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Notícias Mercado Interno

Demanda perde força e frango registra desvalorização em agosto

Mercado tende a mudar no decorrer da primeira metade de setembro, devido ao aquecimento da demanda com entrada dos salários na economia

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Arquivo/OP Rural

A avicultura se aproxima do final de agosto e registra preços em queda no atacado, em decorrência da reposição mais lenta ao longo da cadeia produtiva. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o mercado tende a mudar no decorrer da primeira metade de setembro, avaliando o aquecimento da demanda com a entrada dos salários na economia.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram alterações para os cortes congelados de frango ao longo do mês. O quilo do peito no atacado baixou de R$ 5,75 para R$ 5,05, o quilo da coxa de R$ 4,60 para R$ 4,50 e o quilo da asa baixou de R$ 6,75 para R$ 6,30. Na distribuição, o quilo do peito retrocedeu de R$ 5,95 para R$ 5,15, o quilo da coxa de R$ 4,80 para R$ 4,70 e o quilo da asa caiu de R$ 6,95 para R$ 6,50.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de mudanças ao longo de agosto. No atacado, o preço do quilo do peito baixou de R$ 5,85 para R$ 5,15, o quilo da coxa de R$ 4,72 para R$ 4,62 e o quilo da asa de R$ 6,83 para R$ 6,38. Na distribuição, o preço do quilo do peito recuou de R$ 6,05 para R$ 5,25, o quilo da coxa de R$ 4,92 para R$ 4,82 e o quilo da asa de R$ 7,03 para R$ 6,58.

Por outro lado, conforme Iglesias, a demanda destinada à exportação permanece bastante efetiva, com a China desempenhando papel de destaque nas importações de proteína animal brasileira.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 388,9 milhões em agosto (17 dias úteis), com média diária de US$ 22,9 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 234,9 mil toneladas, com média diária de 13,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.655,70.

Na comparação com julho, houve baixa de 12,6% no valor médio diário da exportação, perda de 11,1% na quantidade média diária exportada e baixa de 1,8% no preço. Na comparação com agosto de 2018, houve baixa de 7,0% no valor médio diário, perda de 13,8% na quantidade média diária e alta de 7,8% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento mensal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 3,30.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço baixou de R$ 3,45 para R$ 3,05 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo retrocedeu de R$ 3,50 para R$ 3,35.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,50. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,50 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Abastecimento

Abramilho alerta para quebra de produção em SC devido à praga da cigarrinha e seca

Produtor que plantou, com a expectativa de uma colheita em torno de 250 sacas por hectare, vai colher 50, 60

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Arquivo/OP Rural

As lavouras de milho no Sul do País, especialmente no Paraná e sobretudo em Santa Catarina, estão, uma vez mais, sendo amplamente castigadas pela seca, bem como pela praga da cigarrinha, alerta a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho).

O inseto é vetor de doenças, provocadas por vírus e bactérias, que ao contaminarem a planta, prejudicam o desenvolvimento, acarretando em má formação, menos espigas e consequentemente menor produtividade e quebra na produção.

De acordo com informações colhidas pela Abramilho junto a produtores associados no Estado, de uma estimativa inicial de produção em torno de 2,7 milhões de toneladas, a safra 2020/21 catarinense de milho deve chegar, no máximo, a 1,5 milhão. “O produtor que plantou para colher 250 sacas por hectare, vai colher 50, 60”, diz Cesario Ramalho da Silva, presidente institucional da entidade.

Estima-se que o estado terá que importar cerca de cinco milhões de toneladas de milho para o abastecimento interno. “Isso também levará ao aumento nos custos de produção das agroindústrias”, alerta. Santa Catarina é relevante polo produtor de proteína animal, principalmente suínos e frangos de corte, sendo grande consumidor do grão sob a forma de ração animal.

O dirigente acentua, ainda, que muitos produtores venderam antecipadamente a safra e que, pelas perdas de produção, terão dificuldades para honrar os compromissos de entrega. “Diante do crítico cenário da temporada atual, muitos produtores de milho já manifestaram interesse em trocar de cultura no próximo ciclo.”

