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Depoimentos destacam união e inovação do Alimenta 2025
Profissionais do setor de proteína animal apontam o evento como espaço estratégico para networking, soluções tecnológicas, integração e geração de valor para o setor produtivo.

O Alimenta 2025 – Congresso e Feira Internacional de Proteína Animal nasce com a proposta ambiciosa de ser o ponto de convergência das principais cadeias da proteína animal no Brasil. Realizado no Paraná, estado líder na produção e exportação de carne de frango e com protagonismo crescente na suinocultura, o evento se mostrou estratégico ao reunir os diferentes elos da produção em um único espaço.
De lideranças empresariais a especialistas técnicos, os participantes viram no Alimenta uma oportunidade para fortalecer parcerias, debater desafios estratégicos e apresentar soluções que impulsionam a eficiência, a sustentabilidade e a competitividade da produção animal.
A seguir, representantes de empresas nacionais e multinacionais que estivem presentes no Alimenta 2025 compartilham suas visões sobre a importância do evento para o presente e o futuro da cadeia produtiva.
Geraldo Francisco, diretor comercial da Biocamp

Foto: Divulgação/Biocamp
A nossa participação no Alimenta com estande, além de atualização nas principais tendências dos diversos setores de proteína animal, teve como objetivo apresentar ao mercado as nossas soluções exclusivas em probióticos para as diversas espécies (aves, peixes e suínos), pela importância que o estado do Paraná tem no setor de proteína animal, em especial a liderança no segmento de produção de frango de corte.
Apresentamos a linha completa de probióticos Colostrum® com ênfase na importância da colonização intestinal precoce com o probiótico Colostrum® Bio21 Líquido, desde o primeiro dia de vida da ave.
Silvano Bünzen Zootecnista, doutor em Nutrição de Aves e Suínos – Departamento Técnico da Feedis
O Alimenta foi uma oportunidade para estarmos próximos dos principais produtores de carne, acompanhando as tendências e contribuindo com soluções que agregam valor à produção animal. Eventos como esse são essenciais para fortalecer o setor, promover conhecimento técnico e estimular novas parcerias que impulsionam a evolução da cadeia produtiva.

Foto: Divulgação/Feedis
Reunir todos os elos da cadeia produtiva em um único evento permitiu contato direto entre os diferentes setores que atuam na produção animal, facilitando a troca de conhecimento e o desenvolvimento de soluções que atendam às demandas do mercado. Além disso, criou um ambiente propício para parcerias estratégicas e avanços que impulsionam a eficiência e a qualidade da produção.
O Alimenta foi uma oportunidade para fortalecer conexões estratégicas e apresentar soluções inovadoras que agregam valor à produção animal. A troca de conhecimento com clientes, cooperativas e demais empresas do setor permitiu a disseminação de tecnologias que contribuem para a eficiência produtiva e o melhor enfrentamento dos desafios do campo. Acreditamos que iniciativas como essa impulsionam a evolução do setor, reforçando o protagonismo do Brasil na produção de proteína animal.
Fábio Zarichen, CEO da Prado Multiespécies

Foto: Divulgação/Prado
O Prado Multiespécies reconhece a importância da integração de todos os elos do mercado e da produção de alimentos. Acreditamos que o Alimenta desempenha um papel fundamental no setor brasileiro e apostamos em sua capacidade de unir toda a cadeia produtiva.
Com a integração de todos os elos da cadeia produtiva, conseguimos promover um maior networking, compartilhar conhecimentos e impulsionar inovações no mercado. Isso também nos permite alinhar demandas e expectativas, resultando no fortalecimento do setor.
Como empresa atuante no setor de nutrição animal foi uma excelente oportunidade para demonstrarmos o compromisso da Prado com as melhores tecnologias do mercado, sempre alinhadas à alta produtividade, sustentabilidade e às crescentes demandas do consumidor final.
Marlene Schmidt, diretora técnica comercial da Oligo Basics
O Alimenta aconteceu dentro do estado do Paraná, que é o maior produtor e exportador de frango e este ano

