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Demanda aquecida garante forte alta no mercado suíno em novembro

Mercado brasileiro de carne suína acumulou um forte movimento de alta para o quilo vivo e os principais cortes

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne suína acumulou um forte movimento de alta para o quilo vivo e os principais cortes negociados no atacado no final de novembro.

De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, a reposição entre atacado e o varejo segue vem apresentando boa fluidez, com perspectiva de aquecimento da demanda nas próximas semanas, devido a entrada do décimo terceiro na economia. “As festividades de final de ano e forte movimento de alta da carne bovina também devem estimular o consumo pelos principais cortes suínos, o que deve favorecer novos reajustes, uma vez que a disponibilidade interna permanece bem ajustada”, afirma.

Levantamento mensal de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil passou de R$ 4,63 para R$ 5,06, alta de 9,28%. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 8,94, alta de 11,49% frente aos R$ 8,02 praticados na semana passada. A carcaça registrou um valor médio de R$ 8,45, aumento de 10,28% frente à semana passada, de R$ 7,66.

Maia sinaliza que os dados da exportação do Brasil e dos Estados Unidos merecem a atenção no curto prazo. “Na quarta semana de novembro os embarques brasileiros desaceleraram, trazendo uma apreensão ao mercado. Vale salientar que é esperado uma boa importação de carne suína brasileira por parte dos chineses nos próximos meses. Contudo o país asiático vem comprando volumes mais expressivos dos EUA neste momento”, afirma.

Dados da exportação do Brasil e EUA merecem atenção no curto prazo. Na última semana (quarta semana de novembro) os embarques brasileiros desaceleraram, trazendo uma apreensão ao mercado. Vale salientar que é esperado uma boa importação de carne suína brasileira por parte dos chineses nos próximos meses, contudo o país asiático vem comprando volumes mais expressivos nos EUA neste momento.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 79,9 milhões em novembro (15 dias úteis), com média diária de US$ 5,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 33,3 mil toneladas, com média diária de 2,2 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.402,50.

Em relação a outubro, houve baixa de 11,2% na receita média diária, perda de 12,6% no volume diário e ganho de 1,6% no preço. Na comparação com novembro de 2018, houve aumento de 12,8% no valor médio diário exportado, perda de 13% na quantidade média diária e elevação de 29,7% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo ao longo de novembro passou de R$ 101,00 para R$ 113,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 3,93 para R$ 4,15. No interior do estado a cotação aumentou de R$ 4,80 para R$ 5,40. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração passou de R$ 4,00 para R$ 4,20. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 4,90 para R$ 5,50. No Paraná o quilo vivo aumentou de R$ 4,95 para R$ 5,40 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo subiu de R$ 3,85 para R$ 4,10.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração avançou de R$ 3,90 para R$ 4,20, enquanto em Campo Grande o preço aumentou de R$ 4,00 para R$ 4,40. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 5,30 para R$ 5,90. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno aumentou de R$ 5,40 para R$ 6,00. No mercado independente mineiro, o preço também passou de R$ 5,40 para R$ 6,00. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis subiu de R$ 4,15 para R$ 4,60. Já na integração do estado a cotação aumentou de R$ 3,85 para R$ 4,10.

Fonte: Agência SAFRAS
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1 Comentário

1 Comentário

  1. Mateus

    1 de dezembro de 2019 em 16:14

    Oi tudo bom???

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Notícias Pecuária

Exportação de carne bovina segue consistente, mas preocupação com China aumenta

Mercado físico voltou a se deparar com negócios acima da referência média em algumas regiões do país

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O mercado físico de boi gordo apresentou preços firmes nas principais regiões de produção e comercialização do país na terceira semana de junho. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado físico voltou a se deparar com negócios acima da referência média em algumas regiões do país. “Apesar dos frigoríficos operarem com uma condição melhor em suas escalas de abate, por enquanto não são evidenciadas condições para pressionar os pecuaristas, considerando que a oferta de animais terminados segue restrita neste momento”, disse ele.

Enquanto isso, o ritmo de embarques de carne bovina permanece em bom nível no decorrer do mês de junho, avaliando que a China ainda está atuante no mercado internacional. “No entanto a preocupação fica à cargo dos embarques do segundo semestre, com sinalização por parte do mercado chinês de maior volume de oferta de carne suína. Ou seja, haveria uma menor necessidade de importação”, apontou o analista.