Fonte: Assessoria
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Notícias Responsabilidade social

Inscrições para Selo Mais Integridade 2021/22 estão abertas a partir de hoje

Prêmio reconhece empresas e cooperativas do agro que adotam práticas de integridade, responsabilidade social, ambiental e ética

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Divulgação/MAPA

A partir desta terça-feira (02), empresas e cooperativas do agronegócio podem se inscrever no Selo Mais Integridade 2021/22. O prazo termina no dia 4 de junho de 2021. Em sua quarta edição, o Selo reconhece organizações do agro que adotam práticas de integridade com enfoque na responsabilidade social, sustentabilidade, ética e comprometimento de impedir fraudes, suborno e corrupção.

As inscrições podem ser feitas no seguinte endereço: https://sistemas.agricultura.gov.br/agroform/index.php/183221?lang=pt-BR. A cerimônia de premiação está prevista para janeiro de 2022.

Na última edição, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) premiou 19 empresas, sendo que quatro delas receberam a certificação pela segunda vez e oito, pela terceira vez. A premiação foi entregue pela ministra Tereza Cristina e pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário.

Para conquistar o Selo Mais Integridade, a empresa ou cooperativa precisa comprovar que tem um programa de compliance, código de ética e conduta, canais de denúncia efetivos,  promove ações com ênfase na responsabilidade social e ambiental e  treinamentos para melhoria corporativa, Além disso, é preciso estar em dia com as obrigações trabalhistas, não ter multas relacionadas ao tema nos últimos dois anos, não ter casos de adulteração ou falsificação de processos e produtos fiscalizados pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa), ter ações de boas práticas agrícolas enquadradas nas metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e não ter cometido crimes ambientais nos últimos 24 meses.

Toda a documentação é analisada pelo Comitê Gestor do Selo, instituído pela Portaria nº 599, de 16/04/2018. Após a análise e homologação do resultado, a lista com as vencedoras é publicada no Diário Oficial da União, até o dia 31 de dezembro de 2021.

O Mapa é pioneiro entre os ministérios na implementação de um selo setorial alinhado ao Programa de Fomento à Integridade da Controladoria-Geral da União.

Fonte: MAPA
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Notícias Conab

Progresso de Safra inova com dados sobre estágios das principais culturas

Objetivo da proposta é ampliar o acesso às informações coletadas no campo, permitindo o aumento da transparência das atividades realizadas, com confiabilidade para o setor

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Divulgação

Os agricultores e agentes do setor poderão acompanhar os estágios de crescimento e desenvolvimento das lavouras do país. Agora, além dos percentuais de plantio e colheita, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) passa a informar a fenologia das plantas. A nova informação está publicada desde segunda-feira (1º), no boletim do Progresso de Safra, divulgado no site da Conab a partir das 18h.

A iniciativa consolida os dados levantados pela Companhia em todo o país, além de trazer um retrato mais próximo das fases de crescimento e desenvolvimento encontrados nas lavouras das principais culturas cultivadas. Outro objetivo da proposta é ampliar o acesso às informações coletadas no campo, permitindo o aumento da transparência das atividades realizadas, com confiabilidade para o setor.

“Este produto permite uma previsibilidade do andamento da safra, e com isso um planejamento das ações futuras necessárias, tornando-se uma importante ferramenta para auxiliar tanto os atores públicos como privados, seja na formulação das políticas agrícolas e de abastecimento, ou para subsidiar as tomadas de decisão”, destaca o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Maurício Lopes. “Uma empresa, por exemplo, que negocia grãos em todo o país, poderá fazer o planejamento da comercialização, inclusive logístico, tanto atual como futuro, ao conhecer os percentuais plantados e colhidos e a fenologia das culturas plantadas, a partir das informações publicadas pela Companhia”.

O primeiro levantamento do Progresso de Safra foi publicado em novembro do ano passado. O documento traz o andamento dos cultivos e permite que o setor tenha dados atualizados com agilidade. Atualmente, a publicação traz indicações sobre milho, soja, arroz e algodão. Também serão disponibilizados no site da Conab outros produtos, como feijão e trigo, de acordo com o calendário de plantio destas culturas.

Fonte: Conab
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CONBRASUL/ASGAV

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