Foto: Divulgação/Oligo Basics
alcançou a maior participação da história na produção nacional de suínos e ainda temos muito espaço para crescer, solidificar processos e produtos e levar o setor de proteína animal para um estágio ainda mais produtivo.
Pela interdependência da cadeia há uma necessidade de reunirmos e de buscarmos juntos um propósito único: que é a produção e venda com qualidade em que todos saem ganhando. Um evento ímpar como este acaba sendo um facilitador que gera comunicação, discussões técnicas e network que automaticamente nos conduzirá a isso.
Archibald Rehder Netto, market development manager da Provita Supplements
O futuro cabe a nós escrevermos, um evento como esse faz com que fiquemos mais juntos, mais fortes e lutemos pelas necessidades de avanço no setor agropecuário do país. Demonstrando desta forma a unidade da cadeia e a necessidade de estabelecer leis que favoreçam e incentivem a produção e mantenham ou melhorem a qualidade do status de produção da pecuária no Brasil.
A proposta apresentada sobre o Alimenta foi algo que me chamou muito a atenção por se tratar de um evento onde reuniu todos os setores da cadeia de produção animal em um momento muito especial para o Brasil, com um incremento em suas exportações e no crescimento da produção de alimentos.

Foto: Divulgação/Provita
Termos todos os elos da cadeia produtiva reunidos é muito importante para trocas de informações, ter experiências diferenciadas, poder trocar informações e entender os gargalos que cada setor tem e assim podermos achar soluções para sanar estes gargalos, trocas informações sobre as matérias-primas utilizadas na alimentação animal – a melhor forma de negociar estas matérias-primas e até conhecer novos produtos.
Acredito muito no potencial do Alimenta, pois este evento foi realizado no maior produtor de proteína animal do Brasil, onde estiveram reunidas todas as cadeias e decisores em suas empresas. Isto é muito importante, pois com trocas de informações podemos alavancar nossos mercados internos e externos e a pecuária continuará crescendo e trazendo bons resultados para o Brasil.
Bruno Veiga, zootecnista com MBA Gestão em Agronegócio e diretor comercial da Sauvet

Foto: Divulgação/Sauvet
O evento ofereceu uma plataforma ideal para disseminar inovações, práticas e conhecimentos técnicos que são cruciais para a indústria de proteína animal. Eventos como o Alimenta permitem que os participantes se atualizem sobre as tendências de mercado, tecnologia e exigências regulatórias, ajudando a indústria a se manter competitiva. Reunir diferentes elos da cadeia produtiva facilita o networking e parcerias estratégicas, essenciais para o crescimento e aprimoramento do setor.
A Sauvet vem em crescimento e desenvolvimento de portfólio com produtos de alta tecnologia para a saúde e nutrição animal de suínos e aves, portanto vamos aproveitar o evento para falar desses novos produtos no mercado. Como lançamento vamos levar o produto Tilvalomax 50 PS, um antibiótico a base de Tilvalosina de amplo espectro de ação e muito eficaz em diversas enfermidades de aves e suínos, antibiótico que chega como uma solução mais eficaz, sustentável e econômica para o sistema de produção.
Rodrigo Kühl, zootecnista e gerente regional de vendas da Vaccinar
O Alimenta surgiu como uma resposta à necessidade de um evento que una os diversos elos da cadeia de proteína animal. Acreditamos que a troca de conhecimentos e experiências entre os diferentes setores é fundamental para o desenvolvimento de soluções inovadoras e para o fortalecimento do setor como um todo. O Alimenta é um espaço para discutir os desafios comuns, compartilhar as melhores práticas e construir parcerias estratégicas que impulsionem o crescimento e a sustentabilidade da proteína animal.