Já no mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere por menor espaço para reajustes no curto prazo, em linha com o menor apelo ao consumo no decorrer da segunda quinzena do mês. “Importante mencionar que o consumidor médio ainda opta por proteínas mais acessíveis, com ênfase a carne de frango, algo bastante compreensível no atual ambiente macroeconômico”, assinalou Iglesias.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 17 de junho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 322,00 a arroba, contra R$ 320,00 a arroba em 10 de junho, subindo 0,63%.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 312,00 a arroba, contra R$ 310,00 (+0,65%).
  • Goiânia (Goiás) – R$ 305,00 a arroba, ante R$ 302,00 (+0,99%).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 312,00 a arroba, contra R$ 310,00 a arroba (+0,65%)
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 310,00 a arroba, estável.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Consumo aquecido de frango no Brasil garante suporte aos preços

Consumo aquecido no Brasil, garantindo uma boa reposição entre o atacado e o varejo, contribuiu para um novo movimento de alta nos preços

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Divulgação/AENPr

O mercado brasileiro de carne de frango registrou uma semana de preços mais altos para o quilo vivo, com o recuo nos preços do milho trazendo um pouco de alívio ao setor no que tange aos custos.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o consumo aquecido no Brasil, garantindo uma boa reposição entre o atacado e o varejo, contribuiu para um novo movimento de alta nos preços.

De acordo com levantamento semanal de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 7,70, o quilo da coxa subiu de R$ 7,25 para R$ 7,30 e o quilo da asa de R$ 9,80 para R$ 9,90. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 7,90, o quilo da coxa passou de R$ 7,45 para R$ 7,50 e o quilo da asa de R$ 9,90 para R$ 10,00.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de modificações em alguns preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito continuou em R$ 7,80 e o quilo da coxa aumentou de R$ 7,35 para R$ 7,40 e o quilo da asa de R$ 9,90 para R$ 10,00. Na distribuição, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 8,00 e o quilo da coxa avançou de R$ 7,55 para R$ 7,60 e o quilo da asa de R$ 10,00 para R$ 10,10.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 216,964 milhões em junho (8 dias úteis), com média diária de US$ 27,120 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 136,605 mil toneladas, com média diária de 17,075 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.588,20.

Na comparação com junho de 2020, houve alta de 40,10% no valor médio diário, ganho de 12,26% na quantidade média diária e avanço de 24,80% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 5,00 para R$ 5,30. Em São Paulo o quilo aumentou de R$ 5,10 para R$ 5,50.

Na integração catarinense a cotação do frango passou de R$ 3,60 para R$ 3,90. No oeste do Paraná o preço mudou de R$ 5,00 para R$ 5,25. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo avançou de R$ 4,80 para R$ 5,00.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango subiu de R$ 4,90 para R$ 5,20. Em Goiás o quilo vivo aumentou de R$ 4,90 para R$ 5,20. No Distrito Federal o quilo vivo passou de R$ 5,00 para R$ 5,25.

Em Pernambuco, o quilo vivo passou de R$ 5,70 para R$ 5,75. No Ceará a cotação do quilo subiu de R$ 5,70 para R$ 5,75 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 5,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Cotações do milho caem forte no Brasil com tombo em Chicago e “pré-colheita”

As baixas foram quase gerais, iniciando pelos portos e atingindo também o interior

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O mercado brasileiro de milho apresentou quedas significativas nesta semana. As baixas foram quase gerais, iniciando pelos portos e atingindo também o interior. A combinação de queda na Bolsa de Chicago, dólar mais fraco e a “pré-colheita” da safrinha, que deve trazer aumento da oferta adiante, pesou sobre os preços. Os compradores se afastaram das negociações e as bases de cotações do milho foram aos poucos caindo nos últimos dias.

Na Bolsa de Chicago, somente nesta quinta-feira o contrato setembro caiu quase 7%. O mercado foi pressionado por uma combinação de fatores, como a fraca demanda para o cereal norte-americano e a expectativa de clima úmido e favorável às lavouras no cinturão produtor.

O cereal também foi impactado pela postura do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que surpreendeu os investidores ao dizer que poderia aumentar as taxas de juros em um ritmo muito mais rápido do que o esperado. Isso pode pressionar adiante o dólar para cima e levar a quedas das commodities.

Com isso, os preços baixaram nos portos para exportação e houve declínios também ao produtor. A oferta cresceu sem o interesse do comprador.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (10 de junho) e esta quinta-feira (17 de junho), o milho no Porto de Santos na base de compra caiu de R$ 86,00 para R$ 75,00 a saca, baixa de 12,8%.

O preço do milho em Campinas/CIF no mesmo comparativo caiu na venda de R$ 99,00 para R$ 91,00 a saca, queda de 8,1%. Na região Mogiana paulista, o cereal recuou na venda de R$ 99,00 para R$ 88,00 a saca, perda de 11,1%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço caiu de R$ 95,00 para R$ 90,00 a saca, baixa de 5,3%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação recuou de 83,00 a saca para R$ 77,00 (-7,2%). Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor caiu de R$ 97,00 para R$ 93,00 a saca, baixa de 4,1%.

Fonte: Agência SAFRAS
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CONBRASUL/ASGAV

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