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Demanda reage no atacado e mercado de frango registra valorização

Tendência é que esse movimento se prolongue no decorrer da primeira quinzena do mês

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Arquivo/OP Rural

A avicultura de corte inicia o mês de junho apresentando alguma alta de preços no atacado. “A tendência é que esse movimento se prolongue no decorrer da primeira quinzena do mês, avaliando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram algumas mudanças para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado subiu de R$ 5,70 para R$ 5,85, o quilo da coxa seguiu em R$ 4,90 e o quilo da asa passou de R$ 7,10 para R$ 7,30. Na distribuição, o quilo do peito avançou de R$ 5,80 para R$ 6, o quilo da coxa seguiu em R$ 5 e o quilo da asa aumentou de R$ 7,30 para R$ 7,50.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de algumas mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito subiu de R$ 5,80 para R$ 5,95, o quilo da coxa seguiu em R$ 5,02 e o quilo da asa passou de R$ 7,18 para R$ 7,38. Na distribuição, o preço do quilo do peito teve alta de R$ 5,90 para R$ 6,10, o quilo da coxa permaneceu em R$ 5,12 e o quilo da asa avançou de R$ 7,38 para R$ 7,58.

Iglesias acredita que ainda possa haver um aumento na demanda chinesa por carne de frango do Brasil no segundo semestre, em linha com o surto de peste suína africana que dizimou uma relevante parcela do rebanho local.

s exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 588,3 milhões em maio (22 dias úteis), com média diária de US$ 26,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 345,9 mil toneladas, com média diária de 15,7 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.700,60.

Na comparação com abril, houve alta de 12,5% no valor médio diário da exportação, ganho de 5,8% na quantidade média diária exportada e alta de 6,3% no preço. Na comparação com maio de 2018, houve alta de 16,8% no valor médio diário, ganho de 4,9% na quantidade média diária e alta de 11,3% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,50. Em São Paulo o quilo vivo seguiu em R$ 3,60.

Na integração catarinense a cotação do frango baixou de R$ 2,50 pra R$ 2,34. No oeste do Paraná o preço seguiu em R$ 3,11 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,10.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango continuou em R$ 3,45. Em Goiás o quilo vivo permaneceu em R$ 3,45. No Distrito Federal o quilo vivo seguiu em R$ 3,50.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,55. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,55 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,65.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Evento

Começa dia 12 o congresso de tecnologia do CBNA

O evento será 100% online

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Nos dias 12 e 13 de maio acontece o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais, organizado pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA).

Realizado no ambiente virtual, para garantir que mesmo nesse momento em que não é possível realizar eventos, o CBNA continua disseminando conhecimento e inovações. Temas como análise de ração, inovações e análises na indústria de rações, peletização, NIRS, processos na fábrica de rações e software entre outros.

Participe do evento!!! Conheça o programa completo e outras informações em:  www.cbnatecnologia.com.br .

Fonte: Assessoria
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Notícias Certificação

BRF conquista selo Certified Humane de bem-estar animal

Produtores parceiros receberam reconhecimento internacional concedido pela ONG Humane Farm Animal Care

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Produtores rurais integrados, que fornecem aves de corte à BRF para a linha Sadia Bio, acabam de recebera recertificação do selo internacional Certified Humane.O reconhecimento, da ONG Humane Farm Animal Care, é concedido àqueles que aplicam boas práticas de bem-estar animal e, para obtê-lo, as granjas precisam prover um ambiente que estimule o comportamento natural das aves, tais como, ciscar, espojar e bater asas. Ao todo, os 14 produtores integrados obtiveram a recertificação, em 24 núcleos de produção, em 192 aviários, o que beneficia cerca de 26 milhões de aves ao ano.

As aves que vivem nas granjas certificadas são alimentadas com ração vegetal, apenas com cereais, minerais e vitaminas e não recebem nenhum tipo de substância promotora de crescimento, antibióticos preventivos ou mesmo terapêuticos. Desde 2020, a certificação foi ampliada, triplicando o volume de produtos adequados ao protocolo da Certified Humane, endossando o compromisso de evolução do tema na Companhia.

“O conforto e o enriquecimento ambiental são princípios básicos do ambiente de criação das aves. Os produtores parceiros possuem em suas propriedades planos de emergência para direcioná-los em relação ao que fazer em caso de sinistros e recebem treinamentos constantes para assegurar o melhor cuidado com os animais”, explica Mariana Modesto, diretora de Sustentabilidade da BRF. “Além disso, os estoques mínimos de água e ração de qualidade são garantidos. Para água, o estoque é suficiente para 24 horas e, para ração, a capacidade mínima de armazenamento garante um dia de consumo na semana que antecede o abate em 100% das propriedades. Somado aos demais procedimentos, a Companhia está garantindo o atendimento das necessidades das aves de forma constante”, finaliza.

Além do selo Certified Humane, a BRF possui ainda outras certificações que atestam as boas práticas de bem-estar animal, entre elas, Global G.A.Pe National Chicken Council, onde os padrões são avaliados por auditores certificados PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization).

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Setor amplia vendas para nações da Ásia, África e América

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Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas.

O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões, número 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram obtidos US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano (janeiro-abril), as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas, volume 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas.

A receita acumulada no mesmo período chegou a US$ 826,4 milhões, índice 27,1% superior ao efetivado entre janeiro e abril do ano passado, com US$ 650,3 milhões.

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%), Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%), Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%), Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%) e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, exportou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%) e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias  que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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