Foto: Divulgação/Vaccinar
Reunir todos os elos da cadeia produtiva em um único evento é fundamental para promover a sinergia e a colaboração entre os diferentes setores. Ao proporcionar um espaço para o intercâmbio de experiências, conhecimentos e melhores práticas, o evento permitiu identificar desafios comuns, explorar soluções inovadoras e fortalecer a cadeia produtiva como um todo. Essa integração é essencial para impulsionar o crescimento sustentável do setor, aumentar a competitividade e garantir a segurança alimentar.
Este evento representa um marco crucial para a pecuária brasileira, ao reunir os diversos elos da cadeia de proteína animal em um único espaço. A troca de conhecimentos, experiências e tecnologias inovadoras, além da discussão de temas relevantes para o setor, impulsionam a pecuária brasileira rumo a um futuro mais sustentável e competitivo no mercado global.
No Alimenta, a Vaccinar apresentou duas grandes novidades: CholinPro: Uma fonte de colina de origem herbal, que representa um avanço significativo na nutrição animal, promovendo a saúde e o bem-estar dos animais de forma natural e sustentável. Bioenzima PRO: Uma protease de alta performance, parte de nossa linha de bioenzimas, que otimiza a digestão e a absorção de nutrientes, contribuindo para a eficiência produtiva e a redução do impacto ambiental. Além disso, apresentamos nossa linha completa de soluções inovadoras para a nutrição animal, incluindo produtos que promovem a saúde intestinal, a imunidade e o desempenho dos animais. Acreditamos que essas soluções contribuirão para a produção de proteína animal de alta qualidade, de forma sustentável e responsável.
Alan Jones, gestor de Negócios no Paraná da Poly Sell
Apostamos no Alimenta porque reconhecemos sua relevância como um dos principais eventos do setor de proteína animal. Ele reúne especialistas, produtores e empresas inovadoras, proporcionando um ambiente ideal para troca de conhecimento, novas parcerias e a apresentação de tendências que impulsionam o crescimento da cadeia produtiva.

Foto: Divulgação/Poly Sell
Eventos como esse são essenciais para o fortalecimento do setor, pois promovem discussões estratégicas sobre sustentabilidade, eficiência produtiva e avanços tecnológicos. Além disso, permitem que empresas e profissionais acompanhem as mudanças no mercado consumidor e se preparem para os desafios do futuro. Participar do Alimenta foi uma oportunidade de reforçar nosso compromisso com a qualidade, a inovação e o desenvolvimento sustentável da proteína animal no Brasil e no mundo.
Reunir todos os elos da cadeia produtiva em um único evento cria um ecossistema de inovação, troca de conhecimento e geração de negócios. Isso não apenas fortalece o setor agropecuário como um todo, mas também impulsiona eficiência, competitividade e sustentabilidade na produção de proteína animal.
Este evento foi uma oportunidade única para reunir os principais agentes da cadeia produtiva da proteína animal, promovendo um ambiente rico em inovação, networking e desenvolvimento de novas estratégias para o setor.
A troca de conhecimento e negócios em um evento desse porte é essencial para o futuro da pecuária brasileira. Com os desafios cada vez maiores em sustentabilidade, eficiência produtiva e demanda global por alimentos de qualidade, compartilhar experiências e ter acesso a novas tecnologias pode transformar a forma como produzimos e distribuímos proteína animal.
Abílio Alessandri, diretor da área de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim
Ao participar do Alimenta 2025, a Boehringer Ingelheim fortaleceu sua presença no setor e contribuiu com soluções inovadoras para a saúde animal. O evento promoveu discussões sobre tendências, desafios e avanços tecnológicos que impactam toda a cadeia produtiva. Além disso, foi um espaço importante para conectar empresas, produtores e especialistas, impulsionando o crescimento sustentável da avicultura e da suinocultura no Brasil e no mundo.

Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim
Reunir todos os elos permite uma visão ampla e integrada dos desafios e oportunidades do setor. A interação entre produtores, empresas, especialistas em saúde animal e representantes do mercado fortalece a troca de conhecimento e a construção de soluções conjuntas. Além disso, essa conexão entre os diferentes agentes do setor facilita a implementação de boas práticas, fomenta parcerias estratégicas e impulsiona a inovação, garantindo mais eficiência e sustentabilidade. Falamos também de saúde integrada e, com certeza, esses encontros contribuem para que seja possível cada vez em maior escala proporcionar saúde a humanos e animais.
O Alimenta 2025 foi um evento repleto de debates, networking qualificado e oportunidades de negócios que impactam o futuro da avicultura e suinocultura brasileira. Acreditamos que a troca de conhecimento entre especialistas, empresas e produtores contribui para a evolução das boas práticas produtivas, o fortalecimento da biossegurança e a adoção de novas tecnologias, garantindo um setor mais sustentável e preparado para os desafios do futuro.
Caio Prado, coordenador de vendas – Agronegócio na Buchi
Apostamos no Alimenta por acreditarmos que é uma iniciativa que realmente gera valor para o setor. É um evento que trouxe os principais players da cadeia de proteína animal para um mesmo espaço, promovendo conexões e trocas importantes. Para nós, da Buchi, foi uma ótima oportunidade de estar mais perto do mercado, entender as demandas reais e mostrar como nossas soluções podem contribuir com eficiência, agilidade e qualidade no controle de processos e produtos.

