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Notícias Avicultura

Demanda segue aquecida e preços do frango sobem no atacado

Mercado brasileiro de carne de frango registrou preços mais altos para os cortes vendidos no atacado ao longo da semana

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O mercado brasileiro de carne de frango registrou preços mais altos para os cortes vendidos no atacado ao longo da semana. “A carne de frango segue tendo a preferência do consumidor médio no Brasil, por ter um valor mais acessível frente às demais proteínas, o que contribuiu para manter as cotações aquecidas, mesmo em um cenário marcado por grandes dificuldades macroeconômicas no país”, avalia o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias.

No mercado de frango vivo, Iglesias sinaliza que os produtores não conseguiram avançar nos preços, mesmo trabalhando com margens operacionais apertadas, por conta dos custos de produção animal bastante inflacionados, puxados especialmente pelo mercado de milho.

De acordo com levantamento semanal de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram alterações para os cortes congelados de frango. No atacado, o preço do quilo do peito subiu de R$ 6,60 para R$ 6,80, o quilo da coxa de R$ 6,10 para R$ 6,30 e o quilo da asa de R$ 8,65 para R$ 8,80. Na distribuição, o preço do quilo do peito passou de R$ 6,80 para R$ 7,00, o quilo da coxa de R$ 6,20 para R$ 6,50 e o quilo da asa de R$ 8,85 para R$ 9,00.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de mudanças dos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito avançou de R$ 6,70 para R$ 6,90, o quilo da coxa de R$ 6,20 para R$ 6,40 e o quilo da asa de R$ 8,75 para R$ 8,90. Na distribuição, o preço do quilo do peito aumentou de R$ 6,90 para R$ 7,10, o quilo da coxa de R$ 6,30 para R$ 6,60 e o quilo da asa de R$ 8,95 para R$ 9,10.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 324,307 milhões em abril (11 dias úteis), com média diária de US$ 29,482 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 217,767 mil toneladas, com média diária de 19,797 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.489,20.

Na comparação com abril de 2020, houve alta de 24,06% no valor médio diário, ganho de 23,46% na quantidade média diária e avanço de 0,49% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60. Em São Paulo o quilo vivo permaneceu em R$ 4,70.

Na integração catarinense a cotação do frango permaneceu em R$ 3,30. No oeste do Paraná o preço prosseguiu em R$ 4,80. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo continuou em R$ 4,30.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,50. Em Goiás o quilo vivo se manteve em R$ 4,50. No Distrito Federal o quilo vivo continuou em R$ 4,60.

Em Pernambuco, o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,30. No Ceará a cotação do quilo continuou em R$ 5,30 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 5,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Consulta Pública

Mapa propõe melhorias na regulamentação da identidade e qualidade do hambúrguer

As alterações propostas são aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF e buscam atender às demandas atuais dos consumidores.

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iStock/Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na quarta-feira (20), a portaria nº 420 que submete à consulta pública, pelo prazo de 60 dias, a proposta de portaria sobre os Requisitos de Identidade e Qualidade (RTIQ) do Hambúrguer. A nova norma revogará o anexo IV da Instrução Normativa nº 20/2000.

Entre as melhorias propostas estão a previsão de moldagem do hambúrguer em formas diversas, além da tradicional em disco; a padronização para indicação na rotulagem do corte cárneo utilizado para obtenção do hambúrguer e a padronização para a denominação do produto quando utilizada carne de mais de uma espécie. Segundo a proposta, no caso de produto que contenha indicação dos cortes utilizados, não será permitida a adição de proteína vegetais. Outra mudança é o aumento do limite máximo de gordura permitida, de 23% para 25%.

“A proposta de revisão normativa busca harmonizar o RTIQ com o Decreto 9.013/2017 e suas alterações, bem como busca englobar atualizações necessárias levantadas pelo setor e pelo próprio Mapa ao longo dos últimos anos”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana.

