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Notícias Avicultura

Demanda segue firme, mas movimento de alta do frango perde força

Mercado de frango vivo registrou uma semana positiva em termos de demanda, mas o movimento de alta nas cotações perdeu força

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Arquivo/OP Rural

O mercado de frango vivo registrou uma semana positiva em termos de demanda, mas o movimento de alta nas cotações perdeu força. “O setor ainda espera algum ajuste nos preços do quilo vivo, mesmo que de maneira pontual, para tentar compensar o movimento de alta nos custos de produção. A cada dia os preços do milho vêm batendo novos recordes, o que traz grande preocupação à cadeia produtiva”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias.

Iglesias afirma que no atacado os preços também não tiveram mudanças na semana, em meio ao quadro de negócios mais lento na reposição entre o atacado e o varejo, algo típico para a segunda metade do mês. “A carne de frango, contudo, segue na preferência do consumidor, em um momento de evidente descapitalização vivenciado por grande parte da população”, pontua.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram estabilidade para os cortes congelados de frango ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 7,00, o quilo da coxa em R$ 6,40 e o quilo da asa em R$ 10,30. Na distribuição, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 7,30, o quilo da coxa em R$ 6,60 e o quilo da asa em R$ 10,50.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de manutenção dos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito continuou em R$ 7,10, o quilo da coxa em R$ 6,50 e o quilo da asa em R$ 10,40. Na distribuição, o preço do quilo do peito se manteve em R$ 7,40, o quilo da coxa em R$ 6,70 e o quilo da asa em R$ 10,60.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 268,157 milhões em março (10 dias úteis), com média diária de US$ 26,815 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 175,806 mil toneladas, com média diária de 17,580 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.525,30.

Na comparação com março de 2020, houve alta de 16,29% no valor médio diário, ganho de 18,02% na quantidade média diária e retração de 1,47% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,30. Em São Paulo o quilo vivo permaneceu em R$ 4,50.

Na integração catarinense a cotação do frango permaneceu em R$ 3,30. No oeste do Paraná o preço na integração continuou em R$ 4,80. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo prosseguiu em R$ 4,30.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,30. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 4,30. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 4,30.

Em Pernambuco, o quilo vivo seguiu em R$ 5,30. No Ceará a cotação do quilo se manteve em R$ 5,30 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 5,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias

Clima favorável e possível oferta elevada pressionam valores da soja

Ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionam contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group).

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Foto: AEN

A combinação de clima favorável à colheita nos Estados Unidos e à semeadura da oleaginosa em grande parte das regiões brasileiras, de estimativas de maior relação estoque/consumo final na safra 2021/22, em termos mundiais, do ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionou os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group) nos últimos dias.

Com isso, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores brasileiros se afastaram das aquisições no spot, na expectativa de adquirir lotes a preços menores nas próximas semanas.

Entre 08 e 15 de outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná caíram 2,3% e 1,7%, com respectivos fechamentos de R$ 168,55/sc e de R$ 166,48/sc de 60 kg na última sexta-feira (15).

Fonte: ESALQ
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Notícias Grãos

Comprador afastado mantém preço do milho em queda

Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu 0,93%, fechando na última sexta-feira (15) a R$ 90,18/saca de 60 kg.

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Divulgação

Os preços do milho seguem em queda na maioria das regiões brasileiras, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Entre os dias 08 e 15 de outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 0,93%, fechando a R$ 90,18/saca de 60 kg na última sexta-feira, 15.

Apesar da quebra de produção na safra 2020/21, consumidores mantêm baixo o interesse de aquisição de novos lotes, atentos à melhora do clima, que tem favorecido a temporada de verão brasileira, e nas exportações desaquecidas.

Parte dos vendedores nacionais, por sua vez, precisam liberar armazéns para limpeza e organização da safra verão ou, em algumas regiões, para a entrada do trigo.

Fonte: Cepea
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Notícias Avicultura

Preços dos ovos se mantêm estáveis

Bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações, no entanto, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento.

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Arquivo/OP Rural

Os preços dos ovos se manteve praticamente estável nos últimos dias nas praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo colaboradores, o bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações. Mesmo assim, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento, levando à necessidade de concessão ou intensificação de descontos.

Fonte: Cepea
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