Foto: Divulgação/Buchi
Quando toda a cadeia está reunida em um mesmo ambiente – do campo à indústria – o diálogo entre quem produz, processa, analisa e consome se torna mais direto e produtivo. Essa troca de conhecimento permite que cada elo compreenda melhor o impacto do seu trabalho nos demais, facilitando o desenvolvimento de soluções mais assertivas. Eventos como esse criam o ambiente ideal para identificar dores e oportunidades do mercado como um todo. Isso acelera decisões, aproxima parceiros estratégicos e contribui para soluções mais alinhadas à realidade do setor.
Acredito que o Alimenta tem tudo para se consolidar como um evento de referência no setor, favorecendo não só a geração de negócios, mas também o compartilhamento de conhecimento técnico, troca de experiências e boas práticas. O agronegócio brasileiro é uma potência global, e dentro dele, a pecuária tem conquistado cada vez mais relevância, não apenas em volume de produção, mas também em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. Essa evolução só é possível quando existe integração entre os agentes da cadeia e acesso às tecnologias certas.
Eventos como o Alimenta têm justamente esse papel: aproximar as empresas das necessidades reais do setor, fomentar parcerias estratégicas e acelerar a adoção de soluções que entreguem valor prático, tanto na rotina do campo quanto nos centros de processamento.
Na Buchi, acreditamos que essa troca, quando bem direcionada, tem impacto direto na eficiência operacional, na qualidade dos produtos e, principalmente, na competitividade do Brasil no cenário internacional.
Elias José Zydek, presidente da Frimesa

Foto: Divulgação/Frimesa
A iniciativa de unificar os eventos das cadeias da proteína animal no Alimenta atraiu a nossa participação. Desta forma, todos os atores estarão juntos trazendo relevância e criando oportunidades de negócios. É importante reunir e mostrar o quanto a proteína animal brasileira tem potencial para produzir e exportar.
A visão de futuro da cadeia da proteína animal exige a participação de todos seus integrantes. Cada elo terá a oportunidade de dialogar, trocar informações e construir alinhamentos para potencializar negócios.
As cadeias de proteína animal no Brasil se tornaram motores do desenvolvimento sustentável. A continuidade e o crescimento futuro serão inevitáveis e exigirão organização, integração e profissionalismo crescente. Eventos como o Alimenta são necessários e importantes para o sucesso dessas atividades produtivas.
Marcos Branco, diretor geral da Huvepharma

Foto: Divulgação/Huvepharma
Ao participar do Alimenta 2025, a Huvepharma reafirmou sua missão de impulsionar o desempenho da produção animal por meio de soluções inovadoras em saúde e nutrição. O evento representou uma oportunidade estratégica para apresentar suas tecnologias, fortalecer parcerias e acompanhar as principais tendências do mercado
Eventos como o Alimenta são essenciais para promover a integração entre os diversos elos da cadeia produtiva, discutir desafios e identificar oportunidades, além de impulsionar a competitividade e a sustentabilidade da produção de proteína animal no Brasil.
A complexidade do setor de proteína animal exige diálogo e cooperação entre todos os seus segmentos. Reunir, em um mesmo evento, produtores, fornecedores, pesquisadores e tomadores de decisão é essencial para fortalecer conexões, ampliar a visão sistêmica da cadeia e fomentar soluções integradas. O Alimenta 2025 proporcionou esse ambiente de troca e construção conjunta. Ao compartilhar conhecimentos e experiências, o setor se fortalece, ganha eficiência e se prepara melhor para os desafios futuros, com mais inovação e responsabilidade
No Alimenta 2025, a Huvepharma apresentou seus produtos inovadores voltados para a saúde e nutrição animal, visando aumentar a produtividade e a qualidade na produção de proteína animal. Nosso objetivo é contribuir para um setor mais eficiente e sustentável. Ao fomentar o diálogo técnico e propor inovações aplicáveis à realidade brasileira, reafirmamos nosso papel como parceira estratégica de um setor vital para o país e para o mundo.
Richard Runho, gerente comercial de Aves da De Heus Brasil
A De Heus Brasil tem como princípio a melhoria contínua dos seus produtos e serviços, a fim de oferecer o que há de melhor em nutrição animal para o mercado. Por isso, a empresa valoriza iniciativas que fomentam a evolução da cadeia, como é o caso do “Congresso Alimenta”, considerado o maior evento multiproteína do Paraná e uma referência no setor. Nossa participação neste evento foi estratégica, uma vez que possibilitou a atualização de conhecimento, troca de ideias e networking, além de boas oportunidades de negócios.