As alterações propostas, aplicáveis ao hambúrguer produzido em estabelecimento com SIF, buscam atender às demandas atuais dos consumidores, garantir a segurança e inocuidade dos produtos, manter as características do produto, padronizar entendimentos e atender às demandas do setor produtivo.

As sugestões tecnicamente fundamentadas deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária, por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/sisman/. Para ter acesso ao Sisman, o usuário deverá efetuar cadastro prévio no Sistema de Solicitação de Acesso (SOLICITA), por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/solicita/.

Fonte: Mapa
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Notícias Reestruturação Rodoferroviária

Portos do Paraná conclui audiência pública do Projeto Cais Leste

Com a construção da moega exclusiva para o modal ferroviário, a ideia é atender, em um único ponto, por conexões aéreas (ou seja, correias transportadoras), todos os 11 terminais que operam à Leste no Corredor de Exportação. A previsão é que a construção inicie no primeiro semestre de 2022.

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Rodrigo Felix Leal/SEIL

A Portos do Paraná apresentou nesta quarta-feira (20), em audiência pública, o projeto Cais Leste, que centraliza a descarga ferroviária em uma moega exclusiva, conhecida como “Moegão”. Em plataforma on-line, com 60 participantes, a administração dos portos de Paranaguá e Antonina detalhou como será a reestruturação rodoferroviária dos acessos dos Terminais da Região Leste do Porto de Paranaguá, otimizando a capacidade de recepção de cargas em ambos os modais.

“Com esse projeto, mais que aumentar a participação do modal ferroviário, pretendemos mudar a visão e a estratégia da operação”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Atualmente, no Porto de Paranaguá, como na maioria dos portos brasileiros, cada terminal tem seu acesso ferroviário próprio. São 11 terminais de exportação de granéis sólidos que operam no Corredor Leste, mas nem todos têm desvio ferroviário.

“Para cada operação no terminal, a composição dos vagões é quebrada com manobras. Nesse tipo de operação individualizada, além de ineficiência há um conflito muito grande com o fluxo da cidade”, disse Garcia. “O projeto visa diminuir essa ineficiência operacional, dando condições para recebermos mais cargas pela ferrovia, com maior agilidade, qualidade e menor impacto à relação porto/cidade”.

Com a construção da moega exclusiva para o modal ferroviário, a ideia é atender, em um único ponto, por conexões aéreas (ou seja, correias transportadoras), todos os 11 terminais que operam à Leste no Corredor de Exportação.

“É uma obra de infraestrutura que olha a longo prazo, visando atender toda a demanda de carga projetada para os próximos 20 ou 30 anos, numa renovação da malha ou com a Nova Ferroeste. O Porto de Paranaguá está se capacitando para grandes projetos futuros”, afirmou o diretor-presidente.

O projeto prevê aumentar dos quase 550 vagões – que atualmente são descarregados, por dia, no Corredor Leste – para quase 900. Serão quase 300 em cada uma das três linhas por dia.

André Cassanti Neto, diretor de engenharia e manutenção da Portos do Paraná, disse que as três linhas serão independentes. A expectativa do projeto é descarregar no complexo, pelo modal ferroviário, cerca de 24 milhões de toneladas de granéis por ano.

“Serão cerca de 700 caminhões a menos por dia. Além disso, o projeto traz como benefícios gerais a redução dos custos logísticos e da poluição, considerando que o transporte ferroviário emite cerca de 70% menos CO2”, afirmou.

Ainda segundo o diretor, as interferências rodoferroviárias serão reduzidas das atuais 16 para apenas cinco. “As operações serão mais ágeis e o tempo de manobra será menor”, completou.

Etapas

Com a audiência pública e as contribuições recebidas, a equipe interna responsável pela análise do projeto se reunirá para os ajustes finais. Na sequência, o projeto segue para a aprovação dos órgãos competentes e, aprovado, será lançado o edital para a licitação da obra. A previsão é que a construção inicie no primeiro semestre de 2022.

