantes, sobre os principais entraves para obtenção do selo Sisbi, além do levantamento das orientações técnicas necessárias para cada estabelecimento.
Após a fase de levantamento, o projeto avança para a estruturação da metodologia de atendimento e para a implementação das ações em campo, com início previsto para maio de 2026, em Santa Catarina.
Notícias
Copacol recebe Prêmio de Melhor do Biogás pelo segundo ano consecutivo
Projeto premiado destaca eficiência na geração de energia a partir de resíduos e reforça liderança da cooperativa em sustentabilidade.

A Copacol consolidou mais uma vez sua posição de referência nacional em energias renováveis ao conquistar, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Melhores do Biogás Brasil 2026, na categoria Melhor Planta Indústria.
O reconhecimento apresentado no 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu, destaca o desempenho da Usina de Biogás instalada na UPL (Unidade de Produção de Leitões), em Jesuítas, e evidencia o compromisso da Cooperativa com inovação, eficiência energética e preservação ambiental. “É uma satisfação imensa receber o Prêmio de Melhor do Biogás, que reconhece o desempenho desse importante investimento em sustentabilidade. O respeito ao meio ambiente é uma prática em nossas atividades, por isso, buscamos alternativas que consolidem esse comportamento e preservem ainda mais nossas riquezas”, complementa o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.
A premiação reforça os resultados obtidos pela cooperativa ao longo dos últimos anos, especialmente no aproveitamento de resíduos agroindustriais para geração de energia limpa. Somente em 2025, a usina produziu 6.813.437 kWh de energia a partir dos resíduos gerados pela Unidade de Produção de Leitões e pela Unidade de Produção de Desmamados, resultado que representou economia em energia elétrica e aproveitamento de resíduos equivalentes a R$ 6,4 milhões. “O Prêmio de Melhor do Biogás demonstra o compromisso da Copacol com a sustentabilidade, a destinação correta de resíduos, principalmente com e uso de energia renovável”, afirma o gerente de Meio Ambiente da Copacol, Celso Brasil.
O modelo premiado de geração de energias renováveis recebeu a visita de empresários do ramo do Brasil e do exterior. A programação contou com apresentação técnica e um passeio guiado às instalações, mostrando a realidade operacional da planta e os processos utilizados para transformar resíduos em energia. A Copacol foi escolhida como destino técnico pelo reconhecimento do projeto como modelo de sucesso no setor. “Existe muito estudo no desenvolvimento do projeto da Copacol e isso é fundamental. A operação leva em consideração dados diários de composição dos substratos, concentração de material orgânico e existe um monitoramento contínuo da planta. As tomadas de decisão são baseadas nos dados gerados. Isso dá segurança e impressiona bastante”, afirma a analista da Embrapa, Fabiane Goldschnidt, que atua em projetos de gerenciamento de resíduos, produção de biogás e biometano.
A usina também chamou a atenção de representantes da área acadêmica. Rosiany de Vasconcelos Vieira Lopes, professora da Universidade de Brasília, natural de Campina Grande e atualmente residente em Brasília, participou da visita técnica. “Fiquei muito surpresa com a estrutura. Percebemos na prática a utilização de resíduos aproveitados de uma maneira renovável e sustentável para a produção de energia.”