Foto: Divulgação/De Heus
Acredito que a reunião de parceiros e clientes de todos os elos da cadeia produtiva da pecuária brasileira é de grande importância para o fortalecimento do setor como um todo, que possui grande expressividade econômica para o país. Diante disso, iniciativas como a do “Congresso Alimenta” possibilitam a maior integração e o aprendizado contínuo por meio de múltiplas referências na esfera teórica, através da extensa programação de palestras técnicas e debates conduzidos por renomados especialistas da área; e também na esfera prática, através da feira de negócios e exposição dos mais diversos produtos e soluções.
A De Heus Brasil participou com um estande, onde apresentou ao público visitante sua nova linha de aditivos com diversas soluções para a avicultura. Além disso, a companhia também vai destacar o Sow Life+, um conceito voltado para a suinocultura, com foco nas diferentes fases do ciclo reprodutivo das matrizes.
A participação da De Heus foi importante para marcar ainda mais sua presença corporativa como uma empresa de referência mundial em nutrição animal e seu forte posicionamento de liderança no mercado nacional, que se destaca pela qualidade das soluções que oferece na área, bem como por sua contribuição para a produção de alimentos seguros e saudáveis.
Thais Milena Oliveira, coordenadora de KT & Imprensa na Imeve S.A.

Foto: Divulgação/Imeve
O Alimenta é um evento agregador, pois juntou toda a cadeia de proteína animal num só evento, o que é muito interessante para as empresas que têm um amplo portfólio de produtos, como a Imeve. Muitos clientes têm mais de um tipo de produção e estando no evento, cada um pôde conhecer mais sobre a Imeve, seus produtos e serviços. Além disso, foi um momento ímpar, de encontrar amigos, clientes e parceiros.
Falando especificamente em pecuária, o Alimenta proporcionou um conjunto de soluções e a união do setor para alavancar a produção e o consumo de proteína. É preciso um movimento de toda a cadeia produtiva de proteína animal para elevar o padrão de qualidade e promover o destaque da produção brasileira perante o mundo.
Claudinei de Castro Vieira, diretor geral da Alivira Saúde Animal
O Brasil é um dos maiores exportadores de carne suína e de frango do mundo, com o Paraná desempenhando um papel de destaque nesse cenário. A produção de proteína animal enfrenta desafios complexos, como custos de produção, sanidade animal, bem-estar, competitividade internacional e mudanças nas exigências dos consumidores. Apostar no Alimenta Curitiba 2025 foi uma decisão estratégica para a Alivira, pois o evento atende a uma necessidade crítica do setor: a integração entre inovação, sustentabilidade e mercado global. Temas como eficiência produtiva com menor impacto ambiental, tecnologias como nutrição de precisão, biotecnologia, automação e rastreabilidade estão moldando o futuro da indústria, e eventos como este ajudam a acelerar a adoção dessas inovações.