Os projetos, apresentação, ata e gravação da audiência pública desta quarta-feira estão disponibilizados no site da Portos do Paraná. A equipe técnica tem prazo legal de até 5 dias úteis para publicar a ata da audiência e o extrato dos questionamentos e comentários enviados.

Embarque

O Moegão vai ao encontro de outro projeto do Estado, que é a modernização e ampliação do Corredor Leste (Corex) e do píer em T. Em fase de desenvolvimento, o projeto prevê um novo complexo com quatro berços; ponte de acesso; oito torres pescantes; e capacidade para embarque de 4 mil toneladas, por hora, em cada uma das oito linhas. Assim, a expectativa é triplicar a capacidade de embarque atual no Corredor Leste.

Fonte: AEN Paraná
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Notícias Campeonato Nacional

Lins (SP) sedia a 20ª etapa do Circuito Nelore de Qualidade

Mais de 680 animais serão avaliados entre os dias 20 e 21 de outubro. Até o fim do anos serão realizadas cerca de mais 15 etapas do campeonato nacional.

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Mais de 680 animais serão avaliados nos dias 20 e 21 de outubro, no frigorífico Friboi, em Lins (SP), na 20ª etapa do Circuito Nelore de Qualidade 2021, com promoção da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e Associação Paulista dos Criadores de Nelore (APCN).

“São Paulo tem rebanho de quase 10 milhões de cabeças e a pecuária é uma atividade muito importante e tecnificada no estado. Por isso, esperamos uma grande etapa. Temos visto muita qualidade nas etapas, o que demonstra que a pecuária nunca tirou o pé do acelerador”, comenta André Locateli, gerente executivo da ACNB.

Após Lins (SP), cerca de mais 15 etapas serão realizadas até o fim do ano, entre elas: Naviraí (MS), Nanuque (MG), Anastácio (MS), Ponta Porã (MS), Itapetinga (BA), Diamantino (MT), Andradina (SP), Teixeira de Freitas (BA) e Campo Grande (MS).

Neste ano, o Circuito conta com mais um campeonato nacional: “Melhores Lotes de Carcaças de Animais com Pai Identificado”, com a participação de progênies de touros identificados. Trata-se de mais uma oportunidade para comprovar a qualidade da genética selecionada.

Outra novidade é a Medalha Ouro Branco, que valoriza os lotes de fêmeas com até quatro dentes incisivos permanentes (d.i.p.) e machos castrados com até dois d.i.p., com cobertura de gordura na carcaça mediana ou uniforme e peso de carcaça quente entre 16 e 25 arrobas.

Friboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal apoiam a 23ª edição do Circuito Nelore de Qualidade 2021.

Contatos para inscrições

Para participar do Circuito Nelore de Qualidade em Lins, os pecuaristas devem entrar em contato com a unidade da Friboi pelos telefones (14) 3511-2123 ou (14) 99152-8912 – falar com Douglas –, (14) 3511-2121 ou (14) 99852-6871 – falar com Wlademir ou (14) 98135-4614 – falar com Leonardo. Qualquer pecuarista pode participar da etapa de Lins com lotes a partir de 21 cabeças.

Circuito Nelore de Qualidade

Realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), o Circuito Nelore de Qualidade fortalece e promove a genética e a carne Nelore, contribuindo para elevar a produtividade da pecuária nacional. A iniciativa avalia resultados obtidos pelos produtores, cada qual em sua realidade e sistema de produção.

Promovido desde 1999, o Circuito conta com apoio da Friboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal e cresce a cada ano: em 2021, já estão confirmadas 36 etapas. Até o fim do ano, mais de 20 mil animais devem ser avaliados. O Circuito Nacional de Qualidade é o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo.

Confira o calendário completo e outras informações sobre o regulamento do Circuito pelo site www.nelore.org.br/CircuitoNelore.

 

Fonte: Assessoria ACNB
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CONBRASUL/ASGAV

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