Foto: Divulgação/Alivira
Nesse contexto, o Alimenta é essencial para conectar pesquisadores, produtores, indústria e governo, permitindo a troca de conhecimento e a busca por soluções conjuntas em áreas como regulação, inovação tecnológica e oportunidades de mercado, fatores determinantes para a competitividade da pecuária nacional. A cadeia produtiva da proteína animal é altamente interdependente, e cada segmento influencia diretamente a eficiência e a sustentabilidade do sistema como um todo. Desde a genética animal, nutrição, sanidade e manejo, até o abate, processamento e comercialização, há uma necessidade crescente de integração e colaboração entre os atores do setor.
Ao reunir todos esses elos em um único evento, o Alimenta promoveu um ambiente onde inovações podem ser testadas, discutidas e aplicadas de forma mais rápida e coordenada, além de promover a importante integração entre produtores e indústrias. Além disso, o evento criou um ciclo virtuoso de aprendizado, permitindo que pequenos e médios produtores tenham acesso a conhecimentos que normalmente estariam restritos a grandes empresas e centros de pesquisa.
A pecuária brasileira tem um papel fundamental no abastecimento alimentar global, e eventos como este são essenciais para garantir que o país continue competitivo e sustentável no longo prazo.
O acesso à edição digital do jornal Avicultura Corte & Postura é gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

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Safra de trigo em São Paulo deve ter redução de área em 2026
Preços internacionais baixos e custos de produção elevados levam produtores paulistas à cautela no planejamento das culturas de inverno.

O plantio de trigo no estado de São Paulo deve registrar uma retração de área na próxima safra, reflexo direto de um mercado global com oferta ampla e preços pressionados. O cenário de incerteza para o ciclo de inverno foi o tema central da primeira reunião do ano da Câmara Setorial do Trigo de São Paulo, realizada na quinta-feira (05).
A reunião, que também foi transmitida on-line, ocorreu de forma híbrida na sede da Cooperativa Agroindustrial de Capão Bonito (CACB) e reuniu lideranças, cooperativas e analistas para traçar as diretrizes do setor.
Para o novo presidente da Câmara Setorial, Ruy Zanardi, o momento é decisivo para o planejamento do produtor. “Devido a situação do mercado mundial do grão, pode haver uma diminuição de área em São Paulo este ano. O plantio de trigo ainda é uma das melhores opções para culturas de inverno, tendo em vista a garantia da liquidez dada pela indústria de moagem paulista e que, agronomicamente, o trigo contribui com o aumento de produtividade da cultura da soja”, afirmou durante a reunião.
Os relatos das cooperativas confirmam que o fator financeiro e a janela climática são os principais entraves para 2026.Na Capal Cooperativa Agroindustrial, a estimativa é de uma queda de 20% na área de trigo em relação ao ciclo anterior. O coordenador Técnico Airton Rodrigues pontuou que o desânimo do produtor é real: “A parte financeira precisa andar junto com a qualidade para o plantio ser viável. O produtor enfrenta riscos de clima e granizo, e precisa de segurança no campo para investir”.
A Cooperativa Castrolanda também reportou uma redução drástica nas áreas de inverno, com o trigo recuando de 5.700 para 4.590 hectares. Segundo o consultor agrícola Jeandro Oliveira, o atraso na colheita da soja impactou diretamente o cronograma. “O produtor acaba entrando na safra de inverno já negativado financeiramente, o que dificulta a manutenção das áreas”, explicou.
A apresentação da Cooperativa Holambra demonstrou ainda que o cenário é de maior estabilidade, com previsão de manter os 25 mil hectares de 2025, mas que a cevada surge como uma concorrente de peso, saltando de 2 mil para 5 mil hectares este ano. No caso da Ourosafra, o alerta foi para o impacto geopolítico nos custos de produção, especialmente nos fertilizantes nitrogenados e combustíveis.
No caso da Cooperativa Agrícola de Capão Bonito, o ciclo da soja alongou 30 dias, fazendo com que muitos produtores preferissem arriscar no milho safrinha tardio em vez de migrar para o trigo. “Ainda assim, a eficiência de plantio pós-soja é impressionante, com semeadura ocorrendo em até 24 horas após a colheita. Prevemos manter os 4 mil hectares do ano passado”, concluiu o engenheiro agrônomo Nelio Uemura.
Influência do mercado global e logística
A análise de conjuntura feita pelo analista da StoneX, Jonathan Pinheiro, reforçou que o mercado mundial vive um período de oferta farta, com produções recordes na Argentina e estoques de passagem confortáveis. O especialista explicou que o trigo argentino continua extremamente competitivo, inclusive ganhando mercados inéditos como a China e mantendo forte presença na Indonésia, Vietnã e Bangladesh.
“A Argentina tem hoje praticamente um ano inteiro de consumo dentro de casa. Com essa oferta elevada, é difícil falar em preços mais altos no Brasil, o que acaba desestimulando o nosso produtor a investir em área”, detalhou Pinheiro.
Sobre os conflitos no Oriente Médio, o analista destacou que o impacto é mais logístico do que direto nas cotações do grão. Houve uma redução superior a 50% no fluxo de navios pelo Mar Vermelho, com um aumento de 200% nas rotas pelo Cabo da Boa Esperança, o que eleva custos e tempo de entrega para os exportadores da Europa e do Mar Negro.
“Essa reconfiguração logística favorece a competitividade do trigo argentino no cenário atual. Para o Brasil, a volatilidade cambial típica de anos eleitorais pode ser o único fator a impulsionar os preços internamente a partir de maio”, explicou.
Nova presidência e inovações tecnológicas
A reunião também marcou a despedida de Nelson Montagna da presidência. Ele destacou o salto da produção paulista, que em 12 anos saiu de 90 mil para 500 mil toneladas, safra recorde conquistada em 2022. “Encerro meu terceiro mandato e acompanhei, ao longo desses anos, avanços significativos em volume e, principalmente, em qualidade no trigo paulista, fator que reflete o trabalho sério e comprometido de todos os envolvidos na Câmara Setorial. Seguiremos trabalhando para alcançar nossos objetivos e ampliar o suporte ao produtor, fortalecendo o diálogo com o governo estadual e com a Secretaria da Agricultura”, celebrou Montagna.
O vice-presidente da Câmara Setorial, José Reinaldo Oliveira, descreveu o momento atual como um “voo cego” para o triticultor. “Temos muitas perguntas, poucas respostas e muita incerteza frente a diversas variáveis. Quando temos uma safra cheia com boa produtividade e qualidade, o mercado fica lateralizado e acaba trazendo rentabilidade negativa. Esperamos que em 2026 consigamos algum retorno melhor”, ponderou Oliveira.
Além do balanço, a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) apresentou avanços em pesquisa agrícola e reforçou que, apesar dos desafios de mercado, o suporte tecnológico ao produtor paulista segue em evolução. A reunião também contou com a palestra “Projeto Be8 – transformando grãos em energia e alimento”, além da apresentação da OR – Genética de Sementes e da Biotrigo.
O encontro ainda foi marcado pela despedida do Dirigente da Assessoria Técnica e Institucionais da Secretaria de Agricultura, José Carlos Junior da coordenação das Câmeras Setoriais da Secretaria de Agricultura e apresentação da Fabiana Ferreira da Costa Gouvea, que assume o cargo e reforçou o compromisso da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA-SP) para receber e debater os pleitos do setor do trigo paulista.
A íntegra da transmissão ao vivo da primeira reunião do ano da Câmara Setorial do Trigo de São Paulo está disponível no canal do Sindustrigo no YouTube.
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Mapa realiza operação para verificar regularidade da aviação agrícola no Maranhão
Ação mobilizou auditores e técnicos para checar registro de operadores, cumprimento das normas e aplicação aérea de agrotóxicos.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou, entre os dias 02 e 05 de março, uma operação de fiscalização voltada à aviação agrícola e ao uso de agrotóxicos no Maranhão. A ação ocorreu em 19 municípios e contou com o apoio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA).
A iniciativa teve como foco verificar a regularidade de propriedades rurais e de operadores aeroagrícolas, especialmente quanto à obrigatoriedade de registro junto ao Mapa e ao cumprimento das normas que disciplinam a aplicação aérea de agrotóxicos.
Segundo a chefe da Divisão de Aviação Agrícola do Mapa, Uéllen Duarte, a força-tarefa concentrou esforços na identificação de operadores de drones sem registro no Ministério, além do atendimento a denúncias sobre possíveis irregularidades praticadas por esses operadores.
Além das ações em campo, a programação incluiu reuniões com entidades representativas de produtores e comunidades rurais, com o objetivo de prestar esclarecimentos e reforçar orientações sobre as exigências legais aplicáveis à atividade.
Como resultado das ações, foram lavrados pelo Mapa 33 Termos de Fiscalização, 26 Intimações e 6 Autos de Infração. Em decorrência das intimações, o número de Autos de Infração poderá aumentar. Os responsáveis poderão responder a penalidades administrativas previstas na Lei nº 14.515/2022, incluindo multas que podem chegar a até 150 mil reais.
A operação mobilizou sete auditores fiscais federais agropecuários e três técnicos do Mapa, de diferentes unidades da Federação, além de diversos fiscais da AGED-MA.
A fiscalização da aviação agrícola integra as ações permanentes do Mapa para assegurar o uso regular de insumos agropecuários e a conformidade das operações no campo.
Para mais informações sobre a legislação e orientações relativas à aviação agrícola, acesse clicando aqui.
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Participação feminina cresce e fortalece a gestão no agronegócio
Iniciativas do Sistema Faesc/Senar e dos Sindicatos Rurais ampliam capacitação e oportunidades para mulheres no campo.

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um momento para reconhecer a força, a dedicação e o protagonismo feminino em todos os setores da sociedade. Cada vez mais, elas se destacam em atividades operacionais e também em elevados cargos de gestão e pesquisa, demonstrando competência, liderança e capacidade de inovação.
Assim como em outros setores, no agronegócio, esse protagonismo também cresce a cada ano. As mulheres estão cada vez mais em evidência, seja na lida diária nas propriedades rurais, na gestão dos negócios familiares, nas entidades e instituições do setor ou no empreendedorismo no campo. A participação feminina no setor agropecuário cresce de forma expressiva nas mais diversas atividades, abrangendo todos os segmentos do agronegócio. Gradualmente, elas assumem novas funções, ampliam sua presença e quebram paradigmas em atividades historicamente dominadas pelo público masculino.

Foto: Shutterstock
Nesse contexto, o Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e os Sindicatos Rurais têm investido de forma consistente na capacitação feminina, reconhecendo a importância do papel das mulheres para o desenvolvimento rural. Entre as ações desenvolvidas está o Programa Mulheres do Agro, que oferece inúmeras oportunidades de capacitação pensadas especialmente para quem faz a diferença no meio rural todos os dias.
Para divulgar a lista de capacitações, o Sistema também conta com o Catálogo Rosa, que reúne uma série de treinamentos voltados a incentivar a autonomia, ampliar o conhecimento e fortalecer o protagonismo das mulheres no campo. Diversas áreas estão contempladas como atividades de apoio agrossilvipastoril, agroindústria, silvicultura, pecuária, agricultura, aquicultura, entre outras.
A assessora jurídica sindical da Faesc e representante catarinense na Comissão Nacional de Mulheres do Agro da CNA, Andreia Barbieri Zanluchi, ressalta que os relatos das participantes têm sido extremamente positivos e motivam o Sistema Faesc/Senar a aperfeiçoar continuamente as ações voltadas ao público feminino. Segundo ela, mulheres com diferentes formações e trajetórias têm participado das capacitações e destacado a importância desses treinamentos para fortalecer sua atuação nas atividades das propriedades rurais.

Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), José Zeferino Pedrozo: “Elas têm assumido funções estratégicas, contribuindo com inovação, organização da gestão e compromisso com práticas cada vez mais sustentáveis no campo”
Andreia também comenta que, fora das porteiras das propriedades, muitas mulheres vêm desempenhando um trabalho expressivo para o agronegócio catarinense, seja na área de pesquisa, no empreendedorismo ou à frente de entidades e órgãos ligados ao setor. “Ao analisar esse cenário, observamos que há mulheres contribuindo diretamente para os resultados econômicos conquistados pelo setor no Estado e isso é motivo de orgulho para todos nós”.
O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca que a presença feminina nas propriedades rurais tem crescido de forma expressiva nos últimos anos. “Elas têm assumido funções estratégicas, contribuindo com inovação, organização da gestão e compromisso com práticas cada vez mais sustentáveis no campo. Como representantes do setor produtivo, temos a responsabilidade de valorizar e incentivar esse avanço com aumento do acesso à qualificação e à profissionalização. Investir na formação das mulheres rurais é fundamental para garantir mais autonomia, oportunidades e liderança feminina. Isso fortalece o campo e impulsiona o crescimento sustentável do agronegócio”.
Para saber mais sobre os treinamentos do Programa Mulheres do Agro procure o Sindicato Rural da sua região.



